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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

RESPEITO, AMIZADE E TOLERÂNCIA GERAM HARMONIA

Respeito, amizade e tolerância geram harmonia
(Public em O DIABO nº 2241 de 13-12-2019, pág 16, por António João Soares)

A actividade que a Comunicação Social mais oferece aos seus clientes é constituída por jogos de futebol, que outrora entravam nas actividades de desporto e, como tal, eram ocupações “por desporto” em que o ganhar e perder não tinham importância que afectasse o bom relacionamento entre os desportistas.

Mais tarde, começaram a estar em disputa grandes importâncias monetárias que alteraram a sensação de que ganhar e perder era desporto. Por detrás desse fenómeno está o dinheiro que nos últimos tempos se foi transformando numa droga mundialmente perigosa e com a agravante de não haver limite para provocar overdose que faça diminuir o consumo. E a agressividade, quer no relvado quer nas bancadas, muitas vezes, transforma um encontro amigável entre pessoas que deviam estar em distracção calma e confortável, por pormenores pouco significativos, num conflito de rara violência em que se esquecem as regras de respeito pelos outros, de amizade, e de tolerância.

Infelizmente, a perda de calma e de serenidade entre as pessoas está a tornar- -se demasiado frequente na sociedade e, o que está a tomar aspectos desagradáveis, na vida internacional, na humanidade. Assuntos que devem ser considerados normais e resolúveis por meios pacíficos de diálogo e negociação, conduzem precipitadamente a trocas de violência com danos pessoais e estragos materiais. Entre Estados pode haver conflitos armados directamente ou através de grupos preparados para a violência, indiscriminada sem evitar sacrificar inocentes. Acontece, frequentemente, sob variadas formas, apesar de opiniões de pessoas sensatas e com responsabilidades na vida internacional aconselharem, com frequência a evitar a violência e, em vez dela, recorrer ao diálogo directo ou com auxílio de intermediários reconhecidos e respeitados pelas partes.

Mas, quer no relacionamento pessoal quer no de altos poderes, há indivíduos que teimam em se considerar donos da verdade total e com absoluta razão e que se recusam a conversações em que tenham de ceder um milímetro.

Infelizmente, há exemplos disso dentro de países em várias partes do mundo e também em relações internacionais. Parece que aos líderes de tais posições falta desde criança, a sensatez e os efeitos de uma boa educação que permita o bom relacionamento com os outros habitantes do planeta. Tenho referido que está a tornar necessário um sistema de relacionamento moral e eticamente conveniente que coloque o ser humano acima dos animais ditos irracionais, dos quais vêm muito bons exemplos quer na vida em família quer nos bandos e manadas quer no relacionamento com animais de outras espécies com os quais tenham oportunidade de conviver.

Um caso curioso nota-se em campanhas eleitorais, em que é esperado dar ao povo oportunidade de escolher quem seja mais competente para dirigir os destinos do respectivo país e proporcionar melhor qualidade de vida à população. Mas, em vez de os candidatos procurarem apresentar bons planos e programas, para, na comparação com os dos outros concorrentes, o povo escolher os que lhe parecerem melhores, limitam-se a distrair a atenção dos eleitores com a comunicação social a mostrar coisas insignificantes que impeçam a reflexão sobre o que é essencial, a fazer promessas fantasiosas que um observador atento duvida que sejam cumpridas e a agredir verbalmente os outros concorrentes ferindo a sua honradez, a sua dedicação ao povo, a sua competência e experiência de gestão. Muitas vezes, o povo vota no mais palavroso e fantasioso sem garantias de ver a verdade e a sinceridade das promessas. E os que já não acreditam em fantasias e não vêm planos e projectos credíveis, ficam em casa em vez de votar.

É preciso existir civismo, respeito pelas pessoas, amizade e tolerância para vivermos em paz e harmonia, sem carências desagradáveis. ■

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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

RESPEITO E AMIZADE GERAM PAZ E HARMONIA

Respeito e amizade geram paz e harmonia
(Publicado no semanário O DIABO em 30 de Janeiro de 2018)

A importância do respeito pelos outros e do bom entendimento com eles é fundamental em todos os sectores e escalões da vida social. Sem a aplicação destes valores éticos, a vida dos humanos apresentará condições mais baixas e perversas do que aquilo que acontece com muitos grupos de animais ditos irracionais (por decisão de homens primitivos que repeliam tudo o que se lhes aparentava diferente).

Mas, se a frase do título se apresenta lógica e indiscutível a pessoas bem pensantes e serenas, a realidade mostra exemplos demasiado abundantes de que há muita gente, inclusivamente «responsáveis» por estados soberanos, que recusam tal verdade e preferem resolver as suas «desavenças» pela violência, sem olhar a consequências dramáticas, mesmo em pessoas inocentes e alheias ao problema.

Vi, há dias, a notícia de que na Síria, após a derrota dos terroristas do Estado Islâmico, em que houve apoios de vários Estados soberanos de grande destaque mundial, alguns de forma disfarçada por negócios de armamento, tem havido recentes actos de violência com pesadas baixas, entre facções oposicionistas do Estado Sírio. De acordo com a teoria da Democracia, as pessoas são livres de ter os seus pensamentos e opiniões, mas os valores colocados em relevo no título deste texto não retiram tais direitos mas defendem o dever de dialogar com os seus parceiros para, com eles, serem definidos os objectivos colectivos a procurar atingir, com espírito de equipa, para uma vida de melhor qualidade, extensiva a todos os cidadãos inseridos no mesmo Estado soberano.

Como se pode conseguir tal espírito de equipa? Ao encarar uma situação significativa que seja necessário resolver, deve ser evitado que a procura de solução seja efectuada por uma das partes mas, sim, obtê-la através de uma reunião com pessoas de opiniões diferentes, mas de olhos postos no objectivo do interesse colectivo a prosseguir, procurando uma solução com que todos acabem por concordar, depois de sucessivos retoques, com cedências de parte a parte. Tais negociações podem demorar algum tempo mas os resultados, pacíficos e agregadores, compensam e evitam os custos, de vária ordem, a que poderiam levar as discórdias e suas complicações.

Há vários Estados que estão e seguir esta modalidade, como se tem visto na Colômbia, em que foi conseguido um grupo oposicionista ter decidido pôr termo à luta armada e passar a cooperar com os superiores destinos da população a qual fica com condições de segurança e de entrega ao desenvolvimento de um futuro melhor para si e para os seus vindouros.

Seria bom para a Humanidade que as grandes potências, a nível da estratégia global seguissem métodos semelhantes, em vez de gastarem energias e capital em jogos de força de que, muitas vezes, os benefícios da vitória não cobrem os custos das campanhas de amedrontação que os precederam. A história tem demonstrado que, o vencedor de uma guerra, raramente colhe benefícios compensadores dos gastos havidos, das vidas perdidas e dos danos sofridos.

Por exemplo, ocaso entre os EUA e a Coreia do Norte, tem dado muito desgaste à economia coreana e prejuízo à evolução da qualidade de vida das populações, principalmente, das mais desfavorecidas. E pergunta-se que resultados espera o governo norte coreano que compensem tais sacrifícios suportados desde há demasiado tempo?

Para concluir, pode dizer-se que a procura dos valores éticos, cívicos e morais deve ser tentada para eliminar a loucura paranóica de tudo querer resolver pela imposição de soluções unilaterais à custa da mais cruel e incontrolada violência. A Coreia do Norte caiu nesse tipo de paranoia. Ao nível do Conselho de Segurança, mais parece haver ditadura do que democracia. Se a utilização de armas nucleares é brutalmente demolidora, como se compreende a intenção discriminatória de proibir a sua disseminação, favorecendo os cinco que as possuem, em vez de estes decidirem desmontar as que possuem e, depois, proibir que qualquer estado se dê à loucura de construir uma. Os técnicos ficariam libertos para se dedicarem a inovações benéficas para melhorar a qualidade de vida das populações, a sanidade, a defesa do ambiente, etc.

Haja respeito pelos direitos humanos de todos os povos e pelo bom entendimento que ultrapasse todas as diferenças.

António João Soares
23 de Janeiro de 2018

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

SOLIDARIEDADE E AMIZADE

Transcrição de texto publicado por Manuel Duran Clemente no Facebook

Para todos os meus amigos, próximos ou de circunstância.
Este é um dos posts mais longos que eu irei publicar, e também um dos mais sérios.

Qualquer um de nós poderá passar por momentos difíceis nalguma área da vida em algum ponto. A vida não é fácil. Apenas algo para se pensar.
Sabias que as pessoas mais fortes são geralmente as mais sensíveis?
Sabias que as pessoas mais bondosas são as primeiras a precisarem de bons tratos?
Sabias que aqueles que tomam conta dos outros o tempo todo, são geralmente os que mais precisam?
Sabias que as três coisas mais difíceis de dizer na vida, são: Amo-te, Desculpa, Ajuda-me?

Às vezes, uma pessoa aparenta estar feliz, mas temos que olhar para além do seu sorriso, para ver quanta dor pode estar a sentir.

A todos os meus amigos que estão a passar por alguns problemas agora - vamos começar uma corrente de solidariedade, de intenção, agora.
Todos nós precisamos de intenções positivas. Agora, se eu não vir o teu nome, eu vou entender.
Posso pedir aos meus amigos onde quer que se encontrem,a amabilidade de copiar e colar esta intenção por uma hora?
É para apoiar todos aqueles que têm problemas familiares, lutas de saúde, problemas de trabalho, preocupações de qualquer tipo e só precisam de saber que alguém se importa. Fazê-lo por todos nós, pois ninguém está livre disso.

Espero ver este post nas páginas de todos os meus amigos, só para dar apoio moral. Eu sei que alguns o farão !!! Eu fiz isso por alguém especial e tu também podes. Deverás copiar e colar este post, e não partilhar!!

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terça-feira, 11 de junho de 2013

SER AMIGO - GOLFINHO E CÃO

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Cão e Gato Amigos



Espírito de Natal, para todo o ano. Passar uma esponja sobre o passado, perdoar, desenvolver a amizade, renascer para uma vida mais humana e solidária. Imitar os bons exemplos destes animais. Até o cão e o gato podem ser amigos e ultrapassam velhas tradições de hostilidade. Sigamos o exemplo.

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Amizade

AS COISAS BOAS DA VIDA:

1. Apaixonar-se.
2. Rir tanto até que as faces doam.
3. Um chuveiro quente num Inverno frio.
4. Um supermercado sem filas nas caixas.
5. Um olhar especial.
6. Receber correio (pode ser electrónico.....)
7. Conduzir numa estrada linda.
8. Ouvir a nossa música preferida no rádio.
9. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
10. Toalhas quentes acabadas de serem engomadas...
11. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço.
12. Batido de chocolate (baunilha ou morango).
13. Uma chamada de longa distância.
14. Um banho de espuma.
15. Rir baixinho.
16. Uma boa conversa.
17. A praia.
18. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno.
19. Rir-se de si mesmo.
20. Chamadas à meia-noite que duram horas.
21. Correr entre os jactos de água de um aspersor.
22. Rir por nenhuma razão especial.
23. Alguém que te diz que és o máximo.
24. Rir de uma anedota que vem à memória.
25. Amigos.
26. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós.
27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a dormir.
28. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com novo parceiro).
29. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.
30. Brincar com um cachorrinho.
31. Haver alguém a mexer-te no cabelo.
32. Belos sonhos.
33. Chocolate quente.
34. Fazer-se à estrada com os amigos.
35. Balancear-se num balancé.
36. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita.
37. Letra de canções na capa do CD para podermos cantá-las sem nos sentirmos estúpidos.
38. Ir a um bom concerto.
39. Trocar um olhar com um belo/a desconhecido/a.
40. Ganhar um jogo renhido.
41. Fazer bolachas de chocolate.
42. Receber de amigos biscoitos feitos em casa.
43. Passar tempo com amigos íntimos.
44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
45. Andar de mão dada com quem gostamos.
46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas ( boas ou más) nunca mudam.
47. Patinar sem cair.
48. Observar o contentamento de alguém que está a abrir um presente que lhe ofereceste.
49. Ver o nascer do sol.
50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.
51. E ver a tua cara a ler esta mensagem.

Amigos são anjos que nos levantam pelos pés quando as nossas asas não conseguem lembrar de como se voa.

Imagem da Net

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domingo, 27 de dezembro de 2009

O chicote a cenoura

Os domadores de outrora faziam largo uso do chicote e da cenoura para domesticarem os seus animais de trabalho ou de desporto. Hoje em que, para os menos eruditos, ainda o futebol é o modelo de organização e gestão de recursos humanos, continua a haver a chicotada psicológica para os treinadores que não consigam vitórias, os prémios para os goleadores e os «rebuçados» para as claques.

Dada a elevação intelectual da generalidade dos políticos, esses métodos são também usados na governação. Houve o uso do chicote por parte de Margarida Moreira contra o professor Charrua, pelo simples facto de em conversa com colegas ter usado uma palavra menos cortês referida ao PM, e a mesma senhora não tardou muito a receber a cenoura de prémio.

Agora repetiu-se no mesmo ministério a aplicação do mesmo método de premiar a dedicação canina ao sumo líder: Amandina Soares aderiu com muita força e oportunidade à intenção da ministra, contra os seus colegas professores no polémico caso das avaliações e já recebeu o merecido prémio, tendo sido nomeada pelo Governo para integrar o Conselho Nacional de Educação (CNE) , recompensa que está a gerar polémica entre os professores (Ver aqui e aqui).

O CNE é um órgão consultivo, instituído nos anos 80 com o objectivo de ajudar o Governo a tomar decisões. Inclui dezenas de representantes de várias instituições e sete membros nomeados directamente pelo Governo. Armandina Soares está entre os sete novos conselheiros, designados a 14 de Dezembro para um mandato de quatro anos.

Já um autarca de Penalva do Castelo, há alguns anos, dizia: quem está com o Governo come, quem não está com o Governo apenas cheira. O Governo sabe disso e constitui a equipa de apoio, a claque, com os elementos mais submissos, cegamente obedientes, e caninamente fieis.

Porém, seria melhor apoiado se estivesse rodeado de pessoas com personalidade bem definida, inteligentes, que aconselhassem as melhores soluções e alertassem para qualquer má tendência de desvio para soluções perigosas ou menos ajustadas aos objectivos mais consentâneos com os interesses nacionais.

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sábado, 27 de dezembro de 2008

A Amizade é uma riqueza

Sabes aquele dia em que estás "tão feliz " e, de repente levas aquela "bronca" do chefe?... que te deixa completamente "alucinado "?!... ou então alguém te magoa muito, mas muito...

Vai para casa, troca de roupa...
Encontra uma pessoa querida...
Encontra os amigos...
Não te escondas de ninguém...
Porque há pessoas que te amam exactamente como tu és e te acham simplesmente o máximo!!!
Que fazem questão de te encontrar...
Para saber se estás bem...
Que querem te encontrar-te livre, leve e solta (o)...
Ou, quem sabe, às vezes, meio desconfiada (o)...
Ou até mesmo sossegada (o)...

Independente da companhia que pintar... Seja ele ou ela ...
Relaxa e...
...Aproveita o dia !!!

"Quem tem amigos, nunca está sozinho"

Autor desconhecido. Recebido por e-mail

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sábado, 13 de dezembro de 2008

Ser Amigo

Muitos são os amigos que chegam,mas poucos são os que ficam, porque ser amigo é mais que uma companhia,é ser companheiro.

Ser amigo é mais que abraçar;é passar num abraço todo o amor e carinho.

Ser amigo não é estar presente em todos os momentos, mas fazer-se presente quando necessário.

Ser amigo é mais do que ser optimista,é ser convincente.

Ser amigo é mais que sair para curtir nos fins de semana; é estar presente, tanto nos
momentos tristes quanto nos felizes.

Ser amigo não é perdoar tudo,mas saber relevar e compreender, quando possível, as falhas dos outros.

Ser amigo é mais que olhar junto na mesma direção... É olhar um para o outro, e ver todos os defeitos e as qualidades,e amar os amigos pelos defeitos e qualidades.

Ser amigo é se preocupar com o outro, e não se importar em ouvir, quando está pronto para sair, ou quer ficar sozinho:
- Vem aqui, por favor, porque estou precisando muito de você...
E ir mesmo, com vontade de ficar para ajudar, sem se arrepender disso.

Ser amigo é ser a esperança de alguém...

Ser amigo é ser a luz,o guia, o protector de alguém.

Ser amigo é ser amor,porque ser amigo não basta gostar ou querer bem.

Para ser amigo tem que saber amar,e saber a pureza e a doçura da palavra amor.

Para ser amigo tem que saber se doar,e sentir a felicidade do reconhecimento do amigo, no olhar terno e tímido, e no abraço forte e agradecido.

Ser amigo é sentir-se amado por amar,e ser feliz com o amor de alguém.

Ser amigo é começar ajudando, e terminar sendo ajudado, porque amizade é uma troca.

Ser amigo é ser o companheiro de alguém. É ser o que faltava para que tudo seja perfeito.

Extraído do blog Pelos caminhos da vida.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Severiano desautoriza director

Transcrição de artigo com igual título, do Correio da Manhã de 20 do corrente
Por António Sérgio Azenha

O ministro da Defesa revogou a alteração para ‘excelente’ da avaliação de desempenho de uma técnica civil da Direcção-Geral de Armamento e Equipamentos de Defesa (DGAED)
efectuada pelo director-geral desse organismo, vice-almirante Carlos Viegas Filipe. Raquel Amaral, que foi posteriormente colocada em Bruxelas como representante de Portugal na Agência Europeia de Defesa, tinha sido requisitada ao Instituto Hidrográfico, organismo que fora dirigido por Viegas Filipe até ser colocado na DGAED.

Em despacho, datado de 11 de Setembro deste ano, Nuno Severiano Teixeira é peremptório: “Revogo a alteração da avaliação, nos termos e com os fundamentos expostos ao DeJur [Departamento de Assuntos Jurídicos do Ministério da Defesa] para notificar os interessados”.

Em defesa da alteração da classificação para ‘excelente’ de Raquel Amaral, o director da DGAED argumenta, como refere o despacho, que, “coincidente com a fase de entrevista de avaliação, se tornou clara a percepção de que a avaliação por mim empreendida teria sido subavaliada”, mal o DeJur rebate os argumentos de Viegas Filipe sem deixar margem para dúvidas. Desde logo, “a alteração da avaliação não pode acontecer em sede de entrevista de avaliação, uma vez que essa fase não consubstancia uma fase de avaliação para o avaliador”, frisam os juristas do Ministério da Defesa.

O DeJur frisa que “a referida alteração da avaliação não foi validada pelo Conselho Coordenador da Avaliação”. Mais: “Sendo uma nota de Excelência, a mesma deve ser cabalmente fundamentada e demonstrativa dos contributos relevantes da técnica superior Raquel Amaral para o serviço”.

Em consequência desta análise, considera o DeJur que “deve ser revogada a alteração da avaliação da referida técnica”. Raquel Amaral é, neste momento, representante de Portugal na Agência Europeia de Defesa, em Bruxelas, organismo que visa promover e reforçar a cooperação europeia ao nível do armamento.

NOTA: O título puxa-nos para uma interpretação que é alterada com a leitura atenta do artigo. Parece dever concluir-se que o ministro repôs a moralidade num caso de favoritismo dúbio. A funcionária serviu com o chefe do IH. Este quando passou para outro serviço, a DGAED, requisitou-a para junto de si, por ser «excelente», mas não lhe deu esta classificação na avaliação do desempenho, mas para apoiar a sua nomeação para a AED, alterou a avaliação, o que o DeJur considerou ilegal. Portanto, embora tenha frustrado as intenções de amizade do avaliador em relação com a avaliada, o ministro mostrou cultivar o sentimento de legitimidade, dignidade, honra, equidade, seriedade, justiça, moralidade, ética. Amigos, amigos, princípios em primeiro lugar! Parabéns Sr. ministro.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2007

A verdadeira amizade

A verdadeira Amizade pode considerar-se um sentimento vivo e muito doce. Assim sendo, contribui com muita força para tornar a vida feliz e venturosa. Jules Simom, com belas palavras, diz que essa amizade quase sempre nasce de uma conformidade de gostos e sentimentos e não aproxima senão as almas honestas. Além da estima que a verdadeira amizade comporta, há também o respeito. Nas fraquezas da intimidade é preciso que se sinta também a presença e a dignidade da virtude.

Adelaide, extraído do blog Maqira, cuja visita aconselhamos

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sábado, 13 de outubro de 2007

Certificado de amizade

Diga isto, com sinceridade, a cada um dos seus amigos:

Se eu pudesse…oferecia-te um castelo e compartilharia contigo a sua beleza e a sua imponência.
Se eu pudesse...oferecia-te uma montanha, que pudesses considerar como tua propriedade.
Um lugar onde se encontra calma, um lugar onde se está em paz.
Se eu pudesse…ficava com todos os teus problemas e deitava-os ao mar.

Mas tudo isto é impossível para mim:
Não posso comprar-te um castelo, uma montanha, ou ficar com todos os teus problemas...

Deixa-me apenas ser o que, sim, posso ser:
Um Amigo, que estará sempre presente quando precisares.

De autor desconhecido. Recebido por e-mail em formato pps

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terça-feira, 25 de setembro de 2007

Amizade, Vinícius

Amizade
Do poeta Vinícius de Moraes


Tenho amigos que não sabem
o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto
e a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento
mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objecto dela
se divida em outros afectos,
enquanto o amor tem intrínseco o ciúme,
que não admite a rivalidade.

E eu poderia suportar,
embora não sem dor,
que tivessem morrido
todos os meus amores,
mas enlouqueceria
se morressem todos os meus amigos!

Até mesmo aqueles
que não percebem
o quanto são meus amigos
e o quanto minha vida depende
de suas existências ..

A alguns deles não procuro,
basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja
a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade,
não posso lhes dizer
o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.

Muitos deles estão lendo esta crónica
e não sabem que estão incluídos
na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba
e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.

E às vezes, quando os procuro,
noto que eles não tem noção
de como me são necessários,
de como são indispensáveis
ao meu equilíbrio vital,
porque eles fazem parte do mundo
que eu, tremulamente,
construí e se tornaram alicerces
do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer,
eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam,
eu rezo pela vida deles.
E me envergonho,
porque essa minha prece é, em síntese,
dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,
compartilhando daquele prazer ...

Se alguma coisa me consome
e me envelhece
é que a roda furiosa da vida
não me permite ter sempre ao meu lado,
morando comigo, andando comigo,
falando comigo, vivendo comigo,
todos os meus amigos,
e, principalmente os que só desconfiam
ou talvez nunca vão saber
que são meus amigos!

A gente não faz amigos, reconhece-os.
Recebido por e-mail em formato pps

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Que doce beijo!

Autoria de Adelaide Quintas



Tenho de dar os parabéns ao autor desta foto. É verdadeiramente incrível e dá muito que pensar. O mundo animal dá aos humanos verdadeiras lições de amor. Tenho bem presente ainda o nascimento duma girafa. Verdadeiramente comevedor. Não resisto à tentação de contar o que estes meus olhos viram e jamais vão esquecer. A girafa mãe, gordinha, procura vagarosamente o local que pensa ser adequado para expelir o seu rebento. Este, também vagarosamente, sem pressas, começa por espreitar a luminosidade do mundo que é para si, ainda, uma verdadeira incógnita. Parece que não desgosta do que vê, já que não recua, apesar dos seus olhos não estarem ainda preparados para uma visão perfeita. E, como também não pode continuar no quentinho visto que mãe lhe ordena "sai de mim que já é tempo", o nascituro é portanto obrigado a obedecer, o que é muito lindo e demonstra boa educação. E, ai vem ele a toda a velocidade tomar contacto com o chão duro que o espera. Fica meio atordoado, levanta, cai, torna a levantar, torna cair mas, depressa controla os movimentos e, finalmente, consegue manter-se em pé, embora ainda meio titubeante. E não é que vai direitinho à chucha da mãe? Vem com fome o espertalhão que até já sabe onde ela se encontra para seu deleite. Depois, o que vem a seguir é também mais uma maravilha da natureza. O zelo, o amor que a mãe girafa dá ao seu filhote, o cuidado que demonstra para que nada lhe aconteça, não deixando que algum animal abusado tenha o desplante de se aproximar, na mira, talvez, de encontrar ali algo tenrinho para saborear! Quanto aos humanos, que tristeza, quão inconcebível. Uma mãe, que não girafa claro, é capaz de enfiar o seu filho, lindo, como lindos são os bebés, dentro dum saco de plástico para o deitar ao rio!!! Mas, voltando atrás, já que me deixei ir na corrente, a lição que se tira da maravilhosa foto lá em cima, é que a convivência humana, desgraçadamente, deixa muito a desejar!... Quanto mais haveria para dizer...ADELAIDE - CVS/23

NOTA: Um tema para reflexão. A solidariedade, a amizade, a colaboração não deve ser tolhida pela diferença de stato social, O grande não deve sentir-se diminuído por acariciar, apoiar o mais pequeno.

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sábado, 18 de agosto de 2007

Vida sem pressa

Você já parou para olhar crianças brincando num parque ou para ouvir o som da chuva quando chega ao chão?
Já parou para ver o voo errante de uma borboleta?
Já ficou simplesmente observando o sol sumir dentro do escuro da noite?

É melhor ir mais devagar; não corra tanto.
Vá mais lentamente pela Vida. Ela não é tão curta quanto nos fazem acreditar.

Você voa apressado o tempo todo?

Quando você pergunta "Como vai?", você escuta a resposta?
Quando acaba o dia, você se deita pensando em mil coisas para o dia seguinte?
Durma em paz.

Você já disse a uma criança "Vamos deixar para depois..." e, na sua pressa, não notou a sua inocente tristeza?

Você já deixou de conservar uma amizade, sabendo depois, que o amigo deixou este mundo sem seu adeus?
Uma amizade perdida no tempo, porque na sua pressa, deixou de lembrar de um simples "Olá"?

Quando você corre para chegar a algum lugar, perde metade da sua alegria para poder chegar lá.

Quando você se preocupa e se apressa o dia todo, é como deixar um presente embrulhado e depois jogá-lo fora.

A vida não é uma pista de corrida! Cuide-se e vá mais devagar!
Sinta cada instante, dance calmamente a música da alma e sinta a força da sua canção.
Dance, dance, mas dance devagar. Calma!
A música vai continuar... Com ou sem Você!

A melhor coisa que sabemos a respeito do futuro é que ele um dia de cada vez.
Vá devagar, mas não pare.

Recebido por e-mail, autor desconhecido

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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

NÓS E OS AMIGOS

No momento em que se procura congregar os bloguistas em torno de um ideal comum de, sem amarras, proceder a um debate de ideias com AMIZADE, com respeito pelos outros, a fim de enriquecer o nosso conhecimento dos problemas da humanidade e, na medida do possível, sugerirmos pistas para melhorar a qualidade de vida dos mais desfavorecidos, trago aqui este pequeno texto que recebi por e-mail.

O que devemos sentir pelos amigos

UM AMIGO...

Ajuda-te

Valoriza-te

Respeita-te

Acredita em ti

Nunca te goza

Compreende-te

Nunca se ri de ti

Aceita-te como és

Eleva o teu espírito

Caminha a teu lado

Perdoa os teus erros

Admira-te no teu todo

Acalma os teus medos

Oferece-te o seu apoio

Ajuda-te a levantares-te

Diz coisas lindas sobre ti

Ama-te por aquilo que és

Explica-te o que não entendes

Diz-te tudo sobre o teu coração

Entrega-se a tí incondicionalmente

Diz-te a verdade, quando precisas ouvi-la

Grita-te, se necessário quando não queres "ver" a realidade

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