terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Défice aumenta e Portugal afunda-se

O seguinte título de notícia do Público Défice do Estado aumentou 215 milhões até Outubro é um sinal de alarme que merece séria e honesta meditação dos responsáveis por este descalabro, os quais tinham sido eleitos pelos portugueses para defenderem os interesses nacionais, mas cuja actividade ou inactividade está a dar estes resultados.

De que estão à espera? Não é legítimo estarem a continuar com este saque. Façam o favor de desaparecer e de chamar o FMI ou uma equipa de gestores com provas dadas. Não queremos sábios professores universitários. Precisamos de pessoas com inteligência, bom senso, experiência prática de gestão e dedicação a Portugal, aos portugueses.

4 comentários:

A. João Soares disse...

A notícia Execução orçamental até Outubro foi feita como se não tivesse havido PEC II e III I mostra que a gestão dos assuntos do País está em mãos muito incapazes e inábeis.

Portugal parece estar transformado num antro, numa caverna, onde «há ali» mais de 40. Qualquer merceeiro ou dono de taberna dos tempos em que a instrução primária ensinava a tabuada e contas de aritmética, este descalabro seria impensável. As contas de somar e de subtrair não são assim tão difíceis que os sábios políticos que se candidataram a eleições e foram eleitos, as não possam aprender. Ou, se não conseguem aprender, escolham, por concurso público, assessores competentes de entre os melhores alunos que completaram o 12º ano, ainda virgens das doutrinas teóricas e impraticáveis das universidades.

O País está a precisar de homens que saibam e queiram agarrar o leme e procurar evitar que o barco se afunde, já que não conseguem levá-lo ao melhor porto.

Haja um milagre que livre de um sofrimento atroz os nossos descendentes, já que nós, se isto não mudar depressa, vamos em breve morrer de fome na fila de espera da «sopa do Sidónio».

António Sousa disse...

A desonestidade, a incompetência, a ganância, a irresponsabilidade, a falta de solidadriedade e de patriotismo( para eles não existe esta palavra) de quem nos "desgoverna" atingiu proporções nunca vistas no nosso País! Esta classe de políticos não serve nem nunca servirá o interesse daqueles que os elegeram. Apenas servem os seus e o partido que os representa.

A. João Soares disse...

Caro António Sousa

O futuro dos portugueses depende dos portugueses. Se nos mantivermos adormecidos, indiferentes à exploração a que estamos sujeitos por uns indivíduos moralmente mal formados, sem capacidade para fazerem nada e de útil para a sociedade, isto não melhora, antes continuará na descida para o abismo em movimento uniformemente acelerado como reza a lei da Física.

Há que acordar as pessoas com os blogs, com cartas aos jornais, agitar para que antes de ser tarde demais haja um movimento popular decisivo. Há que eliminar os tumores malignos do corpo de Portugal. Provavelmente terá de haver violência, mas se não for possível evitá-la, não devemos recear aquilo que restaure Portugal.

Não devemos ser coniventes e cúmplices destas poucas vergonhas.

O maior inconveniente de atitudes dos portugueses é o silêncio acomodado da população e não as manifestações de desagrado, por mais desajeitadas que sejam. O adormecimento e a apatia é que levam a esta crise de valores e ao regabofe dos abusos de políticos moralmente mal formados que sabem poder fazer tudo o que mais lhes interessar porque os cidadãos deixam. E com tal indiferença das pessoas isto nunca se modificará, antes piora.
Abraço

João
Do Mirante

A. João Soares disse...

É alarmante que Parlamento aprova excepções aos cortes salariais das empresas públicas.
Estão a sabotar os PECs. Querem defender os «boys». Realmente quem faz parte do problema não tem a mínima capacidade para fazer parte da solução. Precisam de aprender a decidir, para não terem de fazer emendas logo a seguir, a fim de terem alguma credibilidade interna e externa. Não adianta fazer PECs e OE que não serão cumpridos. Andam a brincar com coisas muito sérias… e isso é muito grave.