segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Perguntas pertinentes



O partido do orador não tem relevância para este post. Perguntar não ofende. O povo diz, na sua velha sabedoria: «Mais depressa de se apanha um mentiroso do que um coxo».

2 comentários:

Campista selvagem disse...

Meu caro por mero acaso ouvi este debate em directo como viajava sosinho nem sei se me apeteceu rir se chorar.
Nós povo merecemos tipos destes,foi pena muitos de nós termos confiado o nosso destino a entidades da mesma cor, na cabeça do poleiro.
(Só temos uma alternativa é aturar estes (des)governantes quatro longos anos, o problema é que a seguir não vai sobrar nada para governar, restanos o caus...

A. João Soares disse...

Caro campista,

A triste realidade é como diz, temos o que merecemos. O regime impõe a escolha entre duas listas que contêm nomes que não são conhecidos da maioria dos eleitores, mas estes acabam por votar numa delas levados por promessas mentirosas ou sem a suficiente credibilidade.
Depois, como diz,aceitamos a desgraça com a convicção de que, 4 anos depois, será o caos, que fica para os nossos filho e netos. Seria mais honesto, coerente e corajoso que não adiássemos o caos para quem vier a seguir. Porque não arriscamos o caos agora mesmo? porque não eliminamos um dos mentirosos, já, para levar os outros a serem mais sérios e prudentes, dedicando-se mais a Portugal? Se a eliminação desse não for suficiente para moralizar os restantes, aplica-se a mesma receita a outro... e assim sucessivamente até a governação ser feita para os portugueses e não para os do poleiro contra os interesses nacionais.
Quanto mais tarde for aplicada a terapia maior o risco de o doente se tornar incurável e morrer da pior forma. Para evitar este mau (mas justo) destino dos políticos actuais está na mão deles fazer a reforma indispensável das suas mentalidades. Têm que se convencer seriamente de que a sua tarefa não pode continuar a ter como principal objectivo o seu enriquecimento ilícito à custa do povo, nem pelo processo do bando do BPN, nem com as conivências da Face Oculta, ou do IPO/Lima/Isaltino...

Como os portugueses se regozijariam se o actual Poder procedesse já à moralização do regime, à reforma pacífica do sistema. Com essa solução evitar-se-iam os graves prejuízos de uma mudança violenta. NO Egipto ainda não se ultrapassou a crise, o PREC.

Abraço
João