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sábado, 19 de novembro de 2011

CUIDADO com as «divindades» da TROIKA

Errar é humano, mas há erros previsíveis pelas tendências e interesses subjacentes às atitudes. Os «sábios» da Troika são representantes de interesses poderosos no mundo, o FMI, e como tal, por mais que quisessem não conseguiriam descer aos problemas das pessoas, compreendê-los e procurar para eles as melhores soluções em conformidade com todas as vicissitudes das circunstâncias.

Por isso, como foi há dias referido aqui, veio a público a notícia de que a Troika quer que empresas também cortem nos salários em 2012, contra o que surgiram de imediato várias reacções e a que o PR não ficou indiferente, como diz a notícia Cavaco critica sugestão de baixar salários no privado.

Por um lado, há que atender a que não é favorável ao desenvolvimento procurar a competitividade com salários mais baixos, mas sim, aumentando a capacidade de inovação e melhorando a qualificação dos recursos humanos, simultaneamente com investimento na eficiência dos equipamentos industriais e nos métodos de trabalho com uma boa ligação entre o ensino superior e as empresas, além de muitos outros factores como a qualidade da marca e o marketing.

Por outro lado, de acordo com o modelo económico português, “o poder político não tem competência para determinar directamente os salários praticados no sector privado”, devendo deixar funcionar a livre iniciativa, dentro de limites que salvaguardem o respeito pelas regras da leal concorrência.

Esta atitude da Troika, ao contrário dos milionários americanos, pretende que Portugal resolva o problema da crise, gerada por más decisões de governantes sob pressão de grandes empresários e outras espécies de milionários, não à custa de quem mais tem mas à custa de quem vive do salário do trabalha e que se vê frequentemente espoliado do pouco que recebe.

Agudizar o empobrecimento já bastante notório inviabiliza qualquer esforço de desenvolvimento e de recuperação da crise, como se vê pelas notícias Indicador de consumo privado com novo mínimo histórico e Actividade económica e procura mantiveram perfil negativo em Setembro.

Não é difícil compreender que, baixando o poder de compra das pessoas, o comércio começa a facturar menos, muitas lojas encerram, aumentando o desemprego, a indústria passa a produzir menos, com perigo de falências e desemprego, o total recebido dos impostos diminui e a crise agrava-se.

As «divindades» da troika não são infalíveis, não fazem milagres e nem sempre analisam os problemas nas suas complexas implicações. Cavaco, desta vez, colocou o dedo na ferida com justeza, oportunidade e sem ambiguidade.

Imagem de arquivo

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Uma dúvida pertinente sobre salários

Transcrição do Editorial do jornal gratuito «Global Notícias», de 23 de Fevereiro de 2010, Editorial por Silva Pires, Director

Todos nos habituámos a aceitar que em política não há declarações inocentes. Todos sabemos que criticar é fácil e aplicar a justiça menos simples do que parece. Mas há comentários que obrigam a pensar. Entre eles uma afirmação proferida por Francisco Louçã, no fim-de-semana.

Perguntou-se o deputado bloquista como é possível que um jovem “sem nenhuma carreira profissional” receba dois milhões de euros numa empresa em que o Estado tem dinheiros públicos e como um gestor da banca aufere duas vezes o salário do Presidente dos EUA? É uma dúvida pertinente, num país que não pode pagar mais do que um aumento de dez cêntimos por dia aos reformados.

NOTA: Os lobos comem tudo e os outros pagam os impostos e nem cheiram.

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quarta-feira, 25 de março de 2009

Remunerações de gestores

No mundo globalizado e interactivo em que actualmente vivemos, as empresas e instituições financeiras, mais do que há uns anos atrás, não podem deixar de ter em atenção factores complexos que as condicionam, de que se salientam: o capital (englobando activos financeiros, instalações, equipamentos), a mão-de-obra (da mais à menos qualificada, sua formação permanente, sua motivação) os fornecedores, os clientes e o ambiente social local.

O ambiente social local pode ser influenciado por acções de bom relacionamento, de mecenato e de patrocínios. Nele se encontram os familiares e amigos dos seus colaboradores, que podem, no seu relacionamento social, servir de veículos de publicidade gratuita.

A mão-de-obra constitui um pilar de importância semelhante à do capital, por ser, como ele, imprescindível ao funcionamento da empresa. Exige, embora nem sempre o manifeste de viva voz, um tratamento adequado, traduzido na remuneração, nos prémios de produtividade e, na distribuição dos lucros, e é sensível à escala de salários, entre extremos sensata e eticamente justificados. O tratamento que tem contemplado de forma pouco justa os gestores do topo da hierarquia não tem favorecido o bom funcionamento das empresas e instituições e é apontado como a principal origem da actual crise global.

Já há sinais positivos de este problema estar a ser observado à lupa, por forma a reestruturar a vida social, criando mais justiça e equidade, evitando desequilíbrios sem qualquer justificação racional, a não ser os maus hábitos viciosos enraizados no tecido empresarial ao longo do tempo. O Fórum Europeu de Governação Corporativa, grupo de especialistas que auxilia a Comissão Europeia (CE) e que é um grupo de empresários e académicos criado em 2004, defende que os estados-membros passem a vincular os prémios pagos aos gestores de empresas aos resultados reais destas.

Em sintonia com a ideia já aqui abordada com a designação de CÓDIGO DE BEM GOVERNAR, o Forum avançou com um conjunto de recomendações e boas práticas, no que respeita aos princípios que orientam as remunerações dos administradores de empresas e das instituições financeiras. Na causa destas preocupações estão os prémios recebidos por gestores que posteriormente vieram a ser responsabilizados pela falência de algumas empresas e contribuíram para a actual crise mundial.

Segundo tais especialistas, os países da União Europeia (UE) deveriam exigir às empresas cotadas na bolsa de valores que tornassem público o salário dos seus directores, bem como a política de bónus praticada. Sem isso, «o controlo dos accionistas sobre a remuneração dos directores é ilusório" porque não se sabem os valores pagos nem os benefícios que recebem, explicam os especialistas.

Esta posição já constitui um passo muito importante, a aproveitar pelos sindicatos, para defenderem os interesses dos trabalhadores com os salários mais baixos, exigindo que os salários mais altos não ultrapassem em múltiplos muito elevados o SMN (Salário Mínimo Nacional).

Há que reduzir a dimensões mais morais e éticas o fosso entre ricos e pobres, porque todo o ser humano tem direito a viver com dignidade e há que evitar enriquecimentos ilegítimos, desperdícios, ostentações e arrogâncias de novo-riquismo, muitas vezes, saloio.

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sábado, 17 de janeiro de 2009

Os portugueses e os outros europeus

É vulgar ouvir-se aos políticos e grandes gestores que "os portugueses gastam acima das suas possibilidades". E quais são essas possibilidades para os portugueses comuns (os que têm trabalho por conta de outrem)? Estes, que são a maioria, ganham pouco mais (55%) do que se ganha na zona euro. Portanto, a frase, para estar correcta devia ser um pouco diferente: os portugueses recebem muito abaixo das suas necessidades básicas.

No entanto, os portugueses privilegiados, principalmente os que vivem à custa do erário, sendo de destacar o génio das Finanças Víctor Constâncio, podem mostrar-se ufanos perante os parceiros europeus, porque recebem em média:

- mais 32% do que os americanos;

- mais 22,5% do que os franceses;

- mais 55 % do que os finlandeses;

- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)

Para maior infelicidade dos portugueses comuns, os que vivem à custa do dinheiro público com tiques de sanguessugas não fazem a menor ideia da vida difícil da quase totalidade dos portugueses. E estes, sem possibilidade de ter vontade própria, ainda teimam em votar, para termos cada vez mais do mesmo. Por isso, o conselho que anda por aí a circular de que é preciso que todos votem em branco para os obrigar a mudar o regime. E quanto a essa mudança recordo o post «Reforma do regime é necessária e urgente».

Recebido por e-mail e adaptado ao presente formato.

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Ex-combatentes Vs toxicodependentes

Os ex-combatentes, fora do serviço activo, e seus familiares manifestaram-se em defesa da recuperação de direitos que lhes estão sendo negados. No número dos ex-combatentes encontra-se a quase totalidade dos homens válidos com mais de 50 anos que, na vigência do SMO (Serviço Militar Obrigatório), foram obrigados pelo Governo a irem defender os interesses do Estado, a «ditosa Pátria minha amada», arriscando a vida e a sua sobrevivência e das famílias. Nas excepções contam-se os desertores, muitos deles hoje figuras vistosas da política.

Muitos dos combatentes morreram e o Estado esqueceu-se de fazer regressar os seus cadáveres. Muitos mais ficaram deficientes, vivendo agora dependentes de medicamentos e com uma actividade vital muito condicionada e sem os apoios que moralmente lhes são devidos, mas que lhes têm sido retirados pela política monetarista actual. Merece ser lida e meditada a notícia do DN «150 mil veteranos tomam medicamentos para 'stress' », mas, no mínimo o título, já é bem estimulante ao raciocínio, isento. Vai longe o tempo em que tinha muita validade o lema «honrai a Pátria que a Pátria vos contempla». Também se refere a noticia do JN, sobre o mesmo tema «Guerra Colonial ainda afecta 150 mil homens».

Porém, ao contrário, os jovens que, por vontade própria ou pela falta dela, se deixaram vencer pelo vício da droga, obtêm do poder, que usa o dinheiro de todos nós, os maiores benefícios desde as ‘salas de chuto’, aos apoios de tratamento e virtual recuperação, etc.

Porquê esta discrepância? A toxicodependência resultou de algum sacrifício generoso e patriótico em benefício do Estado?

Como pode Portugal continuar a contar com a disponibilidade total e incondicional dos actuais jovens que vão para missões arriscadas no estrangeiro? Até quando eles continuarão disponíveis para ir colocar em risco a vida de hoje e o seu futuro e dos seus familiares, se depois são abandonados aos bichos?

Ninguém se apercebe da gravidade do problema porque aos militares é proibido manifestarem-se. E essa proibição é uma das causas, como foi bem salientado pelo General Loureiro dos Santos quando referiu que a ela se deve o facto de hoje os militares estarem com metade do salário de juízes, professores e diplomatas que há cerca de 15 anos ganhavam o mesmo. Porquê uns aumentaram tanto e os outros nada?

E o que define a imoralidade dos actuais políticos é que justificam os sacrifícios dos militares com a existência da «condição militar», mas os sacrifícios desta eram uma das facetas de um modus vivendi’ em que no outro prato da balança estava uma série coerente de compensações que minoravam os aspectos dos riscos que os milatres são obrigados a correr.

Gente honesta e honrada cumpre os contratos, os acordos, mesmo que não estejam escritos num mesmo e único documento. Se retiraram as legítimas compensações, se reduziram para metade os salários em relação a juízes, diplomatas e professores, qual é a moralidade de argumentar com a condição militar?

Seria bom que os governantes colocassem os vencimentos dos militares na proporção em que estavam há 10 ou 15 anos e que tratassem os ex-combatentes, principalmente os deficientes, com os apoios correspondentes aos dados aos drogados seus familiares, amigos ou conhecidos. E, no entanto, estes não merecem tanto porque o seu mal não resulta de terem jurado tudo arriscar para honrar a Pátria, para defender o mais válido património nacional, a nossa soberania.

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domingo, 29 de junho de 2008

Democracia vista por simpatizante do PS

Transcrevo esta mensagem recebida por e-mail do Alô Portugal de 29-06-2008 às 20:20

Como se deve participar em democracia
(texto de um dos mails que costumo enviar ao partido no governo)
de Albino Pinho - Switerzland

Na qualidade de simpatizante do PS e na de emigrante, leio e assisto diariamente através da imprensa Portuguesa e Internacional ao crescente aumento de miséria no meu país. Sempre que algo vai mal é lógico que se acatem as culpas a quem nos governa, o estado de alma dos Portugueses actual é de baixar os braços de descrédito do deixa andar, já mal protestam, pois temem que as coisas ainda piorem mais.

A conjuntura económica Internacional também não é muito favorável á nossa recuperação económica, mas sinceramente como é que quem nos governa vai explicar aos Portugueses o aumento dos que cada vez tem mais, contrastando com a miséria, muitas vezes escondida, que aumenta diariamente?

E os salários de muitos administradores de empresas públicas? Que como escrevia outro dia um jornal Suíço, em muitos casos são 22 vezes maiores do que o salário médio de um Português. Não se encontra explicação para tamanha diferença. Que explicação dá o governo ao país sobre estas injustiças?

Tudo isto me magoa profundamente, pois assisto outra vez à debandada de muitas famílias para a emigração, muitas para aqui, e muitas dessas famílias até já tinham ido de vez há uns anos para as suas terras.

As forças da extrema-direita aproveitam-se, como é lógico, para levantar velhos fantasmas, é preciso que a democracia dê respostas antes que a crise social se agrave ainda mais. Pois como a história nos prova só em democracia e com justiça social é possível sair de qualquer crise económica.

Que o governo não se coíba de falar nos que sofrem, mas com modéstia, que lhe dê uma esperança sem crispações, sem altivez, que não fale em números
quando lhe são favoráveis, mas que reconheça os seus próprios erros e seja mais humilde, a começar pelo Primeiro Ministro.

De um Português que ama o seu país. Que ama a democracia e a dignidade da pessoa humana.

Com os meus melhores cumprimentos
Albino Pinho Switerzland

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Pobres cada vez mais pobres

Transcrevo o artigo seguinte que traduz as dificuldades da maioria dos portugueses no estilo irónico que é habitual ao autor. No fim acrescento uma NOTA sobre este tema que julgo ser oportuna.

A proeza
Por Manuel António Pina

O Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (pelos vistos, existe um Ministério da Solidariedade Social) assegurou ontem, naquele tom vitorioso que usam os treinadores de futebol de equipas dos "distritais" quando saem do Dragão, de Alvalade ou da Luz com uma derrota por menos de 3-0, que 90% dos reformados não irão perder poder de compra em 2008. E o sucesso, diz o Governo, é ainda maior isso acontecerá pelo segundo ano consecutivo.

O solidário Ministério chegou a essa conclusão fazendo contas aos aumentos das pensões inferiores a 611 euros (90% dos reformados vivem com menos, a grande maioria com muito menos, de 611 euros), que serão iguais à inflação "prevista" para 2007. O problema - há sempre um problema neste género de contas - é que, com tais aumentos, os reformados irão comprar o pão (que vai subir 30%), o leite (12%), pagar a electricidade e o gás (3,6%), os transportes (3,9%), e por aí fora, que a procissão ainda vai no adro, em 2008, e não em 2007.

Ora se passarão a comprar menos coisas com mais dinheiro, como é que os reformados (ó suave milagre da economia e da propaganda) não perdem poder de compra? E, mesmo se fosse verdade: era uma proeza assim tão grande o Governo ter conseguido que eles ficassem tão pobres como eram?

NOTA: O aumento dos preços obriga-me a continuar a tentar perceber qual é o conteúdo do «cabaz de compras» que o Governo, ou o Banco de Portugal, utiliza para calcular a inflação de forma a aumentar os salários de 2,1% quando tudo está aumentar muito mais do que essa percentagem. E os sindicatos acabam por aceitar esse número que lhes é imposto sem justificação honesta. Com as notícias que nos chegam, concluímos que a inflação deste ano não irá ficar abaixo dos 3%. E é por isso que o aumento esperado dos juros BCE virá a ser uma realidade. Andamos a ser explorados mais do que se estivéssemos em regime ditatorial e poucos se manifestam de viva voz contra os partidos que se coligam para partilhar entre si o bolo do PODER. Poucos se dizem determinados a entregar o voto em branco nas próximas eleições, como prova de desprezo pela autodenominada «classe política» e para que a percentagem de vitória acabe por ser reduzida ao mínimo, aos votos dos parasitas do poder, que já são demasiados!

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sábado, 29 de dezembro de 2007

Vamos apertar mais o cinto

Nem tudo o que se passa na economia do País depende do Governo, mas é consensual de que o défice orçamental nas contas do Estado se deve a má gestão dos dinheiros públicos, à incompetência dos governantes. E desses erros acumulados resulta o aperto de cinto que temos vindo a sofrer. Quando digo «temos», refiro-me aos portugueses que no sector Público ou no privado vivem de salários controlados, que não esticam. Porque os outros, começando pelos políticos, não só não sofrem essas restrições como até se aproveitam delas para usufruírem de mais benefícios acumuláveis com os que já tinham.

O salário mínimo nacional (SMN) aumentou 5,7% do que ninguém discorda. Aceita-se que tal aumento não pode ser extensivo a todos os salários da função pública, que serve de referência para o sector privado, por tal não ser permitido pela capacidade de criar riqueza por parte do conjunto das forças produtivas. Houve da parte dos governantes o cuidado de desligar este aumento das outras despesas sociais, a que o seu valor servia de referencial.

Mas os mesmos governantes não se esqueceram, não se distraíram, de garantir os interesses dos partidos, mantendo o financiamento público dos partidos parlamentares amarrado ao SMN. Não se coloca a questão de os cidadãos deverem ajudar a financiar os partidos políticos, que são uma característica da instituição democrática. Porém, não é ético nem moral que os partidos se excluam do esforço dos cidadãos para o saneamento financeiro do Estado. Se aceitassem um aumento correspondente aos 2,1% do aumento dos salários públicos, em vez dos 5,7% (mais do dobro da inflação), a diferença não seria muito grande para o seu volume de negócios, pois, em vez de um aumento de 863 mil euros, em 2008 (com o SMN), receberiam 363 mil. Essa poupança de meio milhão de euros teria apenas valor simbólico nas despesas públicas, mas colheria altos dividendos em termos de cidadania. Teria grande efeito na opinião pública em relação ao conceito em que são inseridos os políticos como sugadores do dinheiro dos impostos.

Entretanto, os pensionistas reformados e os funcionários públicos que, há anos, não recebem aumentos e aqueles que têm visto o salário subir menos do que a inflação deparam-se com o sucessivo aumento do custo de vida e a consequente redução do poder de compra, como fica bem patente nos artigos de jornal a seguir linkados.

Alimentos e gasolina mais caros em 2008
Para que servem os bons exemplos
Subvenções aos partidos sobem dobro da inflação
Aumentos limitados à inflação para quase todos os reformados
Pão aumenta até 20% em 2008
Juros da casa a subir desde há dois anos
Viajar de Lisboa ao Porto custará mais 0,55 euros

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