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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

O AMBIENTE DEVE SER RESPEITADO

O Ambiente deve ser respeitado
(DIABO nº 2251 de 21-02-2020, pag 16. Por AJS)

Gosto de apreciar uma boa ideia, bem intencionada para o engrandecimento de Portugal e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, mesmo que ela venha de pessoa com quem nem sempre se concorde. Mas ninguém é perfeito e toda a pessoa pode ter valores positivos que se sobreponham a defeitos mesmo que dificilmente toleráveis. E, assim, quando de tais cabeças sai uma boa sugestão para “bem da Nação”, não devemos deixar de lhe dar reconhecimento.

Vem isto a propósito do desconforto e até perigo de depósitos de lixo a céu aberto, por vezes, de forma difícil de compreender, vindo de países aparentemente mais civilizados e que abusam da nossa pobreza, não apenas económica mas também de espírito. As palavras de Catarina Martins não foram originais, nem inovadoras, porque já na semana anterior viera a promessa de que “Governo vai suspender e rever licenças de aterros” mas, pela sua influência no funcionamento da “geringonça”, espera-se que consiga que esta “intenção”, ou apenas promessa do Governo, venha a tornar-se realidade e que fiquem bem encaminhadas, quer a legislação que for criada quer as acções consequentes, abrangendo o ajustamento das taxas de gestão de resíduos, quer a melhor eficácia das formas de fiscalização tanto a nível municipal como, superiormente, na supervisão governamental.

Trata-se de um aspecto muito importante da vida nacional, pois o ambiente deve merecer o máximo respeito e cuidado dos poderes políticos, ao mais alto nível (Poder Executivo), nomeadamente no que respeita à gestão do lixo que, se não for devidamente tratado, provoca odores desagradáveis e poluição visual e infecciosa altamente incomodativa. Quem teve contacto estreito com regiões rurais conhece concretamente os incómodos do amontoado de resíduos quando excede volume chocante.

Por outro lado, os lixos arrastados pelas chuvas e pelas correntes fluviais, acabam por ir parar ao mar, criando ilhas de detritos que resistem muito tempo ao efeito destrutivo da água, são reduzidos a micropartículas, ingeridas por peixes que depois as trazem para a nossa alimentação, se eles não sucumbirem ao efeito delas nos seus organismos. A má localização dos montes de resíduos pode produzir a contaminação de veios aquíferos que sirvam de abastecimento de nascentes aproveitadas para água utilizada, directa ou indirectamente, para alimentação humana ou de animais que venham a ser destinados a esse fim.

O Ambiente, na realidade, constitui a visão que nós temos da Natureza em que vivemos e será sempre muito agradável gostarmos de apreciar as suas belezas espontâneas, deslocarmo-nos nelas e desenvolvermos actividades profissionais ou recreativas no seu espaço, ou cultivando jardins ou culturas de plantas ornamentais ou próprias para alimentação e devidamente isentas de matérias impróprias.

Não é necessário referir espécies de detritos impróprios para ficarem expostos à vista de cidadãos respeitáveis (que devem ser todos). Ninguém gosta de ter próximo de casa uma latrina mal cheirosa. Por isso, há que definir o que são “aterros sem condições” e “que prejudiquem a vida das populações vizinhas” e que efectuar fiscalizações, “a sério”, responsáveis e frequentes, dos aterros autorizados. Convém que o Governo cumpra rigorosamente esta sua promessa de que “vai rever as regras para estes aterros e para a importação de lixo”. E, quanto a esta, há que reavaliar o interesse de tal negócio e quais os seus benefícios para o crescimento da economia, para a melhoria da qualidade de vida das populações e para o prestígio internacional do nosso País. Talvez haja indústrias nacionais interessadas na importação de resíduos específicos que possam servir para reciclagem e construção de novos materiais mas, em tal caso, haverá que evitar que os resíduos úteis venham acompanhados de grande quantidade de outros que apenas tenham inconvenientes.

Nisto como em tudo o mais, qualquer decisão deve ser previamente bem analisada, para não acontecer, mais uma vez, a anulação de leis e directivas após poucos dias de existência, o que nada prestigia os governantes ou os directores de serviços públicos. ■

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A NATUREZA É OBRA PERFEITA

A beleza que nos é oferecida pela Natureza merece a nossa admiração e o nosso profundo respeito. Ela é a casa de todos nós, o nosso ponto de partida e de chegada para qualquer viagem ou simples deslocamento. Fornece-nos o ar que respiramos e os alimentos que nos Servem de suporte de vida.

Por isso, não devemos estragar aquilo que nos é indispensável.

Mas a ganância dos «poderosos» tem poluído, corrompido, estragado, este tesouro, com as chaminés de fábricas, os escapes dos carros e muitos outros atropelos contra o AMBIENTE. Reduza-se ao indispensável o uso do petróleo, do carvão, do tabaco, etc, etc, para o bem dos nossos filhos e mais descendentes.

Deleita-te a ver calmamente as imagens e pensa naquilo que puderes fazer para bem da Natureza e de todos os seres vivos que precisam dela.


NOTA: Um pedido aos amigos que visitam este blog:
Era minha intenção publicar aqui imagens de dois álbuns Power Point que recebi por e-mail, mas não consigo extrair as imagens e colocá-as aqui a seguir ao texto. Agradeço uma ajuda para ultrapassar esta dificuldade.
Para não deixar este texto sem imagem, consegui encontrar estas em arquivo, que estão muito longe das atrás referidas.
Previamente agradecido envio um abraço.

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

TRANSFORMAR PLÁSTICO EM PETRÓLEO




Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada a importância da mesma no contexto atual, não posso deixar de publicar com o desejo de colaborar numa vasta divulgação.
Vejam o filme: vale a pena.
Sendo o plástico derivado de petróleo, agora podemos inverter!
Uma máquina processa o plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou petróleo.
Os sacos plásticos dos supermercados vão valer ouro... O plástico regressa ao petróleo de onde veio.
Engenho e perseverança japonesa.
Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...
O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não perceber japonês ou inglês, vale a pena observar as imagens até ao fim.
Grande descoberta! Muito amiga do ambiente e da vida.

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Defesa do Ambiente. Dois gritos de alerta





O Planeta não é nosso. Estamos aqui de passagem e não o devemos danificar para o devolvermos em bom estado aos nossos descendentes.
Limpar o Mundo começa por limpar a soleira da nossa porta, a nossa rua, o nosso bairro. Cumpra a sua parte.
Difunda para alertar os distraídos.
AJS

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ambiente. Limpar Portugal

Há um ano, em Março, quando o calendário anunciava o início da primavera, realizou-se a operação «Limpar Portugal», por iniciativa de um grupo de jovens que mobilizaram muitas pessoas de boa vontade, para remover toneladas de lixos colocados ao lado de caminhos florestais um pouco por todo o lado.

Escrevi nessa altura que tal iniciativa generosa, de muito mérito, devia ter sido considerada pelos autarcas como uma bofetada de luva branca, pois ia colocar a nu a incompetência das autarquias e das pessoas que as guarnecem que, sendo pagas para evitar e resolver esses ataques ao ambiente, não mostraram a necessária eficácia. Houve poucas excepções em que algumas, poucas, autarquias nos dias anteriores à operação removeram grande parte dos lixos, para ficarem bem na fotografia. Seria de esperar que houvesse muitas a fazer o mesmo.

Mas a realidade geral foi de mau aproveitamento de tal generosidade da população e as autarquias não modificaram com visibilidade o seu desprezo pelo ambiente. E o movimento «Limpar Portugal» não passou, a partir daí, a pressionar os autarcas e a denunciar o mínimo atropelo ao respeito pelo ambiente, a fim de levar as autoridades a assumirem a sua responsabilidade.

A operação devia ter servido para despertar os autarcas para a defesa do ambiente, mas o seu egocentrismo, a sua focagem nos interesses pessoais de arrogante ostentação de poder em coisas secundária, mas mais visíveis, torna-os obtusos para o essencial dos interesses dos portugueses em geral, em que o ambiente é primordial.

E essas omissões deram agora origem à notícia Quercus revela pontos perigosos que refere casos muito graves em cinco conselhos, incluídos numa extensa lista negra. É preciso não esquecer que é vulgar dizer-se que o planeta não é dos actuais habitantes, está-lhes alugado com a condição de o devolverem em bom estado ás gerações vindouras. Infelizmente, em cada dia surgem mais agressões ao equilíbrio ecológico, colocando em risco as condições de vida no futuro..

Imagem do Google

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Pela defesa do ambiente

Depois da operação LIMPAR PORTUGAL em que este blog esteve empenhado desde o inicio e em que a nossa amiga Fernanda Ferreira (Ná) teve um papel muito activo e bem notado, foram denunciados casos de reincidência, com a passividade das autarquias que, no entanto, são responsáveis localmente pela defesa dos interesses das populações e devem criar e manter uma estrutura eficiente para tal efeito.

O artigo de Paula Ferreira no Jornal de Notícias, A selvagem indiferença aborda este tema de forma muito objectiva, citando casos concretos, do qual transcrevemos algumas frases e aconselhamos a sua leitura.

Efectivamente, mantém-se o mau hábito de criar «anacrónicas lixeiras a céu aberto: novamente aí depositam trastes velhos, frigoríficos, televisões, resíduos da construção civil. Sinal de selvagem indiferença pelo próximo, gesto que deveria ter sido há muito banido.»

Há que evitar que «alguns cidadãos do tal país dos brandos costumes, sem qualquer pudor, despejem o electrodoméstico fora de moda ou que deixou de funcionar.»

Não devemos encarar a hipótese de «limpar outra vez, juntar novamente 100 mil voluntários e meter mãos à obra». Não «será boa ideia limpar para que os mesmo voltem a sujar». Será sem dúvida «melhor denunciar, fiscalizar, acabar com o porreirismo nacional de não fazer queixa, com o argumento piedoso de que vai prejudicar o coitado que não pode pagar». «Eles, no entanto, prejudicam-nos a todos e não parecem minimamente preocupados» porque, com a sua falta de civismo, pensam que «vem sempre alguém atrás e limpa».

Insisto naquilo que na altura da referida operação de limpeza, disse repetidamente. É preciso manter os objectivos de defesa do ambiente, sem esmorecimento, mas usando outra táctica: observar atentamente o que se passa, registar todos os abusos, denunciar às autoridades autárquicas e, se estas não actuarem eficazmente, denunciar publicamente a sua incúria. É preciso colocar as autarquias perante a sua responsabilidade de esclarecer a população, coimar os infractores, obrigar a remover os lixos e, se a remoção não for feita, ser a autarquia a fazê-la, imputando os custos aos infractores detectados. A população deve ser estimulada a denunciar os infractores, porque «eles prejudicam-nos a todos».

Fotografia de José Ferreira

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Poluição tolerada

Estamos em plena preparação do grande dia cívico (20 de Março) em que os portugueses vão LIMPAR PORTUGAL, para suprir a incompetência, a incapacidade, a incúria, das autarquias que têm deixado criar lixeiras selvagens por todos os recantos da paisagem.

Apesar dessa campanha de sensibilização para o respeito pelo ambiente e a luta contra a poluição, surge mais uma notícia da Ribeira dos Milagres, no concelho de Leiria, que sofreu mais uma descarga poluente.

Como é possível que isto se repita há tantos anos sem as autoridades o evitarem? O que têm feito: os ministérios do Ambiente, da Administração Interna, da Justiça, as autarquias, o Governo Civil, a Protecção Civil, as organizações de defesa do ambiente, as populações? Quem é que já foi condenado por estas agressões ambientais? Serão as leis e as penas devidamente convincentes para serem dissuasoras? Estarão a ser fiscalizados os sistemas de efluentes de esgotos das suiniculturas? Haverá sistemas de tratamento desses focos de poluição? Haja alguém com autoridade que explique aos contribuintes a razão de destes crimes ecológicos, que se repetem já há muitos anos, continuarem a ser tolerados e aceites, sem coimas ou outros penalizações desencorajadoras.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Poluição. Números enganadores

A poluição de que se irá falar nos próximos tempos não é a real que os animais e as plantas têm que suportar e que lhes afecta a qualidade de vida. Muita dessa poluição que invade e desgasta os nossos pulmões e altera o clima com os inconvenientes advenientes, não será contabilizada, não terá existência oficial. É como a corrupção, as obras extras que encarecem os projectos de obras públicas, as infracções de políticos que a polícia esquece, etc

No momento em que se tenta evitar o aumento das alterações climáticas, na cimeira de Copenhaga, Portugal quer que não seja contado o CO2 dos fogos florestais. Mas, porém, todavia… esse CO2, tal como todos os de outras origens, prejudicam o ambiente e as nossas saúdes!!!

É este o mundo de ficção em que os políticos nos envolvem, enganando-nos com números mistificadores. Já nem nos números podemos confiar!!!

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Governo tem desprezado o ambiente

Passando pela construção do Freeport numa área sob protecção ambiental, pelo abate de sobreiros no Portucale e no Vale da Rosa e pela inacção e negligência demasiado notória na repetição frequente de poluições graves na Ribeira dos Milagres em Leiria, conclui-se que o combate à poluição, a defesa do ambiente e as medidas para evitar alterações climáticas não pagam dividendos aos governantes, isto é, não constam em «lugar ilegível» na sua lista de prioridades.

Segundo o Público de ontem « A Comissão de Ambiente e Defesa da Ribeira dos Milagres alertou hoje para a ocorrência de uma nova descarga poluente, durante a última madrugada, na Ribeira dos Milagres, no concelho de Leiria.» Nos últimos dias vinham já elementos daquela Comissão vinham alertando elementos da Associação de Suinicultores de Leiria para “alterações na água da Ribeira, que apontavam para a ocorrência de pequenas descargas”.

É difícil compreender este desinteresse dos governos por este problema. Com efeito, os contribuintes pagam impostos; o povo tem votado nas eleições das autarquias e dos deputados; os resultados destas têm originado governos; estes têm tido ministros do Ambiente, da Justiça e da Administração Interna, todos eles supostamente interessados em manter uma ordem e legalidade democráticas. E, perante estes factores, fica-se perplexo sem saber a razão da incapacidade de acabar com estas agressões ao ambiente que se vêem prolongando durante vários anos.

E o mais caricato é que isto se passa quando o mundo está preocupado com o ambiente e as alterações climáticas com ele relacionadas, e quando em Portugal está posto em marcha um movimento de cidadãos para «limpar Portugal», função que devia ser desempenhada pelas autoridades eleitas. Qual é, afinal, o papel que os governantes julgam ter em relação a este assunto?

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Consumidor responsável

Há algum tempo, a propósito da crise e da redução do poder de compra, inseri entre outros estes dois posts «Defesa do Consumidor» e «Assédio ao consumidor» achei, por isso, interessante fazer aqui referência ao artigo do Público de hoje «Escola devia ensinar alunos a serem consumidores responsáveis».

Luciana Almeida, da Rede Nacional de Consumo Responsável defendeu hoje que aprender a ser um consumidor responsável devia fazer parte do currículo dos alunos, e lembrou que os portugueses continuam a agir de forma compulsiva sem noção dos impactos dos seus actos.

Segundo ela, o consumidor não dispõe de informação adequada pelo que age de forma compulsiva sem reflectir sobre os efeitos dos seus actos: levanta-se de manhã e consome água e electricidade sem reflectir sobre esses gestos". Não há consciência dos problemas ambientais ligados ao consumo, nem na produção dos produtos consumíveis nem nos resultados do consumo, em termos de poluição da água, do solo e do ar. As próprias autarquias não estão cientes do problema, como se depreende do facto de, apesar da crise, as ruas continuarem a ser profusamente iluminadas

Um outro aspecto não directamente abordado pelo artigo é a parte económica, das finanças pessoais e familiares, afectada pelo consumismo compulsivo, de ostentação, de imitação, de competição com os vizinhos e conhecidos e de incapacidade para resistirem aos apelos da publicidade e das promoções. Muitas vezes as pessoas entram em situação de insolvência, sem darem por isso, por não terem preparação para as contas aritméticas mais rudimentares e a sua aplicação à vida corrente. Este facto é traduzido muitas vezes pela frase «o mês tem mais dias do que ordenado».

Impõe-se, por isso, dar ao ensino uma feição mais prática para ser mais útil em todas as situações da vida real desde as mais rudimentares às mais complexas.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Limpar Portugal – Um alerta urgente

Num momento em que muitos portugueses se mostram interessados em limpar Portugal dos lixos abandonados em locais impróprios e sem segurança para as pessoas e para o ambiente, deparei com esta notícia que não precisa de comentários. Aqui a deixo como um ALERTA URGENTE para os (ir)responsáveis pelo nosso País. Foram eleitos para zelarem pela segurança, comodidade e bem-estar da população. O leitor tire daqui as conclusões que julgar mais convenientes.

Toneladas de material perigoso a céu aberto e sem protecção
DN. 090814. por Amadeu Araújo

Diluentes, tintas, solventes e vernizes estão abandonados na Zona Industrial de Oliveirinha, no concelho de Carregal do Sal. Ambientalistas e bombeiros alertam para perigos para a saúde pública e para degradação do solo.

São toneladas de resíduos perigosos, inflamáveis e corrosivos, acumulados nas traseiras de uma fábrica e que estão ao abandono em Carregal do Sal desde Setembro de 2008.

Numa área inferior a um hectare juntam-se matérias perigosas, rotuladas como tal, e ao alcance de quem passa nas imediações. Muitos dos materiais, que estão classificados como matérias perigosas pelos bombeiros e que deviam obedecer a condições específicas de armazenamento, estão a escorrer para cursos de água, campos agrícolas e vinhas. Diluentes, tintas, solventes e vernizes estão abandonados na Zona Industrial de Oliveirinha, no concelho de Carregal do Sal. Muitos destes materiais têm sido alvo da curiosidade das crianças, que ali brincam, outros vão sendo roubados. Os ambientalistas alertam para a degradação dos solos que podem mesmo "ficar inutilizados".

As traseiras da fábrica BASMOLD, que entretanto abriu falência e está sob administração judicial, estão ocupadas por várias toneladas de resíduos perigosos. Diluentes, tintas, solventes industriais, vernizes e outros produtos, artigos que os bombeiros classificam como matérias perigosas e que ostentam nos rótulos essa perigosidade , estão desde Fevereiro ao abandono. São várias paletes cheias com estes produtos. Há ainda resíduos de laboração e desperdícios em embalagens entretanto utilizadas e que ali foram guardadas.

"Desde que a fábrica fechou que ninguém quer saber daquilo", conta Maria Luísa que vive nas imediações. A moradora adianta que "as crianças vão para lá brincar e o meu neto já chegou a casa com os pés todos sujos. Só ao fim de alguns dias e de muito esfregar se libertou daquela tinta". Outro problema é os ladrões que "deitam mão ao que podem levar. Vêm aí algumas pessoas levar o que podem porque a lixeira não está vedada".

As embalagens estão encavalitadas em paletes ou abandonadas no meio do campo. Sem condições de armazenamento e expostas às elevadas temperaturas muitos dos tambores rebentaram e escorrem pelos campos em direcção a um pequeno regato.

Para além do parque industrial, onde está situada a lixeira, a zona é utilizada pelos moradores como campo de cultivo. Vinha, milho e outras culturas têm agora o solo contaminado pelas escorrências destes resíduos. Os materiais estão abandonados nas traseiras da fábrica, sem protecção e mal acondicionados e "o seu derrame para um curso de água e para os terrenos agrícolas pode tornar a contaminação dos campos irreversível", lembra Hélder Spínola, da Quercus. O especialista alerta que "depois da contaminação dos campos e lençóis freáticos são causados danos impossíveis de resolver". A juntar a estes problemas, aponta a "volatização dos produtos, provocada pelas elevadas temperaturas e que pode causar um problema de saúde pública se estes gases forem inalados por quem vive próximo". Como a fábrica está em intervenção judicial o dirigente reconhece que se trata de "uma circunstância que pode dificultar a intervenção para solucionar o problema que, quanto mais se arrastar no tempo, mais danos provoca".

O DN tentou, sem sucesso, ouvir o Serviço de Protecção da Natureza e o Ministério do Ambiente, que detêm a fiscalização nesta área.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Globalização e Ecologia

Quando se refere a globalização é usual situar a sua origem nos descobrimentos portugueses que estabeleceram contactos entre culturas, sociedades, economias diferentes, distantes, nas diversas partes do mundo. Essa globalização rapidamente alastrou os seus efeitos humanamente negativos, com o colonialismo, a exploração económica que definiu as áreas geradoras de riquezas materiais a ser exploradas pelas grandes empresas industriais multinacionais que, na sequência, desenvolveram o marketing criador do grande vício do consumismo e da ostentação.

E assim entrámos na era actual em que o ciclo de qualquer produto origina sucessivos desgastes na Natureza, que tornam a terra, o mar e o ar cada vez menos próprios à vida saudável dos seres que aí habitam.

O excesso de lixos provenientes da indústria, da embalagem da comercialização, dos desperdícios e dos «monos» finais, muitas vezes abandonados nas margens das estradas e de caminhos de floresta, estão agora a suscitar uma campanha de voluntários para «Limpar Portugal» procurando sensibilizar as pessoas e as autoridades que se mostram incompetentes e incapazes de evitar as vergonhosas lixeiras ilegais que impunemente infestam as paisagens.

Mas também no mar já existem grandes extensões de lixeiras flutuantes onde a vida marítima é impossível e os poucos peixes que restam nas imediações acabam por contribuir para produtos alimentares altamente tóxicos.

Por outro lado, o sismo de 7,6 graus na escala de Richter, com epicentro ao largo das ilhas Andaman, no oceano Índico ocorrido na madrugada de 10 de Agosto, mais ou menos à mesma hora, de um outro abalo, também de forte magnitude (6,6) no Japão, tendo ambos ocasionado a emissão de alertas de tsunami, faz recordar que a Terra é muito sensível aos erros humanos.

Se a Natureza tem tido capacidade para recuperar de pequenas agressões, há pouco tempo tem vindo a mostrar que as grandes agressões são irreparáveis. Grande agressão, para este efeito, são as pequenas agressões continuadas, desgastantes e cuja acumulação de consequências assume alta gravidade, e é irreparável

É que o Planeta não é inerte. É uma grande massa em fusão, densa, a altas temperaturas, sempre em ebulição revestida por uma ténue, pouco espessa (proporcionalmente) nata sólida, superficial, que pode movimentar-se e sofrer roturas. O excesso de pressão numa área por efeito de urbanização pesada ou grandes albufeiras artificiais vai afectar o equilíbrio de forças internas que poderão criar problemas quer na proximidade quer à distância. Daí a ocorrência de sismos, vulcões, movimento dos continentes, etc.

A actividade da zona sensível do «anel de fogo» em que se concentra a maior parte dos fenómenos tectónicos, sísmicos e vulcânicos, é muito influenciada pela variação das forças superficiais exercidas pela actividade humana. Este «anel de fogo» passa pelo Mediterrâneo (rotura tectónica entre a Europa e a África), Mar Vermelho, Ásia do Sul (vários sismos recentes de grande intensidade), Extremo Oriente, Pacífico, Califórnia, Golfo do México, Açores e Gibraltar.

Hoje está a desenhar-se uma nova ameaça à estabilidade do núcleo em fusão do Globo, por alteração do peso sobre a crusta terrestre devido ao degelo dois pólos e das neves perpétuas das altas montanhas por força do aquecimento global decorrente das alterações climáticas.

Do conjunto das alterações tectónicas e de pressões sobre a superfície do Planeta resulta forçosamente a alteração climática (embora estas tenham outras causa muito profundas). Estas também são globais e a acção local deve ser sempre considerada com toda a precaução, tendo em conta as interacções com o Planeta.

Globalização é, assim, um fenómeno muito complexo com que temos que aprender a conviver, da forma mais pacífica possível e sem demissões ou abdicações cívicas.

Mesmo quando se planeia a prevenção e o combate aos incêndios florestais é preciso contar com as piores circunstâncias potenciais, para depois, perante o número de hectares ardidos, não se argumentar infantilmente que a culpa foi do clima (verão mais quente e seco do que o esperado).

Planear é prever. Gerir ou governar é precaver-se contra as piores hipóteses.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Limpar Portugal é imperioso e urgente

Todos devemos apoiar e colaborar, na medida das nossa forças, a campanha em andamento para tornar Portugal habitável de forma sustentada e sustentável. Limpar e manter limpo é benéfico para todos nós.

Visite o site Limpar Portugal e decida inscrever-se. Cumpra o dever de cidadania de dar o máximo de colaboração. O ambiente e, principalmente, os vindouros agradecem.

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Crimes ambientais. Limpar Portugal

Segundo o relatório anual do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 5877 denúncias de crimes ambientais em 2008, o que representa um crescimento de 23 por cento comparativamente a 2007, com 4513 ocorrências.

Isto revela "uma maior sensibilização do cidadão para as questões do ambiente", conforme refere o autor do relatório.

Estes, como muitos outros tipos de crime, exigem a denúncia de quem deles tenha conhecimento ou que deles tenha suspeitado por ter observado indícios. Cabe depois á autoridade a investigação e adopção de medidas adequadas previstas na lei.

Dentro do mesmo espírito, chama-se a atenção para o apoio a dar ao movimento Limpar Portugal que se propõe limpar a floresta portuguesa num só dia. A Natureza - o ambiente precisa de ser preservada e mantida no melhor estado de limpeza para, de forma sustentada, permitir a vida nas melhores condições.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Há horas felizes

Este título era o refrão usado por um vendedor de lotaria que aparecia entre nós, estudantes, na primeira metade da década de 50 e com o qual pretendia que nós comprássemos uma cautela para termos uma hora feliz.

Mas nem só a lotaria ou o moderno euromilhões nos fazem felizes, pois há outros factores incomensuravelmente importantes. Tive há pouco uma hora feliz de que certamente os colegas do Sempre Jovens se aperceberam, embora não tenham medido a extensão.

Mas eu passo a narrar o sucedido.

Há menos de duas semanas publiquei umas reflexões sob o título Que futuro teremos? que deram origem a uma muito interessante troca de comentários. Nesse texto defendia a esperança de que o mau estado em que o País e o mundo se encontra irá terminar por acções de moralização vindas das camadas mais jovens. Mas nem todas as pessoas partilham dessa esperança e fui discretamente apelidado de utópico patológico, porque a juventude está a crescer num ambiente doentio herdando os vícios e as manhas da sociedade actual.

É certo que isso não me destruiu a esperança por a ter criado com base em argumentos e sentimentos sólidos, mas teria sido mais agradável sentir uma coluna mais densa de seguidores.

Entretanto o amigo Luís, publicou no Sempre Jovens um o post Como limpar um país em horas.... que constava de um vídeo que mostrava como a Estónia se viu livre dos lixos espalhados pelos terrenos florestados, tornando estes mais em conformidade com a Natureza. E ao ver esta actividade tão positiva, talvez um pouco influenciado pelas críticas negativas à minha esperança «utópica» atrás referida, não esperei que surgisse uma iniciativa semelhante por cá, e logo lancei a ideia de fazer algo parecidoa mas em moldes mais rudimentares e simplistas, sem pretender resultados absolutos, no que tive um apoio muito interessante e que ficou definida no post da Fernanda Ferreira transcrito no post Vamos limpar Portugal e no poema de Maria Letra transcrito em Limpemos o caminho que pisamos.

Mas e é aqui que se baseia o título deste texto num dos muitos comentários apareceu o de Elvira Carvalho a informar que o mesmo objectivo está a ser demandado por um grupo de jovens familiarizados com a informática e a Internet e possuidores de saber sobre organização que está a agir para ter Portugal limpo em 31 de Outubro.

Não é um movimento concorrente e rival, mas sim convergente para a mesma finalidade ao qual presto sincera homenagem e agradeço na minha qualidade de português, e ofereço a minha colaboração naquilo que for possível e mais conveniente.

Neste momento tem 451 membros e qualquer pessoa pode inscrever-se, depois de consultar o site Limpar Portugal, e o e-mail é projectolimparportugal@gmail.com.

O grande desejo que nos move é que todos os portugueses adiram e forneçam todo o apoio que puderem. PORTUGAL FICA AGRADECIDO.

Está assim concretizada a força da mudança que previa no post Que futuro teremos?. Depois da poluição física, virá inevitavelmente a limpeza da poluição moral e social nas formas de corrupção, enriquecimento ilícito, peculato, etc de que hoje a imprensa fala em
Falhas de controlo das entidades públicas abrem porta à corrupção , Ana Gomes diz que "nunca existiu vontade política" no combate à corrupção , Inquérito confirma riscos de corrupção e em Sanções "agravadas" para gestores que não apliquem plano anti-corrupção.

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Limpemos o caminho que pisamos

Limpemos o País onde vivemos

Abram-se de par em par todas as portas
A quem quiser entrar, com o seu valor.
Os nossos corações, cheios de esperança,
Querem viver num País com mais Amor.
Juntemos todos num mesmo movimento,
Gritemos à união em alta-voz.
Ergamos no País, um monumento
Em homenagem à Paz e a todos nós.
Meus amigos, companheiros nesta luta,
Para erguê-lo precisamos duma mão,
Com a força poderosa dum elefante
E a persistência, arguta, dum leão.
Temos em nós tudo isso. Oh se temos!
Somos capazes de transportar montanhas.
A História bem conhece o nosso povo,
Por brilhantes descobertas e façanhas!
Comecemos por limpar todo o terreno,
Que pisamos com mágoas e incertezas.
Façamos deste gesto um'obra de arte,
Devolvamos ao País suas belezas.
Juntemos forças, façamos desta obra
Uma lição, um exemplo a não 'squecermos.
Limpemos o caminho que pisamos,
É um começo para melhor vivermos.
E depois de tudo limpo, meus amigos,
Mudemos as marés e as tempestades.
O futuro que queremos, para todos,
Depende de milhões de boas-vontades.
A minha eu darei de corpo e alma.
Espero bem, de ti, a mesma abnegação.
Temos de sobreviver à negligência
E ao desprezo d' alguns pela Nação.

Maria Letra

NOTA: Este texto de Maria Letra foi publicado no blogue Sempre Jovens e constitui uma bela modalidade de reforçar a campanha anunciada no post Vamos limpar Portugal, a qual atingirá o deu ponto máximo em 8 de Novembro mês em que serão tomadas universalmente posições bem visíveis em defesa do ambiente e da conservação do Planeta Terra.
É bom sublinhar que será necessário que todos e cada um colaborem na eliminação dos lixos espalhados por todos os recantos do País. Devemos legar aos nossos descendentes um território nas melhores condições de habitabilidade.
À amiga Maria Letra desejo que nunca reprima a sua vocação para a poesia e que a utilize na defesa de boas causas, como é esta.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vamos limpar Portugal

Recebemos notícia de uma operação de limpeza do lixo disseminado pela superfície da Estónia, levada a cabo por toda a população que teve efeito em poucas horas, vejam como-limpar-um-pais-em-horas, postado há dias pelo amigo Luís.

Efectivamente, vivemos num lindo planeta, mas estamos a destruí-lo todos os dias.
Há lixo em todos os lugares; praias, cidades, florestas e até nos oceanos.


É preciso limpar o nosso País. Para isso é indispensável a colaboração de todas as pessoas, organizações e comunidades para concretizar esta ideia e encontrar parceiros confiáveis, nas autoridades, nas empresas com meios adequados para este efeito.

Não se trata de acção política, eleitoral, mas se os partidos quiserem, desde já, entrar nessa operação, que deve ser permanente, só terão vantagem aos olhos do povo.

Será útil a colaboração voluntária das pessoas, quem empreste equipamentos, transportes e os “midia” que estimulem os voluntários.

O grande dia de encerramento da operação será 8 de Novembro e, então,quando finalmente o País estiver limpo, será uma expansão da alegria para os portugueses, ao gosto local, conforme a disponibilidade de autarquias e organizações da região.

E será bom que daí se conclua que será mais fácil não poluir, não espalhar lixo, entulhos e escombros.

Esta mensagem deve ser difundida por todos os portugueses, e em cada Freguesia e Concelho, devem ser organizadas as acções mais adequadas, tendo sempre em vista o benefício que daí resultará para o ambiente e para as pessoas.

Aceito as vossas propostas que podem ser, e certamente serão, muito diferentes.

* Trabalho feito em conjunto com os amigos João e Luís. Contamos com a participação activa de todos os colaboradores e leitores.
Fernanda Ferreira

Este post é a transcrição feita do blog Sempre Jovens e tem a intenção nele bem descrita. Pede-se a colaboração de todos os portugueses conscientes, de boa vontade, quer individualmente quer através das organizações ou instituições a que pertençam.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Tejo Internacional coberto de verde

O Tejo internacional está completamente coberto de verde, devido à poluição vinda de Espanha. A situação este ano é a pior de sempre, alerta a associação ambientalista Quercus. Segundo Samuel Infante, dirigente local da Quercus, o tapete verde agora é contínuo e estende-se por cerca de 50 quilómetros, cobrindo toda a extensão em que o Tejo faz fronteira entre Portugal e Espanha. “O problema está-se a agravar”, afirma.

Fotografia: DR. Público 090529

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mudanças de clima


Estas imagens, evidenciando, o problema ecológico da poluição que causa mudanças do clima e a carência de água como de todas as espécies vivas, vem na sequência dos posts aqui colocados nos meses mais recentes.
- Pensamento do dia
- Defesa do ambiente
- Aquecimento global

O Planeta é finito e não suporta tanta agressão como está a receber. O capitalismo selvagem que provocou a crise actual e pulverizou as poupanças dos mais desprotegidos, se não mudar de procedimentos, acabará por extinguir todas as manifestações de vida animal e vegetal à superfície da Terra. Devemos estar conscientes de que cada acto errado da nossa parte irá repercutir-se na vida dos vindouros.

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