sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

QUEM COM FERROS MATA COM FERROS MORRE


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OS CARROS DO ESTADO, QUE TODOS PAGAMOS


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DE QUANTOS ASSESSORES PRECISA UM MINISTRO?


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PORTUGAL A ARDER PARA ALIMENTAR TACHOS E PARASITAS


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CONSENSO SERÁ «MISSÃO IMPOSSÍVEL»???


Será que o consenso não será atingível, tal como tem acontecido e como foi um desapontamento em julho de 2013? Em vez de assédio ao PS, os oradores do congresso do PSD alinharam pela hostilidade. A agressividade ao seu principal opositor e alvo do desejo de entendimento. Contradição entre a ideia e as palavras, como tem sido timbre da actual coligação.

Tal contradição e ataques já foram denunciados pelo PS. Seguro explica a dificuldade de encarar as negociações por haver diferenças acentuadas das ideologias do Governo e do PS mas, das suas palavras, ressalta a possibilidade de procurar pontos de vista comuns em alguns aspectos práticos, com vista a melhorar a recuperação da crise.

Mas, do outro lado, Marco António Costa, no seu papel de mensageiro ou porta-voz do Governo, limita-se, com a arrogância, autoritarismo e teimosia habitual, a acusar o PS de não querer fazer consenso, sem explicação, evidenciando que o Governo não está disposto a fazer a mínima cedência e apenas querendo a submissão e o aplauso aos seus caprichos teimosos determinados, as suas «verdades», as suas «convicções»,etc. Foram estas «certezas que fizeram a dívida pública passar de 94,0% do PIB em 2010,para108,2% em 2011,124,1% em 2012 e 127,8% em 2013.

Observando as palavras de Seguro, parece poder concluir-se que, bem conversado, poderá chegar-se a uma solução desejável para bem dos portugueses que assente em cedências mútuas que aproximem as duas posições aparentemente irredutíveis por forma a adoptar medidas que possam merecer a concordância das partes em negociação. Mas, em vez de arrogância e altivez, terá de haver um namoro assente em patriotismo, sentido de responsabilidade e sentido de Estado.

Com a obsessão de evidenciar hostilidade permanente, não se gera esperança de ser dado um passo no sentido do entendimento. O certo é que, para este ser conseguido, nenhum dos possíveis desejados companheiros se mostra disposto a ser simplesmente muleta com total cedência, submissão e apoio gratuito a medidas que considera desadequadas e continuadoras dos erros anteriores.

Um conterrâneo, conhecedor da vida agrícola de outrora, sugere que se pense no trabalho da junta de bois, antes de haver tractores na agricultura, em que um na direita e outro na esquerda ambos puxavam convergentemente para a finalidade que lhes era importa pelo agricultor. Bom exemplo de trabalho de equipa, de cooperação. No caso actual o destino do País justifica as cedências que cada um deverá fazer.

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RIR POR RIR



Toda esta risada faz recordar a quadra do conhecido poeta algarvio José Caniné

Tanto ri que eu já bem vi,
O porquê dessa risada:
É pra fazer rir quem ri
Só por ver rir e mais nada.

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CONSENSO ANTES QUE SEJA TARDE. PORQUÊ ???


Há pormenores curiosos e nada acontece por acaso. Porque será que Passos quer «consenso com o PS «antes que seja tarde»? O que significa ser tarde?

Não esqueçamos que o governo está na mão de uma dupla de inteligência diabólica mais teimosia determinada e, daí podem surgir grandes iniciativas em termos de golpes na manipulação mediática ou na propaganda para ofuscar a mente dos cidadãos menos selectivos.

Ora vejamos: O PS é a principal oposição ao Governo e vice-versa, como se deduz de múltiplas intervenções no Congresso do PSD. O PS, por interesse próprio ou por alegado interesses nacional,está interessado em que o Governo seja substituído, o que tem sido difícil por o PR ser um protector do PSD e um indeciso quanto a grandes decisões. Mas como o PS já foi vencedor das autárquicas, se vencer também as europeias, pode com tais resultados conseguir convencer o PR a decidir a realização de eleições antecipadas.

Ora, por isso, a dupla Passos-Portas tem todo o interesse em que o PS não vença as europeias e uma das várias tácticas será conseguir o consenso «antes que seja tarde», isto é, antes das europeias. Feito o consenso, o Seguro será desapoiado por muitos dos seus militantes que não gostam de o ver na posição der muleta da coligação actual.

E pode ficar a dúvida: Porque é que, então, muitos oradores do congresso não se contiveram de fazer ataques, exagerados ao PS e a Seguro? Pode haver duas razões, possivelmente acumuladas. Primeira, é que o PM e o VPM quiseram manter secreta esta sua manobra maquiavélica e não tiveram confiança nos papagaios do PSD para os informar (até por duvidarem que eles percebessem) do jogo arquitectado. Segunda, porque qualquer ataque a Seguro e elogios a António Costa ou a Sócrates (para não falar em outros virtuais candidatos) contribuirão para afectar a posição dos eleitores e, consequentemente, os resultados obtidos pelo PS nas europeias

Podem dizer que eles não são inteligentes e que não são defensores dos interesses nacionais, mas não deixam de ser espertos e diabolicamente maquiavélicos na defesa dos interesses próprios e dos seus partidos. Mas não evitaram deixar escapar o «antes que seja tarde».
O PS que se cuide.

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FUTURO DUVIDOSO PARA PAÍS QUE FOI GRANDE


Não há objectivo nacional, nem estratégia para o atingir e, por isso, não aparecem ideias exequíveis, nem projectos, nem planos, nem programas, nem sistema de controlo das acções a realizar, nem organização, simples, operacional, eficaz. Sem esta metodologia e sem priorização dos estudos e das actividades, não pode haver coerência dos discursos, das explicações dadas aos cidadãos com os procedimentos factuais.

Falam em entendimento e em consenso, mas mostram não saber o que isso significa. Isso exige disposição para aceitar algumas propostas do outro, fazer cedências para que as decisões tenham concordância de ambos. E para um tal matrimónio não pode haver, de um lado, a imposição com violência e teimosia determinada e esperar do outro a submissão e o aplauso inconsciente. Ao menos no assédio, no namoro para conseguir o entendimento, deve haver atitude macia, aliciante, cativante.

Ora o que se ouviu no coliseu não foi nada consentâneo com o apelo ao entendimento com os partidos, antes uma agressividade, de luta eleitoral extremando as partes que era suposto pretender aliar. Não cito nomes dos muitos oradores que embarcaram na fantasia do «orgulhosamente sós», porque seria inevitável esquecer um ou outro, tantos foram. Com vinagre não se caçam moscas e com tal hostilidade não se consegue entendimento democrático desejável para tentar conseguir um futuro melhor para Portugal...E é imperioso que se faça tudo com o máximo de eficiência e com resultados permanentes para que futuro de Portugal seja radioso para não desmerecer o seu passado glorioso.

Aprenda-se com a Ucrânia em que, depois de pouco tempo, compreenderam que havia que sentar-se à mesa e construir o consenso, o entendimento, para assegurar o futuro do País, para bem das pessoas. Evidenciaram vontade de aliar, conjugar, esforços, construir sinergias para bem da Nação. Mostram ser gente inteligente e honesta que coloca os interesses nacionais acima das suas próprias ambições.

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DIVIDA PÚBLICA - A MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE!


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CONCENTRAÇÃO DA RIQUEZA


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AS PESSOAS SÃO O PAÌS




Ver o post PÁÍS É O CONJUNTO DAS PESSOAS E O TERRITÓRIO

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PÁÍS É O CONJUNTO DAS PESSOAS E O TERRITÓRIO


O deputado teve a ousadia de dizer, com a sua habitual arrogância, que «A vida das pessoas não está melhor mas o país está muito melhor». Não se pode esperar melhor de brincalhões acriançados que pensam em enriquecer muito, depressa e por qualquer forma. Seria bom que meditasse que o País é a nação (conjunto das pessoas) e o território, que passa a ter categoria de Estado depois de ser politicamente organizado. Portanto este monte... devia saber que o principal factor constitutivo do país são as pessoas. Tudo deve ser feito em função dos interesses colectivos delas... e não dos políticos abelhudos. Se as pessoas não estão melhor não se pode dizer que o conjunto delas esá «muito melhor» a não ser que ele confunda país com a pequena elite de exploradores que se considera dona do país. A propósito recordo mais uma vez o que é a CarreiraPolítica, isto é, como a maior parte dos políticos, sobem na vida.

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PSD GOSTA DE UNANIMIDADES


Do artigo Co-adopção. Deputados do PSD querem matar referendo extraio a frase «Deputados de peso, como Mota Amaral, Guilherme Silva ou Teresa Leal Coelho acham mesmo que a proposta deve cair.»

O que é mais preocupante é que sendo o PSD um partido com responsabilidades, tenha um bando de deputados que se comportaram como ovelhas sem matéria cinzenta e aceitaram a disciplina de voto numa coisa que não é essencial para os portugueses.

Significativamente isto não é inédito no PSD, pois já no Congresso de 24-03-2010, os participantes votaram POR UNANIMIDADE a «lei da rolha». Depois de chegados à rua todos se confessaram arrependidos (veja os links seguintes). Que irresponsabilidade para não dizer imbecilidade!

Com políticos como estes, qual será o futuro de Portugal? Que país será o dos actuais jovens? Abram-se os links acerca da lei da rolha»:

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1520593
http://videos.sapo.pt/SQcjhupbqV3MnqPEfWog
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/quotlei_da_rolhaquot_enjeitada_por_notaacuteveis_do_psd.html
http://www.tvi24.iol.pt/politica/psd2010-congresso-mafra-psd-santana-lopes-tvi24/1147122-4072.html
http://expresso.sapo.pt/a-lei-da-rolha-a-estupidez-e-a-asfixia=f571196

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PARA A REFORMA DO ESTADO


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GOVERNO BRINCA COM A POBREZA


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PSD PREPARA PROFUNDO SANEAMENTO


Transcrição de artigo seguida de NOTA:

Distritais pedem regresso do PSD à social-democracia
Por Luís Claro e Pedro Rainho. publicado em 20 Fev 2014 - 05:00

Congresso começa amanhã. Com as eleições à porta e a saída da troika, as distritais e concelhias pedem menos impostos e aumento dos salários.

As distritais com mais peso no PSD - Lisboa e Porto - batem na mesma tecla: é preciso regressar à social-democracia. Com Passos Coelho a ser acusado de ter transformado o PSD num partido liberal, a distrital de Lisboa alerta para a necessidade de evitar "fenómenos que desvirtuem" a social-democracia e o PSD/Porto preconiza o regresso à matriz do partido.

Ao todo são 25 moções temáticas que estão em discussão no congresso que amanhã começa às 21 horas no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Durante três dias está aberta a reflexão sobre o futuro do partido que implementou as mais duras medidas de austeridade em 40 anos de democracia e a distrital de Lisboa não esconde que o PSD "tem vindo a perder a capacidade de atrair novos militantes, com efeitos muito negativos no peso político do partido e influência no país". Por isso, a proposta temática dos sociais-democratas de Lisboa traça "um novo caminho", que passa por "um PSD mais próximo da sociedade" e capaz de evitar "fenómenos que desvirtuem a verdadeira social-democracia".

O alerta para a necessidade de "regressar" ou "reafirmar" a social-democracia é o assunto que domina a moção da distrital do Porto. Numa reflexão sobre as lições que devemos tirar desta crise, a proposta defende que "a social-democracia foi a chave do sucesso" do PSD "no passado" e "será o patamar axiológico" em que o PSD deve construir o seu futuro. "Este é o tempo do regresso da ideologia", lê-se na moção do PSD/Porto.

O que se traduz, na proposta temática do PSD/Porto, na rejeição de um "Estado liberal neutro", porque "o Estado mínimo é uma ilusão perigosa". O PSD/Lisboa é mais contido e assume que a "emergência financeira", provocada pelos governos socialistas, condicionou a reforma do Estado e, por isso, torna-se "imperativo preparar a reforma estrutural do Estado", que assegure "um Estado social sustentável de melhor qualidade, melhor acessibilidade e mais justo".

A três meses do fim do programa de ajustamento, a concelhia do PSD de Lisboa concretiza algumas propostas para o pós-troika: redução do IVA na restauração antes do início do Verão, aumento do salário mínimo a partir do dia 1 de Outubro desde ano e alterações na lei do arrendamento para proteger os mais velhos e com menos rendimentos. Na defesa destas propostas, a concelhia de Lisboa defende que a acção do PSD deve ser norteada pela "marca da social-democracia".

O aumento do salário mínimo é reivindicado igualmente na proposta temática apresentada pelo ex-secretário de Estado do Emprego Pedro Roque, dos TSD, intitulada "retomar o desenvolvimento económico e o bem-estar social". Os TSD começam por citar Sá Carneiro - o ex-líder é citado em quase todas as moções - que, em 1976, dizia que "é necessária uma política de austeridade, mas impõe-se que essa política de austeridade não recaia, especialmente, sobre as classes trabalhadoras".

Em resumo, as distritais do PSD rejeitam que o PSD meta a social-democracia na gaveta e preconizam que, após uma política de contenção com a troika no país, o PSD deve começar a dar sinais de que não se confude com um partido liberal. Com as eleições europeias já em Maio e as legislativas em 2015, a pressão aumenta para que o governo se aproxime mais do eleitorado. "O país precisa de um PSD grande, mas precisa, sobretudo, que o PSD ganhe as próximas eleições legislativas", alerta a distrital do PSD de Lisboa.

Passos Coelho vai mexer na direcção

Passos Coelho prepara-se para fazer alterações na direcção e mexer nos vice-presidentes. O líder do partido só deverá fazer os convites amanhã ou mesmo no sábado, mas nomes como os de Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, ou de José Matos Correia, deputado próximo de Durão Barroso, são hipóteses fortes para integrar a nova direcção. “São hipóteses, mas quem decide é Passos Coelho”, diz ao i um social-democrata. Ao “Sol”, Teresa Leal Coelho disse que a constituição da nova direcção é “um assunto sagrado” que está exclusivamente nas mãos do presidente do partido.

Os vice-presidentes de Passos são Moreira da Silva, Marco António Costa, Nilza Sena, Teresa Leal Coelho e Pedro Pinto. Em 2012, Manuel Rodrigues, que foi chamado para o governo, pediu para deixar uma das vice-presidências e o lugar não voltou a ser ocupado.

A nova direcção irá preparar o ciclo eleitoral, com eleições europeias e legislativas. O que exige uma actuação mais activa da direcção que sair deste congresso.

O QUE PEDE O PSD A PASSOS COELHO

Descida do IVA antes do Verão

Subida do Salário Mínimo Nacional (SMN) em seis meses e descida do IVA na restauração antes do Verão – o líder da concelhia de Lisboa do PSD acredita que, depois das “medidas de enorme violência” que o governo aplicou nos últimos dois anos e meio, o congresso do partido (a três meses das europeias) marca o início de “um novo tempo político”. Com “a inversão do ciclo económico, o bom senso e a responsabilidade social aconselham” a que o SMN suba para os 500 euros já a partir de 1 de Outubro, defende Mauro Xavier. É também “chegado o momento” de baixar o IVA da restauração, “com efectividade a partir de Julho”. A revisão da lei das rendas, a revisão do enquadramento da greve no Código de Trabalho são outras propostas.

Mais dinheiro para as câmaras

Os autarcas do PSD pedem ao governo que aligeire a corda que sufoca as finanças locais. “É necessário continuar nesta senda” de ajustamento também para o poder local, “mas com a devida compreensão perante as dificuldades das autarquias, como aquela que algumas vezes a própria troika revelou para com o Estado português ao flexibilizar metas”, defende Álvaro Amaro. O presidente dos Autarcas Social-Democratas pede também mais poder para os municípios, que estão “preparados para assumirem novas responsabilidades”. Mas, lembra Amaro, é preciso mais dinheiro para a Educação, porque “são necessárias correcções às verbas relativas ao pessoal não docente e à conservação e melhoria do parque escolar”.

Menos deputados na assembleia

A JSD considera essencial que a reforma do Estado contemple alterações no sistema político. Os jovens do PSD querem que o parlamento passe a ter menos trinta deputados e que os partidos políticos deixem de poder ser financiados pelos privados.
A proposta que Hugo Soares vai defender no congresso prevê ainda que o Presidente da República tenha “um único mandato de sete anos” para garantir que o cargo eja exercido “sem qualquer temor eleitoralista ou populista”.

Avançar com a regionalização

Faro deixa à partida claro que é preciso ir mais longe e “aprofundar as reformas estruturais” que o governo começou a aplicar em 2011. Na lista de trabalho de casa por fazer, a distrital de Faro do PSD destaca a “regionalização adminstrativa” do país continental como forma de “interromper, e progressivamente inverter, a tendência crescente para uma maior centralização do processo decisório por parte do Estado”. Em suma, os social-democratas da distrital algarvia do PSD querem mais autonomia, e querem ver inscrito no programa eleitoral do partido para 2015 – com vista às próximas legislativa, portanto – “o compromisso de avançar com o processo de regionalização do país”.

Mudar a lei do aborto

As palavras de Passos Coelho, em Maio de 2011, dão o mote para a proposta de revisão da lei do aborto, passados quase sete anos sobre a entrada em vigor da nova legislação. Nessa altura, o presidente do PSD defendeu a necessidade de “reavaliar essa situação” que resultou do referendo. António Pinheiro Torres propõe agora “um balanço, objectivo e desapaixonado, da aplicação da lei”. O social-democrata não vem pedir uma reversão absoluta da legislação. Pretende, antes, que o partido aposte na defesa de um outro modelo de regulação do aborto, defendo taxas moderadoras agravadas para os casos reincidentes ea obrigatoriedade de realizar consultas de planeamento familiar.

Subida do salário mínimo

Os trabalhadores do PSD (TSD) acreditam que os “sinais de esperança” da economia são sinónimo de “um novo ciclo de desenvolvimento” para o país. Na moção que apresenta ao congresso, o secretário-geral dos TSD e ex-secretário de Estado do Emprego, Pedro Roque, considera que, a três meses de concluir o programa de assistência financeira, “o país parece renascer das suas próprias cinzas”. A pensar já no pós-troika, os TSD pedem a actualização do salário mínimo e a “revitalização da contratação colectiva”.

NOTA:
PSD PRECISA DE PROFUNDO SANEAMENTO. Para regressar à Social-democracia, precisa de afastar o actual líder teimosamente obcecado com teimosia e autoritarismo com ideias promiscuas de liberalismo e nazismo com arrogância obsessiva a que chama «determinação», mas mal determinada porque as suas promessas irrealistas não demoram muitas horas a ser anuladas e substituídas por outras opostas ou com excepções de capelinha. Considerando-se dono absoluto da «verdade», não aceita consensos mas apenas aplausos aos seus «milagres», por capricho ou por inspiração onírica. Se este ziguezague em torno da austeridade continuar da forma a que temos assistido e lamentado, nem o partido nem Portugal poderão levantar a cabeça, sendo preciso um «milagre» que, com mais força do que um tsunami, varra todo o lixo que incomoda os portugueses.

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CAPUCHO? PORQUE NÃO OS DO BPN?




Pacheco Pereira: "Quase todas as pessoas do escândalo do BPN são do PSD e não perderam a militância."
Esses prejudicaram os interesses nacionais e muitos cidadãos.

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CAMPANHA ELEITORAL EXPLICA MUITO..


Como compreender as contradições das notícias que vêm a lume? Talvez a proximidade de eleições esteja a explicar muita coisa e a tirar certas dúvidas da sinceridade dos governantes.

Por um lado, «o primeiro-ministro e o seu vice alinharam os discursos que levaram ontem ao parlamento, colocando na "esperança" e num "novo ciclo"  as expressões-chave que deverão levar até às eleições de Maio.»

Por outro lado, «a dívida pública portuguesa atingiu 129,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no final do ano passado, segundo o último relatório da UTAO (Unidade Técnica de Apoio Orçamental) do parlamento sobre endividamento». Assim, «2013 terá sido mais um ano em que a dívida portuguesa furou as metas previstas pelo governo e pelas instituições internacionais».

Também, «o produto interno bruto (PIB) português terá recuado 1,4% ao longo de 2013, segundo a estimativa rápida divulgada ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) - que contabiliza já 80% dos factores com relevância no apuramento do PIB. Os valores definitivos só serão conhecidos a 11 de Março.

Há quem diga que a proximidade das eleições seja a explicação para «nuvem de fumo» para iludir os portugueses. Também o comportamento das exportações foi pouco animador pois abrandaram face ao crescimento de 5,7% registado em 2012, tendo aumentado em 2013 apenas 4,6%.

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O SERMÃO DO BOM LADRÃO


"Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas.
Os ladrões que mais merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os povos.
Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo.
Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam."

Padre António Vieira


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IRONIA DE UM POVO ATENTO



Um povo que não deixa de usar a ironia, está atento e acordado. O Governo deve ter isso em atenção e evitar a «indignação» ou a «zanga», que pode ser demasiado onerosa para pessoas inocentes.

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Estamos melhor !!!


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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

RECUPERAÇÃO... NOS SEM-ABRIGO


Têm surgido comentários de pessoas conceituadas, da área do Governo, como Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Marques Mendes, Pacheco Pereira e outros a dizer que os governantes estão demasiado obcecados com as contas do défice e da dívida e não conseguem ver as realidades das condições de vida das pessoas.

Essa obsessão ansiosa conduz as palavras dos políticos ao estilo eleitoralista, pensando nos três actos eleitorais do futuro próximo. O termo mais em uso nestes dias é o da RECUPERAÇÃO já em curso, sem se demonstrar o que isso tenha representado de benefício para as pessoas. Estas interrogam-se sobre o que temos andado a fazer desde há quase 3 anos? Para que servem os sacrifícios já feitos e os que pesam como ameaça para os próximos tempos. E isto faz recordar as palavras de Poiares Maduro «compreendo que as pessoas se sentam zangadas com o Governo»

Mas as notícias, por maior que pretenda ser o seu controlo, deixam escapar aspectos da triste realidade. Apesar de se falar em recuperação, os cortes ameaçam continuar e a pobreza aumenta sendo dolorosa a «pobreza envergonhada» de pessoas que já se privaram de tudo e vegetam com todo o género de carências. Os juros da dívida não baixam dos 5%, e agora um estudo da Santa Casa da Misericórdia diz que 5% dos sem-abrigo de Lisboa são licenciados. Será isto o desenvolvimento, a recuperação, o aumento da cultura? Realmente, Augusto Mateus disse que a cultura é essencial para criar riqueza. Mas será ela indispensável nos sem-abrigo, nestas noites de agreste invernia? Será socialmente justo, estar a formar licenciados para depois terem à sua espera os passeios da cidade?

Será que aqueles que se consideram «donos do país» se sentem bem com a sua consciência e continuam a ufanar-se de que estamos em recuperação? Mesmo em campanha eleitoral, é preciso procurar ser mais franco e verdadeiro para com os desejados eleitores. Destes nem todos andam de olhos fechados.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

PENSÕES DE REFORMA NA SUIÇA


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BASTA DE FANTASIAS ARROGANTES


Governar não deve ser um exercício de permanente propaganda com promessas incumpríveis, com fantasias arrogantes e ataques aos que apresentam sugestões práticas e viáveis para o crescimento de Portugal e a melhoria das condições de vida das pessoas.

Como diz Marques Mendes o governo está a cair na demagogia e a pensar nas próximas eleições.. Passados quase três anos de actuação, devia, pelo contrário, orientar a sua propaganda mostrando os resultados conseguidos para a melhoria das condições de vida das pessoas, principalmente das mais carenciadas, como os reformados, os idosos, os doentes, os desempregados, etc.

A explicação verdadeira, sem sofismas, com palavras compreensíveis pelos portugueses mais simples, seria a melhor «propaganda». Falar de «determinação» no prosseguimento do mesmo rumo nada beneficia, pois nem sequer se conhece o rumo, se é que algum dia foi definido. O que as pessoas sentem é a pobreza gerada por cortes sobre cortes, havendo um justificado descontentamento. Até o próprio ministro Miguel Poiares Maduro diz que compreende que as pessoas se sintam zangadas com o Governo. Os governantes não se devem considerar donos do País.

No seu tom habitual, Marco António Costa diz que o PSD pretende "um país diferente, com esperança, que acredite que é possível haver um novo tempo e que o construa assente em bases sólidas no plano económico e social, com contas públicas saudáveis e uma organização financeira do Estado bem estruturada". Estas frases doutorais podiam ser datadas de 2011, agora não passam de arrogância gratuita e falaciosa sem o mínimo senso e que não convencem ninguém. Se durante quase três anos, essas santas intenções, apenas se traduziram em cortes sobre cortes, aumentando o número de pobres e tornando mais pobres aqueles que já o eram, que solução concreta nos dá, com verdade em palavras compreensíveis e credíveis, para acreditarmos, para termos esperança num novo tempo com bases sólidas no plano social.

Marco António Costa, que, quando na oposição, era um bom argumentador, parece querer manter o mesmo estilo neste ataque ao líder da oposição. Mas este falou de medidas práticas, de realidades e isso não se combate com conceitos expressos por palavras eruditas que nada dizem de concreto aos portugueses mais carentes. O refúgio nesses termos constitui fuga ao diálogo construtivo e esclarecedor e neste não deve ser baralhado o nível da argumentação. Um «diálogo» não pode ser conduzido com respostas teóricas e irreais a sugestões práticas e viáveis. Para nos convencer, coloquem-se no mesmo patamar e falem em linguagem compreensível por nós, simples cidadãos.

Esta manutenção do estilo usado há mais de três anos, na oposição, dá razão a Bagão Félix ao dizer que "Governo gosta de insistir no erro e mudar apenas o papel de embrulho". Exagero ? Talvez não.

A provar a falácia de tais palavras vagas e aéreas os reformados e pensionistas nada melhoraram desde 2011, antes pelo contrário. Os pobres estão mais pobres e a classe média entrou de escantilhão na pobreza e muitos, procurando ocultar a fome envergonhada, passam momentos de muito sofrimento. Das generalidades teóricas do PSD não retiramos nenhum conforto para gerarmos esperança no amanhã. Nem diz nada de concreto que possamos comentar construtivamente.

Pelo contrário, a vítima das suas palavras, António José Seguro, não fica pelas ideias mas desce a casos concretos e, se estes são polémicos, como tudo na vida, têm a vantagem de poder ser escalpelizados, analisados e dar oportunidade para ter consciência dos prós e dos contras e ajudar a encontrar a melhor solução viável.

Ninguém ocupa algum tempo a pensar com lógica e pragmatismo no futuro dos portugueses e Marques Mendes tem a franqueza de dizer que «a questão é que já está tudo a pensar em eleições".  E sugere: «mas se os deputados pensarem mais nas pessoas que na banca, poderá surgir uma lei justa e adaptada à realidade".

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

PROVEDOR ATENTO AOS CORTES INCONSTITUCIONAIS


O Sr Dr juiz José Francisco de Faria Costa, Provedor de Justiça, disse que cortes no RSI e nas pensões de viúvos violam Constituição e pediu a fiscalização sucessiva.

É motivo para dizermos «muito obrigado» Sr Provedor, pela humanidade com que exerce o seu cargo. Os portugueses precisam de pessoas com tal sensatez e generosidade na defesa da justiça social.

Os portugueses não esquecerão quem defende os mais carecidos, os que, por não terem capacidade de auto-defesa, têm sido os mais espoliados em nome de uma austeridade abusiva.

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

PESSOAS ZANGADAS COM O GOVERNO


Por mais que queiramos estar sossegados e indiferentes às tempestades e aos caudais dos rios, surgem «terramotos que causam abalos demasiado fortes.

Agora o ministro Miguel Poiares Maduro confessou que compreende que as pessoas se sentiam zangadas com o Governo que compreende a “frustração” que os portugueses têm vindo a experimentar com as medidas aplicadas pelo Executivo» que corta as contribuições que fizeram ao longo das suas vidas de que agora só recebem o que sobre de tais saques.

Salta ao nosso espírito a interrogação: E o Sr. Ministro, sendo uma pessoa madura, acha que, em democracia, um governo se deve sentir moralmente bem, de consciência tranquila, depois de ter agido de tal forma que o povo, que representa, esteja zangado com quem o governa? Onde está o verdadeiro defensor do povo, o real mandatário pelo povo para defender os interesses nacionais, dos cidadãos, das pessoas?

Impõe-se que a avaliação do desempenho dos professores decidida pelo respectivo ministro seja extensiva a todos os que recebem do Estado, começando por ministros e seus dependentes. Deve começar-se por divulgar as regras democráticas e controlar o seu acatamento e execução.

E é bom que o Sr ministro não esqueça a lição que lhe foi dada pelas pessoas que formam a nação portuguesa quando o discurso de Poiares Maduro foi interrompido por protestos. O que mais esperava? Poderia ter sido muito pior. Mas tenha cuidado porque esse sinal foi apenas efeito do despertar. Podem, a seguir, começar a mexer, a levantar-se. Certamente, com a sua capacidade de compreensão receia perigos maiores.

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ASSALTO

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

FRANÇOIS HOLLANDE


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Não vale a pena comparar a capacidade deste com a da senhora do post anterior. Este é político.

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NENHUM PESAR


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Dedicado ao deputado Peixoto, com votos de, se atingir a idade da «peste grisalha», possa fazer esta brilhante figura. Mas com a sua capacidade actual, será pouco provável.

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