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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

LISBOA E A GREVE DOS LIXEIROS




Lisboa está a ser vítima de uma greve do sistema de recolha do lixo com a duração de duas semanas. A Câmara não tomou medidas eficazes, apenas colocando alguns contentores de entulho de obras que são insuficientes. A Direcção Geral de Saúde recomenda que se guarde o lixo em casa, isto é, defende a solução de personalizar os inconvenientes do lixo, fraccionando-os por habitação, o que parece realmente irónico.

Mas, felizmente, os autarcas de algumas freguesias evidenciaram mais capacidade de decisão e de realização e estão a fazer face ao problema.

Por lei, a greve é um direito dos trabalhadores. A Câmara tem o dever perante os habitantes de proceder à recolha do lixo que os grevistas não recolhem. Mas não o fez. Há juntas de freguesia que, denotando possuir maior sentido de responsabilidade do que a Câmara, vão proceder à recolha.

Além da irresponsabilidade da Câmara perante os seus munícipes, há a incapacidade de diálogo com os sindicatos dos trabalhadores. Seria de prever que estes reagissem a uma determinação que os lesa, pelo que devia ter havido uma conversa séria entre os autarcas e o sindicato a fim de encontrar uma solução conveniente sem irritar os de baixo. Será que a autarquia escolheu os seus colaboradores de entre os mais capazes para o melhor relacionamento com a população e os trabalhadores? Ou o critério assentou no interesse de dar emprego aos jotinhas, independentemente do seu «valor»?

Haja sentido de Estado (o factor mais importante do Estado, é a Nação, os cidadãos, depois vem o território e só no fim a organização política e administrativa) e sentido de responsabilidade perante os interesses colectivos dos cidadãos de quem os autarcas são mandatários para zelar pela qualidade de vida.

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

TRANSFORMAR PLÁSTICO EM PETRÓLEO




Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada a importância da mesma no contexto atual, não posso deixar de publicar com o desejo de colaborar numa vasta divulgação.
Vejam o filme: vale a pena.
Sendo o plástico derivado de petróleo, agora podemos inverter!
Uma máquina processa o plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou petróleo.
Os sacos plásticos dos supermercados vão valer ouro... O plástico regressa ao petróleo de onde veio.
Engenho e perseverança japonesa.
Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...
O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não perceber japonês ou inglês, vale a pena observar as imagens até ao fim.
Grande descoberta! Muito amiga do ambiente e da vida.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

EXPULSE PENSAMENTOS NEFASTOS


Transcrição de post do Blog Sempre Jovens, publicado por Celle:

Li uma crônica em que o autor dizia que o mundo seria melhor se aprendêssemos a ser mais pacientes e menos críticos, mas mais educados e controlados!

Mais ou menos assim:

Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando um carro preto saiu de repente do estacionamento, directo na nossa frente.

O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou, por um triz, de bater em outro carro...

O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente, mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.

Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruínou o seu carro, a nós e quase nos mandou para o hospital?!?!'

Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo."

Ele me explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.

Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento.

À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente.

Nunca tome isso como pessoal.

Isto não é problema seu! É dele !!!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.

Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.

Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia.

A vida é muito curta, não leve lixo com você!

Limpe-se dos sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.

Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe!!!

Arnaldo Jabor

NOTA: Que bela lição. Devemos evitar ser «camião de lixo» e não devemos deixar que os outros nos esmaguem.
Compreender, ajudar, reagir pela positiva, mas não acumular desgostos e maus sentimentos que nos corroam a alma.
Os problemas não se resolvem com lamentações mas, sim, procurando as melhores soluções possíveis. Mesmo nas piores situações, se são incontornáveis ou tiveram bom resultado, devemos sorrir por termos escapado com vida à eminência de acidente.
Infelizmente há muitos camiões de lixo, como se verifica, por exemplo, pelo facto de a maior parte das utilizações do claxon dos carros ser destinada a insultar os outros utentes da estrada e não para alertar e evitar perigos.


Imagem de arquivo

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sábado, 16 de janeiro de 2010

Consumismo e ambiente

Dedico esta reflexão à amiga , exemplar e entusiástica colaboradora da campanha LIMPAR PORTUGAL.

O consumismo é incentivado por todos os grandes industriais que, na ânsia de aumentar os lucros, usam as mais agressivas técnicas de marketing para criar necessidades, aumentar o consumismo e obrigar os indefesos consumidores a maiores despesas.

Um exemplo: observe-se a diferença dos farolins traseiros dos carros ligeiros e das carrinhas desde há 60 ou 70 anos. Foram aumentando de tamanho e constituindo conjuntos ópticos de preço cada vez mais elevado em relação ao preço total dos carros. Aquilo que antigamente era substituído por um pequeno preço, agora custa isso multiplicado por dezenas.

Passa-se o mesmo com os faróis, as ópticas, da frente e com equipamentos sofisticados de uso eventual, muito raro, mas que temos que pagar na compra do carro.

Isto traduz-se na utilização de mais recursos naturais, não renováveis, em mais consumo de energia na produção, maior quantidade de lixos na destruição em fim de vida ou por acidente, o que gera mais poluição. Não devemos esquecer e a amiga Ná sabe perfeitamente, nesta sua generosa actividade, que, quanto aos lixos e poluição, há a regra dos 4 Erres: Redução da quantidade, Reparação, `Reutilização e Reciclagem. No entanto, os grandes industriais, têm por objectivo, ir contra a Redução, aumentando a quantidade de embalagens, de acessórios desnecessários e, consequentemente do lixo. E quem beneficia com isso? É bem claro que apenas os fabricantes e os comerciantes dos ramos respectivos.

Temos que LIMPAR PORTUGAL e continuar a lutar pela Redução dos lixos e pelos outros 3 erres.

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sábado, 2 de janeiro de 2010

Naquele tempo. In illo tempore

Como já disse aqui e aqui, tenho imenso gosto em conversar com o velho António se bem que nem sempre tenho disponibilidade de tempo para o ouvir, tão assoberbado ando com os blogs e a preparação de leitura para os estimados visitantes. Mas ele realmente merece mais atenção da minha parte.

Por isso, neste início de ano, aqui vou referir uma pequena conversa de há dias. Estávamos a sós num snack-bar onde, a meu pedido, nos encontrámos para almoçar e conversar sobre a actualidade, para alinhavar o esquema de expor os meus pensamentos nos posts mais recentes que focavam coisas de algum melindre e exigiam cuidados especiais.

Conversar com este velho sábio que é um poço de saber, não o saber empinado das sebentas e recitado em reuniões sociais, mas de reflexões sobre tudo o que lê e ouve e que aprofunda na procura de respostas a uma série de perguntas do género: o quê?, quem?, onde?, como?, porquê?, para quê?, e depois?, etc. Depois, com as respostas que obtém, cria teorias filosóficas, muito suas, mas de muito interesse, e que ele nunca considera definitivas pois as constantes perguntas conduzem a actualizações.. Para ele é impossível sustentar um erro indefinidamente por teimosia ou capricho, como tem acontecido, nesta última meia dúzia de anos, em que os governos têm sido obrigados pela pressão popular a fazer recuos que têm causado custos incalculados e incalculáveis aos portugueses.

Com a sua base de saber e a sua filosofia, parece que o António tudo compreende e nunca se sente surpreendido por qualquer burrice de políticos, por ver sempre o que provavelmente está por detrás, quase sempre interesses inconfessados opostos aos interesses nacionais.

Mas no desenrolar da conversa sobre orçamentos, sociatas a que chamam «casamento», por não terem a originalidade querem aparentar, cabalas, palhaçadas, malhas, etc, um empregado do snack-bar deixou cair um prato que se partiu em vários cacos. Aí, o velho filósofo teve uma transmutação repentina e saltou para «in illo tempore»,.expressão que duvidou se tinha alguma coisa a ver com «os meus amores» de Trindade Coelho, e iniciou uma reflexão em voz audível sobre a sua meninice na aldeia, os amoladores, os latoeiros, etc.

A louça de barro rachada não era atirada ao lixo, era guardada com cuidado até uns dias depois se ouvir a gaita do amolador. Era uma gaita parecida com instrumentos musicais de grupos dos Andes, construídos por tubos paralelos de tamanhos diferentes que produziam notas desde as mais baixas às mais agudas e eram tocadas de modo característico, sempre igual, anunciador do amolador.

Era um homem com uma bicicleta que tinha uma roda de amolar movida pelos pedais e que servia para amolar (afiar, aguçar) facas, tesouras, canivetes. Além disso reparava guarda-chuvas, punha uns pingos de solda num cântaro de levar à fonte e colocava gatos na louça, na tal louça rachada. Os gatos eram como que agrafos que apertavam os dois lados da louça em que tinha sido colocada uma maça que colava as duas partes, e a peça poderia assim continuar ao serviço por mais uns tempos, talvez meses.

Mas o António não é pessoa para se agarrar teimosamente a um assunto sem o relacionar com outros, sem dele tirar conclusões para a actualidade e projectar no futuro. E surgiu a pergunta e agora?. Agora é a degradação do ambiente de forma continuada e sistemática. Mas que tem a ver uma coisa com a outra?

Agora, à mínima deficiência atira-se para o lixo. A camisa a que cai um botão vai para o lixo. Isto que parece progresso acabou por escravizar as pessoas a uma vida artificial. O ambiente é sobrecarregado com a exploração de matérias primas para mais produção, o lixo é sobrecarregado com maiores quantidades, alguns de demorada eliminação natural ou incinerados com a consequente poluição atmosférica. Tudo isso em prejuízo cada vez mais grave do ambiente, da Natrureza, E as pessoas? Essas têm que trabalhar mais e viver numa pressão constante e deixarem-se viciar no consumismo. Os horários de trabalho para fazer face à maior necessidade de produção são mais sobrecarregados e é ocupada mais mão-de-obra com menos tempo de descanso e lazer. E para as pessoas ganharem para a sua necessidade de consumo, deixam de ter tempo para VIVER, e vão «andando», sem darem atenção aos filhos, aos pais e avós idosos, sem terem tempo para actividades de convívio social e de cultura.

E do alto da sua sabedoria bem consolidada e sempre em actualização permanente, o António dizia que não é saudosista do «in illo tempore» que até se tem adaptado muito bem aos tempos actuais e dá lições de vida a quem o quiser ouvir.

O António compreende tudo o que está a passar-se, mas teme pelo futuro dos netos que vão ter uma vida muito mais escravizadora do que a actual. As pessoas vivem na ânsia constante da inovação, das novas tecnologias, mas estão a construir as correntes que as prendem. Ainda não sabem trabalhar bem com um novo aparelho e logo compram outros, passando a vida sempre ignorantes, aprendizes, sem nunca saberem tudo. Sabem sempre nada de nada. O António diz que é um generalista, porque procura saber nada de tudo. E nunca quis ser especialista porque esses têm um horizonte muito estreito, sabendo tudo de nada!

E assim se passou aquele almoço muito frugal no aspecto de alimento físico mas riquíssimo do ponto de vista espiritual e intelectual. Muito obrigado caro António. Até breve e Bom Ano 2010.

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Crimes ambientais. Limpar Portugal

Segundo o relatório anual do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 5877 denúncias de crimes ambientais em 2008, o que representa um crescimento de 23 por cento comparativamente a 2007, com 4513 ocorrências.

Isto revela "uma maior sensibilização do cidadão para as questões do ambiente", conforme refere o autor do relatório.

Estes, como muitos outros tipos de crime, exigem a denúncia de quem deles tenha conhecimento ou que deles tenha suspeitado por ter observado indícios. Cabe depois á autoridade a investigação e adopção de medidas adequadas previstas na lei.

Dentro do mesmo espírito, chama-se a atenção para o apoio a dar ao movimento Limpar Portugal que se propõe limpar a floresta portuguesa num só dia. A Natureza - o ambiente precisa de ser preservada e mantida no melhor estado de limpeza para, de forma sustentada, permitir a vida nas melhores condições.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Há horas felizes

Este título era o refrão usado por um vendedor de lotaria que aparecia entre nós, estudantes, na primeira metade da década de 50 e com o qual pretendia que nós comprássemos uma cautela para termos uma hora feliz.

Mas nem só a lotaria ou o moderno euromilhões nos fazem felizes, pois há outros factores incomensuravelmente importantes. Tive há pouco uma hora feliz de que certamente os colegas do Sempre Jovens se aperceberam, embora não tenham medido a extensão.

Mas eu passo a narrar o sucedido.

Há menos de duas semanas publiquei umas reflexões sob o título Que futuro teremos? que deram origem a uma muito interessante troca de comentários. Nesse texto defendia a esperança de que o mau estado em que o País e o mundo se encontra irá terminar por acções de moralização vindas das camadas mais jovens. Mas nem todas as pessoas partilham dessa esperança e fui discretamente apelidado de utópico patológico, porque a juventude está a crescer num ambiente doentio herdando os vícios e as manhas da sociedade actual.

É certo que isso não me destruiu a esperança por a ter criado com base em argumentos e sentimentos sólidos, mas teria sido mais agradável sentir uma coluna mais densa de seguidores.

Entretanto o amigo Luís, publicou no Sempre Jovens um o post Como limpar um país em horas.... que constava de um vídeo que mostrava como a Estónia se viu livre dos lixos espalhados pelos terrenos florestados, tornando estes mais em conformidade com a Natureza. E ao ver esta actividade tão positiva, talvez um pouco influenciado pelas críticas negativas à minha esperança «utópica» atrás referida, não esperei que surgisse uma iniciativa semelhante por cá, e logo lancei a ideia de fazer algo parecidoa mas em moldes mais rudimentares e simplistas, sem pretender resultados absolutos, no que tive um apoio muito interessante e que ficou definida no post da Fernanda Ferreira transcrito no post Vamos limpar Portugal e no poema de Maria Letra transcrito em Limpemos o caminho que pisamos.

Mas e é aqui que se baseia o título deste texto num dos muitos comentários apareceu o de Elvira Carvalho a informar que o mesmo objectivo está a ser demandado por um grupo de jovens familiarizados com a informática e a Internet e possuidores de saber sobre organização que está a agir para ter Portugal limpo em 31 de Outubro.

Não é um movimento concorrente e rival, mas sim convergente para a mesma finalidade ao qual presto sincera homenagem e agradeço na minha qualidade de português, e ofereço a minha colaboração naquilo que for possível e mais conveniente.

Neste momento tem 451 membros e qualquer pessoa pode inscrever-se, depois de consultar o site Limpar Portugal, e o e-mail é projectolimparportugal@gmail.com.

O grande desejo que nos move é que todos os portugueses adiram e forneçam todo o apoio que puderem. PORTUGAL FICA AGRADECIDO.

Está assim concretizada a força da mudança que previa no post Que futuro teremos?. Depois da poluição física, virá inevitavelmente a limpeza da poluição moral e social nas formas de corrupção, enriquecimento ilícito, peculato, etc de que hoje a imprensa fala em
Falhas de controlo das entidades públicas abrem porta à corrupção , Ana Gomes diz que "nunca existiu vontade política" no combate à corrupção , Inquérito confirma riscos de corrupção e em Sanções "agravadas" para gestores que não apliquem plano anti-corrupção.

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Limpemos o caminho que pisamos

Limpemos o País onde vivemos

Abram-se de par em par todas as portas
A quem quiser entrar, com o seu valor.
Os nossos corações, cheios de esperança,
Querem viver num País com mais Amor.
Juntemos todos num mesmo movimento,
Gritemos à união em alta-voz.
Ergamos no País, um monumento
Em homenagem à Paz e a todos nós.
Meus amigos, companheiros nesta luta,
Para erguê-lo precisamos duma mão,
Com a força poderosa dum elefante
E a persistência, arguta, dum leão.
Temos em nós tudo isso. Oh se temos!
Somos capazes de transportar montanhas.
A História bem conhece o nosso povo,
Por brilhantes descobertas e façanhas!
Comecemos por limpar todo o terreno,
Que pisamos com mágoas e incertezas.
Façamos deste gesto um'obra de arte,
Devolvamos ao País suas belezas.
Juntemos forças, façamos desta obra
Uma lição, um exemplo a não 'squecermos.
Limpemos o caminho que pisamos,
É um começo para melhor vivermos.
E depois de tudo limpo, meus amigos,
Mudemos as marés e as tempestades.
O futuro que queremos, para todos,
Depende de milhões de boas-vontades.
A minha eu darei de corpo e alma.
Espero bem, de ti, a mesma abnegação.
Temos de sobreviver à negligência
E ao desprezo d' alguns pela Nação.

Maria Letra

NOTA: Este texto de Maria Letra foi publicado no blogue Sempre Jovens e constitui uma bela modalidade de reforçar a campanha anunciada no post Vamos limpar Portugal, a qual atingirá o deu ponto máximo em 8 de Novembro mês em que serão tomadas universalmente posições bem visíveis em defesa do ambiente e da conservação do Planeta Terra.
É bom sublinhar que será necessário que todos e cada um colaborem na eliminação dos lixos espalhados por todos os recantos do País. Devemos legar aos nossos descendentes um território nas melhores condições de habitabilidade.
À amiga Maria Letra desejo que nunca reprima a sua vocação para a poesia e que a utilize na defesa de boas causas, como é esta.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vamos limpar Portugal

Recebemos notícia de uma operação de limpeza do lixo disseminado pela superfície da Estónia, levada a cabo por toda a população que teve efeito em poucas horas, vejam como-limpar-um-pais-em-horas, postado há dias pelo amigo Luís.

Efectivamente, vivemos num lindo planeta, mas estamos a destruí-lo todos os dias.
Há lixo em todos os lugares; praias, cidades, florestas e até nos oceanos.


É preciso limpar o nosso País. Para isso é indispensável a colaboração de todas as pessoas, organizações e comunidades para concretizar esta ideia e encontrar parceiros confiáveis, nas autoridades, nas empresas com meios adequados para este efeito.

Não se trata de acção política, eleitoral, mas se os partidos quiserem, desde já, entrar nessa operação, que deve ser permanente, só terão vantagem aos olhos do povo.

Será útil a colaboração voluntária das pessoas, quem empreste equipamentos, transportes e os “midia” que estimulem os voluntários.

O grande dia de encerramento da operação será 8 de Novembro e, então,quando finalmente o País estiver limpo, será uma expansão da alegria para os portugueses, ao gosto local, conforme a disponibilidade de autarquias e organizações da região.

E será bom que daí se conclua que será mais fácil não poluir, não espalhar lixo, entulhos e escombros.

Esta mensagem deve ser difundida por todos os portugueses, e em cada Freguesia e Concelho, devem ser organizadas as acções mais adequadas, tendo sempre em vista o benefício que daí resultará para o ambiente e para as pessoas.

Aceito as vossas propostas que podem ser, e certamente serão, muito diferentes.

* Trabalho feito em conjunto com os amigos João e Luís. Contamos com a participação activa de todos os colaboradores e leitores.
Fernanda Ferreira

Este post é a transcrição feita do blog Sempre Jovens e tem a intenção nele bem descrita. Pede-se a colaboração de todos os portugueses conscientes, de boa vontade, quer individualmente quer através das organizações ou instituições a que pertençam.

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sábado, 27 de dezembro de 2008

Natal e respeito pelo ambiente

No post «No Natal, e sempre, seja amigo do ambiente» aqui publicado em 30 de Novembro, referiam-se alguns conselhos sobre a forma de dar destino aos «lixos» provenientes das prendas. Eram conselhos oportunos e necessários, como agora se vê. Mas não basta repeti-los aqui e acolá, é indispensável uma campanha de esclarecimento sistemática nas famílias, nas escolas, nos rádios, nas televisões, nas empresas, nos clubes, nos cafés, etc..

Perto de minha casa, e não se trata de um bairro degradado, há um conjunto de três contentores para o lixo orgânico e um ecoponto com três contentores para vidro, papel e embalagens. Ontem os contentores para lixo orgânico estavam cheios com a tampa a não poder fechar, com caixas de cartão e papéis de embalagens. Junto ao ecoponto, viam-se sacos com provavelmente embalagens, e caixas de cartão por desfazer e acondicionar para introduzir no contentor. A limpeza passou e recolheu tudo, mas pouco depois o cenário era parecido.

Pelos vistos o mau comportamento das pessoas é demasiado generalizado, como se vê pela notícia «Natal revela que poucos reciclam lixo» É grande a quantidade de população que ainda não compreende o interesse da reciclagem para o ambiente e, portanto, para todos nós. Há muito a ensinar sobre este tema.

Será bom para o futuro dos mais pequenos que, desde já, as pessoas se compenetrem do interesse dos quatro erres como solução para minorar o efeito dos lixos no ambiente:

Reduzir a quantidade de embalagens e de coisas dispensáveis;
Reutilizar aquilo que mesmo avariado pode ter outra utilidade;
Reparar tudo o que merecer reparação, em vez d atirar logo para o lixo, à mínima avaria;
Reciclar, separando os lixos por categorias e colocar nos respectivos recipientes do ecoponto mais próximo.

No post acima referido constava:

Depois do Natal, guarde o papel de embrulho para reutilizar noutras ocasiões. Muitas embalagens, caixas e papéis dos presentes podem ser usados pelas crianças para fazerem máscaras, porta-lápis, capas, etc. Não os deite fora. Mas, se não precisar mesmo deles, separe as embalagens - papel, plástico e metal - e coloque-as no ecoponto. Para as limpezas depois da festa, use produtos biodegradáveis ou então recargas.

Não é difícil, sendo apenas necessário esclarecimento, civismo e boa vontade. Não colaborar é sinal de estupidez, ignorância ou maldade intencional.

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