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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EM QUEM VOTAR



Como os políticos evidenciam ser portadores dos mesmos vícios e defeitos, em maior ou menor grau, conforme a sua especialidade clubística (partidária) os eleitores conscientes ficam sempre indecisos e muitos acabam por evitar errar muito e recorrem à abstenção, ao voto nulo ou ao voto em branco.

As legislativas e as manobras que se lhes seguem e ocupam o maior espaço dos Órgãos da Comunicação Social são um exemplo de que qualquer escolha se destina a continuar tudo mais ou menos na malpara os cidadãos. Os jogos florais continuam.

Agora começa a tomar forma a luta para as presidenciais. Há quem diga que vota em Henrique Neto, só porque Rui Nabeiro não se candidata. Ambos são conhecedores da realidade nacional, conhecem os prós e contras da nossa economia e respeitam os fornecedores e clientes das suas empresas, os seus trabalhadores e respectivas famílias e procuram ajudar a vida social da área geográfica em que se encontram.

Mas, dada a poluição da Comunicação Social, as pessoas não votarão em gente boa, mas sem imagem publicitária. Quanto aos outros, os notáveis, há muitas ilusões. Por exemplo, o candidato Marcelo tem recebido alertas de Helena Matos  e de outras origens . Será que alguém mais o alerta para os obstáculos que terá de ultrapassar na pista para a meta?

Há uma grande diferença entre as palmas e os aplausos na actividade pública e a decisão secreta do voto. E no momento deste, os que não se abstêm ,nem votam branco nem nulo e possuem algumas capacidade de pensamento e decisão podem resistir à intoxicação psicológica e podem vislumbrar os interesses nacionais para um futuro menos doloroso do que o presente e tomar uma decisão de voto em sentido muito diferente do que aquilo que os papagaios lhes tentaram introduzir no cérebro.

Vivam os comentadores independentes que evitam confessar a sua decisão pessoal, e analisam imparcialmente de acordo com os dados e sintomas que conseguem obter, deixando campo livre para as reflexões e decisões de cada eleitor. A esses o meu aplauso, o agradecimento pela ajuda na livre decisão de voto. Mas…apesar deles, viva Henrique Neto.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Em que votar?

Votar é fazer uma escolha entre objectivos, programas, metas. É um empenhamento em algo que nos reforce a confiança, nos dê esperança num futuro melhor. E traduz-se em passarmos um cheque em branco, uma procuração com plenos poderes em alguém em quem confiamos para a realização do seu programa.

Mas isso é utopia, é fantasia, pois não há programa inteligível nem promessas realistas e, mesmo que houvesse, ficaríamos com as dúvidas, assentes em experiências recentes, se elas teriam algo a ver com as verdadeiras intenções e com as realizações, se nos meses seguintes viriam a ser concretizados ou não.

Nada foi apresentado e discutido em nome de Portugal ou dos portugueses e, como disse Jorge Sampaio, a Campanha fugiu do "essencial" com partidos a não dizerem como vão cumprir memorando.

Por seu lado Manuel Pinho mostrou-se sem esperança numa vitória e apela ao presumível vencedor, defende um novo Bloco Central e reconhece que «A crise moral em Portugal é muitíssimo maior do que a crise política», o que faz lembrar o seu gesto num plenário da Assembleia da República dirigido ao líder do Bloco de Esquerda.

E não devemos ignorar o aviso de Francisco Louçã: Sócrates traz "impostos no bolso"

E assim vai Portugal e ficamos sem saber em que votar, pois já sabíamos em quem nos convidam a entregar o cheque sem cobertura – candidatos a deputados alguns totalmente desconhecidos que constam de listas sem divulgação, sem as suas virtudes convincentes. Não são apenas eles a deixarem dúvidas, pois o regime que a tal nos convida não merece a mínima confiança. Não parecendo que ele se reformule por si, resta a vontade popular (como?).

Imagem do Google

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domingo, 8 de maio de 2011

Facetas do poliedro nacional

A vida nacional está confusa, constituindo um poliedro irregular com múltiplas faces todas diferentes, eivadas de interesses próprios de cada facção, embora entre elas haja pontos comuns.

Vale a pena ver as seguintes notícias que referem afirmações de pessoas notáveis na vida nacional, por pensarem e saberem emitir as suas opiniões, sobre as diversas situações nacionais:

BE e PSD excluem coligação com PS de Sócrates:
- Louçã aceita integrar governo de coligação de esquerda sem Sócrates
- Passos Coelho reitera que "não será possível" governo que junte PSD e PS

BE e MRPP motram muitos receios acerca da intervenção da «troika»:
- Miguel Portas: Programa da "troika" trata pobres como lixo
- Garcia Pereira: Plano da "troika" é "declaração de guerra"

No entanto, apesar destas opiniões de pessoas que pensam, surgem, ocasionalmente, os anónimos ao serviço de alguém como o caso dos Comentários de anónimo Leandro-Bernardo. Vale a pena ler até ao último comentário deste «senhor» para ver até onde chega o amor ao «querido líder».

Como estamos em vésperas de eleições, há que estar com atenção aos pequenos sinais e reflectir sobre o contributo lógico, racional e patriótico, a dar no acto de votar.

Imagem do JN

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