segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013. Marques Mendes deseja

Extracto de frase do artigo Votos para 2013

Espero e desejo que em 2013 o Governo não se limite a fazer cortes. Claro que cortar na despesa do Estado ainda é necessário. Mas necessário também é começar a construir. A construir sobretudo um novo modelo de fortes incentivos à atracção de investimento, nacional e estrangeiro. Para criar riqueza e gerar emprego, as reformas em curso e as exportações são decisivas. Mas não chegam. É preciso uma política agressiva de atracção de investimento. Ou seja, a par de uma política financeira, precisamos também de uma política económica. Não é um slogan. É mesmo uma necessidade.

Imagem earquivo

3 comentários:

A. João Soares disse...

Acerca do feudalismo dos Grupos Económicos, convém ver o exemplo dado na notícia
randes bancos pagam milhares de milhões para escapar à justiça

Luis disse...

Caríssimo Amigo João,
Gostaria de ver Marques Mendes na Governação para ver se faria o que agora diz e escreve... è que ser oposição ou comentador é uma coisa , outra é governar!
Um abraço amigo.

A. João Soares disse...

Caríssimo Luís,

O que dizes é verdadeiro, bastando ver o que Passos disse antes de ser eleito e as realidades desde que é PM.
Os governantes estão submetidos a fortes pressões de altos interesses do feudalismo dos grupos económicos, de que é exemplo o caso referido em Justiça Social ???.

Mas nem por isso os cidadãos vulgares ou com nome na política se devem abster de comentar, criticar o que consideram menos correcto e dar sugestões para se fazer melhor. Isso é a DEMOCRACIA. Pelo contrário, é antidemocrático que um governo tome medidas contrárias à proposta que submeteu a sufrágio para obter os votos dos eleitores. As propostas feitas devem ser respeitadas até que o povo se pronuncie em sentido diferente por referendo ou outras eleições.

Isto significa que não posso concordar com a intenção subentendida como crítica às palavras de Marques Mende. O que pode merecer crítica é ele, sendo conselheiro de Estado seja ao mesmo tempo cronista de jornal. Mas tal facto pode ser considerado como o papel de educador do povo, que em democracia não deve ser limitado.

Abraço
João