Transcrição de texto publicado por Manuel Duran Clemente no Facebook
Para todos os meus amigos, próximos ou de circunstância.
Este é um dos posts mais longos que eu irei publicar, e também um dos mais sérios.
Qualquer um de nós poderá passar por momentos difíceis nalguma área da vida em algum ponto. A vida não é fácil. Apenas algo para se pensar.
Sabias que as pessoas mais fortes são geralmente as mais sensíveis?
Sabias que as pessoas mais bondosas são as primeiras a precisarem de bons tratos?
Sabias que aqueles que tomam conta dos outros o tempo todo, são geralmente os que mais precisam?
Sabias que as três coisas mais difíceis de dizer na vida, são: Amo-te, Desculpa, Ajuda-me?
Às vezes, uma pessoa aparenta estar feliz, mas temos que olhar para além do seu sorriso, para ver quanta dor pode estar a sentir.
A todos os meus amigos que estão a passar por alguns problemas agora - vamos começar uma corrente de solidariedade, de intenção, agora.
Todos nós precisamos de intenções positivas. Agora, se eu não vir o teu nome, eu vou entender.
Posso pedir aos meus amigos onde quer que se encontrem,a amabilidade de copiar e colar esta intenção por uma hora?
É para apoiar todos aqueles que têm problemas familiares, lutas de saúde, problemas de trabalho, preocupações de qualquer tipo e só precisam de saber que alguém se importa. Fazê-lo por todos nós, pois ninguém está livre disso.
Espero ver este post nas páginas de todos os meus amigos, só para dar apoio moral. Eu sei que alguns o farão !!! Eu fiz isso por alguém especial e tu também podes. Deverás copiar e colar este post, e não partilhar!!
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
SOLIDARIEDADE E AMIZADE
Publicada por
A. João Soares
à(s)
07:05
0
comentários
Etiquetas: ajuda, amizade, solidariedade
sábado, 28 de maio de 2011
Confiança em perda
Quando um avião entra em perda, por qualquer deficiência de potência, será difícil evitar a aterragem forçada ou a queda. Situação semelhante se pode passar quando se perde a confiança, pelo que é preocupante que haja Famílias portuguesas cada vez menos confiantes na economia.
E a perda de confiança das famílias não acontece por acaso, pois são muitos os sinais preocupantes que a Comunicação Social transmite:
Finanças confirmam “ajustamentos pontuais” entre as duas versões do acordo com a troika
Eduardo Catroga desconhece “completamente” existência de duas versões do acordo com a ‘troika’
Passos exige explicações sobre alterações ao acordo com a "troika"
Acordo com a troika “não permite ficar pela cosmética”, diz Carlos Costa
Desconhecimento de segundo texto do acordo da troika é “inacreditável”, diz Ribeiro e Castro
CDS não foi informado de alterações ao acordo com a "troika" e já pediu explicações
Portas diz não ter sido informado de alterações ao acordo
“Então não sabem o que é que assinaram?”, pergunta Louçã sobre acordo com a troika
Louçã: "Então não sabiam do que falavam?"
Sócrates diz que partidos tinham conhecimento de dois documentos sobre ajuda externa
Sócrates fala em "compatibilização" de documentos e partidos assinaram ambos
Jerónimo de Sousa: "Tanta pressa para tramar os trabalhadores"
Finanças confirmam "ajustamentos pontuais" do acordo com a troika
Parece que o acordo com a troika é muito semelhante aos PECs que se sucederam em várias versões, até chegar a uma nova fase antes declarada indesejável. Por isso, é compreensível que haja muitas dúvidas acerca dos dias que hão-de vir!!!
Imagem do Google
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Brandos costumes os nossos
Chega de nos flagelarmos
Diário de Notícias. 17-04-2011. por Ferreira Fernandes
Em 29 de Abril 2009, uma comissão de inquérito do Senado americano ouvia as agências de «rating». Um senador quis saber como era possível elas terem dado a nota máxima (AAA) a produtos ligados ao crédito subprime quando já o mercado imobiliário colapsava. Isto é, como classificavam de excelente o que era lixo?
Raymond McDaniel, o presidente da Moody's, disse que sua agência só dera opiniões,« just opinions». E o presidente da Standard & Poor's, Deven Sharma, respondeu o mesmo: "Expressávamos a nossa opinião." Quer dizer, a aldrabice que ocasionou a maior crise económica desde 1929 foi apresentada como um simples e equivocado "lindo dia!" dito quando chove a potes lá fora...
Esta semana, saiu o relatório do Senado e lá se diz que a Moody's e a Standard & Poor's foram "o gatilho que espoletou a crise financeira." E diz também que a aldrabice não era ingénua pois dera às agências de «rating» isto: "Aumentaram a sua facturação e aumentaram a compensação paga aos seus executivos."
Foram estes opinadores que decretaram a falência de Portugal e lançaram o País numa autoflagelação danada. Esta semana, Passos Coelho encontrou um turista finlandês num restaurante. E, para ilustrar a situação em que estamos, contou aos jornalistas que o turista lhe lançou: "Espero não ser obrigado a pagar-lhe o jantar..." Fiquei espantado por nenhum jornalista ter perguntado a Passos: "E o senhor para onde mandou o finlandês?"
Imagem do Google
Publicada por
A. João Soares
à(s)
16:34
0
comentários
Etiquetas: ajuda, antepassados, heróis, resgate
sábado, 16 de abril de 2011
Parceiros sociais e a troica FMI, BCE e UE
Os especialistas da troica - FMI, BCE e EU - não conhecem Portugal e os meandros da vida nacional, cada vez mais complexos, devido às instituições inúteis, desnecessárias, que têm vindo a ser criadas para albergar luxuosamente os amigos e apoiantes do «querido líder».
Na reunião que com ela irão ter na terça-feira, os parceiros sociais não podem nem devem perder a oportunidade de elucidar os técnicos, a fim de os dotar de elementos clarificadores que lhes permitam ajudar Portugal a reestruturar a máquina administrativa a fim de reduzir as despesas, equilibrar os balanços e criar superavit, com aumento das exportações e redução da necessidade de importar produtos que passarão a ser criados internamente, do que resulte desenvolvimento e bem-estar para os portugueses.
Tais esclarecimentos não se espera que surjam dos partidos com mais probabilidade de virem a ser governo porque, tal como o actual, têm a tentação de criar benefícios para manter a fidelidade dos seus apoiantes. Cabe, por isso, aos parceiros sociais aproveitar bem esta oportunidade, imbuídos de sentido de Estado e de defesa dos interesses nacionais, principalmente os que terão mais em vista a população mais necessitada.
Acerca do que ficou dito do papel dos partidos, é de salientar a notícia de que o BE quer uma auditoria às contas públicas, exigência com que certamente não concordarão abertamente os partidos com esperanças de serem governo .
E, para dar uma ideia das despesas e de onde elas podem ser cortadas convém conhecer a lista de dezenas de institutos públicos que podem ser extintos, há interesse em saber o que foi feito para reorganizar organismos públicos, e a razão de os simulacros de reorganização dos organismos públicos seguir a passo de lesma ou parada.
Por outro lado, já foram divulgados, este ano, resultados parcelares da execução orçamental por três vezes, o que não é considerado boa prática, quando a ajuda externa está em Portugal e pode dar aos especialistas da troica a ideia de que algo "não bate certo", porque superavit não é consistente com problemas de tesouraria.
O País espera uma posição patriótica dos representantes dos parceiros sociais, no sentido de contribuir para ultrapassar a crise da forma mais adequada e justa e para as convenientes reformas que criem um desenvolvimento sustentado de Portugal, com a melhor justiça social.
Imagem do Google
Publicada por
A. João Soares
à(s)
11:07
0
comentários
Etiquetas: ajuda, crise, sentido de Estado
