Mostrar mensagens com a etiqueta Cascais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cascais. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

DESPREZO PELA CULTURA ARRISCA O NOSSO FUTURO

À semelhança das reflexões de há dias sobre o imperativo de mudanças, hoje, ao aproximar-me do restaurante «Retiro do Paraíso», por sentido diferente do habitual, deparei com o facto de o «Teatro Maria Helena Torrado», na Rua Freitas Reis 25, em CASCAIS, estar encerrado e o espaço estar para venda ou arrendamento. Sinais dos tempos. Hoje, a TV e, principalmente, a Internet, com os diversos modelos de portáteis, iludem a necessidades do jovens e até adultos, em questões de informação e cultura, estando a função desta brutalmente transfigurada. Desemprego de actores? Mais do que isso, embrutecimento da população, de forma generalizada. PARA ONDE ESTAMOS A CAMINHAR?

Ler mais...

segunda-feira, 1 de julho de 2013

CASCAIS EM AUTÁRQUICAS. REFLEXÃO


No período pré-eleitoral em que já estamos, é oportuno desejar aos candidatos à Câmara bons resultados, como compensação dos esforços que vão despender, e as melhores reflexões sobre os problemas reais do concelho e esboçar projectos para a resolução dos mais graves e urgentes.

Alguns desses problemas foram referidos nos «posts» de blog que a seguir se indicam. Todos, ou a sua maioria, foram comunicados à Câmara por e-mail. Mas apenas um ou dois tiveram solução.

Seria bom que, antes da ida às urnas, fossem divulgadas as soluções que cada candidatura espera dar a estes casos e a outros de importância semelhante.

Há outros casos como:

A continuação da Av Infante D. Henrique, a partir dos Bombeiros para ligar à margem esquerda da Ribeira das Vinhas na área vizinha ao Jumbo, onde se ligaria à Rua de Sintra e à Avenida Marginal.

Também será importante «ajustar» o trânsito na Av. 25 de Abril de forma a dispensar o passeio pelo tribunal, nas viagens para Ocidente (a colocação de duas rotundas junto aos vértices do Hotel poderá ser adoptada se não houver demasiada alergia a tal engenharia rodoviária).

Junto à estação encontra-se, há vários anos, um prédio em construção «parada». Pela localização é um cartaz da inoperância local. Faz lembrar um outro que esteve parado muitos anos a norte do mercado e que só foi terminado, segundo consta, depois de o presidente da Câmara da época ter «adquirido» um andar.

Será desejável que a nova vereação dê nova vida a Cascais, nova segundo os altos valores éticos e cívicos.

Eis os links para os posts referidos (por ordem alfabética):

- Cablagem aérea anacrónica em Cascais 
- Câmara em greve?
- Cascais não respeita peões
- Cascais, bela com senão
- Cascais. Insegurança para peões
- Cascais. Uma das nódoas locais
- Peões devem ser respeitados
- Promessa não cumprida
- Sarjetas, chuva e técnicos de hidráulica
- Trânsito em Cascais

Imagem de arquivo

Ler mais...

sábado, 1 de setembro de 2012

Cascais, bela com senão



Cascais é uma vila à beira do mar, ligada a Lisboa por um comboio que segue quase sempre ao lado do mar, por uma linda estrada marginal e por uma auto-estrada. A sua beleza é apreciada por muitos turistas de diversas nacionalidades e foi refúgio de famílias reais europeias durante a última guerra mundial.
Porém, como «não há bela sem senão», surgem por vezes deficiências que demoram a ser reparadas, como são agora os casos do contentor que, há mais de dez anos, ocupa desnecessariamente o passeio no início da Avenida Pedro Álvares Cabral e do passeio da mesma rua obstruído por vegetação vinda do prédio vizinho que a Câmara não controla.
No respeitante ao contentor já se referiu a aberração por vários e-mails para a Câmara e em posts datados de 05-03-2010, 24-11-2011, 11-02-2012 e 07-04-2012.
Como estão próximas as eleições autárquicas, espera-se que estas e outras deficiências sejam reparadas em breve.

Ler mais...

segunda-feira, 26 de março de 2012

Era uma causa justa

Podia não ter sido apenas eu a alertar para o perigo, até porque chamei a atenção de várias pessoas, desde polícias, empregados da EMAC a simples peões com quem me cruzava. Mas o pinheiro foi hoje cortado, o que demonstra que se tratava de uma causa justa.

No post Câmara em greve, datado de 24 de Novembro de 2011, vê-se uma imagem do pinheiro, e a descrição: «Em 16-09-2011, enviei ao município um e-mail em que alertava para a situação de perigo criada por um pinheiro na Avenida Nossa Senhora do Rosário nas proximidades da antiga Praça de Touros na área em que foram abatidos três pinheiros junto das moradias. Ficou um que há muito me preocupa por estar com todo o peso inclinado para a faixa de rodagem, podendo desabar por efeito do vento, da chuva que humedeça o terreno junto da raiz, ou da sua própria velhice. Tal caso pode causar graves danos em carros e seus ocupantes. Seguiram fotografias para facilitar a compreensão do problema. Depois disso, abateram mais dois pinheiros, certamente sem apresentarem perigo semelhante e, também, em dia de vento forte, houve vários estragos nas proximidades, mas aquele pinheiro parece não ter merecido a devida atenção. Oxalá esta árvore não seja derrubada como a do parque de estacionamento contíguo ao Hipódromo que causou danos importantes.»

O período de mais de seis meses decorridos desde o primeiro e-mail de alerta talvez nem seja exagerado para a rotina lenta da Câmara que, para justificar a grande quantidade de elementos da sua folha de pagamentos, antes de tomar uma decisão, mesmo que muito fácil, gosta de juntar assinaturas de muitos assessores, consultores, chefes e sub-chefes, etc. Enfim, a obesidade de Estado, Aurtarquias e outras Instituições Públicas!

Mas, hoje ao deparar com o abate do pinheiro senti o regozijo de ser confirmado que o meu alerta constituiu uma causa justa para benefício colectivo. De imediato enviei ao município um e-mail a transmitir o meu apreço pela medida tomada. Acho que não se deve criticar negativamente, mas alertar, sugerir, de forma construtiva para se melhorar a vida dos cidadãos.

E não termino sem alertar para o caso que consta dos posts Peões devem ser respeitados, datado de 5 de Março de 2010 e Cascais não respeita peões, datado de 11 de Fevereiro de 2012

Imagem de arquivo

Ler mais...

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Cascais não respeita peões

Há mais de quatro anos, o município decidiu fechar e tornar pago o «parque de estacionamento da Praça de Touros» na área vizinha da PSP Trânsito e, embora a «bilheteira» pudesse ter sido colocada dez metros ao lado e a entrada e saída efectuar-se pelo arruamento ao lado Leste da Praça, foi mais uma vez usado o habitual desrespeito pelos peões e cortado totalmente o passeio com a instalação do contentor que abrigava o portageiro.

Como, passados dois anos, verificaram que o parqueamento não tinha clientes foi desactivado mas a casota lá continua, há dois anos, como foi denunciado em 5 de Março de 2010, a lesar os direitos dos peões que, em tempo de chuva, têm que meter os sapatos na água quer contornem por um ou por outro lado aquele obstáculo.

Aquele alerta tal como o do parágrafo 1. de 24 de Novembro de 2011 e de e-mails posteriores não obtiveram reacção nem resposta.

Agora, que ao parque está a ser cortada uma grande parte do espaço para benefício da PSP, julga-se que será oportuno recompor o passeio, libertá-lo da «edificação» sobre ele construída abusivamente e devolvê-lo à sua função de ser utilizado pelos peões.

Mas o desrespeito pelos peões constata-se em mais casos de mau estado do piso dos passeios e de postes de iluminação, sinalização e publicidade que, por não terem sido colocados junto a um dos lados, dificultam a movimentação de carrinhos de bebé e de cadeiras de rodas.

Imagem de arquivo

Ler mais...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cascais. Património desprezado

A imagem aqui colocada é diferente daquela que ilustrava o post de 5 de Dezembro de 2009, da mesma forma que o era uma das duas do post de 28 de Fevereiro de 2011 em que o assunto foi relembrado e explicada a diferença entretanto introduzida no cartaz. Este foi recentemente referido no parágrafo 3. do post de 24 de Novembro de2011 e em posterior e-mail para a Câmara em que eram tratados outros casos. Sem reacção, sem resposta.

Se a Câmara não tivesse mantido o cartaz, não lhe podiam ser atribuídas culpas de desmazelo e incumprimento de promessas já antigas. Agora, estamos com eleições municipais à vista e já há candidatos com os pés nos tacos para iniciar a corrida. Cabe a cada eleitor deixar de pensar em quem votou em eleições anteriores, avaliar as capacidades de cada candidato e escolher o que lhes inspirar inteira confiança ou, se nenhum lhes servir, votar em branco, o que significa que nenhum lhe merece confiança. Não basta olhar para o QI, mas é preciso olhar para o QH (de honra, de honestidade) e o QD (de dedicação ao bem comum), o que se deduz de atitudes e comportamentos anteriores, em actos e não apenas em palavras.

Ler mais...

sábado, 26 de novembro de 2011

Linha de comboio de Cascais e seu futuro

A linha de Cascais, único sistema de transporte colectivo que liga Cascais a Lisboa, está em risco de parar durante tempo excessivo, por motivos logísticos, de material circulante e de funcionamento de toda a estrutura eléctrica.

Desde que a linha foi criada, em 30 de Setembro de 1889, tem vindo a funcionar com corrente contínua, parecendo não haver planos para passar a utilizar a corrente alterna, actualmente em uso nas restantes linhas electrificadas. Actualmente, já não há possibilidade de adquiri carruagens a corrente contínua. As existentes que precisam de peças recorrem à «canibalização» de outras já incapazes de circular. Mas tal solução não pode continuar a ser eficaz por muito mais tempo.

Porém, a mudança para a corrente alterna obriga a que, além da substituição das carruagens, se proceda à alteração de todo o sistema eléctrico, de alimentação das catenárias, motores das agulhas, sinalização e comunicações.

Admira que que ainda não haja sinais de trabalhos prévios de criação da futuras estrutura por forma a que a paragem decorrente da mudança do sistema seja reduzida, a poucas horas ou poucos dias. Ainda com estrutura actual a funcionar, poderão instalar-se novos equipamentos ao lado dos actuais, por forma a que, em pouco tempo de paragem se possam desligar as estruturas eléctricas actuais e ligar as novas. Depois de feito tal trabalho, as novas carruagens podem entrar nos carris, fazer os testes convenientes e iniciar a circulação regular.

A Câmara de Cascais admite assumir a gestão dos comboios da linha com Oeiras e Lisboa, mas trata-se de um assunto com especificidades técnicas que devem ser devidamente ponderadas, em todos factores em jogo. Oxalá que, seja quem for a entidade responsável pela infra-estrutura e pela exploração e funcionamento, o resultado seja a melhoria do serviço prestado aos utentes.

Imagem de arquivo

Ler mais...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Cascais. Casa das Histórias de Paula Rego

Segundo notícia do Público, a curadora e especialista em História da Arte Helena de Freitas é a nova directora da Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais que abriu em18 de Setembro de 2009.

Helena de Freitas assinou hoje um contrato de dois anos com a Fundação Paula Rego, após vários meses de negociações, e passará a ser a directora da Casa das Histórias a partir de 1 de Março.

Helena de Freitas, 51 anos, é licenciada em História, tem um mestrado em História da Arte, e trabalhava como curadora no Centro Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian desde o final dos anos 80.

O museu está instalado num edifício de raiz desenhado pelo arquitecto Souto de Moura, que representou um investimento, por parte da Câmara Municipal de Cascais de cerca de cinco milhões de euros, ao abrigo de um programa de apoio financeiro do Turismo de Portugal.

A Casa das Histórias possui um acervo com cerca de quatro centenas de obras de pintura, desenho e outras peças da pintora portuguesa de 74 anos, radicada em Londres.

Ler mais...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Baixa de Cascais ao abandono!

Numa carta ao director do Público escrita por Ana Cornélio e publicada hoje, com o título «A desertificação de Cascais» consta que a baixa já tem os seus dias contados.
Segundo a autora estão a fechar lojas atrás de lojas e só abrem lojas chinesas, a partir das 16h00 Cascais não tem ninguém e começa a haver graffiti nas montras e paredes mesmo no centro.

Em tempos, junto à Baía, em frente à câmara municipal via-se gente aos montes e hoje não há ninguém, e mesmo no Verão são poucos os que ali circulam. Alguns moradores do centro têm medo de sair à noite pois não há ninguém nas ruas. A associação empresarial tem tido muito boa vontade em ajudar, mas nem sabe o que fazer.

O presidente da câmara é elogiado por estar a fazer a recuperação de edifícios antigos, mas, independentemente das pressões que a isso o empurram, o efeito dessas medidas não virá a tempo de salvar o comércio que está a morrer.

A autora da carta considera que o trânsito é a principal causa da desertificação, principalmente depois da via de escoamento da Marginal que permite a passagem de muito carro, mas não entram nem param em Cascais.

A autora evidencia uma boa perspicácia ao atribuir ao trânsito a principal causa. Se não for a principal é uma das primeiras causas. Há poucos anos, quem viesse pela marginal e quisesse ir para a saída oposta (ocidental), era encaminhado pela Alameda dos Combatentes da Grande Guerra, Baía, Cidadela e aí podia escolher ou a Avenida Rei Humberto II de Itália, ou a Avenida da República. Hoje, devido aos condicionamentos impostos, entre a Alameda e a Cidadela, essa hipótese está interdita e a única maneira de circular entre os extremos Leste e Oeste é a Avenida 25 de Abril que contorna a vila antiga, sem sequer permitir virar à esquerda, ao ponto de um visitante vindo pela marginal que queira dirigir-se à zona da Cidadela (muito perto da rotunda Sá Carneiro), tem que percorrer a periferia da vila quase em 360 graus, pois tem de seguir toda a Av 25 de Abril (quase dois quilómetros e ao encontrar a Av da República virar à esquerda e percorrer mais um quilómetro).

Os autarcas esquecem que as vias de comunicação são os vasos sanguíneos da economia e esta serve os cidadãos, consumidores e trabalhadores. E com as veias, artérias e vasos capilares não se deve brincar! Não se pode estrangular a corrente sanguínea de uma localidade de ânimo leve, por capricho ou porque se acordou com uma ideia que depois não foi analisada por todos os lados, tendo em conta todos os factores condicionantes e implicações nos vários sectores da vida das populações.

Como disse num post recente, não existe mentalidade de planeamento nos serviços públicos, o que é muito grave porque, sem planeamento e estudo cuidado das decisões, seguido de uma organização adequada à acção e uma programação tendente à eficiência e economia da concretização, não haverá uma gestão correcta dos recursos e não se defendem os interesses das populações, que devem ser o objectivo iniludível das instituições e dos serviços públicos.

Ler mais...