quarta-feira, 15 de agosto de 2012

História da Rã

Transcrição de história muito esclarecedora da sociedade actual

HISTÓRIA DA RÃ (que não sabia que estava sendo cozida)

Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã. Um pequeno fogo é aceso por baixo da panela, e a água aquece muito lentamente. (Fiquem vendo: se a água aquece muito lentamente, a rã não se apercebe de nada!)
Pouco a pouco, a água fica morna, e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar. A temperatura da água continua subindo...
Agora, a água está quente mais do que a rã pode apreciar; ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta.
Agora, a água está realmente quente, e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada; então, suporta e não faz nada.
A temperatura continua a subir, até quando a rã acaba simplesmente cozida e morta.br /> Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus, ela, com um golpe de pernas, teria pulado imediatamente para fora da panela.

Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento, escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou, alguma revolta. Os «donos do mundo» conhecem este fenómeno e nada nos acontece por acaso.
Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade, desde há algumas décadas, podemos ver que nós estamos sofrendo uma lenta mudança no modo de viver, para a qual nós nos estamos acostumando.
Uma quantidade de coisas que nos teriam feito horrorizar 20, 30 ou 40 anos atrás, foram pouco a pouco banalizadas e, hoje, apenas incomodam ou deixam mesmo completamente indiferente a maior parte das pessoas.
Em nome do progresso, da ciência e do lucro, são efectuados ataques contínuos às liberdades individuais, à dignidade, à integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver; levados a cabo lenta mas inexoravelmente, com a constante cumplicidade das vítimas, desavisadas e, agora, incapazes de se defenderem.
As previsões para o nosso futuro, em vez de despertar reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser a de preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás, dramáticas.
O martelar contínuo de informações, pela mídia, satura os cérebros, que não podem mais distinguir as coisas... Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, era para um amanhã. Agora, é para hoje!!!

Consciência, ou cozido, precisa escolher!
Então, se você não está, como a rã, já meio cozido, dê um saudável golpe de pernas, antes que seja tarde demais.
NÓS JÁ ESTAMOS MEIO COZIDOS?OU NÃO?

Imagem de Arca do Conhecimento onde o artigo foi publicado em 04-08-2009, por Maria José Rezende.

3 comentários:

Unknown disse...

É a realidade, no entanto somos um povo de brandos costumes e como tal...

Unknown disse...

Esta história é realmente verdadeira e pior é que alguns começam por lhe aplicar a tampa e dali a pobre coitada nem pode saltar, gritar ou fugir............

A. João Soares disse...

Caros Campista e Coelho,

A humanidade tem percorrido um caminho de degradação em aceleração constante, tendo deixado ficar para trás os mais elementares valores de ética e de respeito pelos outros. Em sua substituição surgiu o exagero da ambição desmedida por qualquer forma para alimentar vaidades, ostentação, arrogância, num mundo em que reina o egoísmo.

E assim surgiram a pegar nas rédeas do poder indivíduos da pior espécie, cujos exemplos são para esquecer porque estão completamente sintonizados com os defeitos atrás apresentados para a sociedade degradada.

As vítimas são os restantes cidadãos, talvez 90%, que não pertencem ao grupo dos coniventes, cúmplices e conluiados com os do poder. Aqui se referiu essa manobra de concentrar os sacrifícios nos mais pobres, quando um poderoso defendeu o aumento do IVA em vez do IRS e do IRC, há cerca de dois anos, o que veio a ser seguido pelos Governos. Isto mostrou que o poder eleito está secretamente submetido a poderes ocultos, por interesses variados, diferentes dos reais interesses nacionais.

Abraços
João