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quinta-feira, 16 de julho de 2015

PESSOAS, ESTADOS E CREDORES


É NOTÓRIA A MÁ CAPACIDADE DE GESTÃO DOS DEVEDORES E A MÁ CONSCIÊNCIA DOS CREDORES. Não é novidade, por ser do conhecimento geral, que cada pessoa ou instituição ou Estado deve ter o cuidado de gerira sua actividade económica da melhor forma de maneira não gastar mais do que aquilo que pode pagar. Por vezes, há oportunidades de investir quantitativos que não estão disponíveis o que exige uma decisão bem ponderada sobre o interesse, a utilidade da despesa se compensa o custo do empréstimo e se este pode ser liquidado dentro de prazo adequado.

A tentação de recorrer repetidas vezes a crédito pode criar situação de difícil solução que pode conduzir à alienação de património e perda de soberania

Os cuidados para evitar o endividamento não são fáceis porque, além da vaidade pessoal de querer ostentara posse de coisas de elevado preço, há o assédio dos diversos tipos de credores que, por vezes, actuam como proxenetas, empurrando as vítimas para a desgraça.

Os vendedores de equipamentos domésticos e de novidades tecnológicas, tendopor trás os bancos estão muito interessados em emprestar dinheiro com aliciamento enganador, como o «vá de férias e pague depois» ou «pagando em … prestações, paga apenas .. economizando…

Cada pessoa pode avançar nas aventuras que entender, mas os governos e instituições que gerem dinheiro público devem ter o sentido de responsabilidade e respeitar os direitos colectivos e não incorrer em abusos e em défices e endividamentos injustificados que comprometam gerações vindouras durante muitos anos. O problema é tão grave que já é considerado aceitável haver anualmente um determinado défice, o que representa um aumento imparável da dívida.

Por seu lado, os credores deveriam agir como entidades amigas, com ética e sem demasiada ambição do lucro, que apoiam e ajudam a gerir sem perigosos abusos que comprometam o futuro das pessoas. Como seria bom que eles actuassem com gestos paternais, de que viriam a beneficiar porque, de tal maneira, não corriam o risco de incumprimento. Um bom conselho seria alertar para o perigo de gastos inúteis e não produtivos. Um pouco de moralidade não ficaria mal aos ambiciosos empedernidos na louca ambição de cada vez maiores fortunas sem uma utilidade prática e humana.

Mas, infelizmente, um credor não é um amigo, mas sim um explorador ambicioso que age sem coração nem conceitos solidários, nem espírito justiça social, de «ajuda a quem precisa».

Estas reflexões são utópicas? Mas a humanidade está a precisar de utopias que a conduzam a corrigir o rumo por forma a mudar para estruturas que garantam sustentabilidade por muitos mais anos em paz, harmonia e sem haver quem encontre motivações para o terrorismo jihadista. Procuremos criar a felicidade dos animais racionais, sem terem de recorrer à violência.

A João Soares
16-07-2015

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Resultado da austeridade ???

Era suposto que o sacrifício imposto pelo Governo, com o nome de austeridade, estivesse a resultar em melhorias do défice, da dívida, do desenvolvimento da economia, do aumento de emprego, do bem-estar da população. Mas, infelizmente, nada disso melhorou e os números vindos a público não são nada animadores quanto a esperanças num futuro mais confortável.

A notícia Estado nunca demorou tanto a pagar a fornecedores e arrisca falhar meta imposta pela troika acaba por não surpreender, mas não era desejada, depois do sistemático ataque da austeridade aos bolsos dos contribuintes mais desprotegidos. Para que serviu esse dinheiro? Quais eram e são os planos da mais alta administração pública? Terá ela em conta os cidadãos e a sua necessidade de viver com dignidade?

Em resposta a estas dúvidas, há muitos portugueses a pensar que tal dinheiro serve para manter o «status» dos elementos do «polvo» (ver também aqui) através dos salários, das mordomias e das reformas, algumas acumuladas e muitas a grande distância da moralidade suiça. Aos dessa elite convém que nada falte!!! Embora, por um lado queiram convencer que diminuíram o valor de alguns carros, passando de Mercedes para Áudi (!!!) e , por outro lado, tenham dado umas muito ligeiras beliscadelas nas «fundações»

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domingo, 7 de outubro de 2012

Dívidas de 4800M nos tribunais

A notícia Dívidas por cobrar nos tribunais chegaram aos 4800 milhões de euros é preocupante, fazendo pensar na grave situação da economia nacional, isto é, nas condições difíceis em que os portugueses estão a viver e, por outro lado, na necessidade de para um país tão incumpridor ser preciso uma justiça mais rápida e mais eficiente, apoiada por uma legislação adequada.
Qual é a resposta do poder legislativo?
E a do ministério da Justiça?
Qual tem sido o papel da Educação no ensino prático da utilização das operações aritméticas para bem se gerir a vida privada e de pequenas empresas, sem cair nas armadilhas da publicidade, das promoções e das ofertas de crédito dispensável do género «vá de férias e pague depois»?
Quem se preocupa pela formação cívica e cultural dos portugueses de forma a saberem evitar as tentações banais?

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Que fazem as Finanças com os nossos impostos???

Transcrição, por constituir um elemento a juntar a outros que permitem a formulação consciente da intenção de voto nas próximas eleições:

Vergonha
Correio da Manhã. 2011-04-01. às 0h30 Por: António Nogueira Leite, Economista

O país político definitivamente enlouqueceu. Parece que ninguém é culpado de nada. A Dívida Pública directa que era de 100 mil milhões em 2006 passou para 150 mil milhões em 2010, isto é, aumentou 50%.

O sector público administrativo (SPA) acumulou entre 2001 e 2005 défices de 26 mil milhões de euros, mas com o actual ministro das Finanças já acumulou 41 mil milhões de euros, ou seja, mais 57%.

A despesa pública do SPA, que era em 2003 de 60 mil milhões de euros, já atingiu mais de 82 mil milhões de euros, ou seja, registou um aumento de 37%.

O grande aumento nas prestações sociais – de 20 para 38 mil milhões – não resulta dos aumentos dos abonos às famílias pobres e numerosas ou das pensões mínimas.

Ou seja, criámos um estado insustentável num país que não cresce e que mantém enormes níveis de desigualdade. Eu, que tenho a sorte de ter rendimentos para pagar cada vez mais impostos, pergunto para onde vai esse dinheiro. E como eu, muitos outros cidadãos que cumprem e não têm a satisfação de ver esse cumprimento resultar em mais justiça. Só no aumento do malfadado pote!

Enquanto isto, o principal responsável pelo caos tem a ousadia de dizer que anda a defender Portugal e outros apenas sonham em exaurir o que resta do nosso pote colectivo. Uma vergonha!

Imagem do CM

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Défice. Solução é reduzir despesas

Transcreve-se a lista criteriosa apresentada por Marques Mendes em 07-10-2010, há mais de 5 meses, com dezenas de institutos públicos que podem ser extintos ou alvo de fusões.

No seu comentário semanal na Edição das 22h na TVI24, Mendes explicou que era uma “lista exemplificativa” e “não taxativa”, por entender que se “pode ir ainda mais longe”, que tem como objectivo contribuir “para uma discussão concreta e não apenas teórica e centrada em generalidades”.

“Extinguir organismos - inúteis ou com competências duplicadas e sobrepostas - representa uma mudança estrutural no Estado e não apenas conjuntural, como, por exemplo, o corte de salários”,

É benéfico para o País e não torna necessário sacrificar ainda mais os portugueses com sucessivos PECs, sem lógica nem critério. Sugere-se a leitura do artigo atrás linkado.

Eis a lista de Marques Mendes

Ministério das Obras Públicas - 4
1. INIR (Instituto Nacional de Infraestruturas Rodoviárias)

a) Funções de Regulação (Parcerias Público-Privadas) e de Fiscalização da Rede Rodioviária Nacional;
b) São competências que já estão hoje na EP Estradas de Portugal e no IMTT (antiga Direcção Geral de Viação).

CONCLUSÃO: PODE SER EXTINTO.

2. GISAF (Gabinete Investigação e Segurança de Acidentes Ferroviários.

a) Funções de Investigação quando há acidentes ferroviários;
b) Funções que também estão na CP e na REFER (quando há um acidente ferroviário é a CP ou a Refer que trata do assunto).
c) Parece um instituto criado para colocar um socialista desempregado da gestão das EP dos Transportes (João Crisóstomo).

CONCLUSÃO: PODE SER EXTINTO.

3. NAER (Instituto para estudar e Conceber o Novo Aeroporto de Lisboa)

a) As suas funções podem perfeitamente passar para a ANA, EP (Empresa de Aeroportos e Navegação Aérea)
b) É uma racionalização óbvia e necessária.

CONCLUSÃO: ESTE SERVIÇO PODE SER EXTINTO.

4. Fundação das comunicações móveis (uma das centenas que existem – pendurada no Estado)

a) Tratou do computador Magalhães;
b) Estado nomeia os seus gestores (clientelas);
c) AR já propôs a sua extinção em relatório aprovado;
d) Governo fez vista grossa. O Governo gosta mais de reduzir salários que extinguir serviços.

CONCLUSÃO: PODE SER EXTINTA

Ministério da Agricultura - 3

1. No âmbito do PRODER (QREN da Agricultura) há 2 serviços:

a) Gabinete do Planeamento (Concebe Projectos e Gere o Programa); e o
b) IFAP (antigo IFADAP) – Paga e fiscaliza os apoios concedidos.

CONCLUSÃO: O Gabinete de Planeamento pode ser extinto e as suas competências passarem para o IFAP.É mais coerente, evitam-se sobreposições de competências e poupa-se dinheiro público.

2. Fundação Alter Real

a) Competências sem relevância para serem autonomizadas numa fundação pública;
b) Tem cinco administradores – presidente é o presidente da Companhia das Lezírias.CONCLUSÃO: A fundação pode ser extinta e as suas competências integradas na Companhia das Lezírias (hoje até já o presidente é o mesmo).

3. No âmbito da Barragem do Alqueva há duas entidades:

a) a EDIA (190/200 funcionários) que tratou da construção da barragem do Alqueva; e a
b) GESTALQUEVA (trata do fomento do turismo na zona do grande lago)
c) Não há razão nenhuma para esta duplicação de organismos:

Primeiro: EXTINGUIR A GESTALQUEVA, colocar as competências na EDIA ou concessionar a privados (fomento do turismo);
Segundo: EMAGRECER A EDIA (já acabou a construção da barragem).

Ministério do Trabalho e da Segurança Social – 9

1. Há neste Ministério sete organismos consultivos (uma loucura):

• Conselho Nacional da Formação Profissional
• Conselho Nacional da Higiene e Segurança no Trabalho
• Conselho Nacional de Segurança Social
• Conselho Nacional do Rendimento Social de Inserção
• Conselho Nacional para a Reabilitação
• Conselho Consultivo das Famílias
• Comissão de Protecção de Políticas da Família

Minha Proposta:
• Extinguir todos (para estas tarefas existem direcções-gerais com as mesmas áreas de competência).
2. Ao nível de outros serviços – estes de natureza executiva - podem ser feitas várias outras extinções.

Assim:

a) O Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério da Segurança Social pode integrar as competências do Instituto de Informática e do Instituto de gestão do FS Europeu (competências afins e sobrepostas). MENOS DOIS ORGANISMOS.
b) Dois institutos – o Instituto da Segurança Social e o Instituto Nacional para a Reabilitação podem ser extintos e as suas competências (hoje afins e sobrepostas) serem integradas na Direcção-geral da Segurança Social. MENOS DOIS ORGANISMOS

Mistério da Saúde – 3

1. Alto Comissário para a Saúde (Orçamento de 30 milhões de euros)

a) Criado por Correia de Campos no Governo Guterres;
b) Veio o Governo do Durão Barroso e extinguiu-o:
c) Voltou Correia de Campos no Governo Sócrates e voltou a criar;
d) O Alto Comissário – veja-se bem – tem estatuto de membro do Governo (sub-secretário de Estado)
e) CONCLUSÃO: Pode ser extinto e as suas competências passarem para a Direcção-geral de Saúde (actualmente são competências sobrepostas).
f) Se a moda pega passamos a ter o Alto Comissário da Justiça, da Segurança Social, da Economia, da Comunicação Social, etc. etc.
g) Haja Bom Senso. Temos de POUPAR, extinguindo este organismo inútil.

2. Conselho Nacional de Saúde – Mais um Conselho Consultivo

a) Orgão Consultivo do Ministério da Saúde
b) Não faz sentido. A D G Saúde faz na perfeição esse papel. É a sua competência legal.
c) Mais um serviço que pode ser EXTINTO

3. Instituto da Droga e da Toxicodependência

a) Ao nível central tem cinco coordenadores – Equiparados a directores-gerais.
b) Ao nível regional tem cinco directores regionais
c) Tem cerca de dois mil funcionários (1/3 nos Serviços Centrais) – Uma loucura
d) As suas funções são no domínio da Saúde Pública
e) Pode perfeitamente SER EXTINTO, as suas competências locais integradas nos Centros de Saúde e as suas competências centrais na DG Saúde (é área de saúde pública)
f) Área de Estudos (quando for o caso encomendar às Universidades e Centros de Investigação)

Ministério do Ambiente – 3

1. Na área do ambiente há três institutos importantes:

a) Agência Portuguesa do Ambiente;
b) ICN – Instituto Conservação da Natureza;
c) INAG – Instituto Nacional da Água

• Têm todos competências muito semelhantes e, nalguns casos, sobrepostas.
• Seria possível e desejável fundir tudo num único organismo – a Agência Portuguesa do Ambiente.
• É o exemplo inglês (apontado normalmente como referência)
• Poupa-se imenso:Passamos a ter um único instituto em vez de três
Passamos a ter uma única administração em vez de três
Passamos a ter uma única estrutura administrativa, de contabilidade e financeira, em vez de três
Passamos a ter um único orçamento em vez de três
Passamos a ter menos pessoal e menos encargos

2. Ao nível regional temos a seguinte estrutura sobreposta:

a) As Comissões de Coordenação Regional têm competências na área do ambiente;
b) As ARH – Administração Recursos Hídricos, mesmo assim, existem como estruturas autónomas (cinco ARH/ cinco concelhos de administração/ cinco orçamentos/ cinco estruturas administrativas). Os organismos mais BUROCRÁTICOS que existem em Portugal.
c) Podem extinguir-se as ARH e integrar as suas competências nas CCDR

GANHO DE POUPANÇA. GANHO DE DESBUROCRATIZAÇÃO

Ministério da Administração Interna - 18

1. Extinção de 18 Governos Civis

a) Hoje, os Governos Civis, não fazem qualquer sentido;
b) Estão desprovidos de competências;
c) As suas pequenas competências (de carácter administrativo e de concessão de licenças de exploração de estabelecimentos) podem passar para as Câmaras Municipais (com vantagem de proximidade para os cidadãos);
d) A sua extinção permite poupar significativamente (porque têm grandes estruturas de pessoal)
e) Servem de “sacos azuis” de vários governos
f) PSD em 2002 prometeu a sua extinção mas também falhou (não cumpriu) por falta de vontade política.

Ministério da Educação – 2

1. Três Institutos com Competências Duplicadas/Sobrepostas:

a) GAVE – Gabinete de Avaliação Educacional
b) GEP – Gabinete de Estudos e Planeamento
c) MISI – Gabinete Coordenador do Sistema Informático do ME (recolha de Informação)
CONCLUSÃO: Destes três serviços, dois PODEM SER EXTINTOS e concentrar competências num único.

Vantagens:

• São Menos Administradores
• Menos Assessores
• Menos Pessoal
• Menos Despesa
• Menos burocracia

2. Direcções Regionais de Educação – Emagrecer

• Em termos de dimensão estão a atingir proporções gigantescas.
• Quadros de pessoal aumentaram significativamente nos últimos anos.

Assembleia da República – 2

1. Comissão Nacional de Eleições:

a) Estrutura permanente encarregue de fiscalizar os actos eleitorais;
b) A seguir ao 25 de Abril podia justificar-se;
c) Agora não faz sentido ser uma Comissão Permanente;
d) ABSURDO – Funciona em Permanência (365 dias por ano) mas só tem competências quando há eleições (nos 30 dias antes das eleições);
e) Pode ser extinta e as suas competências integradas no STAPE (Secretariado Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral, no MAI); ou quando muito, Ser uma Comissão Eventual (a funcionar só nos períodos eleitorais).

2. CADA – Comissão Nacional de Acesso aos Documentos Administrativos

• Não faz sentido
• Pode ser extinta

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sinais de agravamento da dívida

A crise gerada por incompetência dos responsáveis pela «gestão» do País, está para durar e o seu agravamento fica patente com o facto de os «Certificados do Tesouro a subscrever em Outubro vão pagar juros de 6,1 por cento», o nível mais elevado desde que o instrumento foi criado.

E é convicção generalizada nos cidadãos que os «Governos gastam mal mais de metade do dinheiro dos impostos», o que se baseia no facto de ficar muito caro aos portugueses sustentar uma obesa máquina do Estado pejada de inúmeros assessores e consultores inúteis, que em vez de evitarem e solucionarem a crise, a criaram e mantêm em crescente agravamento, com a dívida a aumentar e a ficar mais cara.

Os institutos, as empresas públicas e autárquicas e as fundações que nasceram e cresceram como cogumelos em tempo de Outono, para darem guarida a uma quantidade injustificável de «boys» pagos a preço de ouro, com prémios, carros de alto preço, cartões de crédito sem controlo e impunidade, apesar das dívidas que criam e que o Estado (nossos impostos) tem que suportar, continuam a ser um sugadouro insaciável de recursos financeiros. Apesar da crise, tem sido permitido, descontroladamente, que as «Empresas do Estado violam limites do PEC» não racionalizem a quantidade de quadros «superiores», os seus gastos, o funcionamento da estrutura com vista aos objectivos sociais e à simplicidade e economia, e as benesses dos gestores de topo.

E tudo isto acontece num país onde a Justiça passa ao lado dos políticos e seus cúmplices, coniventes e conluiados, ao contrário de Estados mais eticamente organizados em que a Justiça é igual para todos como, por exemplo, a Islândia onde o «Parlamento islandês processa primeiro-ministro que governava quando país faliu».

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sábado, 18 de setembro de 2010

Mário Soares claro e oportuno

Mostrando querer resistir à eutanásia compulsiva, ao gosto de Almeida Santos, o ex Presidente da República brinda os portugueses com afirmações sensatas, convergentes com os interesses nacionais e oportunas, ao dizer que é preciso haver cortes nas despesas ao nível da administração central, regional e local, das regiões autónomas e dos vários órgãos de soberania.

“É preciso haver cortes e aí acho que o doutor Passos Coelho tem razão”, afirmou.

Na opinião de Mário Soares, Portugal “precisa é de cumprir aquilo a que se comprometeu no primeiro e no segundo Programa de Estabilidade e Crescimento”. “Há uma certa dificuldade em conseguir crédito, é natural e é por isso que temos mesmo de reduzir os nossos défices e o nosso endividamento externo”, concluiu.

Devemos ter apreço pela sua frontalidade e clareza num ponto candente da vida nacional, não se limitando a insinuações, tabus ou meias palavras, quando o «Risco atribuído à dívida de Portugal aproxima-se dos máximos históricos» e quando alastram os receios da vinda do FMI.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Como se gera a dívida pública

Transcrição de artigo do blog «Kerodicas»

Estado paga 99,500€ por um site baseado em open-source

Para quem não sabe, no passado dia 5 de Outubro passaram-se 99 anos da Implantação da República em Portugal. Ainda antes das comemorações oficiais, em Julho, foi lançado um site, o Centenário da República (uma antecipação à comemoração do centenário da data em 2010), cujo agora se sabe que o custo total foi de 99, 500 euros, apesar de ser totalmente baseado em ferramentas open-source, ou seja, totalmente grátis.

O site baseia-se nomeadamente no CMS (Content Management System) Drupal, totalmente gratuito, e utiliza o tema Zen, igualmente gratuito.

Por mais adaptações visuais e modificações que a empresa responsável possa ter efectuado no site, o que é certo é que tanto o Drupal como o Zen já ofereciam uma base bastante sólida e completa para trabalhar, portanto é deveras exagerado este valor final do projecto. São quase 100 mil euros!

Quantia essa retirado dos cofres do Estado, onde, adivinhem, sim, está o dinheiro dos contribuintes.

A empresa responsável pelo projecto é a Henrique Cayatte – Design, Lda, e o seu Presidente é também, por mera coincidência, Presidente do Centro Português de Design.

Agora fica a questão: valerá este investimento a pena? Não será em tempos de crise algo demasiado “casual” (sim 100,000 não é quase nada nos milhões dos cofres do Estado, mas seguindo essa linha de pensamento…)?
Este artigo foi publicado no dia 30 Novembro, 2009 às 23:16.

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Finanças públicas com má cotação

Cá dentro, coloca-se uma rede de camuflagem sobre as realidades, com aquilo que Sócrates apelida de «irresponsabilidade» e exibicionismo político». Mas do exterior, agências especializadas e com crédito internacional levantam o véu, como mostra a notícia que, depois da Moody's, aborda o valor da dívida pública portuguesa.

Standard & Poor's baixa avaliação das finanças públicas portuguesas
Público. 07.12.2009 - 19h59. Por Lusa

A agência de notação financeira Standard & Poor’s piorou hoje a avaliação da dívida pública portuguesa de “estável” para “negativa”, devido à elevada deterioração das finanças públicas e aponta para 8 por cento o défice orçamental em 2009.

“A revisão do outlook reflecte a nossa perspectiva do aumento do potencial para uma diminuição do rating devido à maior deterioração das finanças públicas de Portugal do que a que esperávamos, incluindo um esperado rápido aumento da taxa de dívida publica em percentagem do PIB (Produto Interno Bruto) para mais de 90 por cento em 2011”, afirmou o analista de crédito da agência Kai Stukenbrock, em comunicado (para ler toda a notícia clique aqui)

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domingo, 25 de outubro de 2009

Dívidas internacionais históricas

Discurso do Embaixador Mexicano

Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, deixou atónitos os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

A conferência dos chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irónico, cáustico e de exactidão histórica que lhes foi feito porfez Guaicaípuro Cuatemoc.

Eis o discurso:

"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.

Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indemnização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo.

No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."

Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
Publicada por Luis no blog Sempre Jovens

NOTA: Se bem que estes casos fazem parte da História dos últimos cinco séculos, convém reflectir nas ocorrências actuais, agora que existe a ONU, supostamente destinada a evitar estas explorações e a garantir a paz universal. Vejamos os casos do Iraque e do Afeganistão. Porquê e para quê as invasões de poderosos exércitos modernos? Comparando os anos depois das invasões com os últimos períodos iguais anteriores, que diferenças houve? Quantas vidas se perderam? Quantos deficientes ? Quantas famílias enlutadas? Quantos haveres, recursos monumentos históricos e arqueológicos, etc, irremediavelmente destruídos?
Quem beneficiou com isso, além dos fornecedores de armas e de material bélico e de serviços logísticos para apoo dos militares combatentes?

Quem e quando indemniza os povos desses Estados? Qual o papel da ONU ou dos tribunais internacionais para resolver justamente o pagamento de tais dívidas?

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Não se exigem responsabilidades pela má gestão

Segundo a notícia do JN «Câmaras recebem 415 milhões para pagar dívidas», sessenta e nove autarquias viram aceitas as candidaturas ao Programa de Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado, num montante global de 415 milhões de euros, segundo a Direcção-Geral do Tesouro. Alem destas Câmaras há mais 10, também com dívidas, viram recusadas as suas candidaturas. O montante global solicitado pelas 79 câmaras atingia 485 milhões, mas a importância concedida foi um pouco a baixo.

Para ter uma ideia das importâncias pretendidas pelas Câmaras citam-se três casos: Guarda requereu 18,6 milhões de euros; Torres Novas tinha solicitado 16,5 milhões e Évora pediu 16,3 milhões. Ninguém pede responsabilidades pela má gestão. A Justiça parece deparar com grandes dificuldades para lidar com prevaricadores bem instalados nas Autarquias e no aparelho do Estado.e do Poder económico.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O Estado é 'pessoa de bem'?

Em tempos não muito distantes, era ensinado na educação cívica que o Estado no seu sentido lato, englobando as autarquias, e os agentes de autoridade, deve ser considerado pelos cidadãos como ‘pessoa de bem'. Quando aqui se fala de Estado refere-se a estrutura política e administrativa, pois o Estado é o conjunto de três factores: População, território e a estrutura política, sendo esta destinada a defender a integridade do território e a garantir o bem-estar da população.

Porém, nas relações entre as populações e o Estado, nem sempre esse preceito cívico é levado a sério e ouvem-se lamentos frequentes de falta de seriedade do Estado, o que coloca em dúvida de ainda ser considerado, pelos cidadãos, ‘pessoa de bem’. Há até quem compare os seus mais altos representantes com aquilo que existe de pior e é mais indesejável na sociedade.

Como dizia Almeida Garrett, «A voz do povo é voz de Deus» e será bom olhar á volta à procura de sinais que possam anular ou confirmar as motivações desses lamentos. Serão reais ou apenas maledicência?

Sabe-se que o Estado deve muitos milhões a empresas às quais não paga no prazo adequado os fornecimento de serviços e de materiais mas, pelo contrário, exige que elas paguem os impostos que lhes são fixados nos prazos por ele estabelecidos, sem perdão de qualquer atraso. Parece, realmente, não ser atitude de ‘pessoa de bem’.

Também com os militares algo se apresenta confuso. Deles se exigem restrições aos direitos consagrados pela Constituição e sacrifícios inerentes ao risco das missões a que são destinados Para tal foi estabelecido o conceito de ‘condição militar’ que dava cobertura a compensações correspondentes a tais riscos e sacrifícios. Porém, recentemente, os governos retiraram essas compensações a que chamaram ‘regalias’ e, no entanto, continuam a exigir a obediência às mesmas restrições aos direitos fundamentais, considerando os militares como vulgares funcionários públicos, o que demonstra intenção perversa pois não há nenhum funcionário das Finanças, da Segurança Social, ou de outro ministério, que esteja sujeito a tais restrições, riscos e obrigação de disponibilidade. Para mais, como os militares não têm sindicato nem direito a greve ou manifestação, os seus salários estão hoje reduzidos a metade dos de outros servidores do Estado que há 10 anos recebiam por igual. Parece, realmente, não ser atitude de ‘pessoa de bem’.

Olhando à volta para descortinar da razoabilidade dos comentários e lamentos que se ouvem nos lugares públicos, outros casos se encontram, mas por agora, ficamos por estes, que são bastante significativos.

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sábado, 20 de outubro de 2007

Excesso de assessores e má gestão não resultam bem

É do conhecimento geral que as autarquias se debatem com dificuldades de vária ordem, sendo muitas de difícil solução devido à interacção de factores diversos. Um dos problemas resulta do excesso de pessoal político.

Como aqui foi referido, por várias vezes, os organismos do Estado têm sido transformados em centros de emprego, vocacionados para os jovens menos dotados e que se distinguem pela sua «devoção» ao partido como forma de sobrevivência. Como afirmou, há cerca de um ano, uma vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, a propósito do excesso de assessores no município, estes são nomeados com base na confiança política e não na competência técnica. Conscientes desse favor que o político amigo lhes faz, procuram não lhe desagradar, para não perderem o chorudo salário (actualmente são 4.000 € mensais) e para garantirem uma candidatura nas próximas eleições legislativas ou autárquicas e, assim, prosseguirem na «carreira» política.

Esta situação de excesso de parasitas que nada de útil produzem e da necessidade de encomendar estudos fora a amigos políticos, condicionados à partida com o objectivo que é marcado, criam custos elevadíssimos, levando à realidade surgida com frequência nos jornais com títulos como este «Câmaras atoladas em dívidas».

Porquê tantas dificuldades e tantas dívidas? Só pode, em termos gerais, ser atribuída a falta de boa gestão dos assuntos das autarquias, porque os assessores não se limitam à quantidade necessária e não possuem competência e experiência técnica que lhes permita serem úteis, assessorando correctamente os decisores. Estudos que deviam ser feitos por eles, têm de ser encomendados, também a amigos correlegionários. Para obter tal competência, as Câmaras, tal como todos os outros sectores públicos, devem renunciar ao apadrinhamento dos «boys» e «girls» da família oligárquica, deixar de ser centro de emprego de amigos e começar já obter pessoal através de concursos públicos devidamente preparados e bem conduzidos, sem favores nem corrupção.

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terça-feira, 2 de outubro de 2007

Dívida externa

Dívida externa de Portugal 29/09/2007
$ 272.200.000.000 - duzentos e setenta dois mil milhões de dólares (duzentos e setenta dois biliões de dólares)
É verdade !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Qual déficit nas contas públicas de 3 % , qual quê, isto não é nada !!!!!!!!!!!!!!!!!

Os nossos políticos, com a cumplicidade de toda a imprensa portuguesa, enterraram o nosso país de vez.
Porque a imprensa económica não divulga a realidade de nosso país ?
Porque pertencem a mesma máfia que governa nossas vidas !!!!!!!
No ano de 2003, a nossa divida externa era de 13,1 mil milhões de dólares. hoje, no ano de 2007, nossa divida externa é de 272 mil milhões de dólares.

Dívida externa: $ 272,2 bilhões de dólares (30 september 2007 est.)

ano....... dívida externa....... posição... mudança percentual
2003.... . $ 13.100.000.000... 51
2004... . $ 250.000.000.000... 4... 1.813,74 %
2005 .... $ 274.000.000.000... 7... 9,57 %
2006 ... $ 287.000.000.000... 17.. 4,77 %
2007 ... $ 272.200.000.000 ...22.- 5,42 %

Gostaria de saber onde foram gastos 237 mil milhões de dólares em um ano ( de 2003 a 2004 ) !!!
Em um ano ( 2004 ) passamos de 13 para 250 mil milhões de dólares !
Em 2007 nossa dívida externa é de 272 mil milhões de dólares.

Por favor, me esclareçam …………….
Gostaria de ser esclarecido pelo poder político, como Portugal irá saldar esta dívida?
Vão aumentar ainda mais os impostos que já pagamos?
Vão contrair outros empréstimos para saldar os actuais?
Quem foi o responsável por este descalabro?
Onde estava a fiscalização da Assembleia da Republica?
Onde estava a fiscalização do tribunal de contas?

Em que foram gastos 272 biliões de dólares em 4 anos ?
Nos estádios de futebol?
Nos dois submarinos de 900 milhões de euros ?
Nos 500 milhões de euros gastos nos 40 aviões F-16 da força aérea ?
No perdão da dívida aos países corruptos africanos?
Na generosa e desinteressada ajuda á Timor ? ajuda que é gerida pelo “ padre Vítor Melícias “. Dá vontade de rir ……....
Na barragem Cahorra Bassa ? em que Portugal perdoou 1,5 mil milhões de euros á Moçambique !!!!!!!!!

Porque a imprensa económica nunca faz referência a divida externa de portugal ?
Cumplicidade é a resposta !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cumplicidade de todos (políticos / imprensa / empresários / governo / bancos). silêncio ……………………………….
Nós contribuintes portugueses estamos cá para pagar, e bem pago, para sermos escravos de uma classe política portuguesa corrupta e ineficaz.

As autarquias durante anos se endividaram nos bancos, sem terem condições para o fazer. Foram praças públicas construídas / destruídas / e outra vez reconstruídas. dinheiro jogado ao lixo, nosso dinheiro !!!!!

Foi o governo central, dando subsídios para as regiões autónomas, e sendo avalista de empréstimos sem retorno económico possível (torrar dinheiro).

Foi a criação de fundações públicas que escapam ao controlo do tribunal de contas. sendo estas fundações um cabide de empregos para: filhos de deputados e presidentes de câmaras, amigos e cúmplices.

Não se enganem, todos nós contribuintes portugueses vamos pagar muito caro !!!!!!!!!!!!!!!

Cada português (homem, mulher e criança) deste país, deve $ 27.200 dólares em dívida externa aos bancos internacionais.

27.200 dólares correspondem a 19.428 euros ao câmbio de hoje.

Salve-se quem puder …………………………………

Por mim, digo-lhes que vou pagar impostos em Espanha, e que se f... o Estado português, mais o Zezinho Sócrates !!!!!!!!!!!!!
tchau, amanhem-se portugueses …………………...
Portugal ?? só para passar férias …………………

Obs: caso tenham dúvidas legitimas sobre estes dados, sugiro que vão ao site (http://www.indexmundi.com/ ) ou ainda ao site da CIA-central de espionagem americana,
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/po.html

Portugal dívida externa
http://www.indexmundi.com/pt/portugal/index.html/#economia

Divida externa em biliões de dólares no ano 2007

Rank country ...........dívida externa
1... Estados Unidos.. 10.040
2 ... Reino Unido........ 8.280
3 ... Alemanha............ 3.904
4 ... França................. 3.461
5 ... Itália.................... 1.957
6 ... Países Baixos...... 1.899
7 ... Espanha.............. 1.591
8 ... Japão.................. 1.547
9 ... Irlanda..................1.392
10 .. Suíça.................. 1.077
11 .. Bélgica............... 1.053
12 .. Canadá................. 684,7
13 ... Suécia..................598,2
14 ... Áustria................ 594,3
15 ... Austrália............. 585,1
16 ... Hong Kong..........472,9
17 ... Dinamarca............405
18 ... China.................. 305,6
19 ... Grécia..................301,9
20 ... Rússia ................ 287,4
21 ... Portugal.............. 272,2
22 ... Finlândia............. 251,9
23 ... Coreia do Sul.......249,4
24 ... Turquia................ 193,6
25 ... México.................178,3
26 ... Brasil ...................176,5
27 ... Polónia .................147,3

A nossa divida externa é maior que a do Brasil (177 mil milhões), e é um país com imensas riquezas naturais.
Portugal nunca terá recursos para pagar 272 mil milhões de dólares de sua divida internacional.
Os políticos portugueses (da esquerda a direita) são todos uns porcos corruptos. o silêncio deles nesta matéria diz tudo. Enterraram Portugal de vez ...

Ramiro Lopes Andrade
engenheiro civil, contribuinte português

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