segunda-feira, 21 de março de 2016

PORTUGUÊS COM ÊXITO PUBLICAMENTE RECONHECIDO NO CANADÁ



Enquanto muita gente dá prioridade a insultos, calúnias e acusações ainda há quem RECONHEÇA O VALOR QUANDO EXISTE RIGOR INTELECTUAL, ESFORÇO PELA EXCELÊNCIA NA INVESTIGAÇÃO E PELO AVANÇO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO.
O professor português João Pedro Trovão, dedicando-se ao aperfeiçoamento da eficiência de novos veículos eléctricos, não obteve cá o necessário apoio financeiro e aproveitou uma oportunidade do Canadá, onde tem tido êxito nas investigações na Universidade de Sherbrooke, em que é professor, ao ponto de lhe ser concedido um financiamento do Governo Federal de 500 mil dólares (340 mil euros) para desenvolver os seus projectos.
E recebeu uma carta do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, em que reconhece o seu trabalho e a sua dedicação ao aumento do conhecimento científico.

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ABOLIR O ÓDIO E RESPEITAR OS OUTROS



Ao ler a notícia «Conselho da Europa defende fim de partidos que utilizem o discurso do ódio» senti regozijo por já aqui ter defendido a mesma ideia mas alargada a todos os cidadãos.
MERECEM APLAUSO TODAS AS INICIATIVAS PARA A DEFESA DE UMA DEMOCRACIA DE VERDADE QUE SE BASEIE NO RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS, DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO, DE TOLERÂNCIA DE DIFERENÇAS, ETC. A sociedade está a precisar de mudanças estruturais profundas no relacionamento entre as pessoas (acabar com violência) no sentido de responsabilidade, em todos os actos da vida, como no trabalho (reduzir os acidentes rodoviários e de trabalho).
Há que acentuar o civismo com respeito pela ÉTICA e pela MORAL. Felizmente, surgem indícios de que o povo está a despertar da sonolência acomodada e do seguidismo, como se viu nas eleições de Cabo Verde e em muitas outras notícias.
Não há tempo a perder para acabar com a imoralidade da exploração de uns para enriquecimento de outros e para difundir ensinamentos que despertem todos os seres humanos para o benefício colectivo através do respeito pelos outros.
Mas não basta ficar por palavras bem intencionadas e por discursos optimistas, é preciso descer às realidades e actuar com vista aos mais nobres objectivos sociais.

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domingo, 20 de março de 2016

ÉTICA, MORAL, REGRAS E BOM SENSO



O encerramento do jornal Econónmico conduz o jornalista Pauli Ferreira, ao longo de reflexões, história e sociologia, no seu artigo «Económico, muito mais do que a morte de um jornal», à conclusão de que na causa está a FALTA DE ÉTICA E O DESVIRTUAMENTO DAS REGRAS DE MERCADO.

A conclusão semelhante cheguei, depois da leitura do artigo de Helena Matos «Como e quando vamos mandar os juízes de volta para casa», pois, com as virtudes inseridas no conceito CIVISMO conduzem a que AS RELAÇÕES ENTRE AS PESSOAS devem ser CONDUZIDAS PELA MORAL E PELO BOM SENSO.

A frequência com que é referida a falta de ÉTICA, de MORAL, de REGRAS e de BOM SENSO são um assustador diagnóstico da progressiva degradação da civilização vigente.

A inversão desta marcha para o abismo será lenta e não pode adiar-se o início do esforço para evitar o afundamento. Que fazer? Acho que tem que haver uma acção colectiva, muito abrangente com líderes determinados, activos e persistentes. HAJA COMUNICADORES DISPOSTOS A ESTA LUTA.

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sábado, 19 de março de 2016

O FUTURO DE PORTUGAL NO MUNDO

Um grupo de estudo e reflexão constituído por seis pessoas patriotas, cultas e extraordinariamente interessadas, de forma racional e totalmente isenta e independente de pressões, está a analisar a situação de Portugal no Mundo: São, por ordem alfabética: Francisco Seixas da Costa, João Costa Pinto, João Ferreira do Amaral, João Salgueiro, José Manuel Félix Ribeiro e Miguel Lobo Antunes.

Reconhecem, tal como muitos outros intelectuais têm trazido a público, que «a Europa mudou» e, perante isso, propõem-se analisar qual «o lugar de Portugal» e, para cada uma das possíveis hipóteses o «que fazer?»

Dos apontamentos já vindos público conclui-se que, como era esperado, se trata de orientações geopolíticas, geoestratégicas e de macroeconomia a serem aproveitadas pelos mais altos escalões da política nacional.

Os estudiosos do grupo mostram-se receptivos a colaborações que ajudem a um relatório final completo, exaustivo, que ajude a criar o melhor futuro para PORTUGAL.

A um nível mais baixo, a nível da táctica, na sequência da estratégia, sugiro que se criem novos grupos de trabalho que pormenorizem a ciência tornando-a útil para a técnica e a concretização dos resultados pretendidos pelos pensadores. Por falta desse escalonamento, constatamos muitas deficiências nas realidades nacionais, por falta de boa preparação de técnicos e de obreiros.

Portugal precisa de conselheiros do género do Engenheiro Sousa Veloso que, através da TV, foi um mentalizador insubstituível dos agricultores portugueses.

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CONSUMIDORES SAQUEADOS



Os CONSUMIDORES PORTUGUESES ESTÃO A SER SAQUEADOS é a conclusão que se retira das palavras do ministro da economia quando «pede que portugueses não ponham combustível em Espanha»  Se a Espanha sobrecarrega os combustíveis com menos impostos do que Portugal , o que é que isso representa? Que explicação racional dá o Sr ministro acerca do volume dos nossos impostos serem muito superiores aos de Espanha? Se a crise que nos foi imposta, embora tenha aumentado o número de milionários e as fortunas daqueles que já o eram, esteja a obrigar a maioria da população a apertar o cinto e esta seja aconselhada a «fazer poupança», o que se espera da população próxima da fronteira e daqueles que têm de transitar em Espanha? Na actual situação, cada cidadão deve pensar antes de fazer uma despesa, se ela é indispensável e se o resultado é necessário e se há uma boa relação entre o seu valor e o custo. O mesmo deveriam fazer os políticos e os gestores públicos a fim de aliviarem os impostos e os contribuintes. É imperioso que seja revista a quantidade de pessoal dos gabinetes, as suas remunerações e mordomias, as viagens e outros aspectos de ostentação, os cartões de crédito, etc., etc. Pelo caminho que continuamos a seguir, que tipo de País vamos deixar por herança aos vindouros?

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É TUDO DE UM AMIGO MEU


É tudo de um amigo meu. Disse Lula … tal como o José

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sábado, 12 de março de 2016

RASTOS E ROSTOS DO PORTUGAL PROFUNDO


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domingo, 6 de março de 2016

COLHEITA DE NOZES NA AUSTRÁLIA


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Este vídeo deve ser mostrado aos agricultores do nosso interior, principalmente a jovens desempregados que desejam produzir e obter rendimento, dentro do propósito do Governo que quer restaurar a economia do interior. http://expresso.sapo.pt/economia/governo-destina-256-milhoes-a-investimentos-no-interior-do-pais=f772071

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quarta-feira, 2 de março de 2016

INVISIBILIDADE PÚBLICA


Prof. da Universidade - Varredor durante um mês

(Recebido por e-mail em 2/03/2016 Para ver mais sobre esta tema ir aqui

Um psicólogo fingiu ser varredor durante 1 mês e viveu como um ser invisível.

O psicólogo social FB da Costa vestiu a farda de varredor durante 1 mês e varreu as ruas da Universidade de São Paulo, onde é professor e investigador, para concluir a sua tese de mestrado sobre 'invisibilidade pública'.

Ele procurou mostrar com a sua investigação a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente condicionada pela divisão social do trabalho, onde se valoriza somente a função social e não a pessoa em si. Quem não está bem posicionado sob esse critério, torna-se uma mera sombra social.
Constatou que, aos olhos da sociedade, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'...

Trabalhava apenas meio dia como varredor, não recebia o salário de R$400 como os colegas, mas garante que teve a maior lição de sua vida: "Descobri que um simples BOM DIA, que nunca recebi como varredor, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o investigador. Diz que sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. “Os meus colegas professores que me abraçavam diariamente nos corredores da Universidade passavam por mim e não me reconheciam por causa da farda que eu usava.”

- O que sentiu, trabalhando como varredor?

- Uma profunda angústia. Uma vez, um dos varredores convidou-me para almoçar no refeitório central. Entrei no Instituto de Psicologia para levantar dinheiro, passei pelo piso térreo, subi as escadas, percorri todo o segundo andar, passei pela biblioteca e pelo centro académico, onde estava muita gente conhecida. Fiz todo esse percurso e ninguém EM ABSOLUTO ME RECONHECEU. Fui inundado de uma indescritível tristeza.

- E depois de um mês a trabalhar como varredor? Isso mudou?

- Fui-me habituando a ser ignorado. Quando via um colega professor a aproximar-se de mim, eu até parava de varrer, na esperança de ser reconhecido, mas nem um sequer olhou para mim.

- E quando voltou para casa, para o seu mundo real, o que mudou?

- Mudei substancialmente a minha forma de pensar. A partir do momento em que se experimenta essa condição social, não se esquece nunca mais. Esta experiência mudou a minha vida, curou a minha doença burguesa, transformou a minha mente. A partir desse dia, nunca mais deixei de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe, que é importante, que tem valor.
Aprendi verdadeiramente, com esta experiência, o valor da dignidade.

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sábado, 27 de fevereiro de 2016

COMO RECUPERAR UM REVOLTADO



As pessoas também se conquistam com carinho, amizade, amor. «Com vinagre não se caçam moscas» dizia a sabedoria dos nossos antepassados.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A COMUNICAÇÃO SOCIAL DEVE RESPEITAR AS PESSOAS


Recordo que no início da década de 1960, após um suicídio de pessoa mundialmente conhecida e admirada, houve uma generalizada atitude de sensibilidade dos órgãos de Comunicação Social que se traduziu em reduzir ao mínimo as referências ao caso, tal como a crimes mais repelentes. Essa atitude foi estimulada pelas autoridades em temas psicológicos e sociológicos com preocupação de evitar o efeito de IMITAÇÃO que poderia ocasionar a multiplicação de casos semelhantes.

Esse sinal de RESPEITO PELAS PESSOAS CONSUMIDORAS da informação escrita oral e visual, hoje não é apenas inexistente, mas pior, verifica-se o oposto com a transformação de criminosos e marginais em heróis com presenças prolongadas durante horas, dias e semanas. E o resultado é precisamente aquele que os cientistas da psicologia e da sociologia pretenderam evitar com o esbatimento de tais situações. Por isso, hoje, há cada vez mais actos de violência doméstica, de homicídios, de violações de menores, de suicídios, de assaltos, de ataques a idosos, etc, etc. Cada caso deve ser comunicado de imediato às entidades que o devem averiguar, julgar e punir. Deve ser divulgada a punição para que sirva de lição e evite repetições, mas não deve ser badalado continuadamente. Os órgãos da Comunicação Social têm muito assunto construtivo, formativo, que contribua para entusiasmar as pessoas no sentido de melhorar a sua actividade familiar, social, profissional e, dessa forma, construir um MUNDO MELHOR.

Podem e devem martelar em temas enriquecedores e dar publicidade a quem se distingue pela perfeição, competência, bons resultados e que deve constituir exemplo a seguir. A evolução da sociedade precisa da colaboração de cada ser humano e, principalmente, da parte dos órgãos da Comunicação Social, pelo seu vasto campo de influência. Respeitem e ajudem aqueles que estão sob a vossa influência.

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ARROGÂNCIA MUNICIPAL


No regresso a casa, depois de almoço, como é costume nas minhas raras e curtas saídas, procuro observar pormenores que acho significativos. Hoje vi um polícia, com os ombros ornamentados com o seu grau de autoridade, multar uma senhora por ter o caro estacionado no passeio embora não prejudicasse o movimento de peões, sãos ou deficientes. (Ver 1ª foto) Educada e cortêsmente como é meu hábito, lembrei ao polícia que, pior do que aquele carro, há ali muito perto (ver 2ª foto) um obstáculo, sem qualquer utilidade, que ocupa o passeio de lado a lado, desde há quase uma dezena de anos. Referi também casos de passeios, próximos dali, onde um deficiente em cadeira de rodas não pode circular. O polícia disse que isso é problema da Câmara e que se ele agir contra esta será duramente penalizado. É certo que estes casos já foram comunicados aos serviços municipais, mas sem efeito.

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DESPREZO PELA CULTURA ARRISCA O NOSSO FUTURO

À semelhança das reflexões de há dias sobre o imperativo de mudanças, hoje, ao aproximar-me do restaurante «Retiro do Paraíso», por sentido diferente do habitual, deparei com o facto de o «Teatro Maria Helena Torrado», na Rua Freitas Reis 25, em CASCAIS, estar encerrado e o espaço estar para venda ou arrendamento. Sinais dos tempos. Hoje, a TV e, principalmente, a Internet, com os diversos modelos de portáteis, iludem a necessidades do jovens e até adultos, em questões de informação e cultura, estando a função desta brutalmente transfigurada. Desemprego de actores? Mais do que isso, embrutecimento da população, de forma generalizada. PARA ONDE ESTAMOS A CAMINHAR?

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A PRIMAVERA DESPONTA

A sabedoria da NATUREZA cumpre a necessidade da mudança e da inovação, fugindo à rotina e à estagnação para evitar a degradação e a morte. Seria bom que os homens com responsabilidade de gestão usassem adequadamente a mudança para accionar todas as capacidades frutuosas das instituições que gerem. Coloquem os olhos na renovação que a Natureza faz em cada Primavera.

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

TERRORISMO PORQUÊ E PARA QUÊ?



TERRORISMO PORQUÊ E PARA QUÊ? É muito frequente ouvir dizer que a violência, a guerra, o terrorismo são atitudes desnecessárias e próprias de mentes tresloucadas. O certo é que a História está marcada por guerras. A violência já era referida na Bíblia, entre Caim e Abel, os atentados e actos de terrorismo têm-se tornado frequentes e mais violentos. Como as muitas pessoas inseridas em tais movimentos são seres humanos racionais, como em muitos casos gerem avultadas quantias e meios materiais de alto custo, em vez de as criticarmos friamente como se fossem anormais, será preferível procurar compreender qual é o seu móbil, PORQUÊ E PARA QUÊ levam a cabo actos tão lesivos de pessoas inocentes e tão destruidores de património.

Está provado que o diálogo pacífico e assente em boa argumentação resolve muitos diferendos e evita as condições exageradas que possam conduzir à violência, como se viu agora entre o Reino Unido e os Poderes da União Europeia, em que foram melhoradas as regras desta, acabando por todos ficarem satisfeitos com os resultados obtidos. Pergunta-se: O que deve fazer a ONU e outras instituições internacionais para ajudar o Mundo a resolver os seus atritos, pelo diálogo, e evitar os danos dos actos violentos? Porque não têm seguido os métodos mais adequados a soluções pacíficas? Porque não têm procurado inspirar confiança em grupos que se consideram prejudicados e pretendem recuperar posições mais notáveis e respeitadas? O que tem sido feito para tornar a diplomacia mais eficaz na detecção de descontentamentos e na procura de medicação preventiva para eliminar as razões que possam vir a tornar-se explosivas?

Este esforço deve ser levado muito a sério, quer internamente nos Estados quer internacionalmente. Quanto maiores forem as desigualdades na repartição de benefícios e de sacrifícios mais probabilidade surge para violência. É bom que os governantes de países mais poderosos deixem de se considerar donos do Mundo a quem todos os exageros são permitidos e procurem ter sensibilidade para os mais desfavorecidos, para as suas necessidades e para o seu direito a verem a sua situação melhorar da melhor forma possível. Não é convincente falar-se em DEMOCRACIA em ambientes em que o que é praticado é feudalismo e ditadura, por vezes em grau extremo.

Se for feito esforço diário para REFORÇAR A HARMONIA E A PAZ, deixaremos um MUNDO MELHOR aos vindouros.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

ECONOMIA. COMO FUNCIONA


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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

OBJECTIVOS DA CRIAÇÃO DA UE FORAM ESQUECIDOS


A UE está sendo muito mal aproveitada, só beneficiando os poderosos à custa com mais sacrifícios dos mais carentes e menos desenvolvidos. Os actuais políticos não entraram para a Política para gerirem os recursos existentes para criar melhor qualidade de vida a todos de forma equitativa e democrática, mas sim para enriquecimento pessoal, do seu partido e do seu país. A desigualdade foi crescendo e o mal estar está instalado. É pena que os objectivos dos criadores da UNIÃO fossem ignorados como lamentou, no seu discurso, Helmut Schmidt, em 2-12-2011.

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

MORDOMIAS DE EURODEPUTADOS


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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

TERRORISMO À SOLTA...


A notícia «Pelo menos 51 mortos e 78 feridos em ataque na Nigéria» devia fazer pensar seriamente os que, a troco de gordas remunerações e mordomias, estão instalados em cadeiras de organismos internacionais, ONU, União Africana e muitos outros, nas suas atribuições reais ou desejáveis para bem da humanidade.

Perante estes ACTOS SELVAGENS e os refugiados que eles provocam, tenho-me interrogado quais os interesses que estão por trás e que tolhem essas pessoas notáveis de procurar encontrar soluções eficazes para domesticar ou… estas feras que andam à solta a destruir vidas de inocentes e património que empobrece pessoas que já vivem com dificuldades e carências de vária ordem.

O que fazem os donos do sistema financeiro, os detentores do PODER MUNDIAL? Para que serve a diplomacia, para que servem os exércitos? Devem notar que já não estamos na época da pedra lascada. A civilização, como as tecnologias, deve ter evoluído e os seus altos responsáveis devem tomar consciência das suas responsabilidades.

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PARA UMA BOA OPOSIÇÃO

Acho que o comentário que coloquei, há pouco, na « publicação de Carlos Manuel Moreno» merece ter uma visibilidade melhor:

«Parece que os políticos, embora aparentem crânio de dimensão normal, sofrem de «microcefalia», Não pensam que na SITUAÇÃO DE OPOSIÇÃO, em vez de desenvolverem o «ressabiamento» que nada os valoriza nem interessa a Portugal, deviam aproveitar o tempo como estágio de preparação para, nas eleições seguintes, obterem prova da confiança dos eleitores.

Para isso, sem deixarem de criticar os erros do Governo, devem, fazê-lo da forma mais inteligente que conseguirem, apresentando sugestões e propostas que obtivessem melhores resultados. Com isso, mostrariam aos cidadãos que sabem, têm competência, para merecer votos e ajudariam, como é dever de todos e de cada cidadão, ao crescimento de PORTUGAL e à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

Palavreado vazio de conteúdo e sem sinais de melhores soluções não granjeia confiança no povo mais esclarecido.

Criticar negativamente sem justificar, mostrar ressabiamento, não interessa a ninguém, e qualquer ignorante o pode fazer.

MOSTREM VALOR, COMPETÊNCIA E AMOR AOS PORTUGUESES

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