quinta-feira, 22 de setembro de 2016

COMO APROVEITAR A PASSAGEM PELA OPOSIÇÃO


Quando um partido que passou uma ou mais vezes pelas funções do poder executivo e se vê na oposição, deve, como em tudo na vida, encarar o facto da maneira mais positiva e tirar dele os melhores benefícios, para o País e para o futuro do partido.

A situação de não ser responsável por tomar decisões que imponham deveres e sacrifícios aos cidadãos permite liberdade de análise, com capacidade de isenção, dos problemas fundamentais do País, e esboçar estratégias mais adequadas à melhoria da qualidade de vida das populações e ao enriquecimento da economia nacional, em benefício de todos. Enfim, esse período de «repouso» deve ser aproveitado como um estágio de preparação para o desejado próximo período de governação. Para que este se concretize, convém ir dando aos eleitores a noção de que existe uma estratégia bem estudada, bem organizada e programada que contribuirá para uma vida melhor nos dias que virão, em benefício de todos os cidadãos.

Infelizmente, as coisas nem sempre são assim compreendidas e, em vez de em cada momento se pensar em engrandecer o país e criticar o Governo de forma positiva e construtiva, numa competição de competência, para atingir as melhores metas, cai-se na crítica destrutiva, negativa, em que sobressai a intenção da «luta pelo poder» de forma abjecta, à espera de que tudo seja demolido para reiniciar do nada a construção de algo que não se sabe bem o que será.

De olhos focados num futuro melhor, desejado por todos e serenamente preparado, todo e cada cidadão, só ou inserido em organizações idóneas, deve dar o melhor de si, dos seus conhecimentos, das suas capacidades, para que dos mais altos cargos saiam medidas bem estruturadas e adequadas aos principais objectivos nacionais. Nisso, os partidos têm especial responsabilidade e devem aproveitar a oportunidade para contribuir para que o novo orçamento seja preparado da forma mais auspiciosa para a grande maioria dos portugueses, os que foram mais sacrificados pela crise que ainda não se desvaneceu.

Como diz Anthony Giddens no seu livro «Runaway World» em 1999, «agora que as velhas formas de geopolítica se estão a tornar obsoletas, as nações vêem-se obrigadas a repensar as próprias identidades». E isso não pode ser tarefa a realizar por capricho ou inspiração de momento mas fruto de profunda meditação, com a colaboração de largo espectro dos cidadãos.

AJS
Em 14-09-12016
NOTA: Este texto foi publicado no jornal «O diabo», em 20-09-2016

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

PARALÍMPICOS. YES I CAN



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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

ACORDA, POLÍTICO CORRUPTO


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PORTUGAL RECEBE PRÉMIO INTERNACIONAL


Portugal ESTÁ DE PARABÉNS POR MAIS UM TÍTULO INTERNACIONAL.
O Óscar do Turismo atribuído aos passadiços do Rio Paiva é um prémio que nos alegra por termos cidadãos com ideias brilhantes, inovadoras e criativas.
As belezas naturais do vale do Rio Paiva, até agora inacessíveis, tornam-se visíveis aos turistas de forma cómoda e segura.
Arouca mostra que o turismo não deve resumir-se ao fado e à praia. Muitas outras regiões do interior devem aceitar este desafio e entrar numa competição positiva.
Num dia em que tanto mal foi dito contra a gestão dos interesses nacionais, sem propostas executáveis, esta notícia sobre o ÓSCAR DOS PASSADIÇOS DO PAIVA anima a nossa esperança sobre a vitalidade de PORTUGAL e a possibilidade de um FUTURO MELHOR.
Parabéns à Câmara de AROUCA.
Abra este liink: https://www.noticiasaominuto.com/pais/648433/passadicos-do-paiva-vencem-oscar-do-turismo?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=648433

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Vendo carro acidentado

Tive um acidente com o meu carro

 TOYOTA STARLET (P9), PASSAGEIROS

ANO DE 1996, COM 54.000kM 
MOTOR 1332 CC A GASOLINA 
Matrícula: 50-94-HC 
BOM FUNCIONAMENTO, ANTES DO ACIDENTE 

Não gosto de conduzir na cidade (e nos últimos 12 meses apenas andei 73Km) razão de ter apenas 54.000Km - O motor está IMPECÁVEL 

Para recuperação ou para abate preço 500 €, sujeito a oferta. 

Pode ser observado no estacionamento dos SERVIÇOS RÁPIDOS do ACP, em PRIOR VELHO 

PROPRIETÁRIO: António João Soares, sócio nº 1622-0 do ACP 

Agradeço a divulgação

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

FREUD NA FESTA DO ONTAL

Transcrição de post colocado hoje no blog «Ponte Europa» por carlos Esperança.

Passos Coelho, este PSD e o País

Miguel Relvas, Marco António e Paulo Júlio dirigiram a central de intoxicação que, das redes sociais da Internet foi alargada à comunicação social tradicional, e foi responsável pela ascensão de Passos Coelho, de líder precário do PSD a PM de vocação vitalícia.

Na política, após liderança da JSD, não tivera qualquer função executiva, e na atividade privada, além de homem de mão de Ângelo Correia, não ultrapassou a administração de uma empresa de aproveitamento de fundos europeus (Tecnoforma) para cursos exóticos, técnicos de aeródromos e heliportos da zona centro, de cuja falência se encarregou antes de o fazerem PM.

Depois de Cavaco Silva ter chegado a PR, o PSD, aturdido, foi incapaz de reagir, ainda a lamber feridas dos seus dois últimos primeiros-ministros, Durão Barroso, cúmplice da invasão do Iraque, e Santana Lopes.

Quando, pela primeira vez, a direita conseguiu um PR culto, inteligente e sem negócios nebulosos, continua prisioneira dos arrivistas que confiscaram os seus partidos, e Passos Coelho mantém-se o insubstituível barítono e intérprete da pauta musical da banda e do bando que vão à festa do Pontal.

O zeloso funcionário da Troika que na sua trágica experiência laboratorial, em Portugal, deixou o País arruinado, o Estado desintegrado, e a banca sem solução, chamou ‘troika’ à aliança de 4 partidos (PS + BE + PCP + PEV) que na AR viabilizaram o governo PS.

Foi um ato freudiano de quem conseguiu aplausos na Festa do Pontal ao dirigir diatribes à “troika [de quatro] da maioria”!

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

QUAL É A MISSÃO DA TV


Qual é o papel da TV?

Não é fácil entender as prioridades da TV, principalmente da SIC, ao mostrar continuamente imagens arrepiantes das chamas dos fogos ateados por pirómanos. As temperaturas altas e o sol não geram incêndios, apenas facilitam a propagação dos existentes. E muitos destes surgem na calada da noite sem sol e com menos calor.

Seria preferível que, no palrar permanente dos servidores da TV, constassem dados para análise do fenómeno desde as suas causas aos interesses que possam estar na sua existência e sugestões, para reduzir o aparecimento e a dimensão. Um contributo para acabar com a dimensão deste terrível espectáculo pode ser a sugestão para serem procuradas pistas que ajudem as autoridades a detectar os causadores, directos ou os seus mandantes, e os deterem.

Quanto aos programas de TV só pode dizer-se que é propaganda elogiosa aos pirómanos, dando-lhes prazer e orgulho do êxito obtido com as suas iniciativas diabólicas. Nenhum atleta, desportista, artista, cientista, empresário ou trabalhador com êxito vê dar tanta publicidade e visibilidade aos resultados dos seus êxitos.

Então, porque será que é dada tanta visibilidade aos troféus «ganhos» pelos pirómanos? Quem beneficia com tais programas depressivos?

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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

FOGOS FLORESTAIS - PRAGA RECENTE



Fogos florestais existem há poucas décadas

Nasci numa aldeia da Beira Alta, na zona do pinhal, e vivi lá até quase aos dezanove anos. Tinha os olhos postos na Natureza durante a maior parte do dia (só para me deslocar entre a casa e o liceu, a pé, demorava hora e meia de manhã e outro tanto à tarde). No pinhal podiam assar-se castanhas ou sardinhas ou qualquer grelhado sem preocupações de atear incêndios. Nem sabíamos o que isso era e não me lembro de ver por lá um carro de bombeiros.

Não estou a mentir, nem sequer a fantasiar. Como era possível? A explicação é fácil. O terreno do pinhal estava limpo, sem material combustível. E nunca ouvi alguém dizer que ia limpar o pinhal. Não havia a preocupação de limpar o chão do pinhal, não havia a intenção de evitar fogos florestais. Simplesmente, eles não tinham possibilidade de ocorrer porque isso resultava como efeito secundário de outra actividade fundamental.

Em vales onde hoje cresce mato diverso, desde silvas a giestas e outra flora, nessa época fazia-se agricultura que servia de alimento às pessoas e ao gado. Essa agricultura necessitava de fertilizantes que, tradicionalmente, eram de origem biológica com maior participação do estrume das camas do gado e de pátios ou lixeiras. Para isso, o mato do pinhal era cuidadosamente roçado uma vez por ano e amontoado em local abrigado dos ventos onde ficava a curtir com a chuva e outra água que fosse oportuno. Isso era um factor da hoje chamada prevenção de incêndios. Outro factor era a esgalha dos pinheiros que consistia em libertá-los dos ramos inferiores, já secos que iam servir para alimentar a lareira da cozinha e que melhoravam a qualidade da madeira do tronco que recuperaria do nó. Eram também cortados alguns ramos não secos que eram aproveitados como estacas para as videiras, para o feijão, para as ervilhas etc. Também, duas vezes por ano era apanhada a caruma que caía no chão nas estações de verão e outono, a qual tinha um destino mais ou menos semelhante ao dos produtos da roça.

Deste circuito fechado nascia a prevenção de incêndios sem se pensar nela. Mas as coisas mudaram, a agricultura passou a fazer uso de adubos químicos, depois as pessoas deixaram a agricultura e passaram a trabalhar em profissões mais limpas, deixou de haver bois para os transportes, a charrua e o arado. E o chão dos pinhais passou a ser uma selva impenetrável difícil de atravessar pelos rezineiros e começou a surgir a praga de que nestes últimos dias muito se tem falado.

Os teóricos começaram a dizer que os proprietários eram obrigados a limpar as suas matas e até criaram fábricas de biomassa, que eram alimentadas pelos produtos da limpeza das matas. Houve uma em Mortágua que durou poucos meses ou anos. Como podia o dono dos pinhais pagar a limpeza e, depois, o transporte para a fábrica da biomassa? E esta teria margem para financiar essas despesas dos seus fornecedores? O problema é complexo e ainda não foi encontrada solução viável, como se vê nos próprios parques naturais, propriedade pública, onde o fogo tem exercido a sua soberania.

E, assim, fala-se mais de combate aos incêndios que na sua prevenção. Mas o combate pode ser feito precocemente sem causar grandes estragos. Um amigo mostrou-me a sua tese de mestrado em que defende a implantação de uma malha de sensores de temperatura que cobre toda uma área a proteger, de forma a que qualquer fósforo seja detectado por três sensores que, automaticamente, transmitem a uma central de bombeiros o local exacto onde acaba de ser aceso o fósforo e basta lá enviar um jipe com um balde água (se a demora for grande será necessário um autotanque), para parar ali mesmo o incêndio, impedindo a sua propagação a grandes áreas.

Esperemos que as tecnologias vençam a ambição dos fornecedores de materiais de utilização e de consumo nos combates a este flagelo que, por um lado causa desgraça a muita gente mas, por outro, contribui para o enriquecimento de alguns.

António João Soares, em 8 de Agosto de 2016

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

GERAÇÃO DE MENTE DEFORMADA E SEM ALMA ?

A Humanidade criou a tecnologia para ter de fazer menos esforço nos trabalhos indispensáveis, A enxada foi substituída pela charrua e esta pelo tractor e assim sucessivamente. As modernas tecnologias resolvem tudo sem necessidade de esforço físico. E muitas têm sido utilizadas para actividades contrárias às clássicas regras morais e éticas.

Caiu-se num entorpecimento que gerou em muitas famílias um alheamento entre pais e filhos em que os primeiros supriam a falta de afecto e de comunhão e diálogo com o fornecimento aos filhos de dinheiro e das novidades electrónicas por eles exigidas. Isto afastou noções essenciais de respeito pelos outros, de responsabilidade. de conhecimento da vida social, inclusivamente do dinheiro e da necessidade de trabalhar para o ganhar, etc.

O vazio íntimo gerado por esta ausência de afecto levou muita gente para o caminho das drogas, do álcool e de vícios incontroláveis. Escaparam alguns que se dedicaram à arte, a ciência e ao desporto, além dos que encontraram trabalho de que gostaram. Mas uma grande parte ficou desarmada de regras e de princípios adequados à vida em sociedade e vulneráveis a serem aproveitados para participar em crimes hediondos para que foram aliciados por «falsos ideais sociais» por vezes com deturpadas citações religiosas.

Como inverter esta degradação social? Os psicólogos, e sociólogos devem analisar bem as causas e os condicionamentos do problema e pedir a colaboração de professores para mais adaptação dos alunos ``as realidades da vida de sociedade e para os órgãos da Comunicação social afim de darem relevo aos pequenos êxitos que forem sendo detectados. Os jovens precisam de ser entusiasmados para o melhor caminho. Não se trata de trabalho duro ou violento mas exige persistência, perseverança por os resultados surgirem com lentidão.

O Papa Francisco deu orientações que devem se meditadas e aproveitadas.

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EM PAZ E HARMONIA CONTRA ÓDIOS E VIOLÊNCIAS


O Papa Francisco aconselhou a não criar ódio a outras religiões por actos hediondos que pessoas sem maturidade nem civismo cometem em seu nome.

Esta posição está em consonância com a atitude sensata da comunidade muçulmana de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia, que «recusa proceder à cerimónia fúnebre e ao enterro de um dos terroristas que levou a cabo um atentado numa igreja local» em que, dentro do templo, degolou um sacerdote. «O jihadista não terá direito a ser enterrado como muçulmano.

Não vamos manchar o Islão com essa pessoa. Não vamos participar nem na higiene mortuária, nem no enterro”, afirmou Mohammed Karabila, presidente da associação cultural muçulmana da região.»

Na sua essência, não há religiões que defendam crimes. Quanto ao terrorismo, há que, com urgência, estudar as causas e circunstâncias a fim de evitar ou, no mínimo, reduzir a frequência com que estão a ocorrer.

O Mundo tem que iniciar a preparação dos diplomatas para fomentar e desenvolver a paz a fim de evitar a violência de terrorismo e de guerras. É altura para a humanidade aprender a viver em harmonia e diálogo, sem ambições exageradas, nem ódios nem agressões violentas. Substituam isso pela competição desportiva.

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

MARQUES MENDES «ESCANDALIZADO» COM A CGD


Transcrição de notícia que mostra que os interesses públicos estão sujeitos a variados ataques:



Marques Mendes "escandalizado" com CGD revela dúvidas em carta do BCE 
POR INÊS ANDRÉ DE FIGUEIREDO

O comentador social-democrata revelou algumas questões que não eram conhecidas do público.

Luís Marques Mendes, no seu comentário semanal no ‘Jornal da Noite’ da SIC, voltou a trazer para cima da mesa a questão da Caixa Geral de Depósitos e explicou uma carta que o Banco Central Europeu enviou à CGD, revelando que tem dúvidas sobre alguns assuntos levantados pelo banco europeu.

Realçando que a Caixa é uma “questão muito séria”, o comentador mostrou sentir-se “intrigado e escandalizado” pelo facto de a CGD ser um banco do Estado cuja imagem está a ser degradada porque, “na prática, ninguém lá manda”. “A administração que lá está já não tem poderes”, atira.

Assim, e salvaguardando que teve acesso à carta do BCE, Marques Mendes conta que foram transmitidas “algumas coisas importantes”. Primeiramente, o banco central questionou o número de administradores para a CGD, frisando que contratar 19 administradores é “um erro”, sendo que 15 são suficientes.

A acumulação de funções do presidente do Conselho da Administração e da Comissão Executiva é outro dos alertas do BCE. Assim como a experiência dos membros do Conselho de Administração não executivos. “O que veio a público foi que membros indigitados não teriam experiência e currículo na área da banca, o BCE vem recomendar que tenham experiência bancária”, revela o social-democrata.

Nesta senda, o BCE chama a atenção para possíveis conflitos de interesse, algo que “não pode haver”. Por outro lado, Marques Mendes revela que o BCE avisou a CGD que deve “apresentar com urgência plano de capitalização alternativo à capitalização pública”, mostrando que o Estado poderá não ter condições para o fazer.

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domingo, 17 de julho de 2016

LIÇÃO DA QUEDA DE ROMA PARA OS EUROPEUS

Depois de ler o artigo de opinião de Helena Matos, surgiu-me este alerta aos «responsáveis» pela Europa.

A EUROPA DEVE ESTUDAR E APRENDER COM A QUEDA DE ROMA no ano 410 dC. A sociedade europeia deve aprender a evitar derrotar-se. Hollande usa a basófia para dizer que a França é forte, mas ela cada vez expõe maiores vulnerabilidades. Não tirou as adequadas conclusões nem adoptou as correctas medidas na sequência do primeiro ataque. O segundo não foi evitado por palavras de tolerância. E como será o terceiro?

Em vez de governantes e parlamentares perderem tempo precioso com ninharias e baboseiras, será urgente concentrar-se nos pontos essenciais, vitais, de forma a garantirem a sobrevivência da Europa e dos Europeus, contra inimigos internos e externos.

Tem que ser feito uso de perspicácia, inteligência, sentido de responsabilidade, de realismo, com coragem, sem hesitações suicidas.

Para ler o artigo atrás referido siga o link

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sábado, 16 de julho de 2016

RESPEITO, AMOR E ARGUMENTOS SÃO ARMA PODEROSA

Transcrição de texto publicado no Facebook por Luís Alves de Fraga


Conselhos a um terrorista

Se a tua ideia é conquistar para a tua causa os teus semelhantes não uses o terrorismo para o fazer. Insinua-te com a força dos teus argumentos e, mais do que tudo, com o teu exemplo irrepreensível.

Se a tua ideia é levar a que tenham medo de ti, acredita que não é esse o caminho, porque o medo desperta o ódio e afoga a tolerância, desenvolvendo o desejo de vingança. Se acreditas que a tua ideologia é mais poderosa do que as restantes, prova-o com palavras e com acções dignas.

Se te julgas detentor de uma verdade irrefutável pensa que, antes de a teres como verdade, eras igual a todos os outros e, assim não podes condenar o teu próprio ponto de partida: conquista-o pela palavra, pela acção da tua argumentação.

Se julgas que, por teres armas mortíferas, és mais forte do que os outros desengana-te, porque a arma não dá força permanente… Quem dá força permanente é a razão, é a lógica dos teus argumentos.

Se pensas que ganhas o perdão de todos aqueles a quem aterrorizas, fica ciente que o perdão não nasce do medo, mas do amor.

Se imaginas que, morrendo por uma causa, dás força a essa causa, desilude-te, porque os teus mentores podem sempre, porque estão vivos, mudar de ideias e tu, porque estás morto, nunca poderás mudar de condição.

A glorificação de uma ideologia e a de Deus só se conseguem com gente viva e não com mortos. A tua vida vale mais do que a tua morte. ÃO ARMA PODEROSA

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domingo, 26 de junho de 2016

GLOBALIZAÇÃO OU PULVERIZAÇÃO?


GLOBALIZAÇÃO OU PULVERIZAÇÃO? O Mundo como uma entidade viva, natural, move-se e não pode ficar imutável, para não entrar em decomposição. Mas sofre da má influência de pessoas impreparadas para o poder que recebem e agem contra natura originando alterações inadequadas na rota desejável.

Dizem os estudiosos que a globalização de que tanto se fala desde há algumas décadas foi gerada pelos descobridores portugueses quando dobraram o Cabo da Boa Esperança, mostrando que era possível navegar entre os grandes oceanos Atlântico e Índico e iniciando a comunicação ao vivo entre os habitantes de um lado e do outro do meridiano de Greenwich.

O relacionamento entre Leste e Oeste foi-se desenvolvendo sem grandes conflitos até que no século passado se divulgou o conceito de globalização e da Aldeia Global. Até já se falou numa república única mundial, sob o poder autoritário de uma «elite» preparada para esse efeito (Club Bilderberg).

A União Europeia teve modos de ser uma experiência para verificar tal possibilidade. Mas surgiu com o manto de camuflagem como uma forma de eliminar as repetidas guerras entre Germânia e França, de forma a todo o Velho Continente passar a viver democraticamente, em harmonia e boa confiança mútua como irmãos, antes de partilhas. Mas, os objectivos iniciais que levavam a pensar nas pessoas e na sua vontade de união e colaboração, foram esquecidos pelos dirigentes dos anos seguintes, nomeados pelas máfias partidárias, que se deixaram atrair pelo poder financeiro e esqueceram as pessoas, as condições de educação, de trabalho e emprego, etc.

E quando o Poder deixa de merecer o respeito e a confiança do povo, este que em democracia é soberano mas que não conseguiu obter uma preparação eficaz, acaba por reagir de forma inadequada, por não contar com a vingança dos poderes lesados. Estes usarão os piores métodos até por não disporem de serenidade para analisar os problemas e fazer as mais correctas alterações dos métodos que causaram o descontentamento. Veremos o que vai sair da mente dos vingativos de Bruxelas

Se o acto mais badalado foi a saída da Grã-Bretanha, este poderá não ficar solitário poi já foram referidas outras possibilidades de sequência. Não é por acaso que o estadista norte-americano John Kerry se desloca à Europa, para conversar com elevadas figuras da UE e do Governo Britânico e que a Coreia do Sul quer rever o acordo de livre comércio com a UE. E o que acontecerá em Espanha e na Escócia?

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sábado, 11 de junho de 2016

DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES INICIARAM A GLOBALIZAÇÃO



Os Descobrimentos levados a cabo por navegantes portugueses sob a liderança do Infante D. Henrique iniciaram a Globalização de que, só há pouco tempo, as elites tomaram inteira consciência. John Kerry, salientou nas suas palavras de felicitação pelo Dia de Portugal, a "riqueza das contribuições" feitas pelos portugueses na história mundial

Já há alguns anos, quando se começou a falar com intensidade na «Globalização», um autor argumentava de forma muito segura e pormenorizada que quem a iniciou foram os portugueses no século XV, com os descobrimentos que criaram condições para estabelecer facilmente contactos entre as civilizações Ocidental e Oriental. Com a sua posterior frequente utilização, foi dado o primeiro passo para a globalização, ou criação da aldeia global.

Camões soube, com o seu engenho e arte, valorizar esse feito lusitano que agora foi recordado pelo Secretário de Estado Americano, Mas as nossas elites , com negativismo e carência de sentido de estado, parecem mais apreciadoras dos «Quadros da História Trágico-Marítima» do que dos Lusíadas. No entanto, se nós não valorizamos os nossos altos valores históricos eles são tão visíveis que aparece alguém, conhecedor da História Universal a iluminá-los nas memórias dos mais válidos.

Grato a John Kerry, felicito-o pela sua cultura, conhecimento histórico e gentileza para os porugueses.

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terça-feira, 7 de junho de 2016

A UNIÃO FAZ A FORÇA



Comentário em artigo da Amiga Celle

Detesto TRICAS POLÍTICAS.
Não gosto de entrar no jogo das tricas entre partidos, entre políticos.

Preferia ter motivo para os elogiar por aplicarem as suas energia no sentido de obter os melhores resultados para o futuro do seu país, para melhorar a qualidade de vida dos seus cidadãos.

Mas, infelizmente, na sociedade actual, reina a inveja, a competição, a concorrência, aplicando golpes baixos, rasteiras e maledicência. Se isto se passa nas profissões vulgares e nas próprias escolas, não deixa de ser miseravelmente visível na política, em que os políticos evidenciam que não são a elite que desejávamos mas, pelo contrário, têm entre si amostras daquilo que a sociedade tem de pior.
Nada nos pode espantar da miséria moral que eles evidenciam, mesmo nos momentos em que seria desejável o melhor comportamento para bem do futuro do país. É o caso agora badalado no Brasil, em que as atenções se deviam concentrar em obter o melhor resultado do funcionamento dos Jogos Olímpicos para dourar a imagem no Mundo do maior Estado da América do Sul.

A UNIÃO FAZ A FORÇA e há momentos nacionais em que ela é imprescindível.

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segunda-feira, 23 de maio de 2016

FLORES NA PRIMAVERA 160523



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segunda-feira, 16 de maio de 2016

HOMENAGEM AOS COMBATENTES MORTOS


Países civilizados honram os militares que deram a vida pela Pátria

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sexta-feira, 13 de maio de 2016

POESIAS DE VIÇOSO CAETANO



Tal como aconteceu em 31 de Janeiro de 2010, alguns dos apreciadores das poesias de Viçoso Caetano (o poeta de Fornos d’Algodres) e o próprio manifestaram o desejo de consultar as já publicadas, sem terem de perder muito tempo na pesquisa. Realmente, verifiquei que não era fácil encontrar todos os poemas, por não ter havido uniformidade nas etiquetas. Tal dificuldade está ultrapassada e, para maior comodidade, coloco aqui os links para abrir de imediato qualquer dos poemas, bastando fazer clic sobre o seu título.
O poeta Viçoso Caetano merece esta atenção.

ELEIÇÕES 2015 http://joaobarbeita.blogspot.pt/2015/10/eleicoes-2015-por-vicoso-caetano.html
AFINAL EM QUE FICAMOS? http://joaobarbeita.blogspot.pt/2015/04/afinal-em-que-ficamos-poema-de-vicoso.html
40 ANOS DEPOIS – COMEMORAR  http://joaobarbeita.blogspot.pt/2014/05/40-anos-depois-comemorar-poema-de.html 
AO CORRER DA (COM) PENA  http://joaobarbeita.blogspot.pt/2013/11/ao-correr-da-com-pena-poema-de-vicoso.html 
NA HORA  http://joaobarbeita.blogspot.pt/2013/11/poema-de-vicoso-caetano-na-hora.html
O 25 dos Quatros  http://joaobarbeita.blogspot.pt/2013/03/poesia-de-vicoso-caetano-o-25-dos.html
Aí está 2013  http://joaobarbeita.blogspot.pt/2013/03/poesia-de-vicoso-caetano-ai-esta-2013.html Poema para o PM  http://joaobarbeita.blogspot.pt/2013/01/vicoso-caetano-poema-para-o-pm.html
Ser Militar  http://domirante.blogspot.pt/2011/06/de-vicoso-caetano-ser-militar.html 
Desabafo  http://domirante.blogspot.pt/2011/06/de-vicoso-caetano-desabafo.html
Homenagem a Hugo dos Santos  http://domirante.blogspot.pt/2010/10/homenagem-hugo-dos-santos.html
Terrível Profecia  http://domirante.blogspot.pt/2010/08/de-vicoso-terrivel-profecia.html
Às Armas !!!!  http://domirante.blogspot.pt/2010/08/de-vicoso-as-armas.html
Manifesto Anti EsquerdaAmigos e Companheiros  http://domirante.blogspot.pt/2010/01/amigos-e-companheiros-poema-de-vicoso.html
Saramago  http://domirante.blogspot.pt/2010/01/j.html
Pensar melhor   http://domirante.blogspot.pt/2009/09/pensar-melhor-de-vicoso-caetano.html
Eleições 2009  http://domirante.blogspot.pt/2009/09/eleicoes-2009-por-vicoso-caetano.html
CART 566-RAP 2  http://domirante.blogspot.pt/2009/03/cart-566-rap-2-por-vicoso-caetano.html
Presidência Portuguesa da UE  http://domirante.blogspot.pt/2009/03/presidencia-portuguesa-da-ue-vicoso.html
De Belém   http://domirante.blogspot.pt/2009/02/de-belem-poesia-de-vicoso-caetano.html 
Reflexões  http://domirante.blogspot.pt/2009/02/reflexoes-poesia-de-vicoso-caetano.html
Trova do vento que passa  http://domirante.blogspot.pt/2009/02/trova-do-vento-que-passa-por-vicoso.html
Conversa fiada  http://domirante.blogspot.com/2009/02/poesia-de-vicoso-caetano-mais-uma.html Portugal, diz Presente!!!  http://domirante.blogspot.com/2008/06/portugal-diz-presente.html
Que se passa?  http://domirante.blogspot.com/2008/04/que-se-passa-poema-de-vicky.html
Ao Combatente do Ultramar Português   http://domirante.blogspot.com/2007/05/ao-combatente-do-ultramar-portugus.html 
Reflexões  http://domirante.blogspot.com/2007/03/reflexes-em-verso-reflexes-portugal-um.html
A (Minha) Mensagem  http://domirante.blogspot.com/2007/02/minha-mensagem.html 
 Democracia  http://domirante.blogspot.com/2007/01/democracia-vc.html

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quinta-feira, 12 de maio de 2016

O FUTURO COMEÇA AGORA



Como disse o PR há que não deixar prescrever os direitos de cidadania.

Em democracia, o povo tem responsabilidades de colaborar na recuperação. É uma tarefa colectiva de que ninguém está dispensado, cada um com as possibilidades que tiver, no mínimo, deve dizer e explicar a sua opinião e dar a sua sugestão, mesmo que seja apenas em conversa e café,

As pessoas e os países devem gerir a sua vida, no dia-a-dia, com os olhos focados nas realidades actuais e com as ideias e intenções apontadas ao futuro que mais desejam.

Do passado devemos aproveitar as boas lições que hoje podem ajudar a preparar um futuro melhor e evitar repetir os erros cometidos. Como estamos próximos dos jogos olímpicos, devemos aprender o comportamento dos atletas. Enquanto correm na pista, não pensam na partida mas, sim, na linha de chegada, na meta, e orientam os seus passos nesse sentido.

Em criança, quando caíamos, procurávamos levantar e continuar a caminhar com cuidado para não voltar a cair. Pessoas que culpam o passado dos seus fracassos actuais, são pessoas incapazes de gerir o seu presente com inteligência para um futuro melhor. O caminho é para a frente. O futuro começa hoje.

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