O post anterior, «cliente inteligente» faz pensar sobre a propaganda aliciadora para preferir produtos nacionais, com 560 no código de barras. Penso que o melhor conselho que contribui para uma boa gestão do nosso dinheiro e para o desenvolvimento da economia de Portugal, é darmos preferência ao produto que mais nos interessa em preço/qualidade.
Se uma indústria nacional não pode competir com a estrangeirara que tem de pagar transportes para trazer o produto até nós, algo está errado na sua forma de agir e não se deve alimentar o erro ou a incompetência, mas sim, incentivar o seu aperfeiçoamento.
Uma empresa que empregou mal os subsídios vindos da CEE para modernizar a produção a fim de poder competir com a europeia, que em vez de melhorar os equipamentos e a organização laboral, comprou casa e carros de topo de gama e fez piscinas e outros consumos de ostentação, se apenas quis enriquecer, desprezando os interesses da mão-de-obra e esperando explorar a credulidade do cliente, não deve esperar deste preferências injustificadas.
Se não conseguir organizar-se para suportar a concorrência, a única solução será mudar de ramo.
Não se deve explorar o patriotismo de cada um para o prejudicar. Cada um deve saber dar valor ao seu dinheiro e não o esbanjar. Compreendo o conselho PREFIRA PRODUTOS NACIONAIS e sigo-o, em todas as circunstâncias, em que haja iguais condições de preço/qualidade. Quando estas condições não existirem, não há lugar para preferências, mas apenas para a lógica, a racionalidade.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Dê valor ao seu dinheiro
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A. João Soares
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Etiquetas: cliente, gerir, racionalidade
Cliente Inteligente
Palavras do director do Wal Mart
Discurso de Sam Walton, fundador do Wal Mart (a maior rede de fiscalização tipo ASAE do Mundo), fazendo a abertura de um programa de formação para os seus funcionários.
" Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o empregado faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica a sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama, pacientemente, enquanto os funcionários trocam ideias entre si ou, simplesmente, abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se.
Sabe quem eu sou???
Eu sou o cliente que nunca mais volta!!!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda a ordem, para levar-me de novo à sua firma.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de Cortesia".
"Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando o seu dinheiro em algum outro lugar."
Extraído do blog A tulha do Atílio.
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A. João Soares
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