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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Estaremos num pais de orates ???

Parece que estamos a viver em ambiente de grave irracionalidade.

A notícia Barreiro: passe anual dos transportes para idosos passa de dois euros para 20 a 24 euros deixa-nos preocupados acerca do «estudo sério» em que possa ter sido baseada a decisão de criar o cartão de dois euros anuais. É possível que não tenha qualquer justificação válida a não ser o capricho «generoso» do autarca para ganhar votos ou para mostrar solidariedade em qualquer manifestação de apoio aos idosos. Dois euros não devem sufientes para cobrir as despesas inerentes à criação e à renovação do cartão. E como não haverá critério defensável para justificar a criação e a manutenção de tal situação, surge agora a ideia de passar o cartão de 2 para 20 ou 24 euros, um aumento de dez vezes mais, o que é chocante para muitos daqueles que vão ter de suportar o pagamento.

Terá agora havido estudo assente em análise cuidada ou será o novo valor também resultado de um capricho? Não passará de mais uma decisão «porque sim»? Haverá sensatez, racionalidade, lógica, neste aumento?
Nada se pode estranhar dado que a nível governamental também aparecem decisões carentes de racionalidade.

Imagem de arquivo

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sábado, 21 de agosto de 2010

Segurança Social terá andado sem rumo definido???

Esta dúvida surge da notícia sobre os «cortes nas despesas com prestações sociais» que já afectaram quase metade dos agregados familiares a receber rendimento social de inserção (RSI), que já sofreram um corte na prestação, e sete por cento dos beneficiários de subsídio social de desemprego que perderam o direito ao apoio.

Mesmo assim, apesar de serem retirados apoios a gente de fracas condições de vida, as «Despesa do Estado aumenta 5,7%». Provavelmente haverá exagero em despesas menos significativas para os cidadãos vulgares do País.

Mas, admitindo que tais cortes estão correctos e foram decididos por critérios racionais, respeitando os interesses nacionais (dos portugueses), constata-se que o dinheiro público andava a ser esbanjado de forma injusta e anti-social. Sendo assim, o PS devia ter dado ouvidos ao CDS-PP, há mais tempo. Há pessoas que têm razão com mais frequência do que os caceteiros Jorge Coelho (quem se mete com o PS leva), Augusto Silva (o malhador), Ricardo Rodrigues (o da acção directa) e Francisco Assis (o teimoso utilizador de palavreado oco). A justiça social deve estar acima de tudo, como diz Fernando Nobre, «os cidadãos têm de estar no cerne de todas as questões. O Estado, a economia e as finanças só têm razão de ser se tiverem como único objectivo o desenvolvimento humano.»

Imagem da Net.

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