Quem governa o Mundo? Quem tem estado nas causas mais profundas da crise que está a afectar muitos países do mundo?
Os poderosos do Planeta estão centrados no G20 e no G8 e têm por trás os banqueiros centrais das maiores economias mundiais, como transparece da notícia G20 pede à Europa para resolver crise da dívida na próxima cimeira.
Isto mostra um desequilíbrio a favor dos colonialistas mundiais, os maiores 20 a dominarem os restantes 172. Seria desejável que os países mais pequenos/pobres (P20 no extremo oposto do G20) se organizassem para discutir os problemas que os preocupam nas relações internacionais, fazerem ouvis os seus pontos de vista e exigirem ao respeito pelos seus legítimos interesses.
Houve há muitas décadas o Movimento dos Países Não Alinhados (MNA) criado na Conferência de Bandung. Agora há o Fórum Social Mundial que ocasionalmente se mostra na comunicação social. É altura de o mundo se organizar por forma que, em termos democráticos (como os políticos gostam de citar), as regras sejam do interesse dos mais numerosos.
Imagem de arquivo
domingo, 16 de outubro de 2011
G20 pressiona a Europa
Publicada por
A. João Soares
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19:17
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Etiquetas: G20
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Povo cimeiro - Antiglobalização
POVO CIMEIRO - Pittsburgh antecipou G20 com discurso antiglobalização
Transcrição de post do blogue A Tulha do Atílio
No passado sábado, (19 de Setembro) na “Cimeira do Povo” discursos como o acesso universal à saúde e o fim das guerras no mundo marcaram os temas aí tratados. Esta cimeira antecede a reunião do G20 que pretende aí debater a reforma dos mercados financeiros.
A maioria dos oradores mostrou-se contrária às acções propostas pelo G20, acusando-o de procurar controlar a economia mundial a favor dos bancos e das empresas multinacionais em prejuízo do cidadão comum. Um deles, Professor da Universidade das Filipinas, disse que o G20 como mecanismo para salvar a globalização está destinado ao fracasso.
O Senador democrata Jim Ferlo, um dos patrocinadores desta cimeira, segundo ele alternativa ao G20, defendeu a necessidade de cuidados universais como um direito humano básico.
Como se vê, estas atitudes começam a proliferar por todo o mundo em especial nas regiões mais afectadas pelos resultados dessa mesma globalização.
Como exemplo refere-se que em Bellaire (Michigan) o realizador Michael Moore apresentou o seu novo documentário que versa um apelo ao derrube do actual sistema económico. “Capitalism: a Love Story” lembra a ganância e a corrupção que tem subvertido a democracia nos EUA, neste caso particular, mas que se tem generalizado pelo mundo fora.
Segundo ele, a situação no Michigan, sua comunidade adoptiva, onde foram fechadas muitas fábricas e aumentou o desemprego em exponencial por via disso é bem o exemplo do mal das teorias defendidas pelo G20, filho dilecto do Clube Bidelberg.
Felizmente, por todo o mundo, estão a aparecer movimentos cívicos sensibilizando as diversas comunidades para os perigos da política de mercado iniciada pela globalização e que tantos prejuízos têm trazido ao comum dos mortais.
Por cá, infelizmente, ainda há (des) governantes que defendem tais políticas ao arrepio do bom senso apresentado nestes movimentos e cidadãos desinformados que os seguem na ganância e corrupção que podem advir dessa globalização desenfreada!
NOTA: Não sei quem escreveu nem onde já foi publicado, mas este texto merece ter a maior divulgação e dar origem a um G20 diferente constituído por 20 países eleitos pelos 100 mais pobres, para defenderem os interesses da maior parte da humanidade que é explorada pelo actual G20 que mantém a exploração do mundo a favor das multinacionais e é culpado da crise económica e financeira em que os mais pobres são os sacrificados. Estamos a assistir a um neo-colonialismo diferente, sem alma nem piedade, visando apenas os lucros dos mais poderosos, por qualquer preço de sacrifícios dos que já só têm a pele.
Acordem, povos explorados.
Publicada por
A. João Soares
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06:49
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Etiquetas: G20, globalização
