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terça-feira, 29 de setembro de 2015

PASSOS EM 2015 VS PASSOS EM 2011


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quinta-feira, 16 de abril de 2015

PRÓXIMAS ELEIÇÕES SERÃO OPORTUNIDADE A NÃO PERDER


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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Vamos votar em quê?

Estamos a poucos dias das eleições legislativas, isto é, do dia em que iremos votar, escolher, aprovar uma proposta, um programa da gestão da vida pública, de todos nós, durante uns pares de anos.

Acerca disso, surge a notícia de que Loução diz que Governo e PSD "fogem como o diabo da cruz" de apresentar propostas, o que, por corresponder à realidade, nos deixa perplexos e a pensar que o melhor voto poderá ser em branco. Se são apresentadas propostas, não temos garantias de serem concretizadas, como tem acontecido com todas as promessas de políticos, mas na ausência delas ficamos sem nada que nos oriente o voto, que acabará por ser um cheque em branco, uma procuração com plenos poderes para tudo o que possa passar pelas mentes perturbadas dos políticos eleitos e daqueles que lhes puxarem pela arreata.

Nenhuma pessoa em pleno uso da razão passa uma declaração com plenos poderes a alguém em quem não deposita inteira confiança assente em provas dadas num passado honesto.

O mal parece não ser de um ou de outro partido mas do sistema que começou mal, com uma Constituição elaborada em momento conturbado, e que tem conduzido a vícios e manhas de todos os político em prejuízo dos portugueses comuns. Vale a pena ouvir com atenção as palavras de Carlos Coelho que mostrou ser um observador imparcial, esclarecido e que usa palavras que todos podem compreender.

Imagem do PÚBLICO

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Três nomes em destaque, hoje

Num período propício a meditação sobre os assuntos sociais que devem ocupar o pensamento dos portugueses, surgem hoje três dados que merecem atenção. Vale a pena abrir os links seguintes, por ordem alfabética:

Carlos Coelho no programa Prós e Contras, Maio 2011

Louçã diz que “nem à lupa” se encontra quem defenda o acordo com a troika

Portas desafia PS e PSD a pronunciarem-se sobre salários dos gestores públicos

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sábado, 21 de maio de 2011

Será mesmo assim???



É grave que se chegue a tal situação em que as pessoas se sintam à vontade de falar publicamente com tanto à vontade de uma entidade em tais funções.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sócrates acusa, acusa, acusa…

Um governante, em regime democrático autêntico, deve canalizar todas as suas energias para governar, isto é, para desenvolver o País em todos os seus sectores para bem dos cidadãos comuns. Mas, pelo contrário, estamos perante pessoas que, em vez de serem construtoras de um Portugal melhor, são demolidoras, desgastando as suas energias e as do País em «fait-divers» para vaidade pessoal e pouco mais.

Em reflexões deste tipo, os seguintes três títulos de notícias são preocupantes:

- José Sócrates acusa PSD de leviandade imaturidade e falta de preparação

- Sócrates acusa PSD de querer desviar verbas da escola pública para a privada

- Sócrates acusa PSD de querer "destruir o Serviço Nacional de Saúde"

Sócrates, a fazer crer na veracidade destes títulos, em vez de governar e de planear medidas de futuro, «acusa», faz papel de oposição em relação ao principal partido rival.


Até parece um mau prenúncio para o PS, podendo pensar-se que o subconsciente, habituado a laborar com base em fantasias e dados ilusórios, está já a preparar-se para voltar a ser oposição ao PSD como se este já tivesse assegurada a vitória nas próximas legislativas. Sr. Sócrates, deixe de denegrir os outros e procure mostrar aos portugueses que o PS merece o voto dos eleitores. Talvez, agindo pela positiva e apresentando medidas eficazes para eliminar as causas da crise, seja capaz de fazer esquecer as desgraças que nos tem trazido e de dar uma nova esperança, bem fundamentada, por melhores dias1

Depois, quando for oposição, então acuse o governo como já fez com muita acutilância, como se vê pelos vídeos que se seguem. Não se preocupe em treinar com tanta antecedência. Ainda não é oportuno fazer isso.

Sócrates 2004 vs Sócrates 2010

Sócrates - O Antes e o Depois

Imagem do Google

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domingo, 8 de maio de 2011

Facetas do poliedro nacional

A vida nacional está confusa, constituindo um poliedro irregular com múltiplas faces todas diferentes, eivadas de interesses próprios de cada facção, embora entre elas haja pontos comuns.

Vale a pena ver as seguintes notícias que referem afirmações de pessoas notáveis na vida nacional, por pensarem e saberem emitir as suas opiniões, sobre as diversas situações nacionais:

BE e PSD excluem coligação com PS de Sócrates:
- Louçã aceita integrar governo de coligação de esquerda sem Sócrates
- Passos Coelho reitera que "não será possível" governo que junte PSD e PS

BE e MRPP motram muitos receios acerca da intervenção da «troika»:
- Miguel Portas: Programa da "troika" trata pobres como lixo
- Garcia Pereira: Plano da "troika" é "declaração de guerra"

No entanto, apesar destas opiniões de pessoas que pensam, surgem, ocasionalmente, os anónimos ao serviço de alguém como o caso dos Comentários de anónimo Leandro-Bernardo. Vale a pena ler até ao último comentário deste «senhor» para ver até onde chega o amor ao «querido líder».

Como estamos em vésperas de eleições, há que estar com atenção aos pequenos sinais e reflectir sobre o contributo lógico, racional e patriótico, a dar no acto de votar.

Imagem do JN

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terça-feira, 3 de maio de 2011

Os verdadeiros factos da campanha

Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituída por um rol de "factos" que só servem para distrair os (as) portugueses(as) daquilo que realmente é essencial. E o que é essencial são os factos. E os factos são indesmentíveis. Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governos nos lega. E para quem não sabe, os factos que realmente interessam são os seguintes:

1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalentes a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
23) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade

Isto não é Política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a estas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.


A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual. Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.


Enviado por e-mail pelo Amigo Alberto

Transcrição de post publicado por Luís no Sempre Jovens
Imagem do Google

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