segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

NUNCA VI UM PAPA COMO FRANCISCO


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TAXAR SALÁRIOS ACIMA DE UM MILHÃO ANUAL

O Conselho Constitucional francês deu 'luz verde' à taxa de 75 por cento a aplicar às empresas com trabalhadores com salários anuais superiores a um milhão de euros prevista no orçamento de estado para 2014.

Esta disposição prevê que a taxa seja aplicada às empresas, ficando ao critério destas fazê-la ou não reflectir nos rendimentos dos trabalhadores.

E nós por cá????
Os nossos governantes procuram servir os poderosos e não os portugueses em geral. Obedecem aos detentores do poder real para depois receberem deles os «merecidos» tachos. Por isso, não há ex-políticos a viver modestamente. E, nestas condições, quando é preciso fazer face à crise criada por erros de governação, salta-se sobre os cidadãos já esmagados com austeridade sucessivamente agravada e até já se fala em aumentar o IVA, como, desde há cerca de 40 meses vem «aconselhando» um dos homens mais ricos do País e como agora vem sendo sugerido por um porta-voz do Governo e/ou de um grande grupo financeiro.

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LISBOA E A GREVE DOS LIXEIROS




Lisboa está a ser vítima de uma greve do sistema de recolha do lixo com a duração de duas semanas. A Câmara não tomou medidas eficazes, apenas colocando alguns contentores de entulho de obras que são insuficientes. A Direcção Geral de Saúde recomenda que se guarde o lixo em casa, isto é, defende a solução de personalizar os inconvenientes do lixo, fraccionando-os por habitação, o que parece realmente irónico.

Mas, felizmente, os autarcas de algumas freguesias evidenciaram mais capacidade de decisão e de realização e estão a fazer face ao problema.

Por lei, a greve é um direito dos trabalhadores. A Câmara tem o dever perante os habitantes de proceder à recolha do lixo que os grevistas não recolhem. Mas não o fez. Há juntas de freguesia que, denotando possuir maior sentido de responsabilidade do que a Câmara, vão proceder à recolha.

Além da irresponsabilidade da Câmara perante os seus munícipes, há a incapacidade de diálogo com os sindicatos dos trabalhadores. Seria de prever que estes reagissem a uma determinação que os lesa, pelo que devia ter havido uma conversa séria entre os autarcas e o sindicato a fim de encontrar uma solução conveniente sem irritar os de baixo. Será que a autarquia escolheu os seus colaboradores de entre os mais capazes para o melhor relacionamento com a população e os trabalhadores? Ou o critério assentou no interesse de dar emprego aos jotinhas, independentemente do seu «valor»?

Haja sentido de Estado (o factor mais importante do Estado, é a Nação, os cidadãos, depois vem o território e só no fim a organização política e administrativa) e sentido de responsabilidade perante os interesses colectivos dos cidadãos de quem os autarcas são mandatários para zelar pela qualidade de vida.

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ECONOMIA OCULTA E CORRUPÇÃO



Duas frases de pensadores célebres:

Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade VERGONHOSA.
Por Victor Hugo

«Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada»
Edmund Burke

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ISTO NÃO TEM CONSERTO !!!




Para isto ter conserto seria necessário que o regime mudasse no que respeita a partidos, a Governo e AR, às relações entre o Poder político, os bancos e os capitalistas. Faz falta uma legislação eficaz contra a corrupção, o tráfico de influências, as negociatas e o enriquecimento ilícito. Preste-se atenção ao que diz Paulo Morais, por exemplo.

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

NÚMEROS USADOS PARA PROPAGANDA


Acerca da notícia «Número de insolvências desceu pela primeira vez desde o início da crise» parece ser lógico que os cidadãos mais atentos não gostarão de tal propaganda. As empresas mais fracas foram as primeiras a falir. Das restantes, em número mais restrito do que as antes existentes é natural que a intensidade percentual de ocorrências seja menor e incidindo sobre um universo mais limitado.

E, em caso extremo, se a crise continuar, a quantidade de insolvências passará a ser cada vez menor até chegar a zero, depois de falir a última.

É um fenómeno semelhante ao dos óbitos por carência alimentar, por dificuldades de tratamentos de saúde e por suicídio devido a desespero.

Ressalta a lição de que convém não abusar dos números para propagandas ilusórias, porque a credibilidade perderá sustentação.

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PRÉMIOS NAS EMPRESAS PÚBLICAS


A notícia Empresas públicas pagaram 37,9 milhões em prémios em 2012 conduz a reflexão preocupante. Certamente, cada contribuinte gostaria de conhecer o ou os critérios usado nas Empresas Públicas para atribuição de prémios.

Será que os resultados traduzidos em aumento do capital ou o seu contributo para o aumento do PIB no ano de 2012 foi tão avantajado que justifique a atribuição de prémios no valor de 379 milhões de euros?

Quem foram os beneficiados pelos prémios em cada empresa?

Quem controla isto?

Quem exige responsabilidades aos usurpadores do erário público?

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MAIS «JOBS FOR THE BOYS»???


Nesta quadra de mudança de calendário as nossas mentes estão ocupadas com a avaliação do ano que termina e com as perspectivas relacionadas com o Ano que se aproxima.

Neste momento as atenções estão focadas no falhanço da Reforma do Estado, da estrutura e da simplificação da máquina administrativa, no Plano B para compensar as inconstitucionalidades que o TC não deixou passar, e as pessoas estão temerosas com mais austeridade em 2014.

E, perante tais reflexões surge a notícia de que Mota Soares, ao invés de procurar reduzir os custos da sua máquina burocrática, nomeia 11 para cargos dirigentes, um sem concurso prévio o que pode ser considerado heroicidade por distracção, erro de cálculo ou vontade de dar a gente da sua simpatia, como PRESENTE de Natal a garantia de FUTURO dourado à custa dos contribuintes.

Enfim a tentação de governantes de criar mais «jobs for the boys» continua uma pecha da «podridão dos hábitos políticos» a que se referiu Machete,, mesmo com a crise a manter-se longe de solução.

Será que mesmo assim, com esta e outras decisões semelhantes, haverá o milagre de o 2014 ser menos mau do que os dois anteriores?

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

DESPESISMO É VÍCIO SISTEMÁTICO


Pessoas movidas por bom senso e sentido de Estado chegaram a esperar que, tal como as famílias, os serviços públicos aprendessem a gerir com simplicidade e economia os recursos disponíveis.

Mas os gestores públicos e os governantes e autarcas só se lembram das trovoadas quando ouvem os trovões e não aprendem as boas lições, não reformam os seus procedimentos perdulários. Isso fica patente nas notícias que dizem que Câmaras já gastaram mais em luzes e festas de Natal do que em 2012 e que Instituto dos Registos e do Notariado gasta 16,5 milhões em novos cartões do cidadão.

Segundo elas, «26 organismos públicos contratualizaram mais de meio milhão de euros, entre os quais sete câmaras, uma associação de municípios e uma empresa municipal, quatro centros hospitalares, duas entidades regionais, um instituto politécnico e duas empresas.»

«Os gastos com as festas de Natal e deste fim de ano ascendem já aos 3,5 milhões de euros, de acordo com a pesquisa do i aos contratos publicados no portal Base (http://www.base.gov.pt/base2/) até sexta-feira, 20 de Dezembro.»

Verifica-se que o despesismo não pára, apesar das lições da crise. O que estará por detrás desta incongruência? Será para beneficiar os fornecedores de serviços amigos? Para embolsar a percentagem da corrupção? Talvez as duas razões simultâneas?
E não haverá sistema de controlar estes exageros e as prevaricações de desonestidade? Afinal quem defende os contribuintes pagantes? Quem moraliza o regime e defende o dinheiro público, dos portugueses?

E a substituição dos cartões de cidadão não podia esperar por melhores dias?

Porque não se reforma o sistema a fim de combater este vício endémico? É urgente que o Poder instituído aja com urgência em defesa dos contribuintes contra os sugadores do dinheiro do erário. Não deve inibir-se por estar no outono do seu mandato.

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RESPONSABILIDADE DA MAIORIA GOVERNAMENTAL




Estas palavras, meditadas sem preconceitos de partidos, merecem atenção. Quem é sério não deve fugir às suas responsabilidades, não deve sacudir a água do capote, deve procurar soluções.E devia estudar os assuntos antes de decidir para não sacrificar os contribuintes.

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sábado, 21 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL


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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

ÂNGELO CORREIA DETENTOR ÚNICO DA VERDADE ABSOLUTA


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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

PROVA DOS PROFESSORES É ENSAIO PARA ALARGAR…


Há prenúncios ou profecias que não devem ser desprezados. A notícia Professores. “Esta prova é um ensaio para alargar a toda a função pública” seria uma boa iniciativa para, proceder à avaliação periódica de todos os indivíduos que vivem à custa do dinheiro Público, incluindo governantes, deputados, juízes empresários públicos, etc.

E os candidatos a eleições só poderiam ser inseridos nas listas após uma prova de avaliação da sua competência, experiência na vida civil e da sua dedicação à causa pública, com sentido de responsabilidade e sentido de Estado, com total repúdio por corrupção, tráfico de responsabilidades e negociatas.

Então Portugal daria ao mundo civilizado uma lição muito positiva, tal como aquela que o PM da Irlanda dá ao prometer que a Irlanda não voltará à "especulação e ganância".

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POLÍCIAS ADORAM O SEU DIRECTOR NACIONAL

Nem sempre convém ver as coisas com sisudez, pois o humor ajuda a temperar as realidades. A notícia Polícias ameaçam voltar ao Parlamento merece ser olhada com um pouco de humor, pois pode apresentar uma interpretação curiosa.

«Depois da manifestação do dia 21 de Novembro, em que centenas de polícias derrubaram as barreiras de segurança e subiram a escadaria da Assembleia da República» o Director Nacional da PSP nessa data foi demitido e nomeado para embaixada em Paris, com uma remuneração principesca.

Agora os dedicados polícias pensam voltar ao Parlamento demonstrando a sua dedicação corporativa ao actual Director, proporcionando-lhe a repetição da compensação que foi dada ao seu antecessor. Acham que este merece igual honraria.

E já há quem pense que seria bom para Portugal que esta solução fosse aplicada a todos os governantes, dando-lhes tachos nas ilhas Fiji mas que fosse obtida a colaboração dos oceanos com uma subida das águas de forma a que lavassem as ilhas de corpos estranhos indesejados.

Mas isto, certamente, não passará de humorismo barato!!!

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

DUVIDA SOBRE A CAPACIDADE DOS GOVERNANTES

O Reitor da Universidade de Lisboa mostra-se céptico em relação à nossa classe política, conforme artigo de «notícias ao minuto»

O Sr Reitor foi cuidadoso e correcto ao utilizar o verbo duvidar. Mas o facto da incapacidade não surpreende. Basta olharmos para o critério de admissão às Jotas (Ver aqui), em que impera a ambição e o oportunismo de pessoas falhadas na avaliação escolar que procuram maneira fácil e vistosa de buscar garantia de futuro.

Depois a mentalidade nos partidos de competição para os votos por qualquer forma, a especulação, a ganância e apresentação de listas eleitorais com nomes que não foram devidamente apresentados aos eleitores o que leva estes a terem de escolher não pelo valor ético, moral, cultural, académico ou de experiência profissional, mas a optar pela lista cuja propaganda ou interesse pessoal mais o motiva. Só muito depois das eleições e casualmente se vão conhecendo os eleitos, como os casos de Duarte Lima, Isaltino, Carlos Peixoto, Ricardo Rodrigues, Jorge Barreto Xavier entre muitos outros.

As eleições, embora sejam o acto mais significativo da democracia, constitui uma farsa em que os eleitores não têm condições para escolher os cidadãos mais válidos, mas apenas os mais ambiciosos unidos entre si por obscuros laços de empatia, de conivências, cumplicidades e trocas de favores.

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domingo, 15 de dezembro de 2013

GEOPOLÍTICA. DOMÍNIO E SUBALTERNIDADE


Transcrição de artigo de opinião. Atenção às frases com realce:

O gesto e a bota
Ionline. Por Fernanda Mestrinho. publicado em 14 Dez 2013 - 05:00

Obama cumprimentou Raúl Castro no funeral de Mandela. O improvável presidente dos Estados Unidos, como disse de si no discurso, apertou a mão ao presidente de Cuba.

Os republicanos mais radicais logo chiaram no Congresso por ele ter apertado uma mão manchada de sangue. Assim sendo, estes não podem tirá-las de baixo da torneira. Pinochet, xá da Pérsia, querem mais? E se houver um perfume de petróleo, estamos conversados.

Pela palavra e pelo gesto, também o Papa Francisco continua a alertar os poderosos do mundo para que a “economia mata”. Se João Paulo II viveu a ditadura comunista e a ocupação nazi, o Papa Francisco viveu ditaduras militares fascistas e o FMI que reduziu a Argentina à miséria. Um conheceu a “bota” da URSS, o outro, a ingerência dos EUA. João Paulo II contribuiu para a queda do Muro de Berlim, o Papa Francisco alerta para o capitalismo selvagem.

Assistimos a uma guerra económica. Putin não precisou de invadir a Ucrânia. Bastou ameaçar com o seu poderio económico. O povo veio para a rua em nome da sua livre soberania. A Grécia foi humilhada pela “bota” do FMI, CEE e BCE, mas também reagiu. Na torre de marfim dos seus gabinetes, os “generais” das finanças ficam indiferentes às “baixas”, mas não têm as mãos limpas.

Por cá, alguns têm gestos e outros engraxam a “bota” dos patrões da “troika”. Agora foi Rui Rio que falou numa ditadura sem rosto.

Os governos são eleitos pelo povo, e não mandatários dos mercados. Alguns esqueceram isso.

Jornalista/advogada
Escreve ao sábado

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BPN E A LENTIDÃO DA JUSTIÇA


A notícia «Caso BPN. Tribunal ouviu 63 das 300 testemunhas em três anos de julgamento» é preocupante e até parece não corresponder à verdade.

Usando uma regra de três simples chega-se à conclusão de que, se em três anos apenas foram ouvidas 63 testemunhas, para serem ouvidas, pelo mesmo ritmo, as restantes 237, serão necessários mais 11 (onze) anos e 64 dias.

Em termos de código das estradas poderemos estar certos que a nossa Justiça não comete a infracção de funcionar com excesso de velocidade mas o excesso de lentidão gera graves inconvenientes para os outros e para o funcionamento do sistema  O processo corre o risco de morrer de tédio pelo caminho.

E que tal fazer uma Reforma do Código do Processo Penal? Mas que seja uma Reforma propriamente dita, bem preparada e executada e não «um fracasso» como foi a dita Reforma do Estado.

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sábado, 14 de dezembro de 2013

RISCO DA INCONSTÂNCIA E DO AUTO-ISOLAMENTO


Algo de grave parece estar a passar~se com o funcionamento do cérebro de Passos. Como chefe do Governo, não pode deixar de ter sempre presente que Portugal tem direito a ser um país para todo o sempre e não pode estar sujeito a que qualquer governo limite a sua acção ao período restrito do seu mandato, sem ter estratégia para os grandes objectivos nacionais, sem condicionamentos de tempo nem dos interesses eleitoralistas dos governantes. Estes objectivos não estão ainda definidos nem as respectivas tácticas estão devidamente equacionados, como se viu no fracasso da dita «reforma do Estado».

Não se pode ignorar que Passos apelou para a «união nacional e para o consenso e o compromisso, mas agora declara que quer «governar« no estilo «orgulhosamente sós contra os ventos irreversíveis da história», lema de Salazar que o impediu de manter o Império Português em paz e desenvolvimento, e que obrigou a suportar os custos da guerra e acabou por forçar à solução vergonhosa da descolonização feita por Mário Soares.

Passos com a legislação do secretismo acerca dos benefícios de políticos e, agora, com a recusa do apoio do PSD para o cautelar , sem acordos com outros partidos e, portanto, sem a colaboração dos cidadãos, além do «orgulhosamente sós», «custe o que custar», evidencia um totalitarismo antidemocrático que nada beneficia o País.

Esquece que foi eleito para defender os interesses de Portugal, isto é dos cidadãos, da população, através da melhoria das das condições de vida e doo património Nacional. Essa foi a vontade dos cidadãos ao votarem. Não deve fechar-se no egocentrismo , na prepotência vaidosa, porque nem sequer há motivo para vaidade. E o que é mais chocante é o argumento de que o eventual programa cautelar durará um ano e não exigirá apoio do PS, o que significa que se considera dono de Portugal e durante um anos pode estragar o que quiser sem atender a união nacional, nem a compromisso nem a consenso com os portugueses e seus representantes eleitos.

E convém não tratar os portugueses de piegas, porque podem ousar mostrar que não o são.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

domingo, 8 de dezembro de 2013

PODER REAL DÁ RECADO AO PODER POLÍTICO


O poder económico e financeiro dá recados ao poder político e este acomoda-se e cumpre as directivas recebidas, sem dar explicação aos eleitores, àqueles «que mais ordenam», segundo o slogan da democracia.

Notícia de hoje diz que Soares dos Santos gostava de um acordo entre PS e PSD com duração de 10 anos. O mesmo milionário (um dos três maiores do País) deu aos governantes em 01-09-2010 um recado que não parecia ajustado a intenções de justiça social e que, resumidamente, dizia Soares dos Santos defende redução do IRS e IRC e aumento do IVA. Houve reacções a esta directiva, mas ela foi obedecida pelo governo de então e pelo actual.

A directiva de hoje irá sem dúvida ser aceite pelo Governo embora o PS tenha legítimas dúvidas e seja problemática a sua concretização.

Vejamos antecedentes desta ideia:

- Em 19-11-2008, Manuela Ferreira Leite, Líder do PSD sugeria 6 meses sem democracia, o que está muito abaixo do agora proposto, quanto à duração da «ditadura», 6 meses contra os 10 anos de agora.

- Também em 10-07-2013, o PR resolveu não marcar para já eleições antecipadas e pedir um "compromisso de salvação nacional", mas este desejo de compromisso foi gorado por teimosias e e falta de verdadeira vontade e de sentido de Estado de negociar os pontos de divergência.

- Curiosamente, o Governo, de forma pouco convincente e sem interpretar devidamente o processo de obter consenso, isto é, a disposição para haver cedências de uma e outra parte, com vista a uma solução de apoio alargado para o bem comum, pediu em 17-04-2013, para o consenso entre Governo e PS e. em 26-11-2013 o PS afirmou que Governo falou de consenso mas só negociou consigo próprio, Situação idêntica à já referida para o que ocorreu no início de Julho.

- Em 27-07-2013, o PM não hesitou em apelar a acordo com PS para “clima de união nacional” Este termo foi na altura criticado mas agora, embora por outras palavras , Soares dos Santos reitera tal solução, o que faz lembrar o «partido único» do Estado Novo

No ponto em que o país de encontra, o Governo dos próximos anos deve, efectivamente, procurar consensos sérios e eficazes para os grandes problemas nacionais, a fim de evitar desperdícios de recursos em obras inúteis e em actos falhados com custos das tentativas, erros, avanços e recuos, e para garantir a cabal realização de projectos que precisem de continuidade por mais do que um mandato. Para isso deve haver um compromisso aceite honestamente a fim de salvaguardar os interesses nacionais, sem perigo de se cair numa nova ditadura.

E, para concluir, fica o desejo de os eleitos pelos cidadãos se compenetrem de que são mandatários pelo voto dos eleitores para defender os interesses nacionais que devem estar sempre acima dos interesses de políticos, e outros privilegiados, encobertos ou não por leis de sigilo ou outra «podridão dos hábitos políticos», como lhe chamou Rui Machete.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

FRASQUILHO IMPUTA FALHA À TROIKA E NÃO AO GOVVERNO

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MAIS UM PALPITE DE FRASQUILHO


Segundo notícia de hoje na TSF, Miguel Frasquilho disse que défice deverá ficar abaixo dos 5,5%, embora avise que não pode ser «muito taxativo nessa previsão». Tratando de previsão, este aviso é redundante, por nenhum profeta consegue acertar a não ser que fique pelas ideias vagas, como por exemplo aquela do «crescimento positivo», mas que, mesmo assim, falhou.

O que é de estranhar é que haja pessoas que não consigam coibir-se e resistir á tentação de fazer previsões arriscadas. Porque será? Que interesses as empurram para tal desporto de alto risco?

Para tentar compreender tal apetência pelo uso da palavra, podem visitar-se os seguintes textos aqui publicados:

FRASQUILHO REPETE PROFECIA DE HÁ 20 MESES
Frasquilho parece menos esperançoso
Frasquilho perceberá os portugueses ???
Ministros contradizem-se
Sócrates mente com «entusiasmo bacoco»
Falsa esperança de crescimento positivo
O que é um crescimento negativo???

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MANIPULAÇÕES DAS REALIDADES


Transcrição de artigo de opinião seguida de NOTA:

Os entusiasmos alvares
Jornal de Negócios.06 Dezembro 2013, 10:33 por Baptista Bastos | b.bastos@netcabo.pt

A dívida ou as dívidas ficaram em suspenso, quer dizer: a render juros, aliás, vultosos, que os Governos que se seguem a este terão de pagar. O júbilo de Marques Mendes é caricato por excessivo e tolo.

Com esfuziante entusiasmo, o dr. Luís Marques Mendes proclamou, na SIC, que o Governo obtivera uma vantagem importante, e não, apenas, "uma vitória moral." A que se referia, com tanta exaltação, o solerte comentador? Ao facto de o Executivo ter conseguido transferir, para os anos de 2017, uma dívida de 2.477 milhões; e, para 2018, outros 4.165 milhões, que venciam, respectivamente, em 2014 e em 2015. Para além de, rigorosamente, não se saber a quem devemos, por que devemos, e como ficámos a dever, a transferência de datas vai aumentar, substancialmente, os ágios, e acrescentar, às nossas angústias quotidianas, outras angústias suplementares.

A dívida, ou as dívidas ficaram em suspenso, quer dizer: a render juros, aliás, vultosos, que os Governos que se seguem a este terão de pagar. O júbilo de Marques Mendes é caricato por excessivo e tolo. Quem ficou um pouco aliviado dos usurários que nos estão a rilhar na carne e a roer os ossos, foi, claramente, Passos Coelho e os seus que tais. Os outros que se tramem. Tudo isto se derrete numa pouca vergonha indomável. Os grandes e autênticos interesses do País são espezinhados em defesa de estratégias partidárias. Nada adquirimos com esta transferência de dívida: quem ganha são os bancos que emprestam a Portugal, os países que estão por detrás desses bancos e, obscuramente, o FMI e o Banco Central. Seria útil e proveitoso descascar as camadas de pele da cebola (para citar a metáfora contida num livro de Günter Grass) e revelar, à puridade, o que se esconde nesta artimanha. Alguém está a ganhar, e muitos estão ou estarão a perder.

Num e noutro caso, vamos não só acentuando a nossa vil dependência como aumentando a nossa irremediável pobreza. Esta gente que está no Governo nada nos diz acerca dessas manigâncias e dispõe de serventuários preparados para cometer todas as piores infâmias para servir o amo.

A transferência das datas de pagamento de uma "dívida" que parece interminável merecia um tratamento jornalístico e político mais claro e elucidativo. Marques Mendes esteve a aplaudir quê? O refrigério momentâneo de um Executivo ou a salgalhada em que, obviamente, espera um outro? E, no fundo, quem vai pagar esta manobra sombria, sem nada que justifique aplausos e júbilos. Um outro cavalheiro, ao que parece do Governo, e cujo nome ignoro e quero ignorar por decência mental, apareceu nas televisões, impante e risonho, a falar na mesma "vitória" que tanto entusiasmou Marques Mendes.

Devo dizer que a modesta estima que tinha por este homem está a desvanecer-se rapidamente. Pareceu-me, inicialmente, que cultivava uma certa "independência" intelectual, o que quer que a expressão queira dizer. Uns arremedos de crítica, umas informações que contrariavam o noticiário vulgar surgiam-me como boas características. Cedo, porém, verifiquei que o comentador da SIC era, apenas, engraçado e envolvia na sua "graça" os recados e os apoios que desejava prestar. As televisões estão cheias desta gente, mascarada de "independente". Desde o Marcelo, ao pobre dr. Sarmento, passando por este Mendes, para não falar de outros, ainda mais medíocres e menos relevantes, as televisões estão pejadas de alvissareiros mascarados de comentadores. E todos, claro, com poucas ideias de seu, e muito da voz do dono.

Falta-nos quem esclareça os lados tenebrosos da política e os enredos de muitos negócios, como este, agora, dos Estaleiros de Viana do Castelo. José Sócrates veio animar um pouco as hostes. Pelo menos é uma nota dissonante no coro de subserviências que se escuta. Claro que voltarei ao assunto, sobretudo agora em que a confusão parece instalada, e um senhorito de voz grossa e gramática fininha faz figura de gente. Até lá.

NOTA:
Não se pode fugir a dar concordância ao ponto de vista do autor, como ponto de partida para reflexão serena e atenta. Mas fica a preocupação com o nosso futuro na próxima meia dúzia de anos. è que ao compromisso de pagamento das dívidas adiadas pelo Governo de Passos, vai acrescentar-se a dívida e os défices dos anos que vão decorrendo, porque não foi iniciada uma eficaz reforma do Estado de que resultasse uma máquina administrativa mais simples e eficiente, com menos sanguessugas a mamar na teta pública, com a corrupção reduzida a zero, com a penalização do enriquecimento ilícito e das negociatas e do tráfico de influências.

Essa máquina administrativa resultante de uma racional Reforma do Estado devia contemplar a redução da quantidade de assessores ao mínimo indispensável, com salário moralmente limitado, acabar com subvenções vitalícias aos ex-governantes e pensões fora do esquema geral nacional e terminar com o secretismo das benesses dos políticos e reduzir a burocracia ao mínimo, porque ela é a principal origem da corrupção. Enfim, uma cuidada e rigorosa utilização do dinheiro dos contribuintes. E, em coerência com a tão propalada transparência democrática tornar transparentes os actos da governação e da administração pública e os respectivos custos que sobrecarregam os contribuintes. Os políticos devem assumir-se como mandatários do povo que os elegeu e consequente explicação daquilo que fazem, que deve ser para bem dos cidadãos.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A LÓGICA NÃO DEVE SER ATROPELADA

Independentemente da proveniência das afirmações, devemos respeitar a lógica e apenas darmos crédito às afirmações que passem no teste do nosso raciocínio. E, se usarmos essa testagem com independência, podemos dar apreço ou evitar afirmações vindas de qualquer sector ou pessoa.

A notícia «PS evita acordo a médio prazo no IRC e só reduz imposto se baixar IVA e IRS» apresenta uma visão muito coerente com a justiça social e a multidão que , com o seu trabalho e o seu consumo faz funcionar a economia.

O aumento do IVA tem sido uma ferramenta de resultado imediato, tal como roubar a carteira ao passageiro ao nosso lado, principalmente se for um idosos ou deficiente sem facilidades de defesa. Ao passo que o IRC afecta os poderosos, aqueles com quem os políticos querem ter «empatias» por daí advir a corrupção, o tráfico de influências, as negociatas, o enriquecimento ilícito e a garantia de tacho depois de receberem a subvenção de reinserção e iniciarem o recebimento da subvenção vitalícia.

O ataque ao IVA já ficou bem salientado na notícia de 01-09-2010 «Soares dos Santos defende redução do IRS e IRC e aumento do IVA» que serviu de mote ao post do mesmo dia «Justiça Social ???» em que se procurou analisar a grande injustiça do IVA Começa por ser flagrante que, o contrário dos outros impostos, este não está organizado em escalões conforme aos rendimentos do contribuinte.

E, pior do que isto, incide sobre a totalidade dos rendimentos dos mais pobres que consomem tudo o que recebem e, mesmo assim passam carências. Mas os mais ricos só sofrem o peso do IVA numa pequena parte do seu rendimento porque o restante é destinado a poupança, investimento, depósito em «offhore», etc.

Seguindo tal raciocínio consta ta no referido «post» que o milionário da notícia «defende os seus interesses e os dos seus pares do topo da lista dos mais ricos e não tem escrúpulos de agravar tragicamente a vida dos mais pobres. Efectivamente, quer aliviar o IRS e o IRC que afectam mais os que têm rendimentos mais altos e não beneficiam os que pouco têm. Pelo contrário, quer agravar o IVA que afecta, por igual (aparentemente), todos os consumidores desde o mais pobre que apenas compra um pão para enganar a fome. Se tal ideia fosse aceite, aumentaria de forma trágica o fosso, já demasiado acentuado, entre os mais ricos e os mais pobres!!!»

Mas a «podridão dos hábitos políticos» (Rui Machete) encarreirou a favor do milionário e desprezou o alerta do autor do post e, hoje vemos os mais pobres a serem saqueados de quase um quarto seu rendimento, enquanto este dura, raramente até ao dia 30, enquanto os mais poderosos apenas recebem uma meiga beliscadela na pequena parte do rendimento que destinam a consumo.

António José Seguro, mantenha-se firme na defesa dos que mais precisam ser defendidos.!!!

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O AMIGO ANTÓNIO ENVIOU MENSAGEM


Recebi do Amigo António a seguinte mensagem que transcrevo:

Caro João,

Gostava de estar aí perto para nos encontrarmos e termos uma conversa do género de algumas das que tens publicado nos blogues e que te agradeço por elas testemunharem a velha amizade e muito apreço. Enfim, resultado de muitos anos de debates a dois. Mas estou no planalto beirão cercado pelas serras Estrela, Leomil Lapa, Gralheira, Caramulo e Lousã, a sentir este frio seco, e recorro ao e-mail para comunicar contigo.

Hoje, com o muito espaço que a Comunicação Social dedica a Rui Rio, não podia deixar de recordar a minha referência a ele e que tiveste a gentileza de registar no post de 7 de Junho, na altura da crise política em que sugeri que o PR poderia incumbir Rui Rio para formar um governo apoiado pela maioria existente na actual legislatura, à semelhança da nomeação de Santana Lopes por Jorge Sampaio para substituir Durão Barroso, evitando os diversos custos de eleições antecipadas. Dele extraio o seguinte: «… Depois, mantendo a constituição da AR, e com a aquiescência dos líderes dos partidos, nomearia um novo PM do PSD, por exemplo RUI RIO, ou PAULO RANGEL, ou outro que o PSD escolhesse em congresso especial. Neste pormenor, ele mostrava inclinação para RUI RIO, com um passado muito mais significativo do que o de qualquer Jotinha, que fez um bom trabalho na Câmara Municipal do Porto, nomeadamente na forma como, em diversas ocasiões, evitou colocar-se sob a bota do dirigente do FCP….»

Em 21 de Outubro, essa minha ideia deixou de ser «disparatada» com o aparecimento da notícia «Rio deixa Porto com portas abertas para liderar PSD ou ser Presidente da República».

Mas, como é próprio de bom político e homem sensato, convinha não se considerar vencedor antecipado, nem mesmo com vontade de se candidatar, e, por outro lado, não se deixar prender por convites que lhe retirassem liberdade de decisão no momento adequado, nem receber favores que o inibissem de disputar o poder no partido ou no Governo e, assim, em 29-11-2013, saiu a notícia «Rui Rio recusa convite de Passos para liderar novo Banco de Fomento»

Curiosamente, já é evidente a alteração da máquina infernal de propaganda sem escrúpulos que levou a «Associação a critica consultor de comunicação que ajudou Passos a liderar PSD» a repreender Fernando Moreira de Sá, consultor de comunicação desde 2008, que chegou ao ponto de defender em Julho, na Universidade de Vigo, a sua dissertação de mestrado intitulada «A comunicação política digital nas eleições directas de 2010 no PSD pelo candidato Pedro Passos Coelho». Mais recentemente, deu uma entrevista à Visão, onde admitia ter participado, com outros bloggers e elementos do PSD, numa espécie de “braço armado” de Passos na blogosfera, sobretudo em situações de condicionamento dos fóruns das rádios e televisões, comentários de notícias nos sites de jornais, e também nas redes sociais Twitter e Facebook. Esse condicionamento foi feito na corrida de Passos pela liderança do PSD, contra Paulo Rangel e José Pedro Aguiar-Branco.»

Ao contrário da prudência de Rui Rio, «Passos aconselha críticos a terem calma» e afirma que não tenciona "ficar eternamente à frente do PSD", nem "pôr o lugar à disposição no curto prazo". Desvaloriza Plataforma em torno de Rio e anuncia recandidatura. Parece cedo demais para fazer tal declaração pública, mas não é de estranhar pois tem desafinados os travões que lhe deviam moderar a comunicação inútil e dispensável.

Entretanto , o consultor de propaganda, já reviu o procedimento, ou não, e apareceu «Teresa Leal Coelho a tentar limitar o tradicional procedimento social-democrata dos "barões do PSD"» desprezando o facto de que, com tais limitações, o partido pode perder muito da sua força anímica que lhe tem granjeado valor eleitoral e passagens pelo Poder.

Curiosamente, depois de o OE nos trazer agravamento da austeridade e da exploração dos que já não o podem ser mais, surge a notícia «Um em cada quatro portugueses em risco de pobreza»

Não deixa de ser preocupante, as forças políticas da área do Governo começarem já a desviar o seu tempo para as lutas pelo poder, lesando assim a procura das melhores soluções para conseguir a recuperação da vida económica e do bem-estar dos portugueses, reduzindo a pobreza em vez de a deixar crescer.

Um forte abraço
António

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

PAULO MORAIS. VÍDEOS DIVERSOS

PAULO MORAIS, vice-presidente da associação Transparência e Integridade, tem frequentes participações em diversos programas de televisão e de rádio, em que refere os graves inconvenientes de a CORRUPÇÃO não ser evitada e condenada com base em legislação adequada e eficaz. Eis alguns vídeoa de entre os muitos que reproduzem os seus pontos de vista. Para encontrar mais, siga este link http://www.youtube.com/results?search_query=Paulo+Morais&sm=12 :

Paulo De Morais Arrasa Na SIC Notícias130808
https://www.facebook.com/photo.php?v=558797667513544

Paulo Morais a corrupção e o medo, no programa 5 para a meia noite
https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=8fYcer0In3o

Paulo Morais diz que a AR é uma central de negócios. Corrupção
http://videos.sapo.pt/kzZH4Ua8qCjuDPNQkL9a

Paulo Morais fala de corrupção, BPN, terrenos, Duarte Lima, bancos
http://www.youtube.com/watch?v=IYFFNGPKfOk

Paulo Morais, país mais corrompido do mundo, em 10 anos
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qtLaFR1XG0s

Paulo Morais. Eis um homem
http://videos.sapo.pt/kzZH4Ua8qCjuDPNQkL9a

Somos obrigados a sustentar os corruptos
https://www.youtube.com/watch?v=0q_jwOEE0aM

Quem representa o povo?
https://www.youtube.com/watch?v=dqwOwmF8Smg

Os políticos que favoreceram as PPP
https://www.youtube.com/watch?v=djWnt1LdGL8

Corrupção, promiscuidade, transparência
http://domirante.blogspot.pt/2013/08/corrupcao-promiscuidade-transparencia.html

Paulo Morais e Medina Carreira. Com esta gatunagem a Democracia não sobrevive
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EzDAoHJ5NHs

Da corrupção à crise. Que fazer…
http://www.youtube.com/watch?v=ZcLHe6sYO40

Paulo Morais convida os corruptos a ter v…
http://www.youtube.com/watch?v=h3smvuwhIlI

Eis um Homem! T3 Ep39
http://www.youtube.com/watch?v=HMOdcijvk2Q

Negócios da Semana 12-06-2013. o Estado foi tomado por interesses
http://www.youtube.com/watch?v=JSI1T2N6f70

Paulo Morais - Tertúlia "Manda quem pode" - O Orçamento
http://www.youtube.com/watch?v=ROCy6j_AWzk

Justiça Cega (Convidado Paulo de Morais) - 05 Jun 2013 (1 de 4)
http://www.youtube.com/watch?v=t45NmlgnwMo

A Corrupção na Origem da Crise (2 de 5) - Paulo Morais – Associação 25 de Abril
http://www.youtube.com/watch?v=aiTSJekHbxQ

Alguém anda a roubar-nos! Raquel Varela e Paulo Morais debatem corrupção
http://www.youtube.com/watch?v=0F_KO1RL6gA

2012-06-30 - Eis um homem - Paulo Morais - Transparência e Integridade
http://www.youtube.com/watch?v=4PDcJH8l58M

Justiça Cega (Convidado Paulo de Morais) - 05 Jun 2013 (2 de 4)
http://www.youtube.com/watch?v=rgYgHwNgvm8

Corrupção em Portugal por Paulo Morais
http://www.youtube.com/watch?v=pE_VbjcFz4c

Rádio Ocidente / Paulo Morais
http://www.youtube.com/watch?v=Ou6dFSYqwLY

Paulo Morais, A corrupção entre Angola e Portugal. Eduardo dos Santos deixa aviso. http://www.youtube.com/watch?v=jGijbgiC108

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

EURODEPUTADOS TÊM MISSÃO DE SACRIFÍCIO !!!




As eleições estão para breve. Convém não esquecer a missão difícil que vão desempebnhar, com um ritmo de trabalho estenuante...

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

CRATO AVANÇA E RECUA


Depois de 40 mil professores inscritos para a prova de avaliação de conhecimentos e competências para a docência, o ministro Nuno Crato dispensa 20 mil professores da prova. Segundo a notícia, «o acordo, confirmado ao DN por João Dias da Silva, da Federação Nacional de Educação, prevê a "dispensa de realização da prova de todos os docentes com cinco anos e mais de serviço".

Com este e outros avanços e recuos, sinais de que os governantes não apoiam as suas decisões em rigorosos estudos prévios e que não possuem um conhecimento dos assuntos reais que lhes permita dialogar com os sindicalistas, muito sabedores e com larga experiência, conclui-se que o PM, à semelhança dos exames para avaliar a preparação dos professores, deve submeter todos os membros do Governo, seus assessores e outros colaboradores a uma avaliação das suas capacidades a fim de evitar a triste figura de avanços e recuos, erros e tentativas, pára arranca. Mas, atenção, não deve dispensar ninguém de tal prova de competência.

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domingo, 1 de dezembro de 2013

CRISE NÃO SE ULTRAPASSA COM RESIGNAÇÃO


António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sublinhou alguns conceitos essenciais para a actualidade nacional. Eis alguns:

A crise não se ultrapassa com resignação e rendição, como demonstra o exemplo do Dia da Restauração da Independência.

Os portugueses têm que fazer da "resistência, da decisão e da tenacidade o meio para ultrapassar os obstáculos e vencer o que parecia invencível".

É preciso "um sentimento patriótico" que leve "a reencontrar a Pátria como casa comum". "Nada é inelutável ou inevitável. Os caminhos únicos levam a becos sem saída. Há sempre alternativas e soluções diferentes".

"A sociedade não se torna coesa cultivando a divisão. A economia não se reanima enfraquecendo-se. A pobreza não se combate aumentando-a"

No espaço europeu, Portugal, como qualquer outro país, não pode aceitar ser menos do que os outros países".

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ESTALEIROS DE VIANA GERAM POLÉMICA


Quem esclarece a confusão do negócio? Como estão defendidos os interesses nacionais? dos trabalhadores? da posição geoestratégica? da vocação marítima de Portugal? das finanças nacionais? dos interesse do Concelho e do Distrito de Viana do Castelo?

Responda-se às dúvidas suscitadas pelos artigos:

Estaleiros de Viana. Marques Mendes defende comissão de inquérito 

Bloco acusa Governo de "negociatas" com CTT e Estaleiros de Viana

PCP defende "apuramento de responsabilidades" no processo dos estaleiros de Viana

CGTP exige inquérito à subconcessão dos estaleiros alegando favorecimento a privados

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sábado, 30 de novembro de 2013

CONVIVÊNCIA DE ESTILOS DIFERENTES


Almocei na tasquinha do Sr Luís e, como a crise com a austeridade provoca redução da clientela, ele prestou-se a conversar um pouco. Saí com a perspicácia mais afinada e, no regresso a casa, recordei o tema da «peste grisalha» do deputado Carlos Peixoto e reparei que na vida real, na arquitectura urbanística coexistem harmoniosamente estilos antigos e modernos.

Na conversa referida achei de grande interesse a abertura com que pessoas maduras analisam os factos reais com isenção e muito saber enquadrando os factores da modernidade com a experiência adquirida pela observação directa durante décadas, pela leitura e pelo estudo interessado. Movido por tal raciocínio fiz as seguintes fotografias:






Para os leitores que já não se lembrem da frase avacalhada do deputado, juntam-se os seguintes links:

Sabedoria de grisalhos ou peste de jotinhas ??? 
VEJAM O FEDELHO QUE NOS INSULTOU COMO PESTE GRISALHA....A NÃO PERDER DE VISTA.... 
Resposta ao Deputado CARLOS PEIXOTO do PSD, sobre a “Peste Grisalha”
A PESTE GRISALHA (Carta aberta a deputado do PSD) 
A peste grisalha... 
Peste parlamentar 

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

PORTUGUESES ESTÃO A DESPERTAR


Seria bom que a crise servisse de lição não apenas aos políticos (que têm mais dificuldade em aprender), mas principalmente a todos os portugueses, para que despertássemos da sonolência em que temos vivido e pensássemos mais seriamente no futuro e nas estratégias a praticar para passarmos a tirar mais resultado do nosso trabalho, por este ser melhor orientado.

E, pelos vistos, há muita gente válida que está a orientar os seus passos na melhor direcção. A notícia «número de empresas novas aumenta em 15,5% em Outubro» constitui um óptimo sinal de que a lição está a ser aprendida por muita gente.

Desejo-lhes o maior êxito e que as suas actividades se dirijam principalmente aos produtos e serviços que possam ser comercializados e exportados a fim de substituírem importações e servirem para o equilíbrio das balanças comercial e de pagamentos. Esse será o melhor caminho para reduzir a dívida.

A mesma notícia diz que nas insolvências se verificou uma quebra de 15,1% em relação a período homólogo do anos anterior. «Os dados indicam que este crescimento é geograficamente transversal, com todos os distritos a apresentar dados positivos, e com a grande maioria destes distritos a registar crescimentos de dois dígitos"».

Embora o País esteja com pouca capacidade de ajuda financeira aos ousados novos empresários, será bom que os serviços oficiais lhes proporcionem conselho técnico e informação útil para a sua actividade.

O mundo será dos ousados e felicito os jovens que se arriscam no empreendedorismo, com seriedade, dedicação e permanente avaliação da situação a fim de o êxito lhes sorrir a cada momento.

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PORTUGAL SERÁ PAÍS EM ESBOÇO


A notícia Justiça admite negociar mapa judiciário com os juízes e procuradores suscita uma preocupante meditação sobra as malhas que a política tece.

Será que, ao fim de 30 meses de governo, se aproxima a aprovação do «mapa judiciário»? Será que será aprovado a tempo de entrar em funcionamento durante o actual mandato?

Com tal lentidão e governos de 4 anos, Portugal nunca se modernizará nem haverá Reforma do Estado. Como os partidos não colaboraram nos estudos para as mudanças, o próximo Governo poderá anular aquilo que este tem estado a esboçar e começar a fazer os seus próprios esboços.

E com estes «belos» exemplos de eficiência, Portugal será sempre um país em esboço!!!

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EMENDAS NO OE PARA AS UNIVERSIDADES


Os reitores das universidades notam «espírito de cooperação» em reunião com Passos Coelho. Este «mostrou abertura para, no início de 2014, repor os valores que os reitores entendem ter sido cortados em excesso.»

O facto de as decisões serem tomadas sem base em estudos correctos com a colaboração dos mais interessados, e sem serem analisados todos os factores do problema com vista a evitar resultados indesejados, conduz a posteriores remendos com os respectivos inconvenientes para os serviços e para a imagem de imponderação que recai sobre os decisores. A táctica de avanços e recuos, de erros e tentativas, de avanços e recuos, sem ESTRATÉGIA bem definida, não honra nem prestigia líderes e dirigentes.

É, pois, fundamental pensar antes de decidir, como se sugeriu no post de 4 de Dezembro de 2008. Depois de tomadas as decisões, poderão ser feitos pequenos ajustamentos pontuais, de acordo com o controlo da sua aplicação, mas devem reduzir-se ao mínimo indispensável, se os estudos que conduziram à decisão foram efectuados com competência e honestidade.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CONSUMO, RECESSÃO, DÉFICE


Deparei, há pouco, com a notícia com o título aumento do consumo ajudou Espanha a deixar a recessão

Veio reforçar o texto publicado em 12 de Junho de 201, a propósito do então ministro das Finanças Gaspar confessar a sua incapacidade de prever a derrapagem do défice orçamental, dizendo que o comportamento das receitas fiscais "não era positivo" e que os valores estavam abaixo do esperado".

Mas antes dessa data, já tinham surgido em público opiniões de que a austeridade, da forma como foi conduzida, resultaria na quebra do poder de compra dos cidadãos, de onde adviria menos consumo, menor negócio da economia, falências, despedimentos, e, portanto, menos impostos a pagar ao fisco. Essa previsão estava correcta como Gaspar reconhecia tardiamente. Foi pena ele não a ter levado em consideração. Ficava-se na dúvida do que viria a seguir. Mas agora vemos o que aconteceu.

Qual o papel do Governo para evitar a derrapagem do défice orçamental? Qual o papel do ministro das Finanças? Porque não foram tomadas medidas mais adequadas à situação real?

Não houve perspicácia nem coragem para corrigir a austeridade. Mas, entretanto a Espanha adoptou remédio diferente para combater a crise, como se vê em notícias dessa data: Orçamento espanhol vai cortar 15% nas despesas dos ministérios;e também Governo espanhol prevê fecho de 450 empresas públicas

Agora a Espanha colhe os benefícios de, em relação a Portugal, ter preservado o poder de compra dos seus cidadãos e de, desta forma, aumentar o consumo com os benefícios daí resultantes.

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MINISTRO DA DEFESA E O VELHO DO RESTELO


Na estrofe 95 do Canto Quarto de Os Lusíadas de Luís de Camões, constam as primeiras palavras de «um velho de aspecto venerando»:

«Ó glória de mandar. Ó vá cobiça
Desta vaidade a quem chamamos fama!
Ó fraudulento gosto que se atiça
Cüa aura popular que honra se chama!
Que castigo tamanho e que justiça
Fazes no peio vão que muito te ama!
Que mortes, que perigos, que tormentas,
Que crueldades neles experimentas! (…)»

Palavras de sensatez que sugerem a meditação que deve preceder a aventura E medir as consequências de cada passo. Mas alheio a apelos de estudo, planeamento, organização e programação Ministro da Defesa critica «velhos do Restelo».

No seu entusiasmo caprichoso e obstinado, esquece que se deve pensar antes de decidir. O interesse nacional aconselha que nem devemos obedecer cegamente aos conselhos conservadores do Velho do Restelo, nem seguir inconscientemente as loucuras de jovens imponderados e de de «fraudulento gosto» ambiciosos de «glória de mandar», de «cobiça», de «vaidade» e de «fama»

Em vez de impulsos imponderado e caprichosos de «custe o que custar», há que procurar o que há de positivo nas opiniões de uns e de outros para definir a bissectriz e a estratégia mais adequada a seguir para um futuro melhor.

Portugal não dispõe de «musculatura» para se meter em aventuras de alto risco, ao sabor de jovens incompetentes, impreparados e arrogantes que pretendem avançar antes de procurar prever os riscos e inconvenientes dos passos que querem dar.

Ao mesmo tempo que deparei com a notícia atrás referida encontrei outras referidas ao negócio dos estaleiros de Viana do Castelo de que cito os títulos (basta fazer clic sobre eles para os abrir): Ministro pode comunicar despedimento de trabalhadores de estaleiros, Trabalhadores convidam ministro da Defesa a conhecer estaleiros, e Autarca de Viana do Castelo indignado com ministro da Defesa.

As opiniões dos portugueses não devem ser ignoradas, principalmente as dos trabalhadores dos estaleiros e da autarquia local, segundo aquilo de que tanto se fala quando se argumenta com a autoridade democrática.

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VERDADE REDUNDANTE E AMEAÇADORA



O PM Passos Coelho disse «País não vai parar» mesmo com decisão negativa de TC, o que é uma verdade redundante, dado que nada impede o país, os portugueses, de continuar a existir, como se viu ao longo da sua história de 870 anos. Mas, no momento actual, em que vimos sofrendo os efeitos de uma austeridade galopante e que promete continuar por 2014 e seguintes , não é tranquilizador, antes é ameaçador e preocupante, a afirmação de que não vamos parar.

Depois dos erros do PREC, temos vindo a regredir e a situação actual é o resultado dessa marcha orientada para a desgraça. E, nos dois últimos anos, a velocidade aumentou contra toda a lógica e contra a própria Constituição. A promessa «irrevogável» de que o País não vai parar nesta corrida degradante, é sinal de que, em breve, estaremos no fundo do abismo sem possibilidade de um regresso à dignidade nacional. Será que perderemos a pouca soberania ainda existente e passaremos a ser um protectorado da Europa ou de Angola?

Certamente que a intenção do orador não seria lançar o pânico mas, para o evitar, deveria usar o sistema de pensar antes de falar e deixar de falar tanto para ter tempo de preparar melhor os discursos.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

AO CORRER DA (COM) PENA - POEMA DE VIÇOSO CAETANO

As nossas televisões,
(Seja qual for o canal)
Serão d´um modo geral
Um perfeito chavascal, Salvo raras excepções.

Transpiram idiotice
Pela voz duns "sabichões",
complexados d´esquerda,
A fazer politiquice,
P´ra não dizer bajulice,
Vai daí só dizem merda !!

Não s´enxergam ao espelho,
Sempre a meter o bedelho
E a foice em seara alheia,
Não respeitando ninguém
E onda a educação rareia.

Cada grupo, uma alcateia
! Gente banal, sem valores
(Fazendo disso primores)
Só aprenderam rancores,
Vá se lá saber com quem !

Mesquinhos, gananciosos,
Uns dos outros invejosos,
Sempre à caça da desgraça
P´ra lhe comerem a carne, P´rós outros sobr´à carcaça.

Na política é tal qual:
(abres os olhos Zé Povinho)
Não sejas tão inocente,
P´ra não dizer tão anjinho!

São Judas, que por dinheiro
Te vão cantar o "fadinho",
Par chegar ao poleiro.

Farão tudo p´ra que votes
Mas depois, sem que tu notes,
Passam logo a sacudir
A água dos seus capotes...
Vira o disco e toca a mesma,
Devagar, do tipo lesma.

.....................................
Eu tenho um grande Amigo,
( Dos muitos que Deus me deu)
Valoroso, inteligente,
Muitíssimo competente,

Para o qual só um partido
Resolveria as questões:
- A sigla é PCO
(P. Contra Oposições)

Demorei a lá chegar
E a ver as suas razões
Concluindo por fim
Que as poucas excepções
Selam a regra geral.

Em PORTUGAL é assim:
FICA SEMPRE TUDO IGUAL
Não adianta dizer mal

E com tal Democracia
Não tarda voltamos todos
Às velas e almotolia.

E adeus que me vou embora,
Valha-nos Nossa Senhora!
Qu´amanhã é outro dia...

Por Viçoso Caetano
O Poeta de Fornos de Algodres
18 de Outubro de 2013


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sábado, 23 de novembro de 2013

POEMA DE VIÇOSO CAETANO - NA HORA

S´é certo: - viver não custa,
Custa é saber viver.
É o mesmo co´a velhice,
No saber envelhecer.

Se não é uma chatice !

Vai se perdendo a noção,
Do que foste e já não és,
Vai-se esquecendo a lição
Dois pontos e travessão:
- os Homens passam e andam,
o que fica é a Nação.
E acabam mesmos xé-xés.

É triste vê-los penar,
Vê-los arrastar os pés.

Mas já é indecorosa,
Direi mesmo detestável,
Qu´uma velhice raivosa,
P´ra não dizer execrável,
Venha instigar as ralés
à desordem e ao tumulto.
E aí, os tais xé-xés
já não merecem respeito
e muito menos indulto.

Este, o exemplo perfeito
qu´os pais da Democracia,
pais da Pátria, em agonia,
vieram agora nos dar.

Uns democratas da treta,
que assim por este andar
vão acabar na sargeta,
que esse é o seu lugar.

De: Viçoso Caetano
O Poeta de Fornos de Algodres
22 Novembro de 2013 >

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PORTAS «REPROVA SOARES» E «REPROVO» PORTAS


Compreendo e concordo com Portas quando «reprova» Mário Soares por «legitimar a violência». As suas palavras são sensatas quando diz: "As declarações de um antigo Presidente da República [Mário Soares] são graves porque elas significam, mesmo que involuntariamente, a legitimação da violência e em democracia a violência nunca é a forma adequada de manifestar uma opinião".

Mas quando diz "em democracia e em liberdade, a forma adequada de expressar uma opinião é o voto", não se pode deixar de as «reprovar», porque infringem os direitos constitucionais de liberdade de pensamento, de expressão, de associação, de manifestação etc. A liberdade não pode ser circunscrita ao «voto». Curiosamente, essa lei da rolha que defende, contraria o apelo do PM aos portugueses que se aliem independentemente do partido   Ora, aliar-se significa trocar opiniões, expressar-se, para uma finalidade que entretanto for esboçada e consentida pelos aliados.

Se o apelo do PM não parece muito saudável e pode acarretar os mesmos perigos que se podem subentender das palavras de Mário Soares, as palavras de Portas são um atentado intolerável à liberdade da democracia, uma mordaça aplicada a cada cidadão que até fica impossibilitado de obter informação, através dos seus amigos e conhecidos, que lhe permita tomar conscientemente a decisão do voto, que Portas considera ser a «forma adequada de expressar uma opinião».

Parece que, em democracia, não é curial aplicar tal mordaça e não convém contrariar o povo que, na sua sabedoria milenar, diz que «da discussão nasce a luz».

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

PODER DO MARKETING E DA PUBLICIDADE


O Marketing e a Publicidade têm muito poder e conseguem impingir produtos sem qualidade ou de qualidade duvidosa. Confirma o velho aforismo que diz que «o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente».

Por isso, os seus técnicos devem ser possuidores de ética, honestidade e sentido de responsabilidade perante toda a sociedade.

Não é por acaso que a «Associação APECOM critica o consultor de comunicação que ajudou Passos a liderar o PSD». A Direcção da Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas (APECOM) emitiu ontem um comunicado em que se demarca das declarações de Fernando Moreira de Sá, consultor de comunicação que admitiu a manipulação da comunicação social e de debates durante o processo de eleição de Pedro Passos Coelho como líder do PSD, em 2010. Pretende com esta admoestação «separar o trigo do joio», para que os outros técnicos não sejam lesados por suspeitas de serem iguais.

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ANGOLA E A OBCESSÂO DO PODER


Angola. Entrevista com Rafael Marques (3/3)

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MOÇAMBIQUE E O DESCONTENTAMENTO DA RENAMO


REACÇÃO À INVASÃO A CASA DE DHLAKAMA


O militante do partido Renamo e membro do Conselho do Estado, António Muchanga, diz que não faz sentido que o Governo decida vandalizar as infra-estruturas da Renamo e de seus dirigentes. Assim, Muchanga diz que mesmo o colonialismo, no seu auge, não chegou a esse extremo.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

GOVERNO NÃO CONSENTE CONSENSO PARA OE


O consenso, como aqui foi referido em várias ocasiões, exige acordo das partes, o qual é conseguido em negociação com cedências de ambos os lados, sendo ideal que, no fim, todos se sintam satisfeitos por ter colaborado num acto de interesse colectivo, neste caso, do Estado.

Mas, para mal dos portugueses, o consenso fica à porta do OE. Propostas do PS quase todas chumbadas e nesta notícia constam várias medidas.

Esta recusa de fazer cedências vem de longe tendo sido mais crítica no início deste verão (compromisso para a salvação nacional). A Imagem que ficou é que o Governo, quando fala em consensos ou união nacional» e quando apela aos cidadãos para se aliarem, apenas pretende que todos dêm as mãos obedientemente para aplaudir as medidas por ele tomadas. Se a intenção é essa, pode concluir-se que Governo não quer consenso, isto é, não quer aproveitar sugestões, propostas, achegas e utilizá-las para melhorar os seus esboços de projectos.

Foram aqui publicados muitos textos referidos a este tema de que se listam os seguintes:

Portugueses aliem-se e ...
Consenso por Portugal?
Marcelo fala do guião da reforma do Estado
Reforma do Estado em futuro incerto
Programa cautelar. Falam sem saber
PS e PSD fazem «burla polìtica» ???
Alerta para risco e «experiências políticas» perigosas
Ditadura de Rosalino ???
Objectivos e interesses nacionais
O porquê dos cortes ???
Tão irracional que é difícil de explicar ???
Actividade económica cresce ???
A austeridade continua a agravar-se
Governo de «imaturos» e «masoquistas» lixa «mexilhão»
Como reduzir o roubo a reformados e viúvas
Quem vier a seguir que se lixe
Que perspectivas para Portugal ?
Falso optimismo vs realidades 
Todos pela trela, «democraticamente» !!!
Democraticamente, cala-te
Leitura das eleições

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NÃO TÊM PONTA DE VERGONHA

Extrai-se a última parte do artigo de opinião de Henrique Monteiro, em que parece ter havido gralha na frase que serve de título «Vergonha é o que não falta» e adita-se uma NOTA:

(...)«Jorge Barreto Xavier, secretário de Estado da Cultura, departamento que não tem dinheiro para - como se costuma dizer - mandar cantar um cego e vai cortar 15 milhões de euros em despesas com pessoal, recrutou um 'boy' do PSD para o seu gabinete a quem vai pagar como adjunto. Ou seja, mais de três mil euros, mais do que ganha um director de serviços, ou, como escreve no Expresso João Garcia, "mais que juiz, o mesmo que coronel, o dobro de professor'. Fernanda Cachão ironiza que "afinal há dinheiro" desde que seja "money for the boys".

Mas o melhor, o melhor mesmo é o currículo do adjunto. Tem 24 anos, três workshops no centro de formação de Jornalistas, Cenjor, fez o estágio na Rádio Renascença onde trabalhou oito meses e foi durante cinco meses consultor de comunicação do... PSD! Uau!!

Acresce que Barreto Xavier, antes desta contratação já tinha três adjuntos, sete técnicos especialistas, duas secretárias pessoais, chefe de gabinete, dez técnicos administrativos, três técnicos auxiliares e três motoristas.

Falta dinheiro (salvo para os boys) mas há excesso de descaramento.»(...)


NOTA: Por melhor que seja a democracia e o regime de mudanças de governos a intervalos regulares, traz, em sociedades de débil preparação CÍVICA, como é a nossa, o inconveniente de, a cada mudança, se substituírem todos os «boys» sentados nas cadeiras pelo governo anterior. Isso fica caríssimo ao dinheiro público, porque os que saem vão para tachos não apenas públicos, mas de instituições a quem fizeram favores e recebem pensões vitalícias (ou mais ou menos).

Por este andar, em breve, estará quase toda a população, que saiba fazer a assinatura, em lugares de pouca ou nenhuma utilidade a comer à sombra do erário. E quem lhes paga? Depois os que pagam não conseguem suportar toda a matilha. Só então, e não estamos longe, se acordará e se limparão as teias de aranha, se deitarão os Miguéis de Vasconcelos à rua, se fará a desinfecção, a desinfestação, a desparasitação, a desratização, a monda, a selecção para purificar o regime. Vai sendo urgente agir em tal sentido.

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CONVERSA INDIGESTA MAS QUE SUSCITA REFLEXÃO


Terminado o almoço num restaurante económico, adequado à actual austeridade, três amigos, que atraíram o proprietário, emitiam palpites, entre sérios e humorísticos, de que se reproduzem de memória alguns excertos:

UM- Mas diz lá, se te dessem a escolher entre a doença de Alzheimer e a de Parkinson, qual escolherias?

DOIS- Seguiu-se hesitação … e a preferência de que optava pela de Parkinson, porque o cérebro deve estar sempre operacional.

TRÊS- o proprietário lembrou o fim da vida da mãe, imobilizada que passava todo o dia na posição em que fora colocada de manhã.

UM- Pois é nós pensamos nos que ficam, mas o paciente de Alzheimer não se sente preocupado por coisa alguma. Para ele tudo está bem. Enquanto o de Parkinson paga a cerveja e não a bebe por a entornar, o de Alzheimer bebe a cerveja e sai por se esquecer de a pagar.

AMIGO ANTÓNIO- Vocês já pensaram que o de Parkinson, mesmo que mantenha a mente totalmente lúcida, vive enclausurado numa máquina que não lhe obedece e não consegue materializar as suas vontades? Mas o de Alzheimer embora não se sinta, não seja infeliz, não tem vida como ser humano, tem apenas vida vegetal. Conheço um amigo que já deixou escrito à família que pretende, quando deixar de os reconhecer e de conversar com lógica, lhe dêem apenas medicamentos para não ter dor física mas excluam qualquer medicamento para lhe prolongar a vida incluindo os alimentos. E aqui se coloca espaço para a polémica sobre o direito ao suicídio assistido e à eutanásia.

Chegados a este ponto o DOIS ausentou-se porque só aceitava a legalidade de se terminar com a vida depois de a Igreja tomar uma posição favorável.

O AMIGO ANTÓNIO, continuou a definir a sua opinião e disse que a vida nos foi dada e é nossa responsabilidade fazer dela a melhor gestão para nosso benefício e da humanidade e é moral que tenhamos liberdade para tomarmos as decisões que achemos melhores, depois de profunda reflexão e de obtermos conselho de especialistas da nossa confiança.Tudo acaba e a nossa vida não é excepção, e é preciso aceitar o último momento com serenidade e dignidade.

Para fim de almoço não foi um bom digestivo, mas para pessoas com capacidade de pensamento foi um tema para meditação durante a tarde.

Imagem de arquivo

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PALACETE DE SAMPAIO


Transcreve-se texto recebido por e-mail e os comentários que o acompanhavam:

Regalos republicanos
por Rui Crull Tabosa, em 24.10.2011

A bela imagem que acompanha este texto não foi escolhida por acaso.

Trata-se da "Casa do Regalo", um palacete situado "no topo da Tapada das Necessidades, entre frondosa mata", mandado construir pelo rei D. Carlos I para estúdio de pintura da rainha D. Amélia. Na República serve, não para instalação de entidades oficiais, mas, pasme-se, para gabinete de recreio do reizete Sampaio (que bebe do fino, como se usava dizer), um dos moralistas do regime que gosta de encher a boca com a propalada "ética republicana", a tal que, supunha-se, tinha a ver com igualdade entre os cidadãos e a abolição de "regalias" (lex dixit) e privilégios a quem os já não representa.

Dito de outro modo, no dia seguinte ao termo de funções de chefe do Estado, Sampaio deveria (querer) voltar a ser um cidadão comum, como os demais, enfim, um entre iguais.

Mas não, claro que o Jorginho gosta de um ambiente apalaçado (mesmo que a Lei 26/84, alterada pela Lei 28/2008, se refira a "gabinete", não a palacete ...), aprecia o séquito de "um assessor e um secretário da sua confiança" e, é claro, não prescinde do "automóvel do Estado, para o seu serviço pessoal, com condutor e combustível".

Pouca despesa, como se imagina, qualquer coisita como, só em pessoal, entre cem mil e duzentos mil euros anuais, ou talvez um pouco mais...

Este espírito desprendido e este viver modesto não surpreendem em tão emérito socialista, ou não tivera ele dito há uns anos, quando recebeu 90 mil euros do Prémio Carlos V, que "O prémio, desta vez, vai ser para mim. Não vai haver associações de caridade. Os tempos vão maus".

Seja como for, neste tempo de profunda crise, em que se corta nos subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores, em que antigos governantes vão deixar de poder acumular subvenções com rendimentos privados, urgia dar também o exemplo de acabar com injustificadas regalias de antigos titulares de cargos políticos, a começar pelos ex-Presidentes da República, desde logo revogando as alíneas a) e b) do artigo 6.º da Lei 26/84.

O que, de resto, sempre seria uma exigência do próprio princípio republicano, se, é claro, houvesse vergonha neste País.

Comentários da origem:

INFELIZMENTE ESTE NÃO É O ÚNICO. ANDAM AÍ MUITOS MAMÕES, A VIVER À NOSSA CUSTA……

Pois é........ Afinal é assim mesmo.....e é de esquerda e no tempo da “outra senhora” se não era PC pouco faltava..... Eu que me governe e os outros.....que se “lixem”....... Deixemos de ser ingénuos....

Temos que chegar à conclusão que sistema Republicano em vigor desde 1910, fica muito caro!... Nesta altura, sustentamos 4 Personalidades. Como estamos em época de restrições, temos reduzir despesas e não pode haver privilegiados!... Ou será que as restrições são sempre para os mesmos !... Quero dizer os que menos recebem.

“Não há pior cego do que aquele que não quer ver”
(Proverbio popular)

“Quando nos enfeudamos a um partido perdemos a racionalidade e nem reparamos na merda que nos vai pela casa”

Imagem de origem

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