domingo, 29 de março de 2015

Clínica para curar políticos corruptos…só à chapada


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domingo, 1 de março de 2015

ISTO NÃO SERÁ BEM ASSIM...




Como pode acontecer? Uma pessoa tão «brilhante» descer à condição de se candidatar a um cargo político!!! Embora com «capacidade» para ser um notável cientista, a sua «humildade» e vontade de servir Portugal, levou-o para as caminhadas na carreira da jota do seu partido que o recebeu de braços abertos tal o VALOR ACRESCENTADO que levou ao partido.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

CÉREBRO DE IDOSO PARECE LENTO PORQUE TEM O DISCO RÍGIDO COM MUITA INFORMAÇÃO


Transcrição de texto de Zélia Chamusca

Leiam o que recebi por e-mail

Olhem que animador para nós, os mais velhos......a ser verdade

A explicação. . .

Afinal, os cérebros das pessoas mais velhas são lentos só porque elas sabem muito.

As pessoas não declinam mentalmente com a idade. Os cientistas acreditam que elas apenas só têm mesmo mais tempo para recordar factos e acumulam muito mais informações nos seus cérebros. Muito parecido com com o que acontece nos discos rígidos dos computadores quando ficam cheios, assim dificultando o tempo de acesso às informações pretendidas...

Os investigadores dizem que esta desaceleração não é o mesmo que o declínio cognitivo.

O cérebro humano funciona mais lentamente na velhice, disse o Dr.Michael Ramscar, mas apenas porque temos armazenadas mais informações. Com o tempo, o cérebro de pessoas mais velhas não fica mais fraco. Pelo contrário, elas simplesmente sabem mais.
Mesmo quando as pessoas mais velhas se esquecem do que iam fazer a outra dependência da casa, esse não é um problema de memória mas apenas uma forma da Natureza as obrigar a fazer mais exercício físico...
É isso aí !!!

Eu sei que tenho mais amigos a quem deveria mandar isto mas, de momento, não consigo recordar os respectivos nomes... Por isso, agradeço que o enviem aos vossos amigos. Quem sabe eles são meus amigos também!

Cordiais saudações

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

VIVER É MUDAR. É INOVAR


A cada passo é preciso ver onde se vai colocar o pé. Mas é preciso correr riscos e evitar a estagnação, a putrefacção, o pântano pestilento. O pântano é a morte da água corrente que, pelo rio, ia torneando e galgando os obstáculos até que teve que parar. E o resultado foi a morte pestilenta. Parar é morrer.
Esta lição foi aplicada pelo povo grego recentemente e, segundo a notícia,por um casal agarvio que apostou na «produção biológica de ervas aromáticas». Desejo-lhes muito êxito e felicidade, pois «quem não arrisca não petisca» E a inovação contém o segredo do êxito na sociedade do futuro.

Ver a seguinte notícia:

Produção biológica de ervas aromáticas é aposta de casal no Algarve
Por Jornal i com Agência Lusa publicado em 22 Fev 2015 - 13:30

“O bancário está em vias de extinção e nós pensámos aproveitar os terrenos que tínhamos de família”

Um jovem casal está a apostar na produção biológica de ervas aromáticas e medicinais numa exploração situada no barrocal algarvio, onde tem já plantados 80 mil pés de 31 espécies diferentes de plantas.

A maior parte da plantação, localizada no Cerro do Monteiro, em Estoi, é ocupado pela malagueta cayenne, mas há também tomilho-cabeçudo, tomilho-limão, segurelha, hortelã-pimenta, erva príncipe, salva, manjerona e nêveda, pouco conhecida, mas típica do Algarve, contaram à Lusa Laura e Nuno Dias.

Ex-bancária, Laura decidiu largar a profissão para se dedicar a tempo inteiro à empresa Dias de Aromas - sediada em São Brás de Alportel, embora a exploração se situe no concelho vizinho de Faro -, enquanto o marido, Nuno, ainda se divide entre o projeto de agricultura biológica e o emprego que tem na área do turismo.

“O bancário está em vias de extinção e nós pensámos aproveitar os terrenos que tínhamos de família”, explicou Laura, lembrando que tudo começou quando pensaram que, dado o cenário de crise a nível nacional, seria bom terem um plano alternativo às suas carreiras profissionais.

Em 2013 começaram a trabalhar os terrenos dos avós e a preparar a exploração biológica de ervas aromáticas e medicinais, mas só arrancaram com a produção entre julho e agosto do ano passado.

Durante a preparação do terreno, perceberam que existiam vários pés de nêveda (planta da mesma família da hortelã e da urtiga), também chamada de erva-das-azeitonas, que antigamente era usada no Algarve para temperar as azeitonas e os caracóis.

“Ela é espontânea aqui no Algarve. É pouco conhecida, mas estamos a tentar espoletar o seu conhecimento e consumo” explicou Laura Dias, observando tratar-se de uma erva que combina muito bem com o azeite.

A intenção inicial era vender ervas aromáticas e medicinais secas em grandes quantidades para exportação, mas o casal rapidamente percebeu que não ia obter a rentabilidade que pretendia.

Assim, optaram por criar uma imagem e marca próprias, que estão a colocar no mercado nacional com ervas aromáticas secas e frescas.

A exportação continua “na mira” do jovem casal que já está a tentar colocar os seus produtos em bancas holandesas e alemãs. Em busca da diversificação do potencial do projeto, o casal começou a organizar ‘workshops’ temáticos, ensinando, por exemplo, a fazer bombons de ervas aromáticas e promovendo visitas turísticas guiadas à exploração.

Quem visita o espaço é ainda surpreendido por um avião encomendado por ingleses ao Canadá durante a 2.ª Guerra Mundial, mas que se despenhou no Algarve antes de combater.

“É interessante e é mais um factor a jogar a nosso favor”, observou Nuno Dias, que ainda não tem uma noção clara da sua capacidade de produção, mas acredita que chegará a dezenas de milhares de euros anuais

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CRITICAR AS MUDANÇAS, É DE VELHO DO RESTELO

Não posso alinhar cegamente com críticas severas às mudanças, à aventura anti-troika, ocorridas na Grécia. Tais críticas parecem baseadas na hipótese fantasista e egocêntrica de que nos encontramos no cume da perfeição humana, social e política e que não vale a pena procurar mudar para melhor porque nada existe de mais perfeito do que as «regras actuais». Se tal conservadorismo, inacção, acomodação e aversão a mudanças, existisse desde os primórdios da Humanidade, estaríamos ainda na era da Pedra Lascada.

Viver é mudar e a mudança acarreta sempre sacrifício, no mínimo, para deixar velhos hábitos e criar outros novos. Criticar mudanças será condenar os pontos mais salientes da nossa história, independência nacional, descobrimentos, 1º de Dezembro, 10 de Outubro, 26 de Maio, 25 de Abril… É certo que nem sempre os herdeiros das mudanças mereceram o risco da aventura e não souberam aproveitar da melhor forma as oportunidades surgidas, para benefício dos cidadãos, da liberdade com responsabilidade, para o desenvolvimento cultural e social. Mas o mundo viveu assim e por isso surgiram novas tecnologias nos transportes, nas diversas indústrias, nas comunicações, até se chegar à globalização, e isto não parará, pois a velocidade de progresso será cada vez maior.

Sem mudanças cai-se em estagnação pantanosa, com vícios de exploração dos mais fracos em benefício dos mais poderosos que se tornam cada vez mais prepotentes e arrogantes e destroem a vivência social, criando condições para terríveis catástrofes sociais, hoje, altamente perigosas para vidas humanas e património material, histórico e natural, devido ao moderno armamento de destruição maciça, existente.

Em vez de criticar obcecadamente, será melhor ajudar, com conselhos e apoios à adopção de medidas que contribuam para animar e estimular uma sociedade mais produtiva e socialmente justa, disposta a um desenvolvimento activo e promissor de um futuro mais brilhante, para construir um Mundo melhor

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

AUTARQUIA. COMO FUNCIONA?


O presente cartaz foi colocado cerca de duas semanas antes da data do evento que originou o corte de trânsito na manhã do dia 15 do corrente. Nesta tarde, de 19 de Fevereiro, passados mais de quatro dias depois de terminado o evento, ainda se encontra no mesmo local, embora com inclinação diferente. 
Quem o devia ter retirado? Quem controla a actividade de quem tinha esse dever? Qual o rigor das actividades destes funcionários pagos pelos contribuintes? 
Assim se geram as crises e se mantêm por muito tempo!!!

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O TRABALHO DEVE DIGNIFICAR A PESSOA

Transcrição de artigo:

“A crise é mais complexa do que aquilo que se vê e se entende”
 Por Jornal i com Agência Lusa publicado em 18 Fev 2015 - 23:18

O cardeal-patriarca de Lisboa disse hoje que “a crise é mais complexa do que aquilo que se vê e se entende”, sublinhando que “todos têm de pensar numa reorganização geral da sociedade e do trabalho”.

Manuel Clemente falava à agência Lusa no final da missa das cinzas, que celebrou hoje ao final da tarde, tendo afirmado que “o trabalho será em outras condições, para que efetivamente, as pessoas possam andar para a frente coma sua vida e dos seus”.

O eclesiástico referiu que “há um problema demográfico”, questionando: “se as pessoas não tiverem condições para terem família, para sustentar uma família, como é que isto vai acontecer”.

Face às dificuldades atuais, o patriarca afirmou que é necessário "pensar no imediato e responder às necessidades”, e citou as organizações que estão no terreno, entre elas as da Igreja, assim como as estatais e camarárias, “onde os cristãos estão na linha da frente”.

“Mas temos que pensar mais largo, em termos nacionais e europeus, estamos muito dependentes decisões que não são tomadas aqui, para a reorganização geral da sociedade, concretamente do trabalho”, declarou.

O cardeal-patriarca questionou “como vai ser o trabalho no futuro, com esta concentração empresarial e tecnológica que tantas vezes dispensa as pessoas que dantes trabalhavam? "Há aqui um montão de interrogações”.

“O trabalho tem de ser encarado numa amplitude muito maior”, afirmou.

Manuel Clemente destacou a Doutrina Social da Igreja, que “considera essencial o trabalho pela dignificação da pessoa”.

Por outro lado, o cardeal-patriarca defendeu “a animação cristã da ordem temporal” pelos leigos, e realçou que são os “cristãos que estão na linha da frente no mundo do trabalho, das empresas, da escola, da política, [e] da saúde”

“Nós que temos este trabalho apostólico na Igreja, estamos ao lado deles para os apoiar, para os manter nesta tradição viva que vem do Evangelho”, disse.

“O cristianismo é encarnação, é Deus na carme do mundo”, disse o clérigo, para rematar: “não chegamos ao céu senão pela Terra”.

Aos jornalistas, fazendo eco do que afirmou na sua homília, que é a mensagem da Quaresma para a diocese lisboeta, o cardeal patriarca afirmou que os sinais de recuperação económica tardam a chegar, pois “há muita gente que se interroga sobre o futuro e sobre a perda de trabalho a meio da vida”.

O cardeal patriarca revelou na missa que a receita da renúncia quaresmal do ano passado foi de 300 mil euros, que foram entregues à associação não-governamental Ajuda de Berço, para a construção de uma unidade de cuidados pediátricos.

A renúncia quaresmal (entrega de donativos dos católicos no período da quaresma, os 40 dias entre o carnaval e a páscoa) deste ano destinar-se-á a apoiar associações de jovens, como a Casa do Gaiato, e de sem abrigo, como a Comunidade Vida e Paz.

Cerca de 400 pessoas, entre elas o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e os duques de Bragança, Duarte e Isabel, assistiram hoje à eucaristia, na qual participam cerca de 20 sacerdotes e os bispos auxiliares da diocese.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

PORTUGAL NÃO É A GRÉCIA !!!


A notícia que cita a afirmação de Nuno Melo, eurodeputado centrista, «Felizmente,Portugal não é a Grécia de Syriza» sugere algumas reflexões, como as seguintes:

Como eurodeputado e como centrista, ele está politicamente correcto ou. melhor, partidariamente correcto, e fala apenas dos algarismos aprovados pela coligação de que o seu partido faz parte.

Porém, de qualquer acontecimento, devemos fazer uma análise isenta, imparcial e cuidadosa para dele retiramos pontos a servir de exemplo e outros a evitar.

Neste caso, os portugueses devem tirar a lição de que não é racional votar sempre no mesmo partido, só porque da primeira vez concordámos com o seu líder. Esse matrimónio eterno não é adequado ao voto que deve ir contribuir para um futuro melhor do Pais. Nisso, os gregos despertaram e enfrentaram o risco de quebrar a rotina sonolenta e afastar-se de quem os vinha explorando. Uma mudança acarreta sempre algumas dificuldades de adaptação a novas soluções, mas mas é assim que se progride e se cresce.

Além desta, há várias outras lições a aprender, como a da negociação da dívida e a de evitar o exagero das privatizações que contribui para um futuro paupérrimo. Se a solução fosse privatizar, o que poderiam fazer, no futuro, os governantes que não dispusessem de qualquer património para vender. Nisto, os governantes gregos preferem vender os carros de luxo, em uso pelos detentores do poder que escolhem aproximar-se do estilo económico de José Mujica, Presidente do Uruguai, o que está no lado oposto à ostentação dos portugueses.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CORRUPÇÃO GEROU A AUSTERIDADE




Paulo Morais: 85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas PS-PSD-CDS

Paulo Morais ironiza que os políticos andam a contaminar a opinião pública com a falsa ideia de que "os portugueses são um bando de malucos, que andaram a comprar telemóveis e a gozar férias", e que por esse "abuso", terão de ser castigados, e esse castigo é a austeridade... Infelizmente muitos portugueses aderiram em massa a este espírito de sacrifício. Aceitam muitos dos castigos, pois foram mentalizados, de que os merecem.

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sábado, 31 de janeiro de 2015

DESTINO DA FORTUNA DO BES

Transcrição de e-mail recebido em 30-01-2014:

Descobriu-se Quem Tem A Fortuna Desaparecida Do BES!

Alegadamente, mais de 3 mil milhões de euros, transferidos para o BES Angola, desapareceram. Na comissão de inquérito, os ex-administradores do BES disseram nada saber.
A polícia portuguesa parece incapaz de descobrir o destino do dinheiro.

Mas Paulo de Morais, vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, sabe onde está o dinheiro, sabe quem o tem e também quanto cada pessoa recebeu. Neste impressionante vídeo, Paulo de Morais não esconde o jogo e nomeia individualmente cada um dos recipientes da fortuna que desapareceu do BES, a mesma fortuna que as autoridades parecem relutantes em perseguir e que todos nós estamos a pagar.

UNS NÃO SABEM, OU NÃO QUEREM SABER, MAS OUTROS SEM QUERER SABER, SABEM AS COISAS. ISTO NÃO SERÁ DEMAIS PARA AS NOSSAS CABEÇAS?

É esclarecedor ver o vídeo:


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ELEIÇÕES NA GRÉCIA




Oxalá os Gregos obtenham êxito na mudança. Viver é mexer, é avançar, é mudar. Não se progride com os pés juntos e parados. E a história mostra que a evolução quebra o imobilismo e a submissão a soluções mesmo que tenham sido consideradas sem defeito. Nada deve ser considerado eterno e permanente.
O abanão dado pelos eleitores gregos é histórico e deve ser aproveitado como estímulo para grandes mudanças na Europa, um incentivo para a geração dos 40/50 anos que tem obrigação de PENSAR no seu futuro, no país em que desejam viver melhor, procurar soluções e escolher a que lhes pareça melhor e depois concretizá-la.
Para isso, não devem esperar que o problema seja resolvido por quem já está em fim de carreira ou já mostrou incapacidade para enfrentar os obstáculos e se tem submetido a pressões das FORÇAS DO MAL, vindas de um pequeno número de pessoas que têm explorado a quase totalidade dos cidadãos. Porém, ao contrário do regime actual, os jovens que tomarem o Poder devem utilizar nas suas assessorias o saber e a experiência de gente madura que os ajude a evitar insensatez e aventuras perigosas. Mas devem segui-los com muita ponderação, sem a eles se submeterem cegamente. O imobilismo e conservadorismo é doença fatal que produzirá o pântano social com a mais indesejável podridão.
Não me falta optimismo e esperança e só me custa o demasiado tempo perdido para se dar a volta.
Parabéns aos Gregos. Oxalá tenham muito êxito e a Europa saiba aprender a lição e aplica-la de forma mais elaborada e eficaz. Não há solução sem inconvenientes, mas estes devem ser reduzidos ao mínimo, a fim de o resultado ser o melhor para as pessoas que têm vindo a ser exploradas e sacrificadas.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

REGIONALIZAÇÃO É CASO A PONDERAR


Regionalização poderá ser uma solução a escolher de entre outras possíveis. Um amigo, pessoa muito esclarecida, receia que ela «não passe de um expediente para aumentar os tachos políticos» E que, «perante casos como a Madeira, com a tendência portuguesa para as coisas correrem mal, o melhor (e mais barato) será deixar as coisas como estão».

Não me comprometo com qualquer solução sem que sejam bem apreciadas todas as possibilidades para, de entre elas, ser escolhida a melhor quanto a quociente de vantagens e inconvenientes. Mas não consigo deixar-me vencer pela tentação da rotina, do deixa andar, do mudar para ficar tudo na mesma. Parar é morrer. É certo que a mudança traz riscos e obriga ao esforço da adaptação da vista à nova paisagem, à criação de novas rotinas. Não me comprometo com um qualquer tipo de mudança, mas no artigo aqui publicado anteriormente, citei vários pensadores para se meditar que a mudança não deve ser um faz-de-conta, mas sim uma alteração profunda de procedimentos de sistemas, de pessoas, de partidos.

Há que acabar com um Estado despesista e inoperante, que vive da política de fachada e nada muda, promete reformas e nem lhes toca. Onde está a limitação do abuso de «FUNDAÇÕES» financiadas pelo Estado?. Onde está o decisivo corte da burocracia e da CORRUPÇÃO que ela gera? Onde está a legislação que permite condenar o enriquecimento ilícito?. Parar é morrer. A mudança é significado de vida, de seguir a lição da Natureza. A água do rio não para (a não ser ocasionalmente, para ganhar força e vencer um obstáculo que não pode tornear. Quando pára, morre, num pântano pestilento.

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domingo, 18 de janeiro de 2015

REGIONALIZAÇÃO PODERÁ SER A SALVAÇÃO NACIONAL


Mudar por mudar é vã tentativa de disfarçar o vazio íntimo
Salazar

Há muitos anos que temos vindo a ouvir falar da necessidade de fazer uma Reforma Estrutural do Estado (com tentativa incompleta de Paulo Portas), de adoptar medidas de descentralização do poder de decisão (com tentativa falhada do ex-PM Santana Lopes), com intenções de regionalização (que se resumiu à extinção de governos civis e ao indesejável aumento de pessoal e burocracia em autarquias, etc.

Convém meditar sobre a expressão de Salazar «mudar por mudar é vã tentativa de disfarçar o vazio íntimo». Sem dúvida que é imperiosa uma mudança activa, bem projectada, planeada, programada e realizada controladamente. É imperioso sair das águas pantanosas em que Portugal se tem vindo a afundar. Não bastam palavras ocas e inconsequentes que apenas servem para adiar o problema, perder tempo, que é um recurso irrecuperável, permitir a continuação de pesadas e demoradas burocracias que têm sido alimento muito nutritivo de tráfico de influências, corrupção, negociatas e o consequente enriquecimento ilícito que tem sido imune e impune.

Surgem agora projectos, com viabilidade, de cabeças de pessoas com saber, experiência, sentido de responsabilidade, dedicadas aos elevados interesses de Portugal e com capacidade para acompanhar as acções até à sua total concretização. É o caso de «Rui Rio. Regionalização pode ser "o abanão" necessário para alterar sistema» e de «Silva Peneda diz que ideia da autorregulação do mercado "é uma treta"»

As suas sugestões poderão levar a uma Reforma da Estrutura do Estado que elimine o deficiente aproveitamento dos recursos e das energias dos Portugueses e oriente os esforços no sentido mais adequado a um bom desenvolvimento de Portugal, com melhor qualidade de vida para os portugueses. O diagnóstico vem sendo feito, repetidamente, por diversos pensadores nacionais, faltando apenas a terapia indispensável, que poderá ser a regionalização defendida racionalmente pelos notáveis atrás referidos no debate “Melhor Estado – Mais Democracia”, que decorreu em Leça da Palmeira. Simultaneamente, o Eng Alexandre Soares dos Santos disse "Há coisas a funcionar muito mal? Há. os partidos políticos".

 Aplicáveis a esta iniciativa de proceder à Recuperação de Portugal, à sua renovação, inovação, actualização, modernização, são as palavras do fundador do PSD «Balsemão diz que não se deve entregar o poder “a quem provou não saber governar”».

 Realmente, não é sensato esperar combater uma morbilidade usando o mesmo agente que a gerou e a foi alimentando e agravando. A Reforma a adoptar tem que ser inovadora e servir-se dos valores mais patriotas e competentes do País. Não podemos esquecer que existem pessoas de grande capacidade de liderança de organização e de gestão que evitam ligar-se à política por esta não estar a ser prestigiada e respeitada perante os cidadãos e para não perderem, dessa forma, o prestígio que possuem nas suas actividades. Não faltam valores que possam tomar as rédeas do País e conduzi-lo a um destino mais promissor. Os nossos Reis D. João I e II conseguiram conduzir Portugal para os seus momentos de maior glória, aproveitando o melhor potencial humano de Portugal. Agora, há que procurar seguir a lição que nos legaram.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

CORRUPÇÃO. GRUPOS CRUZAM-SE


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CORRUPÇÃO E SEUS PRIVILEGIOS


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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

IRS NÃO É MISCÍVEL COM IMPOSTOS VERDES


O ministro do Ambiente afirmou que a reforma do IRS foi possível graças aos ‘impostos verdes’ o que suscita sérias reflexões.

Embora não seja economista nem ex-jota, tomo a ousadia de usar o direito de liberdade de pensamento, de opinião e de expressão, que foi tão badalado a propósito de os governantes presentes, no dia 11, em Paris, «se considerarem todos Charlie». Acho que o ministro do Ambiente fez uma baralhada nada ecológica entre o Imposto Verde e o IRS, coisas não miscíveis

Primeiro, da imposição do Imposto Verde aos contribuintes, só pode haver que destacar os benefícios directos que daí podem resultar para a defesa do ambiente, isto é, na Natureza com a terra, a sua fauna e flora, com a qualidade da água superficial e subterrânea e com a qualidade do ar.

Segundo, dizer que O IMPOSTO VERDE ORIGINOU A DESCIDA DO IRS parece ignorância ou desonestidade. O IRS é um imposto estruturado por escalões que, por razões de justiça social, aplica taxas mais elevadas aos mais ricos e taxas mais baixas aos mais pobres. Por outro lado, o Imposto verde é uniforme para todos, à semelhança do IVA, não discriminando a aplicação em função dos rendimentos dos contribuintes.

Por isso, baixar o IRS e compensar essa perda fiscal com o Imposto Verde é favorecer os mais ricos e penalizar os cidadãos indiscriminadamente e, portanto, lesando os detentores de mais fracos rendimentos. Isso não é socialmente justo e é lógico que, aproveitando tal distracção dos doutos governantes, os milionários do País façam pressão para reduzir totalmente o IRS e aumentar o Imposto Verde para compensar completamente a receita fiscal que provinha do IRS. Em termos de Justiça Social, é uma extorsão inqualificável.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

APELO AO PAPA FRANCISCO


Tomo a ousadia de me dirigir a Si, sem a formalidade de Sua Santidade, para não circunscrever a intenção ao âmbito dos católicos, mas considerando-O como um incontestado líder humano Mundial, em persistente luta abrangente por uma Humanidade Melhor e uma Era mais pacífica e fraterna.

A sua capacidade de paziguar os irmãos desavindos tem sido a concretização do ensinamento de Cristo «Amai-vos uns aos outos». Essa sua obra ficou bem visível na normalização das relações entre os EUA e Cuba e nos repetidos contactos com Israel e Palestina, com Turquia e com representantes religiosos de outra índole.

Neste momento, os acontecimentos da semana passada em Paris e arredores fazem temer muito pela segurança Mundial. A seguir à morte dos três «heróis» atacantes, poderão surgir voluntários que se candidatem a «heróis» para vingar a morte daqueles. A desconfiança instala-se, com o ressentimento, a sensibilidade e a irritabilidade aceradas, a provocação, a retaliação e o mais que pode acontecer. Mesmo entre as diversas partes do Islão parece não haver convergência de doutrina quanto aos comportamentos dos seus seguidores, no relacionamento com os diferentes.

Para haver paz no Mundo, é imperioso que haja respeito pelos outros mesmo que professem religião diferente, tal como quando se trata de clubes de futebol ou de partidos políticos. A amizade, a tolerância e a compreensão das diferenças é necessária entre irmãos (hermanos ou humanos).

Estas minhas considerações servem apenas para fundamentar o meu APELO para que procure reunir os principais líderes das diversas religiões, para definirem em palavras, claras, actuais e realistas, os principais conceitos que devem ser do conhecimento dos seus crentes, para que cessem os extremistas fanáticos com atitudes que me parecem ser contrárias a qualquer religião que se preze de o ser.

Depois, que, com a acção dinâmica dos diversos escalões da sua hierarquia, procurem, com os devidos cuidados, incutir nos crentes um comportamento correcto tendente à fraternidade universal, independentemente de cor ou credo ou política. Aliás a religião deve estar acima da política partidária e não submeter-se a ela, sem que os seus crentes deixem de ter a liberdade de tomar as suas opções com respeito e liberdade.

Espero e desejo que nesta Sua acção que, sabemos já vem detrás, tenha êxito e consiga tornar o Mundo mais, tolerante, pacífico e solidário apesar das diferenças existentes na diversidade do Planeta.

Desculpe-me, Sua Santidade, esta minha ousadia mas quero dar desta forma modesta o meu apoio à acção universalista que tem vindo a desenvolver.

Os meus respeitos muito sinceros
António João Soares

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domingo, 4 de janeiro de 2015

CONTRIBUIR PARA UM MELHOR FUTURO DE PORTUGAL


O presente ano, mais do que os outros, por ser de eleições legislativas, obriga a profundas reflexões sobre o futuro dos portugueses e a ponderar e reavaliar os anteriores afectos partidários. Votar é sempre uma lotaria e não devemos ser ludibriados por promessas, sempre fantasiosas, mas, pelo contrário, devemos dar valor a trabalhos já realizados e resultados obtidos pelos concorrentes. Enfim interessa mais prospectar as capacidades de realização do que deixarmo-nos iludir por falaciosas intenções. As palavras de António Capucho, ex-notável do PSD, durante 40 anos devem se bem analisadas.

As intenções e as promessas, mesmo que realistas, obrigam a pensar que QUERER nem sempre É PODER. E o que mais interessa não são as promessas, os sonhos e as fantasias de um candidato. Interessam as acções mais correctas para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, principalmente dos mais carentes. E, para preparar tais acções, é preciso demonstrada capacidade de análise com conhecimento das realidades, e dos recursos que podem ser utilizados, capacidade de decisão, coragem para vencer resistências e obstáculos, tudo bem condimentado com sensatez e dedicação a Portugal. E, quanto a recursos, eles estão a ir para as mãos de estrangeiros através de privatizações e vendas em saldo de todo o património, desde as jóias de antepassados, aos aviões e aos telefones.

Para construir um futuro melhor, a partir deste momento e sustentável a longo prazo, é preciso ter os pés bem assentes no chão para fazer bem a «chamada», como os atletas do salto em comprimento, sem fantasias nem fanfarronices, mas com visão estratégica à semelhança do rei D. João I e dos Infantes da ínclita geração que prepararam e iniciaram o maior feito da nossa história em benefício de Portugal e de todo o Mundo. Vários tratados de hoje, ao estudarem a «GLOBALIZAÇÃO», afirmam que ela FOI INICIADA PELOS DESCOBRIDORES PORTUGUESES que colocaram em contacto todas as partes do Mundo.

Nesta quadra natalícia, devemos aproveitar a mensagem que está na sua génese. É certo que o ser humano é imperfeito e segue o caminho mais fácil, natural, espontâneo, oportuno, sem necessidade de preparação. Mas os governantes não podem ser pessoas desprovidas de valores éticos nem preparação adequada para vencer as vis tentações da ambição de enriquecimento fácil, por qualquer forma. Devem, sim, possuir, em alto grau, dedicação a Portugal, isto é aos portugueses que não devem ser sacrificados a interesses de desmedidas ambições pessoais de governantes sem escrúpulos.

Para os detentores de funções com Poder sobre os cidadãos, sugere-se reflexão sobre as palavras do Papa Francisco, um doutrinador da sociedade moderna, que se despe de preconceitos e se expõe a sacrifícios e perigos para renovar a vida internacional, dentro da solidariedade inspirada pela mensagem de Natal. E está a ter êxito nas relações internacionais, como se viu na amizade restaurada entre os EUA e países da América Central. Ele sabe que está sujeito à reacção da maldade dos homens, mas isso não lhe esmorece a vontade de continuar a bater-se pelo êxito das suas ideias generosas para que frutifiquem e se enraízem nos corações das pessoas de todo o mundo, para que haja Paz entre todos. É um bom exemplo a seguir pelos detentores do Poder.

As pessoas lamentam-se da degradação da humanidade, da podridão do mundo actual. Mas o mundo melhor não se conseguirá com pessimismo, nem a chorar o leite derramado. É preciso entusiasmo e confiança no futuro que todos temos que construir. Quem puder pegar em picaretas para tal construção deve entrar em acção e quem o não puder fazer deve dar apoio moral e incentivo aos que o possam fazer. Todos inspirados na obtenção do mesmo objectivo, cada um com as suas artes, teremos a força necessária para fazermos as mudanças indispensáveis.

Olhando o movimento periódico da Natureza, que nos deve servir de exemplo, sabemos que, em breve, as searas precisam de ser mondadas para excluir as ervas daninhas e deixar que o cereal que é bom possa desenvolver-se e frutificar, para que a colheita possa ser compensadora e alimentar as pessoas que não devem ser deixadas a morrer de fome e de carências várias. A sociedade também precisa de monda e de criar condições que incentivem à renovação, à mudança à melhoria da qualidade de vida daqueles que a não possuem com a devida dignidade.

Não devemos ter medo da mudança, a qual surge anualmente na mãe Natureza, porque é meritória e indispensável para não ficarmos cristalizados num pântano de austeridade que, por si só, apenas tolhe as energias existentes e impede a criação de melhores dias. E para evitar tal cristalização inoperante foi prometida e não realizada com eficácia uma «reforma estrutural do estado» que, entre outras coisas, reduziria quantidade de instituições públicas e semi-públicas e diminuiria a excessiva burocracia para o mínimo indispensável, o que evitaria perdas de tempo e de dinheiro na vida económica das pessoas que estão na origem da pior epidemia pública chamada corrupção e que teria evitado a criação de 10.000 milionários por ano e o empobrecimento do maior número de cidadãos desprotegidos.

ANO DE ELEIÇÕES EXIGE CUIDADA MEDITAÇÃO ANTES DE COLOCAR O VOTO NA URNA.

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

ANO NOVO DEVE TRAZER RENOVAÇÃO E MUDANÇAS


ANO NOVO,VIDA NOVA, exige de cada um esforço persistente para a RENOVAÇÃO, para se criar na humanidade um ambiente de fraternidade Paz e inovação, o que exige uma atenta observação da sociedade mais próxima, com intenção de aperfeiçoar e limar arestas e de alertar os responsáveis para os problemas a necessitar de resolução.

Com este espírito, transcrevo um texto de opinião recebido do autor, sem qualquer compromisso com as ideias políticas apresentadas, mas apenas por dar uns tópicos de análise da situação actual que interessa conhecer. «O maior cego é aquele que não quer ver» e convém que não sejamos cegos e disponhamos de informação variada para podermos formar opinião própria.

CHEGOU A HORA!
(Recebido como anexo de e-mail do autor, Campos de Barros 141231)

Por motivos de natureza diversa, que parte dos meus amigos, da vida real e do facebook conhecem, tem-me faltado disposição, a vários níveis, para dar seguimento aos já habituais Artigos de Opinião, em que exteriorizo o que me vai na alma e na consciência.

Mas também verdade é que não conseguiria ficar tranquilo, neste último dia de 2014, se não desse público conhecimento do espírito de revolta, e só não utilizo as expressões “raiva” e “ódio”, por, como católico que sou, respeitando em absoluto quem o não é, que de mim se tem apoderado, face a comportamentos e situações, algumas delas já constantes de artigos anteriores, com que o país se tem visto confrontado.

É a corrupção que grassa em grande escala, na maior parte das situações sem que a justiça actue e envolvendo, quer personalidades, políticas ou não, quer organizações de natureza vária, com destaque para o sector bancário e financeiro;
São Fundações e Institutos que continuam, muitas delas sem qualquer utilidade pública, para a quase totalidade dos cidadãos, a receber dinheiro da fazenda pública;
São políticos, das várias cores, que continuam a prometer o que sabem não ser possível cumprir, mentindo descaradamente aos cidadãos;
É o segredo de justiça permanentemente violado, morrendo a culpa sempre solteira;
É o fosso cada vez mais profundo, a separar ricos dos pobres, com uma classe média a deixar de existir, classe média considerada como o motor da economia de qualquer país;
São as centenas, ou mesmo milhares de sem abrigo, constituindo um verdadeiro ultraje à dignidade humanam sem que pareça que tal realidade preocupe minimamente os que têm (des) governado este país;
-É o controlo, em muitas situações, do poder judicial pelo poder político, por sua vez subjugado, sem honra nem dignidade, aos grandes grupos económicos e financeiros e a organizações mais ou menos secretas;
São as colocações de amigos em altos cargos de grandes empresas, muitas vezes oriundos da esfera governamental e a integração de outros nos vários ministérios, sem que o passado e competência profissional o justifiquem minimamente. Basta estar atento aos D.R. para nos apercebermos dos critérios seguidos; ou melhor, do critério seguido, em grande parte dos casos: ser possuidor de cartão de militante.

E tudo isto se repete ao longo de dezenas de anos, sempre com os mesmos actores políticos e com a conivência dos cidadãos, por acção ou omissão, desperdiçando, por erro de pontaria ou não utilização, a arma demolidora de que são possuidores: o voto;
Muito, mas muito mais situações poderia apresentar, sem risco de ser desmentido, mas o constante do texto penso ser suficiente para demonstrar a imperiosa necessidade de alterar de regime, substituindo-o por um outro em impere a missão de Servir e em que os eleitos representem, na verdade, a vontade dos cidadãos. Na verdade, e face à actual legislação eleitoral, feita à medida dos interesses dos tradicionais partidos com assento na A.R. os cidadãos limitam-se a votar em partidos, que elaboram as suas listas de candidatos à medida dos seus desejos e interesses, assistindo-se à situação caricata, imprópria de uma verdadeira democracia, de haver candidatos que se podem considerar eleitos, mesmo antes das eleições São os que ocupam os lugares cimeiros das várias listas.

Deste modo, só uma nova lei eleitoral, a que os partidos do poder se têm por sistema oposto, em que o voto nominal prevaleça, permitirá aos eleitores escolherem os seus verdadeiros representantes, sem que, de modo algum, tal signifique a eliminação dos partidos, pedras angulares de uma Democracia de verdade, mas partidos que integram os deputados escolhidos directamente pelos cidadãos. E enquanto tal não suceder, continuar-se-á a viver numa democracia de “faz de conta”, em que domina uma partidocracia, quando não uma ditadura partidária… Por tudo isto, a minha afirmação de que “Chegou a hora”, a hora da mudança, por via democrática, bastando para tal que os cidadãos que não se revêm nos actuais partidos com assento na A.R. apoiem, com os seus votos, os partidos que contenham no seu programa e que se comprometam a alterar a actual legislação, substituindo-a por uma outra em que a pedra angular seja o voto nominal.

E ao referir-ma a tais partidos, incluo tanto os já existentes, como os que se encontram em fase de breve legalização.

E porque sempre actuei com frontalidade e transparência, quero registar que, conforme já tenho publicitado, integro um partido em fase final de legalização e em que a alteração da lei eleitoral é um princípio fundamental…

E só lamento que a actual legislação não permita aos Movimentos Cívicos concorrer a eleições, obrigando-os, para tal ser possível, a transformarem-se em partidos.

Portanto, para mim “Chegou a hora”! Que, em 2015, a mesma Hora chegue para a maioria dos cidadãos portugueses. É que considero que, como defensor acérrimo de uma Democracia de Verdade, ser este o voto mais adequado!

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OPTIMISMO ERA APENAS FANTASIA DE UM MÁGICO

Em resposta a um e-mail que encontrei na caixa de entradas, esta manhã, saiu esta reflexão:
(do e-mail para D R F em 150101 às 07h16)

Espero que já estejas recuperado da «grande trabalheira». As tuas desculpas são exageradas e desnecessárias entre amigos. Falhar nas intenções e promessas é demasiado usual na nossa vida actual, como bem demonstra o PM que não se dá ao trabalho de se desculpar com as «grandes trabalheiras». Mas estou à espera que justifique as desilusões que nos causa, alegando, como nos tem habituado há mais de três anos, à má governação anterior, desde 2011, que, com uma austeridade incurável, nos tem obrigado a abrir, sucessivamente, mais furos no cinto, ao ponto de o sentirmos já amarrado às vértebras.

Há dias, fez um discurso que veio em notícias com títulos de OPTIMISMO. Foi puro malabarismo passista ou passado de que hoje começamos a ver a fantasia desaparecer com aumento dos preços da electricidade, da água, do gás e dos combustíveis. Grande mágico este OPTIMISTA. Já tem um longo treino de promessas fantasiosas não cumpridas e o percurso tem vindo a ser muito regular no empobrecimento de quem ainda não era pobre e no enriquecimento de quem ainda não era tão rico como desejava mas tem vivido sob a protecção do Poder. Quem beneficia com a nova versão da austeridade? Certamente os milionários já existentes e os muitos que pendularmente aparecem a aumentar a lista. Mas a culpa é do passado, com o Passos a gerir o leme, com a sua determinação desajustadamente orientada.

E apesar de tanta determinação anunciada, interrogamo-nos sobre o que impediu que fizesse a prometida REFORMA ESTRUTURAL DO ESTADO que, se tivesse sido cumprida com competência e rigor, teria cortado a burocracia para o mínimo indispensável e dado uma machadada na corrupção. Mas isso não convinha aos seus «boys» de quem ele é «determinado» protector e simultaneamente subordinado, numa ininterrupta troca de favores.

Agradeço-te os votos e desejo que tenhamos um ANO MELHOR, usando o conceito realista do nosso amigo Caniné
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