terça-feira, 27 de abril de 2010

Títulos e etiquetas. Dicas


Para atribuir títulos e etiquetas aos posts, temos que pensar em termos de arquivo e de futura necessidade de consulta. Se um blog acaba por se parecer com uma pequena biblioteca, para facilidade de mais tarde se poder encontrar um artigo ou um tema, temos de começar por organizar bem o arquivo.

O título de um post, corresponde ao nome dum livro da biblioteca e deve traduzir em poucas palavras o assunto de que trata, evitando adjectivos e palavras de apreço ou de enfatização. Infelizmente, ao visitarmos os blogs encontramos muitos títulos que nada esclarecem sobre o tema tratado no respectivo post.

As etiquetas, correspondem à estante, ao tema comum aos livros que nela se encontram. Ao fazer clic numa etiqueta aparecem todos os posts que tratam desse tema. Por isso, um post pode ter mais do que uma etiqueta (na biblioteca de uma empresa que dá formação ao seus operários, pode haver estantes sobre «gestão», «recursos humanos», «tecnologia», marketing», «matérias-primas», «inovação», etc). Outra comparação: a etiqueta é o nome de uma pasta de arquivo, na qual se guardam documentos com títulos diversos, com a vantagem de no escritório um documento estar apenas num dossiê, enquanto no blog o mesmo artigo pode estar referenciado em várias etiquetas conforme os aspectos do tema.

Nos blogs o número máximo de etiquetas é de 2000, pelo que é conveniente não se aproximar desse número, o que exige ponderação ao criar-se nova etiqueta. Olhando para a lista de etiquetas de muitos blogs encontramos muitas etiquetas que se referem apenas a um post, o que as torna inúteis e ilógicas. Seria como um dossiê com apenas um documento.

Por outro lado, para referirem um tema não devem ser constituídas por muitas palavras, nem ser iguais ao título de post. Por exemplo, na lista de etiquetas do SJ encontramos logo no início imensas etiquetas que se referem apenas a um post e outras começando pelo artigo A ou até por um ponto, o que mostra haver duplicação. Por este caminho, não demorará a atingir o limite máximo e, depois ou se refaz a lista ou se fica impedido de usar etiquetas.

Quando se recebe o aviso do Blogger de ter sido atingido o máximo de etiquetas, ou desde já, há que ir a cada etiqueta menos utilizada, editar o post ou posts a que se refere e ver se será melhor eliminá-la do post e substituí-la por outra mais utilizada adequada ao tema. Esse trabalho é muito demorado, pelo que deve haver cuidado ao inscrever uma etiqueta.

8 comentários:

Beta disse...

Super interessante as dicas.

bj

O Guardião disse...

Até agora não tenho prestado atenção ao assunto das etiquetas, mas vou tentar dar mais importância ao caso.
Cumps

A. João Soares disse...

Cara Beta,

Quanto ao interesse das dicas acho que o saber só tem interesse se for utilizado e transmitido. Nada melhora no mundo se cada um guardar o seu saber e o levar para a cova!

Beijos
João
Do Miradouro

A. João Soares disse...

Caro Guardião,
Não é fácil evitar excessos, mas devemos ter atenção a este problema e, uma vez por outra olharmos para a lista de etiquetas para eliminar as gavetas com apenas uma pequena coisa!!!

Um abraço
João
Sempre Jovens

Luis disse...

Caro João,
Já me penetenciei no SJ e comecei a rever todas as etiquetas e titulos dos meus post's. Com o tempo ficarão mais de acordo com estas dicas.
Foi um bom alerta!
Um abraço amigo.

A. João Soares disse...

Caríssimo Luís,

Louvo o teu interesse em melhorar o blog.
Mas não exageres no passado. Contenta-te em melhora o futuro.
Recorda-te o que te disse sobre os likns. Cada título que alteres, vais anular um link que alguém, ou tu próprio, tenha inserido noutro local acerca desse post. Já não irá lá ter por o inicial já não existir, com a mesma designação.
Nas etiquetas é diferente.

Não estragues o que já está.

Um abraço
João
Do Mirante

Celle disse...

João, aprendí mais um pouco com você!
Sempre a me ajudar, Obrigada!
Celle

A. João Soares disse...

Querida Ná,

O saber adquirido pelo estudo e pela experiência da vida só é útil se for divulgado. Se o não for vai para a terra connosco e foi como uma árvore estéril que não deixou semente para se propagar.

Sabe muito bem que gosto de ensinar o pouco que sei.

Beijos
João
Só imagens