Jorge Nuno Sá que foi presidente da JSD entre 2002 e 2005, deputado e, mais tarde, chefe de gabinete do então vereador de Lisboa, Sérgio Lipari, «casou-se» em 30 de Janeiro, com Carlos Yanez, na conservatória de registo civil de Lisboa.
Segundo notícia de hoje, no dia 12 de Julho, por volta das sete da manhã, a PSP recebeu um pedido de ajuda. do «marido», venezuelano de 25 anos, por ter sido alegadamente agredido pelo ex-deputado PSD.
Enfim, mais um acto de violência conjugal entre dois «noivos» apaixonados, apenas 162 dias após terem jurado dedicação até que a morte os separasse!!!.
A notícia refere que o presumido agressor é actualmente coordenador para a educação na Junta de Freguesia de Alcântara, em Lisboa.
Imagem do Correio da Manhã
terça-feira, 9 de agosto de 2011
«Cônjuges» gay desavindos
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A. João Soares
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Etiquetas: «casamento gay», Jorge Nuno Sá
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Sobre o «casamento» homossexual
Recebi agora por e-mail este texto de 22 de Setembro, acompanhado do comentário de um português empenhado no futuro do País e, pelo interesse do artigo e do comentário, transcrevo.
Os casamenteiros
Mário Crespo
O Parlamento vai votar a formação de pares homossexuais. É uma perda de tempo só oportuna para quem não queira discutir problemas reais do país. Há muito que pares homossexuais são banais no quotidiano nacional. Não sendo a sua existência controversa, tentar impor um "casamento" homossexual à ordem jurídica é ilógico.
Encarado sem sofisma ou oportunismo ideológico, esse "casamento" é um acto tão cheio de contradições que se vai anulando à medida que o analisamos. Se como acto biológico não faz sentido, contratualmente é desnecessário e socialmente é perigoso. O perigo está na afronta às entidades originais do corpo social que desde sempre tem constituído a base das civilizações.
A sociedade humana é formada por células familiares mono ou poligâmicas, patriarcais ou matriarcais, mas todas elas com um elemento comum. A presença essencial dos dois géneros da espécie.
A humanidade sempre manifestou consciência de que a sua existência depende da estabilidade de núcleos com capacidade reprodutiva. Por isso, bem ou mal, por via religiosa, jurídica ou consuetudinária, se tenta desde sempre contratualizar as relações entre sexos opostos de modo a garantir-lhes uma existência duradoura que promova a estabilidade da própria sociedade. Os entendimentos de como essa segurança pode ser conseguida ainda hoje variam de região para região, do mesmo modo que têm mudado através da história.
O que tem sido omnipresente é uma preocupação social com a manutenção da parceria sexual organizada com potencial reprodutivo, logo, envolvendo os dois géneros. A essas uniões essenciais, sempre se chamou casamento. É importante desiludir todos aqueles que queiram ler aqui um manifesto contra a homossexualidade. Não é. Tão-pouco preciso de tornar público se tenho ou não tenho no meu convívio íntimo pessoas de orientação sexual variada ou qual é a minha própria orientação sexual.
Nesta discussão não está em causa a respeitabilidade de pessoas nem a liberdade de opções. É a base do edifício social que está a ser posta em causa na tentativa de adulterar o seu elemento mais importante com experimentalismos.
Nada há na norma constitucional ou jurídica que obste à formação de um par homossexual (ou uma tríade, porque não). Se quiserem contratualizar garantias patrimoniais podem fazê-lo nas actuais molduras legais. É possível adoptar sem casar. Mas se o casamento é muito mais do que um mero objectivo procriativo, ao excluir "ab initium" a procriação da unidade conjugal como, por força da natureza, aconteceria nas uniões homossexuais, está-se a torná-lo em qualquer coisa que o faz deixar de ser.
Se há ambiguidade nesta área, desfaça-se.
Reafirme-se o que sempre foi entendido como casamento, que é a união formal entre uma mulher e um homem. Experimentalismos façam-nos criando uma entidade nova para diferentes uniões que até poderão vir a estruturar sociedades futuras, mas que nada têm a ver com o casamento. No presente, destruir a natureza cultural, tradicional, biológica e social do único instituto que garante a continuidade de tudo numa sociedade, amputando-lhe a especificidade e alargando-o a conceitos que a sua génese natural nunca contemplou, nem é progressista nem liberal, é absurdo.
Comentário que acompanhava:
Num país normal e adulto, estes seriam os jornalistas de referência... e não os que coleccionam mais capas de revistas cor-de-rosa.
Num país sereno e inteligente, estes seriam as opiniões e o tem à volta da qual se construiriam as concordâncias e as discordâncias.
Num país coerente e sério, há muito que estas verdades estariam assimiladas.
Num país que não fosse de brincar, seria assim a liberdade de imprensa: com opiniões livres!
Num país equilibrado, os partidos da oposição falariam assim!
Num país sensato, seriam jornalistas como estes que poderiam ser escolhidos para líderes políticos...
NOTA: Sobre este tema sugiro a leitura do post Casamento «gay»
Recebi de João Mateus, já conhecido neste espaço, este texto, escrito com uma erudição muito superior à média nacional, que poderá suscitar polémica, mas que constitui uma visão muito partilhada. Também me choca que os homossexuais, insistindo em evidenciar de forma espectacular, em manifestações de rua, a sua diferença, não tenham a criatividade de adoptar uma palavra também diferente para simbolizar a sua união, sem terem de usar o termo casamento, que não aceitam na sua plenitude. Porquê copiar os outros? A união traduzida por palavra inovadora poderá dar-lhes prerrogativas civis, legais, iguais ao casamento, sem irem chocar mentalidades menos flexíveis e mais rigorosas no significado da instituição.
Publicada por
A. João Soares
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Etiquetas: «casamento gay», experimentalismo
