terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Má gestão. Esbanjamento

Assim vai o «Carnaval» nos serviços públicos pagos com os nossos impostos.

Custos evitáveis nos centros de saúde podem atingir os 900 milhões de euros

Temos que acabar com isto seguindo os sábios conselhos do PM, quando «apelou, esta segunda-feira, aos portugueses para serem "mais exigentes", "menos complacentes" e "menos piegas" e disse "Temos de ser ambiciosos e exigentes com o ensino, com a investigação e o saber, com as empresas".., "hoje, mais do que nunca", é preciso "enfatizar a relevância" de os portugueses serem "totalmente exigentes e nada complacentes com a facilidade", apelando à "transformação de velhas estruturas e velhos comportamentos muito preguiçosos ou, às vezes, demasiado autocentrados", por outros "descomplexados, mais abertos, mais competitivos".»

Exijamos, «custe o que custar», que os políticos cumpram rigorosamente o seu dever de zelar pelos interesses da população portuguesa, dos cidadãos, dos eleitores.

Imagem de arquivo

2 comentários:

Luís Coelho disse...

Parece-me bem que se dê animo para que as pessoas continuem a acreditar, mas o caminho seguido não me parece o melhor.
Deixem de ser europeiistas e sejam mais realistas, vendo a destruição a que nos votaram.
Num futuro muito próximo nem haverá dinheiro para pagar as mordomias do governo, os seus luxos e salários.

A crise é patrocinada pelos donos da Europa que ficam imunes de castigos. Quem lhe fizer frente será posto à margem. Vejam a Grécia, A Itália e agora nós...

A. João Soares disse...

Caro Luís Coelho,

A condução dos comportamentos da população deve ser feita com especial cuidado sem melindrar ou desrespeitar as pessoas. É sempre demasiado arriscado um governante acusar o povo de «piegas» e incitá-lo a ser "mais exigentes" e "menos complacentes", porque isso pode virar-se contra governantes pouco cuidadosos e eficazes ou corruptos que nomeiam para os tachos os amigos em vez de escolher os portugueses mais capazes por meio de concursos públicos.

Mas o ponto forte do post seria a despesa de 900 milhões de euros, evitáveis, nos centros de saúde, o que não é culpa directa deste Governo mas consequência de complacência, facilitismo, descuido, defeitos que, infelizmente, são demasiado generalizados na nossa gente. É urgente sanar toda esta podridão que se tem acumulado e que origina o actual estado de crise.

E com isto prova-se que a crise não é patrocinada pelos donos da Europa mas por erros internos de Estados viciados. Por exemplo, da Grécia contam-se corrupções a todos os níveis e compadrios que chegam ao ponto de haver aldeias em que toda a gente obteve atestado médico de uma deficiência que lhe dá direito a subsídio, mas que, como é inexistente não os impede de trabalhar na economia paralela.

A população em geral precisa ser educada para mais civismo e seriedade na produção e auto-suficiência, mas isso não se obtêm com discursos agressivos e palavras demasiado fortes. Hoje isso não é aceitável nem da parte dos pais nem dos professores.

Abraço
João