sexta-feira, 11 de setembro de 2015
sábado, 7 de dezembro de 2013
FRASQUILHO IMPUTA FALHA À TROIKA E NÃO AO GOVVERNO
Publicada por
A. João Soares
à(s)
16:18
0
comentários
Etiquetas: Frasquilho, governo, troika
terça-feira, 1 de outubro de 2013
PARA A HISTÓRIA DA CRISE
Miguel Portas contou como Passos Coelho reprovou o PEC IV
António Lobo Xavier explica como entrou a Troika
Publicada por
A. João Soares
à(s)
07:15
0
comentários
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
PSD SENTE-SE ENCURRALADO ???
Parece que o maior partido da coligação governamental se sente desconfortável, como que encurralado e perseguido por todos os lados. A notícia em que o porta-voz do PSD, Marco António Costa, acusou hoje o Fundo Monetário Internacional (FMI) de "hipocrisia institucional", não aparece isoladamente, pois ainda não foram esquecidas as hostilidades contra o Tribunal Constitucional e agora além da agressividade ao FMI, Passos critica PS por propor défice de 5%. Vai longe o tempo, cerca de dois 2 anos, em que Passos se ufanava da sua valentia de decretar uma austeridade superior ao que a «troika» aconselhava.
Com tal austeridade excessiva Passos reduziu gravemente o poder de compra da maior parte dos portugueses, o que diminuiu o consumo, colocou o comércio em dificuldade, levando ao encerramento de empresas e ao desemprego, o que despoletou o agravamento da recessão que, apesar do sentido de cerco, já não pode atribuir ao governo anterior porque, em mais de dois anos, não só não melhorou a situação herdada, mas, pelo contrário, a agravou dramaticamente.
E, para dourar a pílula, não deixa de fantasiar o amaciamento da crise dizendo que, apesar de a «troika ser evasiva», «não está nenhuma porta fechada». Será que não está mesmo? Podem não estar todas fechadas, mas ninguém vislumbra a luz ao fundo do túnel!!!
Porque é que quando se fala de despesas públicas se referem apenas as que são lesivas dos deveres e direitos fiscais e sociais dos portugueses, mais carentes em termos de saúde, pensões, ensino, etc e se mantêm os altos salários, as mordomias e subvenções de altos funcionários públicos mais ligados aos elementos do Governo? Parece que não são apenas as matas que estão arder, mas todo o País, a começar pelos mais responsáveis pela continuação da crise.
Imagem de arquivo
domingo, 24 de março de 2013
Não podemos ter fé nos «sábios»
Transcrição seguida de NOTA:
FMI reconhece que aumento do desemprego foi pior que o esperado
Expresso. 17:40 Domingo, 24 de março de 2013. MÁRIO CRUZ/LUSA
O chefe da missão do FMI para Portugal admite que o aumento do desemprego foi "muito pior" que o esperado, e diz que a única forma duradoura de recuperar emprego é acabar o ajustamento o mais rápido possível.
Em entrevista à agência Lusa, Abebe Selassie, explica ainda que uma das grandes motivações da revisão das metas do défice para este ano, para 2014 e para 2015 - que na prática acaba por resultar em mais um ano para reduzir o défice para menos de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) - se deve em grande parte à necessidade de evitar colocar mais pressão sobre o emprego.
"O resultado do desemprego é muito infeliz, é mesmo muito pior que o esperado. É exactamente devido a isto que as metas do défice estão a ser revistas, devido à preocupação de tentar evitar mais pressões sobre o emprego", afirmou numa entrevista por telefone a partir da sede do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington.
NOTA: Mais uma vez não podemos acreditar nos técnicos seja qual for o carimbo de sábios que usem. E, para mal dos portugueses, os governantes têm acreditado na Troika como se fosse uma instituição celestial accionada por Deuses do Olimpo.
Mas é fácil compreendermos que os «sábios» da troika não conhecessem as estruturas nacionais, nem tivessem sensibilidade para os problemas dos portugueses. Mas não é desculpável que os governantes sofressem de tal ignorância e aceitassem cegamente as sugestões dos da troika. Os nossos «sábios» erraram como o «sábio» Gaspar já admitiu, deviam prever, adivinhar que os cortes brutais a que chamaram austeridade que foi usada abusivamente de forma obsessiva e depois reforçada, iria reduzir o poder de compra, secar a economia, levar empresas a encerrar com o consequente desemprego e a redução de impostos como o IVA, o IRC, etc. etc. Aplica-se aqui a frase de Luís Marques Mendes em que refere « brincadeira de mau gosto e exercício de imaturidade»
Será muita ingenuidade esperar que o Governo consiga corrigir o rumo da governação, mas também não há razões para esperar o milagre de vir um Governo mais eficaz, tal é a já bem demonstrada má qualidade da matéria prima.
Imagem de arquivo
Publicada por
A. João Soares
à(s)
18:45
0
comentários
Etiquetas: competência, eficácia, previsão, sábios, troika
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Estamos sob sequestro da TROIKA
Sequestro da TROIKA - para garantir o pagamento dos empréstimos bancários assumidos anteriormente
Publicada por
A. João Soares
à(s)
09:37
0
comentários
Etiquetas: dívida, interesse nacional, orçamento, troika
sábado, 15 de setembro de 2012
Polícia guarda sede do FMI
A sede do Fundo Monetário Internacional,
situada no número 57 da Avenida da República, em Lisboa, está a ser vigiada por
polícias e cães, devido à ocorrência de alguns confrontos.
Gritos e algumas palavras de ordem têm vindo a ser pronunciadas pelos manifestantes em frente à sede do FMI. Foram ouvidos três petardos e pelos menos dois jovens foram detidos quando arremessavam tomates contra o edifício. Para além disso, um dos manifestantes atirou uma garrafa.
Ver notícia do DN
Publicada por
A. João Soares
à(s)
19:02
0
comentários
Etiquetas: indignação, manifestação, troika
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Governo e troika
Transcrição de artigo:
Chumbo neles
Correio da Manhã. 04-09-2012 Por: Paulo Morais, professor universitário
O programa de assistência financeira a Portugal (PAFP) já passou por cinco processos de apreciação por parte da troika. Mas, até hoje, ainda não são conhecidos quaisquer resultados destas avaliações.
Seria expectável que, no termo de cada avaliação, o governo apresentasse publicamente um relatório circunstanciado, enunciasse as medidas já executadas, elencando também os respectivos benefícios para Portugal. Simultaneamente, deveria apresentar a lista das que não foram implementadas, os motivos do incumprimento e o prejuízo que daí advém. Sem esquecer de informar, a bem da transparência, para onde são canalizados os milhões das sucessivas parcelas do empréstimo.
O facto é que não só não há relatórios, como também não há medidas estruturantes. Passado mais de um ano, não se reduziram as taxas milionárias garantidas aos concessionários das parcerias público-privadas, não houve diminuição significativa das rendas exorbitantes pagas à EDP. Também não se agilizou o sistema de Justiça. Das medidas previstas no memorando, afinal apenas se tomaram as menos relevantes, ou seja, aquelas que não beliscam os grandes interesses. Entretanto, as privatizações correm mal, com o processo de alienação da participação do Estado na EDP a ser alvo de suspeitas por parte das autoridades judiciais.
Apesar deste nível inquietante de incumprimento, o dinheiro continua a jorrar aos milhões e é mal utilizado. O estado mantém quase intacta a sua capacidade de efectuar má despesa pública e em quantidades colossais. A estrutura de despesa é irracional, sendo mesmo a maior fatia gasta em juros de dívida pública, que representam anualmente cerca de nove mil milhões de euros. Com a cumplicidade da troika, o PAFP dá suporte ao estado português para que este sustente a agiotagem. Por outro lado, e para cúmulo, o PAFP ainda apoia os bancos, concedendo-lhes empréstimos ou até permitindo aumentos de capital com recursos públicos. Os milhões dos sucessivos empréstimos estão a ser erradamente aplicados. Além disso, o memorando de entendimento nem sequer é cumprido nas suas medidas mais primordiais. Por mim, a avaliação está feita: chumbo para a troika e para o governo.
Imagem do Correio da Manhã
Publicada por
A. João Soares
à(s)
22:43
4
comentários
Etiquetas: défice, governo, sentido de responsabilidade, troika
domingo, 2 de setembro de 2012
Sabedoria Salomónica !!!
O objectivo para o défice orçamental de 2012 era de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), mas no primeiro semestre atingiu 6,9%, quase 7%, o que revela "falhanço colossal" do Governo e deixa país a "afundar-se".
Perante este quadro negro, a sabedoria salomónica de Cavaco Silva leva-o a afirmar que a Troika deve rever "previsões que falharam", como se coubesse à Troika o acompanhamento diário e o controlo das parcelas das despesas e receitas do Estado.
Afinal quem tem a responsabilidade de gerir as contas do País, de o governar, de corresponder ao juramento feito na tomada de posse. Qual é a missão assumida pelos órgãos de soberania? Em quem deve o povo depositar confiança e esperança? A quem deve o povo atribuir as culpas deste «falhanço colossal»?
Imagem de arquivo
Publicada por
A. João Soares
à(s)
10:55
2
comentários
sábado, 19 de novembro de 2011
CUIDADO com as «divindades» da TROIKA
Errar é humano, mas há erros previsíveis pelas tendências e interesses subjacentes às atitudes. Os «sábios» da Troika são representantes de interesses poderosos no mundo, o FMI, e como tal, por mais que quisessem não conseguiriam descer aos problemas das pessoas, compreendê-los e procurar para eles as melhores soluções em conformidade com todas as vicissitudes das circunstâncias.
Por isso, como foi há dias referido aqui, veio a público a notícia de que a Troika quer que empresas também cortem nos salários em 2012, contra o que surgiram de imediato várias reacções e a que o PR não ficou indiferente, como diz a notícia Cavaco critica sugestão de baixar salários no privado.
Por um lado, há que atender a que não é favorável ao desenvolvimento procurar a competitividade com salários mais baixos, mas sim, aumentando a capacidade de inovação e melhorando a qualificação dos recursos humanos, simultaneamente com investimento na eficiência dos equipamentos industriais e nos métodos de trabalho com uma boa ligação entre o ensino superior e as empresas, além de muitos outros factores como a qualidade da marca e o marketing.
Por outro lado, de acordo com o modelo económico português, “o poder político não tem competência para determinar directamente os salários praticados no sector privado”, devendo deixar funcionar a livre iniciativa, dentro de limites que salvaguardem o respeito pelas regras da leal concorrência.
Esta atitude da Troika, ao contrário dos milionários americanos, pretende que Portugal resolva o problema da crise, gerada por más decisões de governantes sob pressão de grandes empresários e outras espécies de milionários, não à custa de quem mais tem mas à custa de quem vive do salário do trabalha e que se vê frequentemente espoliado do pouco que recebe.
Agudizar o empobrecimento já bastante notório inviabiliza qualquer esforço de desenvolvimento e de recuperação da crise, como se vê pelas notícias Indicador de consumo privado com novo mínimo histórico e Actividade económica e procura mantiveram perfil negativo em Setembro.
Não é difícil compreender que, baixando o poder de compra das pessoas, o comércio começa a facturar menos, muitas lojas encerram, aumentando o desemprego, a indústria passa a produzir menos, com perigo de falências e desemprego, o total recebido dos impostos diminui e a crise agrava-se.
As «divindades» da troika não são infalíveis, não fazem milagres e nem sempre analisam os problemas nas suas complexas implicações. Cavaco, desta vez, colocou o dedo na ferida com justeza, oportunidade e sem ambiguidade.
Imagem de arquivo
Publicada por
A. João Soares
à(s)
10:42
0
comentários
Etiquetas: Cavaco Silva, competitividade, salários, troika
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Saia uma Póstroika, com adoçante !!!
Publicada por
A. João Soares
à(s)
22:07
2
comentários
Etiquetas: crise, esperança, recuperação, troika
