Amar o semelhante, respeitar os outros
Na missa celebrada na manhã de 21 de Maio de 2017 pelo Papa Francisco na Casa Santa Marta, Ele disse:
«O mundo nos propõe outros amores, que não o ensinado pelo Pai orientado para o semelhante, para os outros:
o amor ao dinheiro, por exemplo,
o amor à vaidade, exibir-se,
o amor ao orgulho,
o amor ao poder, inclusive cometendo muitas injustiças para ter mais poder...
São outros amores, mas não é de Jesus e não é do Pai. Ele nos pede para permanecer no seu amor, que é o amor do Pai.
Pensemos também nesses outros amores que nos afastam do amor de Jesus. E também, existem outras medidas para amar: amar pela metade, isso não é amar.»
Uma coisa é querer bem, outra é amar."
domingo, 21 de maio de 2017
AMAR O SEMELHANTE, OS OUTROS
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sábado, 27 de fevereiro de 2016
COMO RECUPERAR UM REVOLTADO
As pessoas também se conquistam com carinho, amizade, amor. «Com vinagre não se caçam moscas» dizia a sabedoria dos nossos antepassados.
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A. João Soares
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
SOLIDARIEDADE ... SEMPRE
Transcrição de texto colhido no Facebook
NINGUÉM É SUPERIOR A NINGUÉM
Por Ana Paula Nascimento
Certo dia, uma mulher avistou um mendigo, sentado numa calçada na Rua.
Aproximou-se dele, e como o pobre coitado, já estava acostumado a ser chacoteado por todos, a ignorou
.
Um policia, observando a cena, aproximou-se:
- Ele está a incomodar a senhora?
Ela respondeu:
- De modo algum - eu é que estou tentando levá-lo até aquele restaurante, pois vejo que está com fome e até sem forças para se levantar. O senhor Policia ajuda-me a levá-lo até ao restaurante?
Rapidamente, o policia a ajudou, e o pobre homem, mesmo assim, não querendo ir, pois, não acreditava que isso estava a acontecer!
Chegando ao restaurante, o garçom, que foi atendê-los, disse sem pestanejar :
- Desculpe Senhora, mas ele não pode ficar aqui.. Vai afastar os meus clientes!!!
A mulher abaixou e levantou os olhos e disse:
- Sabe aquela enorme empresa ali em frente? Três vezes por semana, os directores de lá juntamente com clientes, vêm fazer reuniões neste restaurante, e sei que o dinheiro que deixam aqui, é o que mantém este restaurante . Pois é, eu sou a proprietária daquela empresa. Posso fazer a refeição aqui, com o meu amigo.. ou não?
O garçom fez um gesto positivo com a cabeça, o policia que estava de longe observando ficou boquiaberto, e o pobre homem, deixou cair nesse momento, uma lágrima de seus sofridos olhos.
Quando o garçom, se afastou, o homem perguntou:
- Obrigado Senhora, mas não entendo esse gesto de bondade.
Ela segurou nas suas mãos , e disse:
- Não se lembra de mim, João ?
- Me parece familiar - respondeu - mas não me lembro de onde.
Ela, com lágrimas nos olhos, disse:
- Há algum tempo atrás, eu recém formada, vim para esta cidade... Sem nenhum dinheiro no bolso... Estava com muita fome... Sentei-me naquela praça, aqui em frente, porque tinha uma entrevista de emprego naquela empresa, que hoje é minha. Quando se aproximou de mim, um homem, com um olhar generoso. Lembra-se agora João?
Ele, em lágrimas, afirmou que sim.
- Na época , o senhor trabalhava aqui. Naquele dia, fiz a melhor refeição da minha vida, pois estava com muita fome, e até sem forças. Toda hora, eu olhava para o senhor, pois estava com medo de prejudicá-lo, pois estava ali a comer de graça. Foi quando ví, o senhor a tirar dinheiro do seu bolso e colocar na caixa do restaurante. Fiquei mais aliviada. E sabia que um dia poderia retribuir. Alimentei-me, fui com mais forças para a minha entrevista.
Na época, a empresa ainda era pequena... Passei na entrevista, especializei-me, ganhei muito dinheiro, acabei comprando algumas acções da empresa, e com o passar do tempo, fiquei a proprietária, e fiz a empresa ser o que ela é hoje.
Procurei pelo senhor, mas nunca o encontrei... Até que hoje, o vi nessa situação. Hoje, o senhor não dorme mais na rua! Vai comigo para a minha casa... Amanhã, compraremos roupas novas, e o senhor vai trabalhar comigo!
Se abraçaram, a chorar.
O policia, o garçom e as demais pessoas, que viram essa cena, emocionaram-se diante da grande Lição de vida, que tinham acabado de presenciar!!!
MORAL DA HISTÓRIA:
Hoje sou eu a precisar . . . amanhã podes ser Tu !
Faz sempre o BEM... Um dia ele retornará em dobro para Ti !
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domingo, 25 de agosto de 2013
REALIZAR O SONHO DE LUTHER KING
Há sonhos ou utopias que não devem deixar-se morrer, para que a luta pelos direitos das pessoas se sobreponha ao «culto dos ídolos efémeros» e se recuperem as «periferias sociais». E isso será possível se «cada um de nós fizer a sua pequena parte». Para isso transcreve-se o artigo:
Filho de Luther King apela para a continuação da luta iniciada pelo pai
Diário de Notícias 25-08-2013
Martin Luther King III pediu ontem perante dezenas de milhares de pessoas a continuação da luta que a geração do seu pai iniciou há 50 anos, exactamente no mesmo local em que proferiu o discurso "I have a dream".
Luther King III, que seguiu exemplo do seu pai na defesa dos direitos civis, pediu aos manifestantes reunidos em Washington para não darem "sequer um passo atrás" na luta pelos seus direitos e disse que o sonho que Martin Luther King disse ter tido há 50 anos ainda está por realizar nos Estados Unidos.
"Estou aqui neste lugar sagrado sobre as pegadas do meu pai, comovido pela história intensa, mas mais do que isso gosto de saber que vocês continuam a sentir a sua presença, que continuam a ouvir a sua voz [de desejo de alcançar um sonho]. (...) Mas este não é o tempo para as comemorações nostálgicas, (...) é tempo para continuar a tarefa", afirmou.
Luther King III fez a defesa da reforma das leis da imigração, que se encontra atualmente no centro da discussão política nos Estados Unidos, sustentando que "deve ser adotada para que acabe o assédio que sofrem os irmãos e irmãs [sobretudo hispânicos] e para garantir-lhes o caminho da cidadania".
"Da mesma forma que estamos a recuperar da pior crise económica desde a Grande Depressão, os Estados Unidos precisam de um novo Plano Marshall para gerar empregos nas suas cidades, melhorar as infraestruturas e criar um estímulo económico", acrescentou.
Luther King III invocou também o "imperativo fundamental do amor", um poder a que se referiu o seu pai no célebre discurso há meio século, para apelar ao fim da violência traduzida por episódios como os tiroteios de Columbine ou Newtown.
"Se cada um de nós fizer a sua pequena parte, nas nossas casas, nas nossas igrejas, nas nossas escolas, nos nossos empregos, nas nossas organizações, se em cada um dos aspetos da vida tentarmos alcançar a causa da liberdade, de certeza que a alcançaremos. Seremos então todos livres", concluiu.
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domingo, 26 de dezembro de 2010
Amai-vos uns aos outros...
«Ou vivemos todos juntos como irmãos ou morremos todos juntos como idiotas»
(Dr. Martin Luther King)
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Instrumentos do Poder
O jornalista Luís Portela, na sua crónica do Jornal de Notícias, Força Universal, apresenta um tema que merece atenta reflexão e ao qual vou dedicar umas linhas para chamar a tenção dos leitores para o artigo completo (basta fazer clique sobre o seu título) e para lembrar aos meus visitantes assíduos deste que o tema foi aqui focado em vários posts linkados no fim deste texto.
Luís Portela começa por referir que «parece que os homens primitivos procuravam impor as suas ideias e dominar os outros pela força física. Algumas pessoas ainda hoje utilizam esses métodos.» Depois a casta dava poder aos privilegiados. Veio também a valorização de factores como «a linhagem, a raça, a classe social, o nível de acumulação de bens materiais, …
Depois o valor pessoal passou a assentar nas capacidades demonstradas «na ciência, nas artes, na economia, no desporto… Não precisavam de impor, antes iam conquistando.» Foram percebendo que «a sua capacidade de realização, crescendo com a sua vontade, a sua paciência, a sua persistência, a sua coragem, a sua determinação, seria tanto maior quanto maior fosse o seu respeito pelas leis universais.»
«A actuação de seres como Einstein, Gandhi, Teresa de Calcutá ou Nelson Mandela faz-nos ponderar que a verdadeira força não é a física ou das armas, não é a da classe social ou política, não é a económica ou do conhecimento meramente científico. Leva-nos a pensar que a verdadeira força pode abarcar tudo isso, mas está para além de tudo isso.»
«Faz-nos ponderar que a verdadeira força vibra em cada um de nós, como partículas da Força Universal. Faz-nos sentir como parte integrante dessa Força Universal, embora por vezes, ou muitas vezes, esquecidos dessa realidade. Faz-nos sentir que essa Força Universal está espelhada em cada um de nós, ou seja, que cada um tem em si todo o seu potencial. A explorar de si para consigo, de si para com o Todo. Sem necessidade de impor seja o que for, seja a quem for. Em harmonia, serenamente, com Amor.»
Esta explicação vem reforçar, por palavras diferentes os temas abordados nos posts seguintes:
- A Paz no Mundo será possível?
- A Paz pelas conversações
- Negociação em vez de guerra
- Guerra a pior forma de resolver conflitos
- Nobel da Paz. Negociação e Mediação
- Humanidade sem terrorismo
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Tempo a que falta amor
Transcrevo este texto de Eugénio de Andrade, in 'Os Afluentes do Silêncio', que me foi enviado por alguém que admira muito o Sempre Jovens o qual considera em sintonia com as palavras do escritor que ajudam a explicar alguns dos pequenos atritos devidos a particularidades fragmentárias que são classificadas como ofensas pessoais quando não passam de situações tradicionais, linguísticas e abrangentes do Homem como criatura planetária. Será aleivosia uma pessoa considerar-se como centro do mundo e alvo de qualquer apreciação impessoal, geral e universal de que não goste.
Fragmento do Homem
Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi transformando o homem num objecto com preço marcado.
Estrangeiro a si próprio, surdo ao apelo do sangue, asfixiando a alma por todos os meios ao seu alcance, o que vem à tona é o mais abominável dos simulacros. Toda a arte moderna nos dá conta dessa catástrofe: o desencontro do homem com o homem. A sua grandeza reside nessa denúncia; a sua dignidade, em não pactuar com a mentira; a sua coragem, em arrancar máscaras e máscaras.
E poderia ser de outro modo? Num tempo em que todo o pensamento dogmático é mais do que suspeito, em que todas as morais se esbarrondam por alheias à «sabedoria» do corpo, em que o privilégio de uns poucos é utilizado implacavelmente para transformar o indivíduo em «cadáver adiado que procria», como poderia a arte deixar de reflectir uma tal situação, se cada palavra, cada ritmo, cada cor, onde espírito e sangue ardem no mesmo fogo, estão arraigados no próprio cerne da vida?
Desamparado até à medula, afogado nas águas difíceis da sua contradição, morrendo à míngua de autenticidade - eis o homem! Eis a triste, mutilada face humana, mais nostálgica de qualquer doutrina teológica que preocupada com uma problemática moral, que não sabe como fundar e instituir, pois nenhuma fará autoridade se não tiver em conta a totalidade do ser; nenhuma, em que espírito e vida sejam concebidos como irreconciliáveis; nenhuma, enquanto reduzir o homem a um fragmento do homem. Nós aprendemos com Pascal que o erro vem da exclusão.
Eugénio de Andrade, in 'Os Afluentes do Silêncio'
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sexta-feira, 24 de julho de 2009
Economia com verdade ao serviço da caridade
Numa época em que estão muito esquecidos os valores da verdade, da solidariedade social da procura da perfeição, hoje mais designada por excelência, faz bem encontrar umas pílulas de sabedoria humana que levem as pessoas a olhar com mais atenção os outros do que o próprio umbigo. Por isso não quero perder a oportunidade de transcrever este artigo do Povo.
Verdade
João César das Neves
O Papa Bento XVI publicou há pouco a sua terceira encíclica. O tema não é espiritual, como compete a líder religioso, mas económico. Este facto é chocante. A economia é a coisa mais negativa, maldosa, suja do nosso tempo. Aí estão todos os escândalos, misérias e crises da actualidade. O passado temia bárbaros, pestes, feiticeiros; hoje o mal é financeiro, político, empresarial. Sobre isto, que tem a dizer um homem de Deus, um guia espiritual?
"O amor -«caritas»- é uma força extraordinária, que impele as pessoas a comprometerem-se, com coragem e generosidade, no campo da justiça e da paz."(1).
Falar de caridade no meio da globalização e euforia bolsista, dos casos Madoff e BPN parece sarcasmo amargo. O Papa tem consciência do problema: "Estou ciente dos desvios e esvaziamento de sentido que a caridade não cessa de enfrentar (...) Nos âmbitos social, jurídico, cultural, político e económico, ou seja, nos contextos mais expostos a tal perigo, não é difícil ouvir declarar a sua irrelevância para interpretar e orientar as responsabilidades morais. Daqui a necessidade de conjugar a caridade com a verdade (...) A verdade há-de ser procurada, encontrada e expressa na «economia» da caridade, mas esta por sua vez há-de ser compreendida, avaliada e praticada sob a luz da verdade"(2).
A encíclica do Papa é uma visão nova e refrescante sobre os estafados debates do quotidiano. A solução que apresenta é simples: ser santo todos os dias: "Cada um encontra o bem próprio, aderindo ao projecto que Deus tem para ele a fim de o realizar plenamente"(1).
João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
sábado, 22 de novembro de 2008
Amor... Respeito... e Liberdade !
Autor: Kali Mascarenhas
Aquilo que existe em mim e faz parte de mim... pode ser transformado... Se eu quiser
Aquilo que é do outro... só pode ser transformado por ele... e será compreendido e aceito por mim... dentro dos meus limites... se existir respeito...
Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou diz... se houver liberdade...
Não posso afirmar: “Aquilo que o outro fez ou disse me feriu...” Eu é que me feri com AQUILO que ele fez ou disse... tenho opções...
Eu sou dono das minhas emoções... sensações e sentimentos... Também... das minhas atitudes... pensamentos e palavras ! maravilha...
Não é coerente dizer que fiz algo para alguém... só porque alguém fez isso comigo primeiro...
Se eu agisse assim... eu seria apenas resposta e eco... sem vida...
É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir... É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações... e se faço algo... sou o responsável por isso... tenho escolhas...
Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos... e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro... é meu direito...
Busco o AMOR em sua mais bela expressão... e por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro... Amém...
Quero amar com liberdade ! Quero amar com plenitude !
Quero Amar antes de tudo... porque é bom...
Amar com Respeito e Liberdade!
Viver é arte... Seja criativo!
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domingo, 16 de novembro de 2008
O círculo do ódio
O dono de uma empresa gritou com o administrador, porque estava aborrecido naquele momento.
O administrador chegou a casa e gritou com a esposa, acusando-a de gastar muito, ao vê-la com um vestido novo.
A esposa gritou com a empregada porque ela quebrou um prato.
A empregada deu um pontapé no cachorro porque ele a fez tropeçar.
O cachorro saiu correndo e mordeu uma senhora que passava pela alameda, porque ela estava em frente à porta de saída.
Essa senhora foi ao hospital para se vacinar contra a raiva e gritou com o médico, porque doeu quando ele aplicou a vacina.
O jovem médico chegou a casa e gritou com a mãe, porque a comida não era de seu agrado.
A mãe acariciou-lhe os cabelos dizendo-lhe: Filho querido, amanhã farei a tua comida favorita. “Tu trabalhas muito, estás cansado e necessitas de uma boa noite de sono. Vou trocar as roupas da tua cama por outras bem limpas e perfumadas, para que descanses
com tranquilidade. Amanhã sentir-te-ás melhor".
Em seguida abençoou-o e saiu do quarto, deixando-o sozinho com os seus pensamentos ……
Neste momento, interrompeu-se o CÍRCULO DO ÓDIO, porque chocou com a TOLERÂNCIA, o PERDÃO e o AMOR.
Se entraste num CÍRCULO DE ÓDIO, lembra-te que com tolerância, e disposição ao perdão e sobretudo, com amor, podes rompê-lo.
Por favor, transmite esta história a familiares, amigos e conhecidos e pratica a lição nela contida. Por cada pessoa que a coloque em prática, o mundo ficará com menos violência! Para bem de todos nós!
De autor desconhecido. Retirado de um anexo em .pps recebido por e-mail.
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sábado, 1 de novembro de 2008
O Amor deve sobrepor-se à ira
Têm sido aqui publicados muitos posts que nos dão boas lições de vida. Este texto retirado de um anexo em Power Point, fica bem nesta colecção e merece ser meditado com muita atenção e sem pressa. Cinco minutos de serenidade fariam acalmar este pai e evitar uma dupla tragédia.
Uma família havia comprado un carro novo 0km. Detalhe, por detalhe, os estofos, a cor, tudo lindo. O pai amava aquele carro, seu esforço estava alí. Saíram ele, sua esposa e o pequeno de ambos, de somente 3 anos.
Chegando a uma estação de serviço descem os pais e deixam o pequeno no carro. A criança encontrou um marcador de texto e começou a escrever en todos aqueles estofos, com muita alegria, entusiasmo e amor. Considerando que as crianças fazem estas coisas nesta condição.
Depois de um tempo, chegam os pais e, ao ver a cena,o pai começou a queimar-se em fúria ao ver seus “belos estofos" todos escritos começou a bater na criança em suas mãos e a machucá-lo com muita força, até que tiveram que tirar a criança de suas mãos. A criança estava em tão mau estado que precisou ir ao hospital.
Algum tempo depois, tocou o telefone na casa da família e o pai atende. Era do hospital, de onde disseram será necessário que compareçam, as coisas se complicaram.
O pai comparece e é-lhe comunicado que foi necessário amputar ambas as mãos da criança, já que estavam muito machucadas.
Entrando o pai no quarto, coberto de lágrimas, o pequeno diz sorrindo
“Holá Papai!!!” Já aprendí a lição, não vou mais fazer isso, mas…” “Por favor devolva minhas mãozinhas!!!.”
O pai saiu daquele quarto e se suicidou.
Porque damos tanta importância às coisas materiais ao ponto de machucar os nossos
seres queridos??????????
REFLICTA!!!
Um día nasci. Um día morrerei. E nada levarei. Mas estou realmente vivendo?
"Uma casa está construída de pedra e madeira e um lar e feito de AMOR e ENTREGA".
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Conceito moderno do Amor
Transcrição do texto de um PPS recebido por e-mail
Autor: Flávio Gikovate, Médico Psicanalista
Sawabona Shikoba
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afectivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projecto masculino.
teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afectiva.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afectivas são óptimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Cada cérebro é único. O nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele torna-se menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer: “Eu Te respeito, eu te Valorizo, você é importante para mim”. Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é: “Então eu existo para você”
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domingo, 10 de agosto de 2008
Ninguém se cruza por acaso
As pessoas entram na tua vida,
- por uma razão,
- por uma estação ou
- por uma vida inteira.
Quando perceberes porque motivo é, vais saber o que fazer com cada pessoa.
Quando alguém está na tua vida por uma razão
... é, geralmente, para suprir uma necessidade que tu demonstraste.
Elas vêm para ajudar em dificuldades, dar apoio e orientação, ajudar, física, emocional ou espiritualmente.
Elas poderão parecer dádiva de Deus, e são!!!
Elas estão lá pela razão de que precisas que estejam lá.
Depois, sem nenhuma atitude errada da tua parte ou numa hora inconveniente, essa pessoa vai dizer ou fazer algo que leve a relação a um final.
. Às vezes… essas pessoas morrem.
. Às vezes… elas simplesmente se vão.
. Às vezes… elas agem e forçam-te a tomares uma posição.
O que devemos entender é que as nossas necessidades foram atendidas, os nossos desejos satisfeitos e o trabalho delas foi feito. As tuas orações foram atendidas. E agora, é tempo de ir.
Quando pessoas entram nas nossas vidas por uma estação
... é porque chegou a tua vez de dividir, crescer e aprender.
Elas trazem-te a experiência da paz, ou fazem-te rir.
Elas poderão ensinar-te algo que nunca fizeste.
Elas, geralmente, dão uma quantidade enorme de prazer.
Acredita!!! é real!!! Mas, somente, por uma estação.
Relacionamentos de uma vida inteira
... ensinam lições para a vida inteira. coisas que deves construir para teres uma formação emocional sólida.
A tua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa e pores em prática o que aprendeste em todos os outros relacionamentos e áreas da tua vida.
É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.
Ensinar-te-ão:
. trabalha como se não precisasses do dinheiro.
. ama como se nunca tivesses sido magoado.
. dança como se ninguém estivesse a ver.
. o maior risco da vida é não fazer nada.
De autor desconhecido. Retirado de um anexo .pps recebido por e-mail
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
A tigela de madeira do avô
Depois do post que Mariazita publicou no blog Sempre Jovens com o título «Através dos olhos de uma criança», trago aqui uma outra história relacionada com os velhos (eufemisticamente designados por seniores, idosos ou terceira idade) e o exemplo negativo que, muitas vezes, está a ser dado às crianças.
A Tigela de Madeira
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trémulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trémulas e a visão falha do avô atrapalhavam-no na hora de comer. Ervilhas rolavam da sua colher e caíam no chão. Quando pegava no copo, o leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.
- "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho.
- "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o resto da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, a sua comida passou a ser servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas nos olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança:
"O que estás a fazer?"
O menino respondeu docemente:
- "Ah, estou a fazer uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer-lhes dos olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender...
E por tudo isso acho que você deveria transmitir esta mensagem para os seus amigos. Às vezes eles precisam de algo para iluminar seu dia.
As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez... Mas nunca esquecerão como você as tratou.
NOTA: Desconheço o autor. Foi recebida num anexo de e-mail de pessoa conhecida
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domingo, 1 de junho de 2008
Dia mundial da criança
As crianças de hoje serão os cidadãos de amanhã, os governantes que terão em suas mãos os destinos de Países e do mundo.
Neste dia especial, é oportuno fazer renascer em nós a convicção de que todos os adultos devem, mesmo que por poucos instantes, considerar-se crianças para, com naturalidade e inocência, praticarem o amor e esquecerem ódios, invejas e ambições destrutivas. A inocência das crianças é um espelho em que nos devemos rever.
Elas deveriam crescer com ideais puros para tornar o mundo melhor, mas, infelizmente, os exemplos dos crescidos raramente as incitam ao bem, com repúdio de hostilidades a tudo o que é diferente, com amor à Natureza, ao ambiente e aos valores de humanidade.
É nossa responsabilidade, como adultos conscientes, ajudá-las a tornar-se cidadãos responsáveis, respeitadores e defensores dos Direitos Universais do Homem.
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Etiquetas: Amor, crianças, humanidade
sexta-feira, 7 de março de 2008
Uma hora
Uma criança perguntou timidamente ao pai quando este regressava do trabalho:
Pai, quanto é que ganhas por hora?
O pai, friamente, respondeu:
Para que queres tu saber? São dez euros por hora.
Então, pai, poderias emprestar-me três euros?
Então é por isso que queres saber quanto ganho por hora? Vai para a cama e não me aborreças mais!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que tinha acontecido e sentiu-se culpado. Talvez o filho necessite de comprar algo.
Entrou no quarto e perguntou-lhe baixinho:
Filho, já estás a dormir?
Não, pai.
Olha, aqui tens os três euros que me pediste.
Muito obrigado, pai.
Depois a criança levantou-se, foi buscar os sete euros do mealheiro e disse ao pai:
Agora já tenho dez euros! Pai, podias vender-me uma hora do teu tempo?
Os pais podem dar coisas aos filhos. Mas o que eles mais necessitam é que lhes dêem tempo para os escutarem.
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A. João Soares
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Etiquetas: Amor
domingo, 28 de outubro de 2007
A bondade
Assim como as plantas, as aves, o céu, as nuvens, os mares, os rios, as montanhas, são belezas que nos transmitem felicidade e alegria e, consequentemente, a saúde do corpo e da mente, também as virtudes como a bondade, a compaixão e o amor pelo próximo são qualidades humanas que todos deveríamos possuir para nosso próprio bem e do nosso próximo.
Tomemos como exemplo a bondade que há muitos muitos anos atrás, os nossos antepassados, com a sua simplicidade, diziam: «a bondade consiste: primeiro, não fazer mal aos nossos semelhantes; segundo, fazer-lhes todo o bem possível».
A verdadeira bondade consiste na inclinação para amar os nossos semelhantes, desculpar os seus defeitos, interpretar as suas acções de modo mais favorável, fazer-lhes bem mesmo que não sejamos retribuidos. Eis o que caracteriza os homens bons. Será que os homens e as mulheres dos nossos dias poderiam tornar-se bons, sérios, leais, cumpridores e amantes do seu próximo?
Como seria então este nosso Mundo?
Adelaide
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A. João Soares
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Etiquetas: Amor
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Amor e Mar - Soneto
AMOR E MAR - Soneto, extraído do blog Brizíssima, onde os apreciadores de poesia podem navegar ao encontro de mares bonançosos
Mordemos o tempo em beijos de vento
Sorvemos as horas em sal diluídas
Trocámos promessas num mar sem alento
Despidos do mundo, gaivotas perdidas
A brisa soprou doçura e ciúme
A chuva caíu sobre nós, indiferente,
E os dois abraçados bem alto, no cume,
Vivemos a sós este amor imprudente
De corpos unidos, corais em paixão,
Gritámos saudade, amor, solidão,
Num marulhar sem mácula nem vício
Na noite escura de estrelas sombrias
Acendeu o nosso amor mil fantasias
Rasgando o céu em fogos de artifício!!!
publicado por brizissima
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Amor sem restrições
O colar de turquesas azuis
O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrine. Os seus olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objecto.
Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis, então disse ao balconista:
"É para minha irmã, você pode fazer um pacote bem bonito ?"
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
"Quanto dinheiro você tem ?"
Sem hesitar ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e disse:
"Isso dá, não dá ?"
Era apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
" Sabe ", continuou, "eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que nossa mãe morreu ela cuida de mim e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é a cor dos olhos dela".
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita azul.
"Tome", disse para a garotinha, "Leve com cuidado.” Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou na loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e interrogou?
"Este colar foi comprado aqui ?"
"Sim senhora", respondeu o dono da loja.
"E quanto custou ?"
"Ah!", falou o lojista "o preço de qualquer objecto em minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente."
"Mas minha irmã tinha somente algumas moedas. E este colar é verdadeiro, não é ? Ela não teria dinheiro para pagar por ele".
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem dizendo: "Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha".
O silêncio encheu a pequena loja e lágrimas rolaram pela face da jovem enquanto suas mãos tomavam o embrulho.
A verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições
Eu pedi a Deus todas as coisas que me fariam apreciar a vida.
Deus disse: Não. Eu te darei a vida, para que você aprecie todas as coisas.
Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros, como Ele me ama.
Deus disse: .... Ahhhh, finalmente você entendeu a ideia..
Para o mundo você pode ser uma pessoa, mas para uma pessoa você pode ser o mundo
Não julgue para não ser julgado. Entenda o que ocorre.
Autor desconhecido. recebido por e-mail,
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A. João Soares
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Etiquetas: abnegação, Amor, generosidade
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Um caso de Amor contrariado
No DIA DA MULHER, mais uma história de amor.
Heloisa e Abelardo
belardo
Mais uma daquelas histórias que despedaçam corações.
Teremos de calcorrear muitos anos para trás no tempo para chegarmos ao local, na antiguidade, onde tal amor aconteceu.
- Era o jovem Abelardo conhecido, nesses tempos, como príncipe dos filósofos. O adro da Catedral de Notre Dame, na França romântica, era o local por ele escolhido para se dirigir aos que o escutavam e que eram muitos mais do que simples dezenas. Em breve começou a ter fama de sábio. Adorava a sua filosofia. Era no tempo em que os nobres contratavam preceptores para ensinarem os filhos, e a fama de Abelardo chegou aos ouvidos do tio de Heloisa. Má hora, triste sina, pois que este seria o ponto de partida para mais uma história de amor fadada para terminar tragicamente. Era Heloisa ainda uma criança, linda como as crianças! Quando Abelardo nela pousou seu olhar, ficou atónito pela sua juventude e beleza. Um jovem e sábio professor e uma jovem e bela aluna. Antes que corresse o boato do encantamento entre os dois, já Heloisa tinha aprendido as línguas que nesse tempo, por costume,se ensinavam. A par das línguas aprendera Heloisa também o amor.
Casaram em segredo, para desespero do tio ao tomar conhecimento do sucedido. Heloisa, porque amava muito Abelardo, procurou refúgio num convento para que seu amado pudesse continuar seus estudos. A sua relação com o tio tinha sido severamente afectada. A apreensão de Abelardo não esmoreceu mesmo assim e, na verdade, o que aconteceu a seguir provou que a sua apreensão se justificava. O tio de Heloisa manda que dois marginais se introduzam no quarto de Abelardo, pela calada da noite, para lhe infligirem uma terrível e cruel mutilação. Isto leva-o a entrar para o convento onde, mesmo com tão pesado desgosto em seu coração e em sua alma, continuou a estudar. Por seu lado, também Heloisa, ficou para sempre no convento, onde murchou como murcham as flores, e aí morreu. Separados na vida, acabam, porém, juntos na morte. Numa mesma sepultura onde finalmente puderam amar-se no segredo escuro da última morada.
Da autoria de Adelaide, companheira do CVS - Sempre Jovens
NOTA: Parabéns por esta história que nos recorda aprendizagens antigas de alguns e aumentará a cultura de outros.
Os preconceitos sociais esmagam tudo começando pela felicidade dos entes mais queridos. Foi ontem e continua hoje. À sociedade interessa mais o que os outros possam dizer do que a nossa felicidade e a dos nossos familiares e amigos. Quando acabará isto?
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A. João Soares
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Etiquetas: Amor
