Mostrar mensagens com a etiqueta Gaspar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gaspar. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 18 de julho de 2013

PROFUSÃO DE INTERESSES OCULTOS


Transcreve-se o texto de José Gabriel Pereira Bastos datado de 7 do corrente, por trazer dados interessantes para se ter ideia dos interesses inconfessados que estão na génese de acontecimentos de que acabamos por sofrer as consequências. Inseri links para ajudar a compreender que o autor nada está a inventar e muitos e mais pormenorizados dados podem ser encontrados na Internet.

Dicas para a compreensão dos jogos de poder que nos atingem
(uma leitura alternativa ao que podem ouvir na rádio e na televisão)
Por José Gabriel Pereira Bastos 7/7 às 13:33 perto de Lisboa.

1. As macro-jogadas sobre a política europeia são decididas há décadas nas reuniões anuais do Grupo Bilderberg (fundado em 1954), uma rede oligárquica anglo-americana que se posiciona como o embrião do GOVERNO MUNDIAL ANGLÓFILO, reunindo os magnates do petróleo e da mega-banca (Rockfellers, Rostchilds, etc.) com os magnates das maiores corporações industriais, militares da NATO e da CIA, delegações políticas dos países europeus, dos USA e do Canadá e os grandes donos dos media, que durante décadas criaram uma muralha de não-informação sobre o GOVERNO BILDERBERG DA COLÓNIA-EUROPA NÃO-ANGLÓFILA (clivada em 'antiga' Europa e 'nova' Europa), constantemente espiada pela CIA e pelo M-16 britânico.

2. O decisor português, que convida quem de Portugal participa, é, desde finais dos anos 70, Francisco Balsemão.

3. Foram convidados sistematicamente, ano após ano, os líderes do PSD e do PS, candidatos a primeiro-ministro e a dirigente da oposição. No caso deste governo, Balsemão falhou: convidou Manuela Ferreira Leite e não PP Coelho, o que mostra bem quais eram as suas preferências.

4. Em plena crise de resgate, pela primeira vez. há semanas, foram convidados António José Seguro e, pela primeira vez, o líder do CDS, Paulo Portas.

5. Significado político: no PSD, a linha social-democrata anteriormente hegemónica, há décadas (Cavaco e seus aliados, de Manuela Ferreira Leite, a António Capucho e outros 'barões') está fortemente descontente com o consulado neo-liberal de Passos Coelho, que é rígido, não ouve ninguém e está a cortar nas reformas de Cavaco e nos grandes negócios dos barões, colocando contra si as Associações de Empresários, que pretendem o relançamento urgente da economia.

6. Significado estratégico: a linha hegemónica (com contradições internas) Cavaco - Balsemão decidiu fazer cair este governo e transferir o poder para um governo fraco liderado pelo A. J Inseguro, apoiado pelo Paulo Portas, e impedir que o PS chegue lá numa Frente de Esquerda com o BE e outros grupúsculos e 'independentes' de esquerda, o que seria inaceitável pelo Governo Bilderberg da Colónia-Europa.

7. Resultado: percebendo que ia ser despejado, com a queda programada do governo de Passos, Gaspar antecipou a jogada e pôs-se a salvo (irá reaparecer num qualquer alto cargo da Banca Central), deixando a muleta no seu lugar, e eximindo-se ao julgamento de dois anos de sucessivos falhanços tecnofinanceiros.

8. Portas percebeu a jogada e como não conseguiu colocar Paulo Macedo no lugar de Gaspar, e aparecer como o 'relançador da economia', pôs-se de fora para deixar de estar associado a este governo e estar disponível, depois de eleições, para voltar ao governo, com maior margem de manobra, em aliança com o PS de Seguro.

9. Entre vê-lo partir já para uma futura aliança com o PS de Seguro e ganhar poder neste governo, o Triunvirato (Cavaco, Coelho, Portas) decide dar a Portas todo o poder que ele exige, retirando as principais funções a Passos Coelho, um PM esvaziado e à deriva, para que Portas não parta o Governo já.

10. O desequilíbrio desta solução é evidente. A tutela de Portas sobre a "menina gaspar 2" e sobre os contactos com a Troika vai rebentar-lhes na boca muito em breve.

11. Mas falta ainda muita informação e uma tomada de (in)decisões...

12. Seguem-se as cenas dos próximos capítulos...

Imagem do Google

Ler mais...

quarta-feira, 29 de maio de 2013

«PATRIOTISMO» SEGUNDO GASPAR


Transcrição de artigo:

Incómodos de Gaspar
Correio da Manhã. 29-05-2013. Por: Eduardo Dâmaso, Director-Adjunto

Já sabíamos que o dr. Gaspar acha pouco patriótico que os jornalistas façam perguntas sobre a crise a políticos estrangeiros quando ele está presente.

Já sabíamos que o dr.Gaspar está convencido que a sua missão de endireitar as contas do burgo é a coisa mais patriótica que pode haver. Lá no fundo acha que somos uns ingratos.

O que não sabíamos é que também tinha aquele viciozinho salazarista de impor um catálogo patriótico, muito seu, aos jornalistas e aos portugueses em geral. O dr..Gaspar tem de entender que, para quem já paga tanto imposto, perguntar ainda é um exercício de liberdade. E rir dos seus incómodos, então, é um verdadeiro prazer.

Imagem de arquivo.

Ler mais...

sábado, 11 de maio de 2013

GASPAR CHEGOU À META


Transcrição de artigo:

«Tempo político de Vítor Gaspar terminou», diz Carlos Abreu Amorim
 TSF. 10-05-2013. Publicado às 20:47

Este vice-presidente da bancada parlamentar do PSD entende que portugueses devem muito ao actual ministro das Finanças, mas lembra que Portugal entrou numa «nova etapa».

O social-democrata Carlos Abreu Amorim defendeu, em declarações à agência Lusa, que o «tempo político de Vítor Gaspar terminou», devendo o primeiro-ministro ponderar a substituição do ministro das Finanças.

Depois, ouvido pela TSF, este vice-presidente da bancada parlamentar do PSD considerou que se «entrou numa nova etapa de crescimento económico que tem de ser essencialmente política».

«Houve um primeiro momento, logo a seguir às eleições, em que este Governo com muita coragem precisou da atitude corajosa de Vítor Gaspar e foi restabelecida a confiança e credibilidade de Portugal não apenas nas instâncias internacionais, mas também para regressarmos aos mercados», explicou.

Para Carlos Abreu Amorim, este momento deve ter o reconhecimento dos portugueses que «devem muito a Vítor Gaspar», contudo, agora «estamos noutra etapa e temos de a enfrentar com a mesma coragem e determinação».

Imagem de arquivo

Ler mais...

sexta-feira, 10 de maio de 2013

GASPAR, DÊ ATENÇÃO AO DESEMPREGO


Transcrição de artigo com especial interesse:

O desemprego está a matar Portugal
Económico. 10/05/13 00:31 | Bruno Proença

Não basta garantir a estabilidade financeira numa economia, fazendo desaparecer défice orçamental e externo, para que depois, como que por magia, apareça o investimento privado produtivo, o crescimento económico e o emprego.

Todos temos a certeza que o desemprego é o maior problema económico e social do País. Mas os números são sempre bons para consubstanciar o diagnóstico. Os problemas ganham dimensão, história e tendência. Ontem o INE divulgou as estatísticas de emprego do primeiro trimestre do ano e são uma catástrofe. A doença do desemprego está a alastrar e é, cada vez mais, profunda. Há 952,2 mil pessoas desempregadas que, na verdade, são mais. Os números do INE só apanham quem está à procura de emprego. Porém, há muitas pessoas disponíveis para trabalharem que desistiram de procurar. Por isso, os desempregados passam largamente a barreira de um milhão. Um novo recorde negro.

A tendência de subida mantém-se. O aumento do número de desempregados foi de 16,2% face ao primeiro trimestre de 2012 e a taxa de desemprego fixou-se em 17,7%, mais 2,8 pontos percentuais do que no mesmo período do ano passado. Ninguém consegue estancar a hemorragia. E as previsões apontam para que continue a aumentar. O desemprego vai matar Portugal. Apenas 40% da população total está empregada. São estes 4,4 milhões que têm de aguentar o País. Isto é insustentável. Para mais quando a taxa de desemprego entre os jovens ultrapassa os 40%, o que está a empurrar uma geração para a emigração, diminuindo a parte da população com idade para trabalhar.

Como é que se salva o doente? Esta questão não tem uma resposta única. Porém, há duas certezas. Primeira, a receita financeira da Alemanha, que está a ser imposta pela ‘troika' aos países intervencionados e que virou ‘mainstream' na Europa, não está a resultar. Não basta garantir a estabilidade financeira numa economia, fazendo desaparecer défice orçamental e externo, para que depois, como que por magia, apareça o investimento privado produtivo, o crescimento económico e o emprego. Portugal e a maioria das economias estão em recessão ou sofre de crescimento anémico.

Segunda, é necessário reformar o Estado Social. Como está não é sustentável e é um peso para o resto da economia. O Estado Social é para continuar. É um pilar fundamental das sociedades europeias mas está parametrizado para a demografia do pós segunda guerra mundial. Tem que se adaptar a uma nova realidade em que a população sénior é a grande maioria. Sem estas mudanças, a carga fiscal continuará altíssima, afogando o sector privado, e os incentivos na sociedade estão longe de serem os mais produtivos.

A solução para o desemprego é necessariamente o crescimento económico sustentável. O modelo europeu, que Portugal também seguiu com as suas deformações, está esgotado. E a solução germânica não é expansível para o resto da Europa. O grande desafio europeu é recriar-se. Inventar um novo modelo de desenvolvimento sustentável. E rápido porque a epidemia do desemprego está a alastrar e poderá colocar em causa os pilares da democracia. Esta crise é económica, social mas sobretudo política.

Imagem de arquivo

Ler mais...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

QUAL A RESPOSTA DE ÁLVARO E DE GASPAR ???


Rui Rio acusa Governo de "não entender economia" e de querer "fechar o país

Sendo Rui Rio economista, as suas palavras têm, certamente, razão de ser, credibilidade, pelo que esta afirmação, título de notícia, deverá dar origem a uma polémica de esclarecimento público.

Oxalá que assim seja e, como «da discussão nasce a luz», espero não perder a oportunidade de aprender um pouco dessa ciência misteriosa em que todos sabem muito e ninguém impede as crises nem resolve prontamente as que ocorrem. E além de todos os cidadãos ficarem a ter uma pálida ideia deste tema, será desejável que o Governo, com os seus incontáveis «sábios», fique a «entender» um pouco a economia e, se «fechar o país», que o feche pelo lado de fora, para ficarmos mais descansados e seguros.

Imagem de arquivo

Ler mais...

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O «ESTADO NOVO» INICIOU COM O MINISTRO DAS FINANÇAS


Transcrição de artigo seguida por links relacionados com o tema:

A ditadura de Gaspar
Económico. 10/04/2013 00:35 | António Costa

Vítor Gaspar incendiou o País com o despacho sobre a proibição de realização de nova despesa por parte dos ministérios e serviços públicos, uma medida que é, de alguma maneira, paradigmática do poder e da incapacidade do ministro das Finanças de explicar o que deveria ser, e é, simples de perceber: um despacho preventivo, e temporário, enquanto o conselho de ministros não define os novos tectos de despesa para 2013 com vista a acomodar o impacto da decisão do Tribunal Constitucional, de 1,3 mil milhões de de euros.

Os serviços das Administrações Públicas - incluindo empresas - sabiam, como o País, que vêm aí novos cortes e, por isso, a probabilidade de anteciparem despesa, novos compromissos, novos concursos era, no mínimo, uma certeza. É claro que, como sucedeu no episódio da proibição de reformas antecipadas, este tipo de iniciativa política não se anuncia, faz-se. E não se faz por chantagem ou pressão sobre os portugueses, faz-se por necessidade e urgência, como é evidente que foi o caso.

Vítor Gaspar deveria, é claro, ter avaliado exactamente os ministérios ou serviços públicos que não poderão ser abrangidos por uma medida transversal como esta nem por uma semana que seja. E deveria ter discutido, e ouvido, os seus colegas da educação e saúde sobre o impacto desta proibição temporária nas universidades ou centros de saúde, por exemplo. Já se sabe que há excepções, como os salários, mas a reacção colérica dos reitores, por exemplo, deixa perceber que Gaspar não discutiu ou não ouviu. E fez mal.

É evidente, esta ‘ditadura das finanças' - que só peca por tardia - só pode mesmo ser temporária, só pode estar em vigor durante uma ou duas semanas, porque, caso contrário, paralisaria toda a administração pública e todas as empresas públicas abrangidas pelo despacho. Gaspar tem de fechar o dossiê das maturidades do empréstimo, primeiro, e a sétima avaliação da ‘troika', depois, e na quinta-feira da próxima semana tem de definir os novos tectos de despesa e manter o défice de 5,5% do défice para este ano.

O Governo está em Processo de Remodelação em Curso (PREC), a mudança de ministros já não é apenas uma necessidade por razões de oportunidade política, é uma urgência por uma questão de sanidade dos ministros que já sabem estar com um pé fora, à espera de uma chamada a São Bento. A partir de agora, Passos Coelho não pode olhar para trás, deve aproveitar o momento para reconstruir o tripé do Governo, e comprometer Paulo Portas.

Artigos relacionados

- Ministérios proibidos de contrair novas despesas
- Despacho de Gaspar «põe em causa futuro de Portugal»
- Álvaro "tudo fará" para reduzir despesas
- Santos Pereira diz que corte da despesa do Estado é fundamental para baixar impostos
- Quanto custa o acórdão do Constitucional?
- PSD diz que todos têm de ser chamados a assumir responsabilidades 
- Ministérios estão proibidos de contrair nova despesa
- Declaração do primeiro-ministro na íntegra
- Passos anuncia cortes na Segurança Social, Saúde e Educação
- Reitor da Universidade de Lisboa promete resistir a instruções de Gaspar
- Comunicado do Reitor da Universidade de Lisboa
- Reitores demarcam-se de críticas de Sampaio da Nóvoa e escrevem a Crato
- Reitor da Universidade de Lisboa diz que Governo fecha o país com portaria a impedir nova despesa
- CGTP classifica de "vozes do salazarismo" quem põe em causa a Constituição
- PCP diz que despacho de Vítor Gaspar sobre despesa mostra Governo sem rumo
- Faria de Oliveira diz que Passos Coelho deve integrar PS no Governo

Imagem de arquivo

Ler mais...