sexta-feira, 4 de junho de 2010

Japão ensina eficiência

Segundo notícia de 2do corrente, o primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, apresentou a sua demissão, depois de ter atingido picos de impopularidade apenas oito meses após ter tomado posse. Trata-se do quarto chefe de governo japonês a interromper o seu mandato em menos de quatro anos.

Esta atitude é sinal da dignidade, do sentido de responsabilidade e de respeito pelos cidadãos e pelos interesses do Estado

Hoje surge a notícia de que o Ministro das Finanças foi eleito primeiro-ministro pelo Parlamento.

Isto mostra uma estrutura do poder político com características excelentes, práticas, sem burocracias. Pelos vistos por lá não imperam os «criativos não praticantes», nem os falsos intelectuais de Direito que tudo empatam, não fazendo nem deixando fazer, nem os professores doutores que não fazem a mínima ideia das realidades nacionais.

Os nossos teóricos que gostam de citar o direito «comparado» e a política «comparada» deviam olhar para os exemplos práticos de países que dão mostras de eficiência desde o Norte da Europa ao extremo de Oriente, estudando a melhor aplicação à nossa população, porque governar é gerir a vida da Nação e construir-lhe o melhor futuro.

1 comentário:

O Guardião disse...

Ainda há países onde a política tem dignidade e em que o bem estar do povo é o desígnio maior de quem abraça o serviço público.
Cumps