Embora algumas alterações gerais possam parecer cíclicas e voltarem a repetir-se, o certo é que concretamente, o tempo não volta para trás e nada se repete como fotocópia.
Sintonizado com esta ideia, António José Seguro diz que “As soluções do passado trouxeram-nos até aqui”. Estamos a sofrer as consequências más ou menos boas de erros e vícios de períodos anteriores, de muitas décadas. É preciso seguir a metodologia de «pensar antes de decidir», analisando bem todas as circunstâncias actuais, fixar objectivos e procurar, serena e racionalmente, a melhor solução para os atingir.
Neste momento, é preciso romper com vícios e manhas do passado e definir uma estratégia de forma alargada a fim de garantir uma “acção nacional convergente”. A divisão de esforços, as guerrilhas e tricas inter-partidárias, neste momento, são um erro anti-nacional, que desperdiça energias quando todas são poucas para recuperar a vida dos portugueses, nos vários sectores da vida económica e social..
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Peso do passado. Lições para hoje e amanhã
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A. João Soares
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Passado significa mais do que promessas
Em confronto com Fernando Nobre, o candidato Manuel Alegre, não gostou que fosse referido o passado, porque segundo ele, o que interessa são as promessas para o futuro. Mas «palavras leva-as o vento» e as promessas não são mais do que palavras, principalmente se o passado do seu autor não lhes der credibilidade.
O candidato, na sua cultura poética, certamente, não ignora o ditado popular «cesteiro que faz um cesto faz um cento». Assim, na decisão do voto, há que fazer a avaliação dos candidatos e essa, como qualquer avaliação, recai sempre sobre o passado.
Mas, dadas as referências que circulam por e-mails, Alegre deve estar, realmente, interessado em que não seja recordado o seu passado. Pois… cesteiro que faz um cesto…
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A. João Soares
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